História A Raposa da Névoa - Capítulo 2


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Categorias Akame ga Kill!, Naruto
Personagens Akame, Bulat, Chelsea, Esdeath, Lubbock, Mine, Najenda, Naruto Uzumaki, Sheele, Susanoo, Tatsumi
Tags Akame, Akame Ga Kill, Esdeath, Luta, Naruto, Shounen
Visualizações 70
Palavras 6.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá e trago mais um capítulo para vocês, espero que gostem.
P.S: Eu acho que deixem o capítulo MUITO grande, mas no próximo capítulo eu vou tentar encurtar mais.

Capítulo 2 - Mate o Caos


Fanfic / Fanfiction A Raposa da Névoa - Capítulo 2 - Mate o Caos

Mate o Caos

2 ano depois

 

-  Até que enfim, eu cheguei! - Exclamou um jovem com uma expressão impressionada.

Era um jovem de altura mediana, olhos verdes, cabelos castanhos, com vestimentas simples, uma mochila com roupas e uma espada presa nas costas, que encarava a enorme muralha da cidade em que tinha chegado.

Ele estava na capital, o centro de todo poder do Império. Era um lugar lindo, cheio de beleza na visão dos outros, tendo muitas coisas vindas de outros lugares do território imperial, que trazia até uma beleza para o lugar, onde também tinha uma famosa frase que fazia qualquer pessoa querer se motivar: “No Império, só é alcançado a grandeza com trabalho duro, sangue e suor”. Era uma frase que motivava Tatsumi, que saiu de sua casa no interior para ir a capital.

- Muito bem, pra começar… - O moreno parecia procurar por alguém e assim que viu um guarda imperial, ele foi andando apressado até ele. - Oi! Pode me ajudar? - Perguntou Tatsumi com seu sorriso mais bonito, mas que acabou assustando o guarda com a presença do jovem.

- Oi, eh… Como posso ajudá-lo? - Perguntou o homem, um pouco constrangido pelo modo de aproximação do rapaz a sua frente.

- Pode, sim! Eu estou atrás do quartel do exército militar.

- Por quê?

- Ora… é porque eu vou ser o homem que vai ser o mais destacado do exército. - Ele falou com um sorriso convicto na sua face.

- Ah, é por isso. - Falou o guarda com uma expressão de nada impressionado, já que a maior parte de todos os jovens que chegavam na cidade era para se juntarem ao exército por algum motivo pessoal e a espada entregava esse pensamento. - Bem, você precisa fazer o seguinte. - Após dizer isso, o guarda falou o caminho detalhadamente para Tatsumi, que ouvia tudo atentamente a tudo.

- Ah, é só isso? Muito obrigado! - Falou o moreno de olhos verdes se despedindo do guarda a sua frente e correndo como uma criança para dentro da cidade. - Muito bem, capital! Se prepare, porque Tatsumi chegou para mudar ela toda.

Por um pequeno tempo, o jovem moreno tinha corrido pela cidade, mas parando para ver as belas coisas que nunca tinha visto na vida. Podia ver jóias brilhantes pelas vitrines de algumas lojas, que chamavam a atenção do garoto muito fácil, já que não via todo esse brilho em qualquer coisa do que já tinha visto, depois desse tempo, voltou a correr.

“Ahh, a capital é perfeita. Se eu conseguir me dar bem aqui, eu conseguirei salvar a vila e ainda teria um ótimo futuro aqui na capital, só de imaginar fico até animado.”, pensou o moreno com um sorriso de felicidade e com os olhos fechados. Mas nem percebeu que fazer isso, ia ser um problema, pois ele havia esbarrado com uma pessoa a sua frente, fazendo os dois caírem no chão.

- Ai, minha cabeça! - Falou o Tatsumi, massageando a parte dolorida

- MERDA! MEU LÁMEN! - Gritou o estranho, choramingando pelo prato de comida caído no chão. Assim que parou, ele se virou para o responsável que fez isso com o seu almoço com um olhar assassino em sua face. - Então, foi você que acabou com o meu almoço, né? - Até a voz do sujeito havia mudado de tanta raiva que tinha no momento, parecia até um monstro falando.

- M-m-me desculpa. - Falou o menor, que estava assustado com o homem à sua frente e o mesmo pegou o jovem de olhos verdes pela gola do pescoço, que deu a vista para o olhar do mesmo, que mostravam olhos vermelhos, conseguindo aumentar o medo do moreno. 

- Eu acho melhor você ter um bom motivo por ter esbarrado em mim e ter estragado o meu almoço. - Mais uma vez, o tom da voz do estranho saiu assustadora.

