História A rainha e a princesa - (primeira temporada) - Capítulo 9


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Cruella De Vil, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emma, Emma Swan, Evil Queen, Lesbicas, Magia, Morilla, Once Upon A Time, Ouat, Regina, Regina Mills, Swaen, Swanqueen
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Palavras 3.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Comentem pessoal quero saber oq estao achando

Capítulo 9 - Capitulo 9


No capitulo anterior...

Ruby


O vento estava gelado, controlei minha respiração para correr mais rápido. De repente me vejo mais proxima do chão e acho aquilo estranho, quando vejo ja estou perto da Emma e ela se assuta.


- Aí meu Deus!!! - Diz Ela. - Não me morde! - Achei estranho.


- Sou eu Emma e... - Emma me olha espantada.


- Ruby? Você é um lobo?


/***\



Regina


  Saí de carro para chegar mais rápido, quase atropelo Emma que estava parada na estrada. Saio para fora pra ver o que estava acontecendo e vejo Emma falando com um lobo.


- Amor o que... - De repente o lobo se transforma na Ruby. - Deus do céu...


- Ela é um lobo. - Diz Emma, Correndo colocar a jaqueta sobre Ruby que estava nua. Talvez a transformação faça com que a roupa desapareça.


- Esse era o poder dela. - Digo e ajudo Emma colocar Ruby no carro. - Vamos amor, seja lá o que Mary esteja tramando. Ruby precisa de cuidados.


- Ok. Eu concordo. - Diz Emma entrando no carro.


Chegamos na nossa casa e Zelena estava sentada na frente da porta. Ao ver Emma carregando praticamente Ruby, ela corre até nós.


- Meu Deus! O que aconteceu? - Zelena se desespera, naquele ato vejo o quanto minha irmã ama a garota.


- Ela se transformou em um lobo Zel. - Diz Emma.


Ao ouvir a palavra lobo, Zelena começa a ficar tonta, seguro ela, mas acabo caindo junto no chão.


- Aí! - Digo ao sentir minhas costas. - Emma leva a Ruby pra dentro e pega a Zelena. - Digo fazendo careta de dor e Emma corre e faz o que pesso. Depois de levar Zelena ela me pega no colo.


- Está doendo amor? - Faço que sim e Emma me olha com preocupação. - Onde dói?


- Minhas costas Emma. Acho que bati quando caí. - Emma me põe sobre o sofá.  A dor estava muito forte.


- Mãe? Emma? O que houve? - Henry desce as escadas nos olhando.


- Um pequeno acidente garoto. - Diz Emma. - Meu lindo, eu preciso cuidar da sua mãe e da Ruby. Você pode voltar a dormir? Amanhã contamos tudo pra você.


- Ok. - Ele me dá um beijo. - Boa noite mãe. - Vai até Emma abraça ela e nos surpreende. - Boa noite mãe!


Emma fica paralizada olhando Henry ir para o quarto, entao uma lagrima desce do rosto dela.


- Ele me chamou de mãe? - Sorrio pra ela e Emma também sorri. - Nunca me senti tão feliz. - Mas dai ela olha meu estado e fala. - Aí... Você precisa disso. Vire de costas.


- O que está fazendo Emma? - Pergunto.


- Não faço ideia. - Ela poe as duas mãos sobre as minhas costas e respura fundo.


Sinto como se estivesse com agua gelada nas costas, aquela sensação penetra minha coluna, no começo causou um pequeno desconforto mas depous tirou completamente minha dor.


- Emma... Você... - Falo tentando encontrar as palavras.


- Não me pergunte. Só sei que algo me dizia que você fraturou a coluna, na hora me veio que devia colocar as mãos no local e foi isso.


- Você pode curar através do gelo? - Pergunto.


- Parece que sim. Agora vou ver a Ruby.


Vou até a minha irmã e vejo que a mesma eata apenas desmaiada. Enquanto Ruby parecia estar com os joelhos ralados e as mãos dormentes.


- Como se sente Ruby? - Ela abre os olhos lentamente, parecia estar bebada ou sonolenta.


