História A rabbit in my life - Imagine Nayeon - Capítulo 1


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Dahmo, Michaeng, Satzu, Sohyo, Umb, Wonha, Yeju
Visualizações 687
Palavras 949
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


– Eu tô dizendo (S/N)! – Disse Chaeyoung – Você deveria comprar um animal de estimação.

 

Olhei-a estranha.

 

– Olha a minha cara de quem gosta de animais. – Ironizei e ela negou com a cabeça.

 

– Nem um cãozinho chihuahua?

 

– Odeio cães. São carentes, chorões e desordeiros. – Bufou.

 

– Gatos...?

 

– Traiçoeiros, folgados e têm unhas. Não quero ter arranhões por todo o corpo. – Respondi dando de ombros.

 

– Arara?

 

– Irritantes.

 

– Periquitos?

 

– Bagunceiros.

 

– Leitão?

 

– Quando cresce vira um porco e vai pra minha chapa. – Sorri irônica e ela bufou novamente.

 

– Porra (S/N)! Nem a merda de um gato?!

 

Tava demorando pra ela se exaltar.

 

– Não. – Respondi com um sorriso vitorioso – Animais apenas são gastos. Agora se me der licença, meu turno acabou.

 

– Só uma pergunta. – Disse e eu parei virando pra ela – Se você odeia tanto animais, por que se formou em medicina veterinária?

 

– Dinheiro, privilégios entre outras coisas. – Respondi dando de ombros – E também que, por mais que eu os odeie, eles merecem ser bem tratados. Diferente de muitos outros seres humanos. Agora eu posso ir tampinha?

 

Nos encaramos por um tempo e ela deu de ombros.

 

– Ótimo. Até semana que vem, otária.

 

Ah. Não me orgulho dessa minha época de mal-criação. Mas o que eu poderia fazer? Eu cresci assim. Meus pais me criaram assim e assim eu fiquei. Jung (S/N) é o meu nome e eu tenho exatos vinte e dois anos. Me formei cedinho em medicina veterinária e como os professores me adoravam, assim que eu terminei o curso, um deles conseguiu um emprego pra mim em uma das melhores clínicas veterinárias do Estado.

 

Chaeyoung é minha parceira. Nessa clínica os médicos têm suas duplas e não sei o porquê que eles acharam que colocar as mais novas juntas seria uma boa ideia. Chaeyoung e eu somos como água e óleo, nós não nos misturamos. A tampinha fica indignada pelo simples fato de que eu não amo os animais quanto ela. Além disso, ela é uma bombinha relógio. Alguma hora ela explode. Muitos novatos e estagiários ficam até assustados, mas eu trato isso com tanta facilidade que até assusta.

 

É simples. Ignorar. Uma palavrinha que eu adoro pôr em prática. Chaeyoung fica muito, muito puta quando eu a ignoro. É tão engraçado que até fica fofo. Eu sou uma idiota, sei disso, mas não consigo evitar. E ultimamente ela havia encarnado na ideia de que eu deveria ter um animal de estimação, só que... Eu odeio animais.

 

Eu sabia que Chaeyoung era capaz que de coisas inacreditáveis pra conseguir o que queria, mas não pensei que ela fosse tão longe. Não foi um plano maluco nem nada, mas também não é nada normal o que ela fez. Apenas acompanhem comigo, sim?

 

Já era manhã de quarta. Eu tinha conseguido uma semana de folga e bom, meu plano era ficar dormindo. Eu afofei os travesseiros, liguei o aquecedor, coloquei até o meu travesseiro de pescoço! Fiz uns sanduíches e fiquei assim boa parte da manhã enquanto assistia uma série chamada Grimm, bem legal até. Até que de repente batem na minha porta.

 

Com a toda a preguiça do mundo, eu levanto do sofá enquanto xingava todos os antepassados dessa pessoa. Abri a porta e me deparei com uma mulher, mais ou menos uns cinquenta anos, baixinha, expressão indiferente e uma mancha marrom no inicio do pescoço. Não parecia muito amigável. Me analisou de cima a baixo e finalmente falou algo.

 

– Jung (S/N)?

 

– Se for cobrança, eu juro que vou pagar! – Juntei as mãos e a moça revirou os olhos.

 

– Pirralha, eu só tô aqui pra entregar o seu pacote. – Disse e apontou a enorme caixa ao seu lado – Deu trabalho que achar uma dessas.

 

– Mas eu não pedi nada. – Refleti sozinha – Quando foi que eu pedi isso ein?

 

Deu de ombros.

 

– Eu não sei. Apenas assina aqui, tá legal?

 

Me deu a prancheta e mesmo desconfiada, assinei e lhe entreguei.

 

– Quer ajuda pra levar pra dentro?

 

– Se suas costas aguentarem. – Provoquei e ela me olhou.

 

– Aposta quanto que eu consigo carregar essa caixa sozinha aí pra dentro? – Ri debochada.

 

– Sonha coroa. Aposto cinquenta mil wons! – Cruzei os braços e encostei na porta com o meu, tradicional, sorriso vitorioso.

 

– Segure aqui, sim?

 

Peguei a prancheta, e já fui contando o dinheiro. Quando eu penso que não, a porra da coroa levanta a caixa e ainda coloca na sala com a maior delicadeza. Essa coroa é parente do Huck?! Sorriu vitoriosa, apanhou a prancheta e o dinheiro da minha mão e ainda saiu soltando beijinhos. Que coroa folgada ein?!

 

Bufei e bati a porta inconformada. Encarei a caixa e vi um envelope sobre a caixa. Puxei o mesmo e tinha um bilhete dentro.

 

Espero que goste de coelhos, nariz empinado.

 

S.C

 

Franzi o cenho e abri o envelope. Havia coleiras, alguns brinquedinhos, muitas (muitas mesmo) cenouras. De pelúcia, plástico, mordedor entre outros. Mas que merda tá acontecendo? Olhei pra caixa e percebi vários furos. Okay. S.C só poderia ser Son Chaeyoung e ela espera que eu goste de coelhos. Aquela anã comprou um coelho pra mim?! E que porra de que coelho é esse?! Deve ser muito grande.

 

Com muita raiva (muita raiva mesmo), comecei a abrir a caixa de madeira. Peguei um martelo e fui tirando os pregos. Quando eu tirei a tampa da caixa me deparo com um ser humano, aparentemente, desmaiado, nu (na verdade nua já que era uma garota) e com orelhas e uma cauda de coelho.

 

– Mas que...?

 

A criatura abriu os olhos devagar e olhou pra mim. Meu susto nessa hora foi digno de pegadinha do Silvio Santos. Ficamos nos encarando por um tempo (e eu me cagando de medo) até ela falar algo.

 

– Você é a dona da Nay...?


Notas Finais


Continua...?


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