- É-É-É que eu estava indo para o quartel do exército imperial e eu… - Tatsumi não terminou de falar, pois analisar a onde estava ele ficou assustado. Ele estava perdido e nem tinha prestado a atenção no caminho que tinha percorrido. - Ah não, eu não sei onde estou! Droga, onde eu estou?! - Se perguntou, quando 

- Espera, o quê? - Após ouvir isso, a voz do estranho estava mais calma, mas ainda se notava a raiva na voz. Depois de alguns segundos, o homem voltou a ficar calmo. - Você não é da capital, não é? - Tatsumi respondeu com um mexer negativo de cabeça.

Após receber a resposta, o estranho largou o garoto, que caiu no chão. Ele se recompôs a uma expressão mais normal, enquanto ele era observado pelas pessoas ao seu redor, que ficaram um pouco assustadas pelo o ocorrido e aquilo mexia com o tal cara. Depois do medo ter sumido um pouco, Tatsumi pode finalmente prestar mais atenção na aparência do estranho. Ele era alto, parecia ser mais velho que o moreno dos olhos verdes, tinha cabelos negros como a noite, olhos pretos como dois par de ônix, que achou estranho, já que tinha certeza que tinha visto olhos vermelhos anteriormente. Ele usava roupas velhas, parecia até um bandido, mas parecia um príncipe retirado dos contos infantis, mas ao perceber que o mais velho estava o encarando, virou logo o rosto pra não gerar nenhuma outra confusão.

- Tinha que ser um forasteiro, até quando estragam meu lámen. - Tatsumi abaixou a cabeça, triste por ter feito aquilo e foi percebido pelo moreno, que bufou pela situação. - Mas acho que você pode resolver esse problema. - Disse ele, colocando a mão no próprio queixo, como se pensasse numa ideia.

- Sério? Como?

- Com dinheiro. - Falou o maior com uma expressão serena, mas era destacável na voz que como se representasse a melhor ideia do mundo. - Você está querendo ir para o quartel, certo. Eu te levo até lá e você me paga, já que aquele lámen custou quase todo o meu dinheiro.

- Certo, então. - Falou Tatsumi com um sorriso, concordando com a ideia do homem. - Mas quanto você quer?

- Eu quero… - Voltou a pensar. - 2 moedas de ouro. - Ele falou com um olhar bobo, mas aquilo fez o jovem moreno mudar de expressão, para uma de desacreditado.

- D-Duas moedas de ouro? Você ficou louco!?

- Tem razão. 4 moedas de ouro. - A expressão do jovem havia piorada.

- Q-Q-Quatro?

- Quer que eu aumente para 6? - Falou o moreno, que via o jovem desistir de tentar resistir ao pedido do maior e vendo o jovem pegando a bolsa de dinheiro e tirando as moedas, mas cada uma delas parecia machucar a alma do menor.

- O-Okay, está aqui. - Falou entregando as moedas.

- Wow, né que tú me deu mesmo, hein? Eu aceitaria se fosse apenas uma moeda de ouro, mas isso é melhor. - Após dizer isso, Tatsume mudou mais uma vez sua expressão, mais uma vez para uma de desacreditado com o que o homem tinha dito. - Ei! Você vem ou não? - Chamou o mesmo, encarando o garoto castanho que estava o seguindo com a mesma expressão.

“Uma moeda de... ouro?”, pensou o menor.

Talvez, Tatsume estivesse se arriscando demais em confiar em um estranho, afinal, ele era o cara que tinha um bom motivo pra dar um soco no menor e o mesmo mostrava olhar mais assustador da sua vida, depois de Sayo, quando comeu os bolinhos dela sem querer em um dos festivais de sua vila. Aquilo fez o jovem demonstrar um sorriso bobo ao lembrar da sua amiga, e eventualmente de Ieyasu, um amigo que era como seu irmão e de como ele arranjava problemas tanto pra ele, quanto pra Tatsumi. Os três haviam saído juntos de sua terra-natal para irem para a capital e salvar o lugar de onde nasceram da pobreza iminente. O problema foi que se separaram no caminho em uma noite, onde foram emboscados por bandidos, resultando na separação.

- Chegamos. - Falou o moreno, que tirou o Tatsumi de seus devaneios e encarou o lugar de onde devia ter ido desde o começo. - Agora, é só entrar aí dentro e fazer o que você queria ter feito desde o começo.

- Certo, obrigado. - Falou o moreno de olhos verdes, que tinha sentido tudo uma felicidade por está ali, útil por está ajudando a uma causa nobre. - Ah, eu não me apresentei antes! O meu nome é Tatsumi, e o… - Tatsumi se virou para agradecer ao espadachim mais alto, mas ao se virar o homem havia sumido. - seu?

