História A Raposa e a Lebre - Capítulo 8


Escrita por: e Yumilhada

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 31
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hey pessoal! Tá saindo um cap fresquinho para vocês! Tá uma maravilha é bem amorzinho~ boa leitura!

Capítulo 8 - Você está diferente Daniel


Haruka P.O.V:

Novamente não dormi direito, não conseguia pensar direito, eu só queria sumir, além dos meus problemas com Aly, ontem de madrugada recebi mensagem da minha mãe, ela estava me xingando, provavelmente porquê Aly contou que eu estava "dando trabalho" para ela. Minha mãe não sabe qual é a profissão de Aly, ela acha que Aly conseguiu um trabalho em uma lanchonete, mal sabe ela que Aly é uma dançarina de cabaré e prostituta.

Sei que Aly não tem escolha, ela não consegue um trabalho melhor, e é esse o trabalho que paga nossas contas... Maldito o dia que Aly ficou devendo para o dono do bar, preciso terminar os estudos para pagar esse cara, e livrar minha irmã dessa. Merda!

Após o intervalo não consegui voltar para a sala, não estava bem, era como se meu coração fosse explodir com tanta angústia. Fui até o banheiro e me escondi embaixo do lavatório bem no canto, ninguém iria me procurar, tenho certeza. Estava no meu canto chorando quando alguém entra no banheiro, me encolho mais, mas a pessoa parece que me vê. Ao olhar a pessoa levo um susto, era Daniel... o que esse paspalho tá fazendo aqui? Ele quer me zoar? Falar: "Aí óh que gay, ta chorando"...

Mas eu estava completamente errado, ele simplesmente me abraçou e me levou A FORÇA pra casa dele. Posso denuncia-lo por sequestro! Como pode uma audácia dessa? Tá parei.

Ao chegar lá fui recebido pela mãe de Daniel e por Lisa a irmã dele. A mãe de Daniel e o mesmo foram para cozinha falar sobre sei lá o que! Talvez sobre a pessoa aqui.

Enquanto isso, Lisa que estava querendo me matar. Pergunta:

-Você gosta do meu irmão?-perguntou com os seus olhos verdes me encarando.

-Não!- falei revirando os olhos. Mas lá no fundo eu senti uma incerteza.-Por que da pergunta?

Ela me olhou bem. E Sorriu.

-vocês entraram de mãos dadas e ele estav te puxando achei que...-eu neguei com a cabeça e fiz um "X"com os braços para que ela parasse de falar. E assim ela fez.

Eu olhei em meu bolso e ví que tinha um bombom de chocolate. Entreguei para a menina e os olhos da mesma brilharam, ela sorriu e me deu um abraço.

-Obrigado Haru.- disse sorrindo e me puxando para sentar no chão, pessoas normais puxariam para sentar no sofá, mas já tinha entendido que Lisa não era normal. Ela se sentou no sofá atrás de mim e começou a mecher nos meus cabelos, que vinham até o pescoço. Quando a mãe de Daniel e ele voltaram fiz uma cara de "socorro!" A mãe de Daniel me olhou e riu. Já Daniel fez uma cara estranha e me puxou pela mão me levando para seu quarto. Essa ideia me incomodava, não queria ir até lá, mas, também não queria ficar na sala com a Irmã e a mãe de Daniel me fazendo perguntas do tipo: "você é namorado do meu filho?" ou "você gosta do meu irmão? ".

Ao chegar no quarto dele que, aliás, estava uma bagunça, preciso dar umas dicas de arrumação para esse garoto, deuses que desorganização...

Apesar da bagunça não me importei tanto. O quarto do Daniel era um quarto de um adolescente comum que é capitão do time de futebol americano, no seu quarto tinha uma cama box de casal, uma parede inteira de prateleiras com vários troféus, vários livros e várias medalhas. Em seu quarto tinha um closet grande e uma mesa de estudo com um MacBook. Tinha várias camisetas espalhadas pelo quarto, livros jogados e meias tudo fora do lugar.

Daniel pediu para eu colocar uma roupa dele para ficar mais a vontade, enquanto ele fazia uma sopa para mim... estranhei o comportamento dele mas decidi não questionar apenas fiz o que ele pediu.