- Roupas quentes Regina. Pega lá no closet.


- Ok! - Digo. Logo em seguida volto com a roupa e vejo que todas as feridas ou machucados da Ruby estavam sarados. - Você curou ela? - Emma acena com a cabeça positivamente e Ruby começa a parecer melhor.


- Minha cabeça... O que houve.


- Você não lembra. - Questiono.


- Lembro de estar correndo pra alcança a Emma. Mas depois tudo esta confuso.


  Eu e Emma nos olhamos e resolvemos contar o que aconteceu, Ruby ficou preocupada e disse que não sabia que podia se transformar em um lobo. Zelena despertou e começou a chamar por ela.


- Ruby? - Ruby levantou e foi até ela.


- Estou aqui meu amor... Você desmaiou.


- Eu sei como te conheci. Eu sei o porque me apaixonei por você no passado. Eu ví tudo.


Zelena


Quando ouvi elas dizerem que Ruby era um lobo, imediatamente senti tonturas, já sabia que iria ter mais uma daquelas visões, pois era isso que acontecia.


Me vi em uma floresta, estava usando uma roupa de caçador, e então um lobo aparece na minha frente, no primeiro instante pensei em mata-lo, mas logo ele se transformou em uma linda mulher.


- Por favor não me mate! - Dizia a mulher. - Não quis assusta-lá.


Naquele momento senti algo indescritível, um sentimento muito forte me invadiu e então eu sabia... Havia me apaixonado pela mulher lobo.

Contei tudo isso pra elas e ouvi um "Oonwwwt". Ruby me deu um beijo apaixonado e Regina nos olhava sorrindo.


- Nunca estive tão feliz por você sis. - Disse regina. - Sempre torci para que você encontrasse a pessoa certa e sucegasse. - Todas riem. - E olha a mesma pessoa te fisgou duas vezes.


- Ainda bem. - Digo. Olho pra Ruby. - Você é a mulher da minha vida sabia... Antes tudo era vazio, não me prendia á ninguém. Hoje não quero sair do seu lado.


- Eu te amo! - Disse Ruby e nos beijamos.


- Ok ok! - Diz Regina. - Está tudo muito fofo mass...


- Precisamos descobrir o que Mary esta fazendo com a nossa mãe. - Completo.


- Isso é estranho. Porque a Cora mentiria durante todos esses anos? - Pergunta Regina.


- Não sei Sis. - Digo puxando Ruby para o meu colo e Emma faz o mesmo com Regina.


- Vocês não estavam no enterro? - Pergunta Emma. - Lembro que você disse que só foi liberada quando sua mãe morreu. - Ela estava falando isso para Regina.


- Sim... Vimos. - Diz Regina pensativa.


- Vimos o caixão e... - Digo e me lembro de algo. - Claro! Como não pensei nisso. - Todas me olham. - Foi a Mery que disse pra não abrir o caixão. - Regina também se lembra.


- Zelena esta certa. Lembro que ela disse ser a última vontade da nossa mãe.


- Droga... - Diz Emma baixinho. - O que ela fez? - Regina aperta com as mãos os braços de Emma que estavam na sua cintura. - Cada dia descubro algo pior.


- Agora a questão é, porque nossa mãe forjou a propria morte? - Digo.


O telefone da nossa casa começa a tocar, Regina olha pra mim, mas resolve atender. Como o aparelho era sem fio, ela pegou e voltou para o lugar onde estava. Regina insistia para que a pessoa falasse mas não havia resposta.


- Aí... Droga de garotos que fazem trote. - Diz Regina nervosa.


- E se não foi um trote? - Diz Emma mostrando o celular onde havia uma mensagem.


Quero que vá sozinha até o hospital amanhã, preciso que escute a verdade de uma pessoa. É para o seu proprio bem.


Mary.

- Verdade? - Questiono.


- Esta na cara que ela trouxe Cora pra falar mal de mim Zel. - Diz Regina.


- Calma Sis. - Digo. - Emma não vai cair nesse truque.


- A Zel tem razão amor. Eu sei o que está acontecendo e não irei acreditar. Nâo importa o que digam.