Não sabia se ele havia si misturado com as pessoas ao redor ou se ele tinha sumido muito antes, mas o mesmo não se preocupou com isso. Ele tinha uma missão ali e só sairia daquela cidade quando saísse com tanto dinheiro, que conseguisse reconstruir sua vila umas 30 vezes. Então, assumindo uma posição orgulhosa, com um sorriso que esbanjava perfeitamente sua confiança, ele adentrou o quartel.

[...]

Depois do dia da capital, a noite tinha chegado. E não era um bom sinal. A capital, ou melhor, o Império, tinha muitas coisas belas na visão do povo que vivia nas terras de seu governo, mas aqueles que tinham o conhecimento mútuo sobre o que era o Império de verdade, sabiam que no fundo daquela beleza toda, ela era horrenda, podre, corrupta e sem leis. Com a morte do antigo imperador, as coisas começaram a cair e com o começo do reinado do novo imperador, tudo piorou. Com isso, contribuindo para o começo de crimes que eram escondidos pelas sombras: Roubo, tráfico de humanos e drogas, execuções sem sentido, estupro e muitas coisas horrorosas na visão da sociedade; sem contar com as guerras que foram iniciadas contra diversos reinos, para preservar a “glória do imperador”.

Nas partes mais remotas da capital, duas moças, uma loira e uma morena de cabelos escuros, eram enquadradas em um beco por um grupo de guardas imperiais e eles estavam segurando as duas com uma expressão de malícia, que mexia com o psicológico da duas moças, resultando em um medo de algo que sabiam que ia acontecer.

- Pegue isso e não diga a ninguém sobre o que vai acontecer aqui. - Um dos guardas, que era o capitão, falou para um mendigo e entregando uma bolsa de dinheiro para o mesmo fazer a promessa valer a pena. Assim que o mesmo foi embora, o guarda se virou para as mulheres que estavam ajoelhadas e demonstrou um sorriso nada amigável. - Olá, minhas queridas. Vocês sabiam que não é bom andar pelas ruas a essa hora?

- S-Sim, nós sabíamos. Só que o nosso turno de trabalho foi prolongado e nós tivemos que sair a essa hora. - Explicou a mulher de cabelos negros, encarando o homem que se agachou, ficando na altura da mulher e a tocando no queixo da mesma

- Isso deve ser ruim, diferente de nós, que temos que proteger essa cidade com nossas vidas contra os malfeitores. Vocês bem que podiam nos ajudar a relaxar hoje. - A mão do guarda desceu até a região dos peitos da moça, que se assustou com o toque íntimo da pessoa.

- Por favor, não façam isso. Eu faço qualquer coisa, menos isso. - Falou a morena, sentido o medo que seriam estupradas naquele momento.

- Então, isso é bom, porque precisamos nos divertir um pouco. - Assim que disse, o imperial pegou a loira e a puxou para frente, fazendo a mesma cair no chão e ser cercada pelo mesmo homem e mais dois deles. - Segurem ela pelos braços, que eu seguro aqui embaixo.

- Não, por favor! - Implorou a mulher, que teve suas roupas rasgadas pelos mesmos a sua frente.

- Por favor, a deixem em paz! - A outra fez o mesmo que a amiga fez, mas teve a sua boca calada pela mão de um dos quatro caras atrás dela.

- Fique calada, ou você vai ter a bunda mais dolorida da capital do que a dela, amanhã. - Ameaçou o homem, gerando mais medo que o normal nas duas.

Assim que falou isso, um cara que estavam em cima da loira à prenderam no chão, enquanto o capitão do grupo tirava a saia que a mulher loira estava vestindo naquela noite, mas como um reflexo, ela deu um chute no rosto do homem, que caiu no sentado atrás, enquanto massageava o nariz que tinha recebido o ataque. Em um ato de raiva, o mesmo pisou na barriga da moça, como uma forma de descontar a sua raiva e controlá-la mais.

- Sua vadia! Só por causa disso, você vai ser a primeira! - Ele nem pensou duas vezes e tirou a parte íntima da moça, revelando o sexo feminino da mesma. Ela tentou fechar as pernas, mas as forças dos braços do capitão eram mais forte do que pensava e abriu as pernas e ficando entre elas.

- Por favor, não! Eu sou virgem! - Implorou, como última forma de esperança de escapar daquilo, mas isso não mudou o pensamento do guarda.

- Então, vamos resolver isso. - Assim que falou isso, ele retirou seu pênis endurecido para fora da calça e sem mais e menos, a penetrou.