Estava colocando a calça quando a porta do quarto abre e Daniel aparece. Levo um susto do caralho, esse garoto tem sérios problemas em bater em portas. Quase morri de vergonha, droga, esse retardado! Parece que não ensinaram a bater na porta antes de entrar. Imagina só, os pais dele estar no ato e ele simplesmente abre a porta sem mais nem menos... pera... não imaginem isso, é horrível... eeeack.

Expulsei ele jogando um chinelo em sua direção, o mesmo riu e saiu fechando a porta, shit! Esse garoto me irrita. (Tô parecendo uma personagem de fic adolescente.)

Assim que termino de vestir as roupas do garoto-que-entra-sem-bater-na-porta. Ví que elas ficavam ENORMES em mim, me senti dentro de um balão... eu estava com uma regata e uma blusa de moletom de zíper, que estava fechada até o meio. Uma calça de moletom combinando com a blusa e estava com a minha meia mesmo. Autorizei a entrada de Daniel e assim ele fez. Entrou e ja foi me olhando co cara de safado, ai que idiota! Fica me olhando malicioso só porque eu sou magrinho e com a aparência um pouco feminina.

-AH DANIEL, PARA DE ME OLHAR ASSIM CARALHO!-Falo irritado e tomando a sopa da mão do mesmo. Ele riu me deixando constrangido, droga, esse menino sabe como me irritar. Reviro os olhos e me sebto no chão estilo indiozinho, pego uma almofada e apoio sobre as pernas para colocar a sopa por cima. Aquela sopa estava divina.

-E aí? Gostou?- ele falou sentado com a cadeira ao contrário --estava com o corpo de frente para o encosto da cadeira-- e me olhando ansioso.

-Está boa.- falei sem demonstrar que estou realmente amando a sopa.

-Que bom que gostou.-sorriu exibindo seu belo sorriso Colgate Luminous White.

Parei para observar Daniel, os cabelos dele é castanho quase ruivo, seus olhos verdes prendem a nossa atenção, são penetrantes, parece que vêem nossa alma. Realmente, qualquer menina ou menino caíria aos pés dele.

-O que foi Haru? Ficou hipnotizado com a minha beleza.- falou arqueando a sobrancelha, e em um tom brincalhão

-Na verdade, só estava pensando, no porquê você quis me arrastar para cá.-falei revirando os olhos.

-eu...vi que estava mal e quis cuidar de você. Apenas isso.- falou em um sorrisinho sem graça.

-Não preciso de babá.-falo inflando as bochechas com ar.

-Mas precisa de mim.- falou ironizando a situação

-Não preciso de ninguém. As pessoas só sabem trair uma hora ta bem com você outra hora só quer te foder.-falo cruzando os braços

-talvez eu não seja que nem as outras pessoas- falou fazendo biquinho.

-E por quê não seria?-perguntei me levantando e o encarando

-Porque...eu...bom, não importa. Apenas coma sua sopa e vá dormir- fala desviando o assunto. Droga!

Terminei a sopa e coloquei a tigela sobre a escrivaninha. Os olhos de Daniel acompanhavam todos os meus movimentos... "QUE MENINO ESTRANHO GENTE, ONDE EU FUI ME METER? SERÁ QUE ELE VAI QUERER ME MATAR ENQUANTO EU ESTOU DEITADO?" Era esse o pensamento que me corria na cabeça.

-Para de me olhar desse jeito, parece que a qualquer momento você vai me atacar!-falei fazendo cara de assustado.

-talvez eu ataque mesmo- falou dando risada

-você não faria isso.-falei olhando ameçadoramente

-Uhahahahahaha que gracinha! Quer que eu durme com você?- falou olhando em meus olhos

-se você me atacar enquanto eu durmo, eu te deito na porrada.- falo apontando para o indivíduo à minha fente

-Nhaaaw, não vou perder essa oportunidade- falou enquanto se aproximava, Daniel deitou e me puxou para me deitar também, seus braços me envolveram em um abraço. achei aquilo estranho mas fiquei quieto. Me aconcheguei em seus braços e dormi... 


Notas Finais


Caros leitores, eu titia Yumi, vim aqui fazer um apelo... queria pedir pelo amor dos deuses, para vocês comentarem alguma coisa. Dizer se estão gostando ou não. Precisamos saber o que vocês estão achando. Mas é isso minhas nutellinhas
Kisses da titia Yumilhada~~
Espero que tenham gostado desse cap! Beijinhos da Nona


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