- Isso parece um pesadelo. - Disse Regina, abraçando Emma.


- Dorme aqui hoje? - Pergunto pra Ruby.


- Esta tarde. Acho que sim. - Responde ela.


- Então vamos tomar um banho e dormir. E as duas. - Olha pra Emma e Regina. - Descansem, não quero ver nada virando congelado e nem a casa pegando fogo.


Rimos com um pouco da descontração que criei. Subo as escadas e levo Ruby para a banheira. Ajudo ela com o banho, empresto uma roupa minha e dormimos juntas. Amanhã será um novo dia para todas nós.

Emma


- Eu não vou lá Regina. - Eu e Regina acordamos discutindo.


- Ela tem que pensar que você não sabe de nada. - Dizia Regina terminando de passar o batom.


- Dane-se o que a Mary tem pra me dizer. - Digo agora encarando Regina que me olha com tristeza, pois estava gritando com ela, desde que acordamos. - Desculpa meu amor... - Tento abraçar mas ela desvia.


- Você prometeu contar tudo pro Henry. - Olho pra ela desconfiada, mas sabia que Regina estava magoada. - Preciso sair. Fale com ele, logo estarei em casa.


Regina saí batendo a porta e eu fecho os olhos pensando no quanto estava sendo idiota. Após fazer minha higiene e trocar de roupa, vou até o quarto do Henry. O menino ainda estava dormindo, mas mesmo sendo sábado, Regina fazia questão que ele acordasse no mínimo antes das 9:00h. Já eram 8:40.


- Eii garoto? - Chamo ele.


- Hummm... - Resmunga ele.


- Hora de acordar. - Digo e então após esfregar os olhinhos Henry me olha.


- Bom dia Emma. - Que falta me fez aquele "mãe" de ontem.


- Bom dia meu anjo! Dormiu bem? - Pergunto fazendo carinho nele.


- Dormi. - Antes de qualquer coisa resolvo tirar uma duvida.


- Sabe garoto... Ontem você me disse algo que fiquei muito feliz. Mas queria saber se você sentiu em dizer ou fez sem pensar.


- O que? - Ele tenta lembrar.


- Você me chamou de mãe. - Digo e ele sorria.


- Haaa! Lembrei. - Rimos. - Eu posso te chamar assim? - Como dizer não?


- Claro meu príncipe. Lembre que sou louca pela sua mãe e amo muitos vocês dois. - Digo e Henry me abraça.


- Somos uma família. - E que frase profunda.


- Somos sim Kid. Uma família.


Desço com ele prq tomar café. Ruby e Zelena estavam por lá e pelo jeito Regina saiu sem tomar café. Enquanto Ruby ajudava Henry, Zelena me puxa de canto.


- O que houve lá em cima? A Regina passou aqui chorando... - Aquilo cortou meu coração.


- Meio que gritei com ela. Mas não foi minha intensão.


- Emma... Minha irmã tem trauma disso. Nossa mãe gritava com ela o tempo todo, por qualquer coisa. Sempre quis manter Regina na linha. Isso machuca ela.


- Eu só faço merda! - Digo baixando a cabeça.


- Eii... Tudo bem. Só tome cuidado! - Alerta a ruiva. - Ela disse pra onde ia?


- Não... Só me disse que precisava sair.


- Vish... Ela esta magoada. - Diz Zelena pensativa. - Ja sei! Que tal um piquinique amanhã? Nós 5.


- Otima ideia Zel. Precisamos sair desse bombardeio de coisas.


- Beleza combinado então. - Batemos as mãos e vamos para a mesa.


- Onde está a minha mãe? - Pergunta Henry.


- Ela saíu meu lindo. Mas logo volta. - Ruby nota que algo não esta bem e aperta minha mão me dando força.


Junto com Zelena inventamos uma historia para que ele ficasse tranquilo. Henry não tinha idade pra entender toda aquela loucura, quem sabe daqui dois ou três anos.