Uma enorme dor foi sentida no momento da penetração, principalmente pela loira, que sentia uma dor, ocasionando em um grito misturado com dor, medo e desespero, enquanto o homem imperial mostrava uma expressão de sufoco, por ter seu órgão genital sendo apertado no momento.

- N-Nossa, que buceta é essa? - Ele falou, com uma mistura de malícia e dor pelo lugar apertado, enquanto começava a se mover com força.

- NÃO! - Exclamou a morena, desacreditada com aquilo e mostrando uma expressão de raiva bem mostrada, pelo sofrimento de sua amiga a sua frente. - VOCÊS VÃO PAGAR POR ISSO! - Exclamou mais uma vez, mas recebeu um tapa em seu rosto como resposta.

- Calada, ou com você vai ser pior. - Um dos homens ameaçou a mulher dos cabelos negros mais uma vez, para depois segurar a cabeça da mulher na direção da loira caída no chão. - Veja! Veja a sua amiga recebendo algo digno nessa vida.

- Me d-desculpa… Takeda… - Falou a moça violada, que derramava chorava lágrimas de dor e tristeza, tanto pelo seu corpo virgem ser violado, quanto pelo seu amado e sua alma destruída a cada estocada forte do homem.

- Quem é esse? Seu namoradinho? - Perguntou enquanto encarava o rosto da loira, que tentou não olhar nos olhos de seu estuprador, mas o mesmo ficou impaciente com isso, então a pegou pelo pescoço com força, a fazendo o encarar a contragosto. - Eu quero que olhe pra mim e saiba que estou fazendo uma coisa boa pra você. Desse jeito, você vai saber como satisfazê-lo. - Largou o pescoço da mulher, voltando a prestar mais a atenção no sexo.

- Ei, capitão! A gente também quer se divertir. - Falou um o guarda à frente dele, enquanto os outros faziam as mesma pergunta.

- Vocês fica com a boca dela. E vocês 4 ficam com essa morena e façam o que quiserem. - Assim que deu a ordem, os outros imperiais mostraram sorrisos satisfatórios e maliciosos.

A morena ficou assustada, pois seria a vez dela. E seria pior, pois estava vendo a melhor amiga sendo estuprada na frente dela e tinha medo da dor que ia vim. Ela não era virgem, era casada e tinha filhos, mas sentia medo do que o marido pensaria se soubesse que a sua amada foi estuprada, ou de ter um filho acidentalmente de um dos homens ao seu redor. Ela tentou se soltar os braços de quem a segurava, mas era impedida de se soltar e se mexer, até que um deles derrubou de barriga no chão, enquanto ela sentia as suas roupas sendo tiradas.

- Por favor, não façam isso! - Implorou a mulher, mas não teve seu pedido aceito. - SOCORRO! NOS AJUDEM! - Gritou, pedindo ajuda para qualquer um que tivesse ouvido o seu grito, como uma última forma de se salvar.

- Oh, eu sinto muito, mas ninguém vai ouvir você gritar por ajuda. Apenas aceite, que talvez a gente sejamos mais gentis com você.

- Não, não! SOCORRO! SOCORRO! - Gritou a mulher mais um vez, enquanto sentia a suas roupas sendo rasgadas pelos guardas acima dela.

Enquanto isso acontecia, dois guardas que guardavam aquele beco estavam conversando, sentindo um tédio de ter que ficar ali para vigiar qualquer um que se aproxima-se para ver o que acontecia naquele beco no momento.

- Cara, eu queria está lá, do que ficar aqui guardando uma entrada que eu sei que ninguém vai passar. - Reclamou o maior dos dois, enquanto encarava seu companheiro.

- Eu também, mas na próxima a gente participa da festa. - Ele falou com um tom de brincadeira, que era mais destacável com a última palavra que falou.

- Verdade. - Após dizerem isso, os dois riram com o tipo de conversa que estavam tendo, pelo absurdo que aquilo era e do tamanho de crueldade que chegava a ser.

Enquanto eles continuaram a conversar, um som suspeito foi escutado pelos dois guardas imperiais, que entraram em posição mais atenta. Eles viram uma lata de comida vazia rolar na direção deles saindo de um beco à frente deles, que foi o suficiente para eles começarem a entrar em posição de guarda, que só se transformou em uma ofensiva quando viram dois pares de olhos vermelhos na escuridão do local.

- Ei, quem é você?! Se identifique, agora! - Falou um deles, quando viu que os olhos vermelhos pareciam se aproximar.

