História A rabbit in my life - Imagine Nayeon - Capítulo 2


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Dahmo, Michaeng, Satzu, Sohyo, Umb, Wonha, Yeju
Visualizações 265
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Dois


– Quem é Nay? – Perguntei confusa.

 

– A Nay. – Respondeu a estranha, apontando para si mesma.

 

– Você é a Nay?

 

– Nay se chama Nayeon. – Franzi o cenho, confusa.

 

– O que? – Dobrou as orelhas quase me fazendo ter um ataque cardíaco – Sangue de Jesus tem poder meu pai! Que merda foi essa?!

 

– Merda? – Repetiu.

 

– Não repita isso!

 

– Por que a Nay não pode?

 

– Porque é errado!

 

– Por que é errado?

 

– Porque sim!

 

Isso só pode ser fruto da minha cabeça. Não existem pessoas assim existem? A tal Nayeon ainda estava nua. Fui pro sofá e peguei um cobertor, cobri seu corpo (enquanto tapava os olhos) e a tirei de dentro da caixa. Que tipo de pessoa coloca outra dentro de uma caixa?! Neguei a cabeça com esse pensamento e pus no sofá.

 

– Tudo bem. Acho que começamos com o pé errado. – Sorri ladino – Meu nome é Jung (S/N) e o seu?

 

– Nayeon, mas todo mundo chama a Nayeon de Nay. – Explicou enquanto brincava com os polegares.

 

– Tudo bem Nay. Ahnn... – Olhei em volta – Quer comer alguma coisa?

 

– Nay ainda é um filhotinho. Só pode tomar leitinho. – Disse e sorriu mostrando os dentes de coelho – Você é a dona da Nay? – Tombou a cabeça para o lado em confusão.

 

Okay. Que ninguém saiba disso, mas isso foi tão fofo!

 

– Na verdade não. Foi um engano. – Respondi e levantei – Vou preparar o seu leite. Quer um brinquedinho? – Ofereci o mordedor em formato de cenoura.

 

– Não vai machucar os dentinhos da Nay? – Questionou preocupadinha.

 

Me ajoelhei ao seu lado e respirei fundo. Na verdade, eu tava me segurando pra não ter um ataque e apertar suas bochechas até ficarem roxas!

 

– Não, não vai. Veja só como é fofo. – Apertei entre minhas mãos – Você pode morder, apertar, sei lá.

 

Estendeu a mão para pegar o mesmo, mas o cobertor mostrou mais do que deveria.

 

– Espera um pouco, tá? Não se mexe. – Assentiu.

 

Corri lá pra cima e entrei no meu quarto, procurando um pijama pra coelha lá embaixo. Talvez os meus fiquem um pouco grandes, mas tem um da Chaeyoung que deve caber nela e não se perguntem o que esse pijama da Chaeyoung faz aqui porque eu sei perfeitamente que vocês sabem o que ele faz aqui e o que ela fez aqui. Não me orgulho muito disso.

 

Desci as escadas rapidamente e encontrei a curiosa coelha catucando nas coisas. E por algum motivo enquanto fazia isso, mordia o lábio ínfero. Parece até uma criança quando está aprontando. Limpei a garganta e ela olhou pra mim assustada.

 

– Desculpa a Nay. A Nay só tava olhando. – Pediu com uma expressão de coelhinho abandonado (?).

 

Ri soprado.

 

– Vem cá. – Murmurei e ela veio devagar em minha direção.

 

– Vai punir a Nay? – Neguei – Vai fazer o que?

 

– Vou te vestir. – A virei de costas e tirei o cobertor de cima de si.

 

Com cuidado, passei os seus braços pelos locais certos e ajeitei o pijama. Vesti a calça nela e a deixei na sala assistindo algum desenho animado. Suspirei e apertei o punho, eu vou matar Son Chaeyoung. Levantei e tirei o leite de “criança” do fogo. Coloquei na mamadeira (que eu tenho, não sei por quê. Acho que porque sim) e esperei um tempinho até ficar morno.

 

– Toma Nayeon. – Entreguei a mamadeira a ela.

 

– (S/N) não vai dar à Nayeon? – Perguntou com um bico.

 

– Pra mim eu tenho cara de babá. – Dei de ombros – Bebe logo isso!

 

– Mas Nayeon não sabe. A omma da Nay que dava comida pra ela. – Murmurou baixinho com um biquinho.

 

–Eu mereço. – Resmunguei – Como você não sabe levar a mamadeira pra boca? É tão simples!

 

Peguei a mamadeira e pus em sua boca. Começou a sugar o líquido devagar enquanto apertava o brinquedo entre os dedos. Meu braço já estava cansando pela posição então (mesmo relutando) coloco-a em meu colo e continuo a amamentá-la. Nayeon olha pra mim e sorri. Parecia estar feliz. Desviei o olhar para TV e bocejei.

 

Olhei para o relógio na parede e já era do almoço. Bom, eu não sei cozinhar. Eu, na verdade, moro com mais uma pessoinha que faz a comida, mas ela ainda tá dormindo e se acordar ela é capaz da mesma me matar. Acho que eu me viro com um lámem. Enquanto Nayeon cochilava/mamava em meu colo, eu vi um papel dentro da caixa aonde ela veio. Me estiquei um pouco e peguei o mesmo.

 

Informações sobre a híbrida

 

– Híbrida? – Murmurei e olhei para a mesma.

 

Ela se chama Im Nayeon e é uma híbrida de coelho. Ainda é um filhote, mas já teve cios precoces. Nayeon não é agressiva e é muito obediente. Quando a mesma completar vinte e quatro anos, ela será adulta e um cio violento virá. Recomendo que se prepare. É de fácil manipulação. Não dê nada além de leite antes dela se tornar adulta.

 

Parei de ler quando percebi que o leite da mamadeira havia acabado e Nayeon estava cochilando. Eu, como veterinária, sei que o sono é muito importante para o desenvolvimento de um filhote. Então acomodei-a melhor, e com cuidado, levantei com a mesma nos braços. Subi as escadas devagar e a levei para o meu quarto. Deitei-a em minha cama e a cobri com o edredom. Observei suas orelhas estenderem e depois flexionarem como se estivesse relaxando.

 

Sai e fechei a porta devagar. Desci as escadas e peguei meu celular. Vou ligar pra pessoa que começou tudo isso.

 

Yoboseyo? – Atendeu a tampinha.

 

– Que história é essa de você mandar um coelho pra mim?! – Riu do outro lado de linha.

 

Não vai me dizer que não gostou. Ela é uma fofura. – Debochou – Deveria me agradecer. Isso sim.

 

– Vai se foder Chaeyoung. – Gargalhou.

 

Você já fez isso e admito, eu gostei. – Revire os olhos – Diz pra minha irmã que eu mandei um beijo. E não esqueça de trazer a coelhinha pra vacinação.

 

– Vai pra puta que pariu! Você não pode simplesmente mandar uma híbrida pra cá. Sabia que ela só toma leite?!

 

Olha, se quiser eu compro umas latas de leite. – Ironizou – Agora me deixa trabalhar.

 

E ainda desligou na minha cara! Vê se pode?!

 

 



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