Regina


Emma estava gritando comigo desde a hora que acordamos. Eu apenas falei que ela deveria ouvir o que a Mary quer. Mas ela começou a gritar, só eu sei o quanto isso me deixa mau. A princípio iria apenas no mercado, comprar incrediente para fazer uma lasanha e torta de maçã. Mas quando passei na frente da casa da Mery não resisti.


- O que você quer? - Pergunta Mary assim que abre a porta e me vê.


- O que a cora faz aqui? - Mary se espanta com a minha pergunta mas tenta disfarçar.


- Esta maluca Regina? Sua mãe morreu a mais de 14 anos.


- Zelena viu ela ontem aqui. Vai me diz! Vai usar ela contra mim? Por isso quer que Emma te encontre?


- Maluca é isso que você é! - Dizia Mary. - Eu tenho direito de ver minha filha. Já fazem dois meses que ela esta lá com você. - Ouço passos de alguém vindo até a porta.


- Deixa Mary. Eu falo com ela. - Disse Cora aparecendo.


- Mãe? - O inesperado acontece. Cora me dá um forte tapa no rosto, enquanto Mary ria.


- Como ousa me chamar de mãe? Já chega Zelena ter me dado desgosto, agora você está fazendo o mesmo. - Engulo o choro pois aquele tapa não feriu apenas a minha face, mas também minha alma.


- Como ousa fazer isso? Com que direito me cobra algo? Você não tinha morrido? - Pergunto agora fervendo (literalmente) por dentro.


- Eu não aguentava ficar perto de duas inprestaveis! - Cora me olhava com nojo. Mas vejo que Mary começa a se assustar.


- O que essa cobra suja te falou? - Pergunto fuzilando Mary com os olhos. - Em sua desgraçada? Convenceu ela a abandonar as filhas também?


- Saía da minha casa! - Grita Mary. Em um impulso entro com tudo pra dentro da casa, com a mão no pescoço dela.


- Sua vagabunda! Se acha que vai me separar da Emma está muito enganada. Eu mato você! - Estava gritando e sentia fumaça ao meu redor.


- Você... Me... Solta... - Gemia Mary.


- Saía Regina. - Ordena Cora.


Eu sabia que aquilo estava fora do controle mas não tinha como evitar, o pescoço da Mary estava queimando, então sinto uma mão me puxando e noto ser Belle.


- Solta Regina! Se acalme... - Dizia ela. Enquanto observo queimaduras no pescoço da Mary.


- Fora daqui! - Grita Cora.


Belle me leva pra fora e me coloca no banco do passageiro do meu próprio carro. E seguem em direção a minha casa...


- Eu disse que você poderiam fazer um desastre. Esses poderes, são forte Regina.


- Eu queria parar, mas não conseguia.


- O Ódio é um dos sentimento que mais aumentam o sua carga de poder... - Explicava ela. - Assim como Emma. Já Zelena, fica movida pela raiva,dor e nervosismo. E Ruby ativa o dela apenas por necessidade ou quando se sente ameaçada.


- Porque não nos contou tudo antes.


- Gold... - Ela nega com a cabeça. - Ele acha melhor vocês descobrirem tudo.


- Nos ajude Belle. Precisamos saber. Hoje quase matei a Mary queimada.


- Vou ver o que posso fazer. Mas agora deixe-me dirigir.


  Chegamos e logo foi aquele alvoroço, todos estranharam minha chegada com Belle. Minhas mãos estavam com pequenas quimaduras e Belle pediu para Emma curar.


- Como sabe que posso curar? - Pergunta Emma.


- Eu sei de muita coisa Emma. Mas agora preciso ir.


- Belle por favor! - pedi. - Não esqueça do que te falei. Nos ajude.


- Vou ver o que posso faze. Mas vocês precisam recuperar as lembranças sozinhas.


Belle vai embora e Zelena começa a questionar.


- O que houve?


- Eu fui no mercado... E acabei não aguentando passar pela casa da Mary. - Emma imediatamente me olha assustada.


- Essa marca de dedos no seu rosto... Foi ela? - Pergunta Emma agora com preocupação.


- Não... Foi a Cora. - Digo e Zelena fica puta da vida.