Assim que saiu daquele beco, o rosto do estranho foi revelado pela luz da Lua, que mostrava que era um mascarado de cabelos loiros. A sua máscara era de uma raposa branca com listras vermelhas, que refletia o vermelho dos olhos por trás da máscara. Olhos como dois pares de rubis iluminadas pela luz do luar, que transmitia uma energia assustadora. Ele também era destacado pela espada-katana em suas costas e por um manto preto que cobria o seu corpo por completo. Aquela aparência era intimidadora, que só aumentava mais pelos olhos vermelhos.

- Q-Quem é você? - Perguntou o guarda menor, mas não teve nenhuma resposta, apenas um calafrio que subiu pela espinha quando sentiu as orbes vermelhas do mascarado o analisando, como se fosse um predador encarando sua presa. Aquilo, estava deixando o guarda assustado. - Quem é você!? Vamos, eu fiz uma-! - Assim que ia falar, o mascarado sumiu da visão do imperial menor, que nem teve tempo de pensar , pois ele tinha aparecido a sua frente.

- Eu sou um cara, que mata por dinheiro. - Em um movimento sobre-humano, o mascarado tirou sua espada das suas costas e desferindo um corte bem preciso no peito do mesmo, que caiu no chão, enquanto o sangue voava e batia na máscara do espadachim.

- S-S-Seu maldito! - O maior tentou atacar com a lança que estava em suas mãos, mas sem perceber, a espada do assassino tinha atravessado o seu pescoço, que cortou todo o pescoço quando a espada foi puxada.

Mesmo após ter matado o guarda, os outros que estavam dentro do beco escuro junto das mulheres ouviram os gritos antes de serem silenciados pelo mascarado. Assim, que o maior caiu no chão morto, o loiro com o rosto ocultado estava adentrou dentro da escuridão onde estavam os homens, empunhando a sua espada e vestindo a máscara ensanguentada pelo sangue dos guardas de antes. O mascarado loiro havia parado de andar, quando viu as mulheres sendo vítimas de estupro, com a loira de quatro e já sendo penetrada por baixo e pela boca, enquanto a morena estava para começar a ser estuprada. Mas todos pararam com aquilo quando viram o assassino misterioso.

- Q-Quem é você? - Perguntou o guarda que tinha as calças no chão e seu pênis da boca da loira, que ainda derramava lágrimas e ficava encarando o recém-chegado. - Você sabe que somos? - Perguntou de novo, mas um silêncio ficou no local quando todos eram analisados pelo assassino. Então, ele decidiu falar.

- Eu? Eu sou apenas um lixeiro. - Foi o que o mascarado falou de começo, com uma voz rouca enquanto decidiu voltar a caminhar. - Vocês, que assumem os uniformes de protetores da capital, para usufruir das vantagens que ganham quando se tornam guardas, não são nada. São apenas lixo, que não sente vergonha de estarem fazendo o que querem agora. Hum, olhem só pra roupa de vocês. E eu acreditando que trastes que nem vocês sentiam no mínimo, vergonha de usarem fantasias como essas a noite. - A voz do mascarado saiu fria, mas mantendo um ar sombrio e assustador, que só piorou com a risada que o mesmo deu no final.

- Você deve ter batido a cabeça em algum lugar pra pensar nisso, mas vai ser você que vai-

Assim que o guarda tirou a sua genitália da boca da loira e foi vestir sua calça, o assassino sem pensar duas vezes correu na direção do homem e o penetrando com a sua espada no peito do alvo que se vestia. 

- Não devia ter abaixado a sua guarda. É muito perigoso se vestir de frente para o seu assassino, não acha? - Ele falou no ouvido do alvo que nem tinha percebido seu movimento, só podendo sentir seu sangue caindo e com a lâmina atravessando o seu coração.

Assim que falou isso, ele retirou a sua espada do peito de sua 3° vítima e jogando no chão, para olhar para o capitão e correr em sua direção, com uma pura intenção de matar, que eram entregues no olhar escarlate do mesmo. Assim que viu o homem mascarado correndo em sua direção, o capitão se retirou de dentro da loira e jogou a direção do assassino, para dificultar o seu caminho, mas o mesmo saltou sobre a mulher sem tocá-la, levantando a sua lâmina para matar o capitão ainda seminu. Assim que viu que não tinha como pegar a sua espada a tempo, o capitão levantou os braços em uma forma de se defender do ataque iminente, mas foi em vão, pois a espada havia atravessado os braços, resultando na perda dos mesmos, e um corte que resultou na perda do órgão genital masculino do capitão. Só depois de alguns segundos, o mesmo homem começou a gritar de tanta dor que chegou a morrer devido ao choque do momento e caindo no chão, ao lado de seu pênis que estava deixando de ser duro. Mas não tinha acabado por aí, pois o som de um apito foi escutado por todos e assim que o mascarado se virou, viu que era o guarda que tinha sido cortado primeiro pela lâmina de sua espada e percebendo isso, o mesmo fez questão de silenciá-lo com uma kunai jogada na direção do pescoço do caído.

