História A Rainha Vermelha-Aguslina - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias A Rainha Vermelha, Sou Luna
Tags Aguslina, Aventura, Romance
Visualizações 189
Palavras 1.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Ficção, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!
Segundo capítulooo!!!
Boa Leitura!!❤️
Nos vemos nas notas finais!

Capítulo 3 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction A Rainha Vermelha-Aguslina - Capítulo 3 - Capítulo 2

Os agentes de segurança estao por toda parte; os uniformes preto e prata destacam-se na multidão. É a Primeira Sexta, e eles não veem  a hora de assistir aos eventos. Portam armas pequenas, apesar de não precisarem. Os agentes são prateados, e os prateados não têm nada a temer de nós, vermelhos. Todo mundo sabe disso. Não somos iguais, embora talvez não dê para perceber só de olhar. A única coisa que nos diferencia — ao menos por fora — é que os prateados andam eretos. Já nossas costassão curvadas pelo trabalho, pela esperança frustrada e pela inevitável desilusão com nosso fardo na vida.

o calor dentro da arena descoberta é o mesmo do lado de fora, e Mike, sempre nas pontas dos pés, me conduz para debaixo de uma sombra. Não há assentos para nós, apenas uns bancos grandes de concreto, mas os poucos nobres prateados desfrutam de camarotes frescos e confortáveis na parte superior. Lá, dispõem de bebidas, comida, gelo — mesmo no auge do verão — , cadeiras estofadas, luz elétrica e outras comodidades que jamais teremos. Os prateados nem ligam para isso é reclamam da sua "condição miserável". Vou dar a eles uma condição miserável se um dia tiver a chance. Tudo o que há para nós são bancos duros e alguns telões com tantos chuviscos e chiados queimá-lo podemos enchergar.

-Aposto um dia de salário que hoje haverá mais um forçador.- Mike diz diz enquanto joga o resto da maçã no chão da arena.

-Sem apostas-disparo

Muitos vermelhos apostam nas lutas com a esperança de ganhar uma pouquinho de dinheiro que os ajude a atravessar mais uma semana. Eu não aposto nem com Mike. É mais fácil surrupiar a bolsa do corretor de apostas do que ganhar algum dinheiro jogando.

-Você não devia desperdiçar seu dinheiro assim.

-Não é desperdício quando você tem razão. Sempre tem um forçador espancando alguém.

Os forçadores geralmente participam de metade das luta. Seu talento e sua técnica os tornammais aptos à arena do que a maioria dos prateados. Para eles, parece prazeroso usar a força sobre-humana para arremessar outros campeões como bonecas de pano.

-E o outro?-pergunto, pensando na gama de prateados que poderiam aparecer. Telecs, Lépdos, Ninfoides, verdes, Pétreos: todos uma dureza de ver.

-Não sei direito. Tomara que seja legal. Um pouco de diversão não cairia mal.

Mike e eu não vemos as "lutas" da primeira sexta com os mesmos olhos. Para mim, assistir a dois campeões se digladiando não é nada agradável, mas Mike adora. "Deixe que se destruam", diz. "Não são nossa gente".

-Senhoras e senhores, prateados e vermelhos, bem-vindos á Primeira Sexta.

A voz do locutor ecoa pela arena. Soa entediada, como de costume, mas não o culpo por isso.

Antes as Efemérides estavam bem longe de serem disputas; eram simples execuções. Prisioneiros e inimigos transportados para Archeon, a capital, e mortos diante de uma plateia de prateados. Acho que os prateados gostavam disso, então começaram as lutas. Não para matar, mas para divertir. Foi então que surgiram as efemérides de hoje, que se espalharam por outras cidades, para arenas e públicos diferentes. Meu irmão Shade diz que é porque nas cidades com arena os vermelhos cometem menos crimes e discordam menos do regime; até o número de rebeldes cai. 

O primeiró a pisar na areia branca é apresentado como Cantos Carros, um prateado de Harbor Bay, a leste de Palafitas. O telão explode em cores para formar uma imagem nítida do guerreiro. Ninguém precisa dizer que é um forçador. Os braços são como troncos de árvores, cheios de nervos e veias...

Do meu lado, Mike está aos gritos, e os outros aldeões rugem com ele. Um agente de segurança atira pães aos que gritam mais atolara premiar o esforço. Á minha esquerda vejo outro agente entregar um papelzinho brilhante para uma criança que se esgoela. É um Lec, um vale de cota extra de eletricidade. Tudo isso para que torçamos e gritemos; tudo para nos forçar a ver, ainda que não queiramos.

-E aqui está seu oponente-começa o locutor-Samson Merandus.

-O forçador leva, sem dúvida.-Mike observa o campeão mirrado 

-Como você sabe? Qual é o poder de Samson?

-Isso importa? Ele vai perder de qualquer jeito

O gongo soa na arena, um zumbido elétrico baixo soa na arena. Odeio essa parte! O ruído termina com uma companhia aguda. Começou. Suspiro.

Cantos avança como um touro Samson tenta desviar, usando o ombro para deslizar por trás do prateado, mas o forçador é rápido. Ele agarra a perna de Samson e o arremessa pela arena como uma peteca. Os gritos da torcida encobrem o urro de dor que Samson solta ao bater no muro de cimento, o sofrimento está escrito em sua testa. Antes de sonhar em levantar , Cantos já está em cima dele e o lança para o alto. O campeão de armadura cai areia feito um saco de ossos quebrados, mas se levanta, não sei como.

-Ele é um saco de pancadas? - ri Mike-Vai pra cima Cantos!

Samson cospe sangue prateado. Uns dez metros á frente, Cantos segura a espada na mão pronto para por um fim na luta.

-Pobre coitado-murmuro

Cantos faz a arena tremer, espada na mão, olhos em chamas. E então ele para.

Samson move os dedos e Cantos caminha, perfeitamente sincronizado com os gestos manuais dele. A boça do forçador abre, como se não fosse bem da cabeça. Como se tivesse perdido a mente.

Não acredito no que vejo.

Um silêncio mortal cai sobre a arena enquanto todos assistiam a cena sem entender. Até Mike não tinha o que dizer.

-Um murmurador- suspiro em voz alta

Murmuradores são raros, perigosos e poderosos mesmo entre os prateados, mesmo na capital... Eles podem entrar na sua cabeça, ler seus pensamentos e controlar a sua mente...

Outro gesto da mão de Samson faz sangue respingar pela arena. Cantos enfia a espada na armadura, na própria barriga.

Luzes azuis se acendem e banham a arena, que marca o fim da disputa. Curandeiros prateados correm Até Cantos. A ideia é que lutem com braveza, ostentem seus talentos e deem um espetáculo, mas nada de morrer. Afinal, eles não são vermelhos.

Na escola, aprendemos sobre o mundo antes de nós, sobre anjos e deuses que viviam no céu e governam a Terra com mãos ternas e gentis. Alguns dizem que não passam de histórias, mas não acredito nisso.

Os deuses ainda governam. Ainda descem das estrelas. Só não são mais gentis.

 

**Leiam as notas finais!! Por favorzinho!**


Notas Finais


Oi!
Mais um capítulo!
Espero que gostem!
Desculpa qualquer coisa!
Obrigada pelo comentário e favorito!
O que vocês acharam do capítulo?
Coloquem ai nos comentários!!❤️❤️ #Adoro #Caro
Abraço a todos!!💙💙
Nunca deixem de sorrir!😉


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