- O QUE? ESSA VELHA DESGRAÇADA! - Zelena começa a ficar verde e Ruby tenta acalma-lá.


- Deixa Zel... Bom... Daí me revoltei com a Mary, acabei perdendo a cabeça. - Emma cruza os braços. Não conseguia me controlar, agarrei ela pelo pescoço e onde minhas mãos estavam deixaram uma marca de queimadura. Se Belle não tivesse chegado no local... Eu... - Começo a chorar ao ver Emma sair porta a fora.


- Calma Sis... Ela deve ter se preocupado com a mãe ou algo assim...


- Eu quase matei a mãe dela Zel. Droga! Não posso perder a Emma.


  Mil coisas ruins passaram pela minha cabeça. Onde ela foi? Sera que Emma vai me odiar pelo que fiz. Isso me machucava a cada segundo que passava.

Emma


  A raiva me consumia. Não estava pensando direito, saio sem rumo pela rua. Sera que deveria ter ficado com a Regina? Mas não. Precisava fazer algo sobre o que aconteceu.


- Filha! - Diz Mary ao me abraçar.Olho seu pescoço que está enfaixado.


- Me solte! - A expressão dela se torna confusa. - Onde está aquela mulher?


- Achei que depois do que a Regina me fez... Você veria o quão má ela é.


- Hahaha. - Ri sem pudor. - Achou que eu iria ficar do seu lado, sabendo de tudo o que você fez e ainda faz.  Onde está a Cora?


- Aqui! - Diz uma mulher mais velha, porém com traços que lembravam Regina e Zelena.


- Escute aqui senhora Mill. - A mulher me olhou com desprezo. - Eu amo a sua filha, não importa o que a senhora diga ou faça. Estarei ao lado dela e protegerei a mulher que amo a todo custo. - A mulher agora me olha espantada. - Isso serve pras duas. - Encaro minha mãe. - Ela é a minha família, Henry é como um filho pra mim, não abrirei mão deles seja lá o que tentem fazer.


- Henry? Regina tem um filho. - Cora psrece amolecer. Ao contrário da minha mãe que parece decepcionada ao ver a mulher enfraquecer.


- Ela adotou um garoto e sou muito feliz por cuidar deles. Se a senhora não tivesse inventado essa morte saberia que suas duas filhas são mulheres incriveis e batalhadora. Se eu fosse a senhora, ao invés de escutar besteiras de uma mulher que acabou com o casamento com traição e despreza a filha desde sempre... - Digo olhando para minha mãe. - Iria atrás das suas filhas e pediria perdão.


Como ultimo ato e o mais breve possível, pois estava me esgotando por segurar o gelo que queria sair de mim, falo para Mary.


- E você! Esqueça que sou sua filha. Você se tornou a pior pessoa pra mim. Me deixe em paz e aguente as consequências.



Regina


Estava na banheira, as lagrimas corriam livremente pelo meu rosto, já pensava no pior. Emma havia me deixado, como vou viver sem ela? Como fui estúpida! De olhos fechados sinto alguem se aproximar.


- Emma? - Ela me olha com um olhar indecifrável.


- Oi... - Ela se aproxima de mim.


- Me desculpe... Não queria...


- Ei... - Ela me interrompe. - Eu te amo! - A atitude dela me pegou totalmente desprevenida.


- Eu achei... - Começo a chorar. - Que você iria me deixar. - Emma se ajoelha ao lado da banheira para ficar mais proxima.


- Não pense isso nunca mais. Eu te amo e sou louca por você. Não vou te deixar por nada nesse mundo. Você é o amor da minha vida Regina. Você e o Henry São tudo o que tenho.


- Eu te amo tanto.


Nos beijamos e logo faço Emma se desfazer das roupas e juntas nos entregamos ao amor naquela banheira. Um amor que não tem fim. Não é apenas libido ou tesão, é aquela vontade de poder satisfazer cada vontade da pessoa amada e ter cada gosto presente na boca. Eu amo Emma e isso é o que me basta pra ser enfim completa.



Notas Finais


Vamos começar a correr agora. Ainda mta coisa vai acontecer nessa temporada, mas preciso adiantar


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