Desgraçado, ele nem sabe como só prolongou o meu trabalho, pensou o loiro, que nem teve tempo de raciocinar do que podia acontecer depois daquele som, pois ouviu um grito de um soldado vindo em sua direção, empunhando sua espada pronto para matá-lo, que não impressionou e nem intimidou o assassino. As espadas dos dois colidiram em um ataque forte, enquanto o guarda sentia o medo surgindo com olhar de seu inimigo o encarando, que parecia que ele encarava no fundo da alma dele.

- Você está morto! - Falou dois imperiais que estavam atrás do guarda, mas o assassino não se intimidou com aquilo, pelo contrário, ele se mostrou satisfeito, mostrando um sorriso oculto pela máscara. O mesmo assassino deu um chute na barriga do imperial com quem cruzou espadas para juntar os dedos na forma de uma cruz.

- Kage Bunshin no Jutsu! - Assim que disse isso a tal frase, dois clones surgiram na frente de seu criador e colidiram suas espadas nas lâminas dos outros guarda.

- Jutsu? Você disse jutsu? Então, quer dizer que você é das terras orientais? - Perguntou um dos guardas, que ficava perplexo por alguém vindo das terras mais distantes do Império e um dos inimigos principais, que estavam dando dor de cabeça naquele momento. E era fácil de saber, já que jutsu era uma técnica usada pelas pessoas dessas terras.

- Você acha? - Perguntou com o tom de sarcasmo, como se aquilo tivesse sido de a pergunta mais idiota do mundo. Assim que o espadachim mascarado decidiu entrar no combate, ele saltou pela parede, pulando sobre os soldados e caindo na direção do guarda que ousou desferir sua espada contra ele e acertando o seu coração, morrendo instantaneamente. Depois disso, um dos clones desarmou o guarda para depois atravessá-lo com sua espada, que caiu no chão sem vida para depois o clone desaparecer em uma explosão de névoa. Já o outro homem ao lado, se assustou com o desaparecimento repentino do clone e com a morte do companheiro, mas após se distrair com isso ele teve seu braço decepado, resultando numa abertura para a cabeça do guarda, que acabou tendo sua cabeça perfurada na região do olho esquerdo. Assim, morrendo também.

- P-P-Parado aí! - Falou o último imperial, que estava usando a mulher morena de antes como uma refém e com uma faca no pescoço da mesma. - Se você não quiser que ela morra, largue a sua espada no chão, agora! - Assim que falou isso, passou-se alguns segundo e o espadachim largou sua espada no chão, desfazendo também o seu clone, que deixou o guarda mais confortável com aquela situação. Mas o que ele não pode prever foi que, em um movimento rápido, o mascarado lançou o uma shuriken na direção da cabeça do homem, que nem teve tempo de reagir. Ele deu mais uns passos pra trás, assim caindo morto no chão.

Assim que se virou, ele viu as duas mulheres no chão, vendo que a loira ainda chorava pelo acontecido da noite, principalmente pelo fato de ter presenciado uma carnificina pessoalmente. Ele ia dar mais uns passos em direção das mulheres, mas parou quando escutou passos vindo de fora do beco enfeitado pelo sangue dos mortos.

- O que aconteceu aqui?! - Perguntou um imperial ao lado de outros guardas e estavam em um número maior do que outros no beco. O imperial, que era o capitão, levou o seu olhar para o mascarado ensanguentado à sua frente, que tinha uma aparência bem assustadora de antes. - Você fez isso não fez? - Perguntou e retiro a sua espada de sua cintura, apontando para o assassino a sua frente.

- Sim, eu fiz. - Ele simplesmente falou, sem se importar pelo que viria. Após ele admitir o que fez, o capitão sentiu uma certa raiva pelo acontecido ao seus companheiros, então, ele tomou a sua decisão.

- Você vai pagar pelo que fez. - A frase saiu com um tom de raiva misturado com o de nojo, acompanhado com um estalar de dedos de sua mão, dando o sinal para suas tropas se prepararem para atacar. - Em formação! - Assim que falou isso, todos entram em posição de ataque, principalmente o loiro misterioso. - Ataquem! - os guardas após ouvirem a ordem avançaram sem pestanejar, prontos para matar o mascarado, mas o mesmo também estava pronto pro combate, até que sentiu algo quente vindo de cima dele, indo na direção dos guardas.

Quando se deu por conta, era uma enorme bola de fogo indo na direção dos guardas imperiais que, quando os acertou, eles foram acertados pelo enorme fogo naquele momento, sendo que todos eles foram sendo consumidos pela chamas ardentes que surgiu do céu. O outro capitão ficou assustado pelo ataque repentino ataque, que suspeitou que tinha vindo do assassino de antes e vendo como uma única forma, ele decidiu fugir dali. Mas enquanto corria, ele foi acertado por uma lâmina de espada pelas costa e caindo, acreditando que foi o loiro de máscara o responsável pela sua dor, mas quando se virou ele viu um mascarado, só que o cabelo era diferente. Eram cabelos negros e os olhos não eram visto pela máscara. Assim que viu, que parecia ser o segundo mascarado, ele morreu com outro golpe de espada em seu coração. Depois do que aconteceu, o loiro foi na direção do mascarado moreno e não estava nem um pouco feliz.

- Por que fez isso? Eu podia ter matado todos eles sozinho! - Reclamou para o outro mascarado, que nem se surpreendeu com a irritação do parceiro.

- Eu sei que podia, mas nós temos que conversar, Naruto. - Falou o moreno, revelando o nome revelando a identidade do mascarado.

Ele iria falar mais alguma coisa, mas Naruto teve sua atenção levada para o beco em que estava antes, se lembrando que ainda gente lá. Ao chegar lá, ele viu a morena dando um abraço forte na loira que foi violentada, que estava assustada pelo que aconteceu naquela noite e pelo cenário ensanguentado do local escuro em que estavam. A loira ficou ainda mais assustada quando viu o mascarado que fez aquele massacre se aproximou das duas, com as roupas toda ensanguentadas pelo sangue inimigo. Ele se agachou, ficando na altura das moças, mas mostrando um olhar calmo com um azul estampado naqueles orbes oculares.

- Vocês estão bem, agora. - A voz que antes era fria e sem vida, agora era mais calma, transparecendo uma calma bem reveladora. Infelizmente, elas ainda estavam assustadas com isso, então elas abaixaram suas cabeças sem ter coragem de encarar ou falar com o mesmo. - Pegue isso. - Ele falou, retirando seu manto que cobria seu corpo para cobrir a loira sem roupas, revelando uma armadura que deixava visível os ombros largos e os músculos desenvolvidos, que assustou a mulher com o gesto, mas depois de perceber o que ele queria fazer ela aceito o manto.

- Ei! Nós temos que conversar! - Chamou o moreno mascarado, que fez o clima calmo daquele momento acabar.

- Já vou. - Naruto falou de mal humor, enquanto se levantava e ainda encarando as duas no chão. - Saiam daqui, agora. Se ficarem aqui, não poderei ajudar vocês. Então, vão! - Falou o mascarado, que viu as duas se levantarem.

- Obrigada. - Falou a mulher morena, com a amiga ao redor dos seus braços e andando ao seu lado para fora daquele lugar fedido a sangue.

Depois das duas terem ido embora, Naruto saltou pelas paredes, indo em direção do teto da casas ao redor, com o outro assassino o seguindo e  fazendo o mesmo percusso. Depois de terem daquela área, o loiro parou de ficar saltando pelas casas, ficando de frente para o enorme palácio imperial, o centro de toda capital.

- Então, Sasuke. O que queria conversar comigo? - Ele perguntou para o aliado, tirando sua máscara para sentir o vento daquela cidade bater em sua face e encarando o homem, que fez o mesmo que o loiro, mostrando seu rosto sério com os olhos escuros. Ele era o homem que tinha esbarrado em Tatsumi de manhã cedo.

- Eu soube por alguns espiões, que o Império estava focando suas forças para caçar e exterminar a Night Raid, pois eles tem recrutado mais aliados que possuem Teigus para ajudar nos assassinatos deles. Isso tá gerando um certo “medo” pros chefes da cidade. - Informou o moreno, que teve sua visão cruzada pelos olhos azuis do loiro após ouvir a menção do nome “Night Raid”.

- Night Raid? Eles não são aqueles assassinos que estão ao lado do exército revolucionário? - Perguntou Naruto, se lembrando dos responsáveis que estavam dando um sério problema a capital do império, principalmente de uma pessoa que viu nos retratos de procurados, com outros cartazes de outros procurados espalhados pela cidade.

- Sim, e é por isso mesmo que estou dizendo isso. A capital já é um caos, mas ela tem, no mínimo, um sistema de controle empregado por esses chefões e com o assassinato deles, o poder de controle sobre o povo vai ser quebrado e com isso, vai ser uma rachadura para o exército revolucionário atacar a capital, que só vai ter mais ajuda com o povo que for libertado das mãos desses caras. Por causa disso, eles começaram então procurando por pessoas que podem ser usuários de teigus e ajudarem a proteger e matarem a Night Raid. O seu trabalho aqui, vai ficar mais difícil de agora em diante. - Explicou Sasuke, fazendo o seu parceiro começar a pensar nos resultados do que podia vir com aquilo e temer do aumento de usuário de teigus que serviam ao império, assim ele teria que ficar mais forte para enfrentá-lo.

- Era só isso?

- Não, eu também estou indo embora. - Naruto encarou o moreno, com uma expressão de quem não sabia por que.

- Por quê?

- Os Kages estão chamando a maior parte de seus shinobis de volta para o oriente e eu fui um dos escolhidos para isso. Parece que a marinha imperial tem um cara com uma teigu do tipo armadura enfrentando os nossos aliados e, andam dizendo, que ele matou 100 dos nossos homens com apenas os socos dele. - O assassino moreno falou, mas sem transparecer uma sensação de impressionado pela forma de como um usuário de teigu podia fazer num campo de batalha.

- Bem, isso é um bom motivo. Eu achei que você ia fugir com medo do que pode acontecer a capital. - Falou Naruto com um sorriso de canto, zombando um pouco pelo fato do Sasuke ir embora.

- Pense como quiser, seu idiota. - Xingou Naruto com o mesmo sorriso e os dois começaram jogar conversa fora, falando dos pontos de como a guerra estava levando, tanto na capital, quanto no Norte e no Oriente.

Depois de Sasuke ir embora, pois tinha que resolver alguns assuntos importante sobre sua volta para, Naruto ficou no local de onde os dois estavam conversando e começando em pensar em muitas coisa. As teigus, as armas principais do Império, eram coisas extremamente assustadoras. Todas tinham poderes suficiente para destruir um país se se fosse unidas juntas, sendo que foram criadas pelo primeiro imperador com o intuito de proteger seu país e proteger o seu povo. Naruto tinha um certo respeito de como aquele imperador pensava, mas agora, o império não passava de um controle controlado pelos demônios que viviam debaixo do país, que usavam o Makoto, o atual imperador, como uma marionete para conseguirem o que queriam, fazendo o mesmo declarar guerra com as terras geladas do Norte e com as terras misteriosas do Oriente, o reino de onde Naruto vinha. Só de pensar Naruto se lembrar de sua terra-natal, muitos flashbacks de seu passado vinham em sua cabeça, principalmente dos tempos em que servia o império. Ele sentia muita raiva pelo fato de ter trazido para aquele país abandonado por Deus, mas agora o loiro estava livre e tinha um objetivo. Um objetivo de vingança e aquilo só aumentava mais com o que via na capital, sendo um motivo de ficar naquela cidade até que achasse que tinha que ir embora.

Imperador Makoto, você se tornou uma marionete de um demônio que se aproveita do que quiser. Bem, você é uma criança, afinal, crianças são fáceis de enganar. Mas não pense que é só por isso que você vai ficar fora da minha lista negra, aquele pensamento botava um sorriso sádico no rosto do loiro, que ficava ansioso para o dia que derrubaria o império. De repente, aquele sorriso sádico sumiu do seu rosto quando começou a pensar na Night Raid. Naruto tinha voltado pra capital a 1 mês e ouviu bastante sobre rebeldes e assassinos que tinham pela cidade, principalmente sobre aquela organizavão de assassinos e sabia que aquela equipe era muito forte, já que todos os membros possuíam uma teigu com habilidades diferente e ele sabia que seria um problema para os especiais, mas se o que Sasuke tinha falado era verdade, que o império estava a procurando por novos usuários de teigu, seu plano para destruir o império podia ser difícil de executar do que o esperado. Mas de repente, uma lembrança de uma garota veio a sua mente, a mesma que era caçada pelo império  e aquilo fazia Naruto mostrar um sorriso bobo com tais lembranças.

- Será que você está viva depois que deixou o império? Viva e ao lado da Night Raid… Akame?


Notas Finais


Bem, esse foi o capítulo de hoje, então espero que tenham gostado. MAS acho que tenho que explicar umas coisas. O Oriente é o terceiro reino do mundo dessa fanfic, no qual é o reino de onde o Naruto veio. No momento, eu vou mostrar nos capítulos apenas informações sobre como é o local, mas mais lá pra frente da fanfic eu vou fazer um arco onde o Naruto vai pra essas novas terras. Até mais e até o próximo capítulo.


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