História A real shitty Senpai - Capítulo 3


Postado
Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Eren Jaeger, Levi Ackerman "Rivaille"
Tags Comedia, Eren!top, Ereri, Levi!¡bottom, Riren, Rivaille!bottom, Romance, Slash, Yaoi
Visualizações 181
Palavras 3.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello Guys 💖

Estamos postando até rapidinho, eu acho 😂 Mais do que imaginei.
Obrigada pessoas que comentaram e/ou favoritaram! Isso aquece corações e motiva pessoas 💃
Espero que gostem do capítulo e beijinhos 😘

Capítulo 3 - Desafio 1: Não parecer um Stalker


*Eren*

Eu não estava exatamente surpreso com o conselho de Levi-Senpai. Na verdade, eu até mesmo esperava que ele fosse dizer aquilo, porque, além de ser sensato, ele afastava as pessoas de si por medo de machucá-las.

Desde que me dei conta de que estava verdadeiramente apaixonado por ele, pensei que o meu maior inimigo era justamente sua noção de responsabilidade. Levi deveria pensar que eu era jovem demais para entender meus sentimentos e que ele estaria sendo irresponsável por ser mais velho e alimentar minhas fantasias, se aproveitar da minha confusão. Então, por três anos, eu esperei. Esperei ser velho o suficiente para ter uma chance com ele.

Sentei-me nos degraus da entrada da minha casa, poucos quarteirões do prédio onde Armin morava. Mikasa tinha razão sobre uma coisa: Eu estava sendo inconveniente ficando tanto tempo na casa do meu amigo. Eu precisava dar um tempo ao Armin de toda aquela história e, principalmente, parar de seguir e observar o Levi Senpai como um maldito Stalker!

Apertei as laterais da minha cabeça com as mãos, fechando os olhos. Se Levi soubesse quantas vezes cogitei a possibilidade de que talvez ele nunca sequer olharia para mim de um jeito romântico, nunca mais pediria para eu tentar esquecê-lo.

O céu estava completamente azul, muito limpo. Era uma péssima hora para se estar apaixonado. Mas, eu abriria mão de um dia bonito de ar fresco para ficar com minhas nuvens internas, se isso fosse pelo Levi Senpai. Ele tinha o que eu não era capaz de ter, tornando-se praticamente inalcançável. Eu sempre o admirei desde que o conheci, quando criança.

Enquanto me distraía em pensamentos sobre os porquês de amar Levi, eu o vi no começo da rua, quase como uma miragem. Eu estava ficando louco de vez ou ele de fato tinha coincidentemente aparecido ali? De qualquer forma, entrei em casa rapidamente, para que ele não me visse. Com certeza iria atrapalhar meus planos de não parecer um stalker.

Entretanto, não resisti em abrir uma fresta da porta para vê-lo passar, onde quer que ele estivesse indo. Seu olhar parecia genuinamente confuso. Talvez estivesse pensando sobre mim? A possibilidade fez meu coração disparar. Era tão bom pensar que Levi usava um pouco do seu tempo para pensar sobre mim!

Notei que um cãozinho acompanhava seus passos lentos, vez ou outra esbarrando em suas pernas e, em certo momento, vi que seus lábios se moviam, como se conversasse com o animal. Eu não lembrava de Levi ter um cão em seu apartamento, mas o fato do animal ser desconhecido tornou a cena ainda mais adorável. Ele sorriu e se abaixou, acariciando a cabeça do cachorro e continuando seu monólogo inaudível.

Eu poderia observá-lo durante todo o dia, com meu coração aos saltos, mas notei que três homens se aproximavam do meu Senpai de forma furtiva. Eles eram conhecidos naquela área por causa de pequenos furtos e também por serem violentos. Se tentassem qualquer coisa contra Levi, eu não pensaria duas vezes em sair dali para defendê-lo.

Por incrível que pareça, Levi-Senpai manteve uma expressão completamente dura e impassível quando se pôs de pé, mesmo sendo muito menor que os três homens. Não podia ouví-los, mas poderia apostar que Levi os tratava com o mesmo desdém com que tratava quem o incomodava de alguma forma.

Ele não parecia ter nada em potencial para ser roubado, então esperei que os homens desistissem e fossem embora. Entretanto, notei que isso não aconteceria quando o maior dos homens agarrou a blusa de Levi e fez seu corpo sair alguns centímetros do chão. Naquele momento eu não me importei se eu era um só, ou se me parecia com um Stalker. Apenas pulei os degraus da entrada da minha casa e acertei um soco no rosto do homem, que ficou completamente tonto por um momento.

— Eren?! — Levi estava com os olhos arregalados, genuinamente surpreso com minha heróica aparição.

— Oi, Sen… — O soco que levei no rosto me fez quase cair no chão, mas me mantive firme, apesar de sentir o sangue quente escorrer pelo nariz. Como aqueles filhos da puta ousavam tentar machucar o Levi Senpai e ainda me baterem?! — Vocês me pagam! — Gritei.

Avancei sobre o que estava mais próximo, acertando um chute em sua canela e, em seguida, soquei o queixo do outro que se aproximava. Sentia o sangue ferver em minhas veias.

Porém, quando senti outro soco ser desferido contra meu estômago, Levi entrou em ação, acertando um golpe tão forte no homem que tinha me socado, que o fez cair no chão desacordado. Arregalei os olhos. De onde diabos vinha aquela força?

No instante seguinte, minha mão era agarrada e puxada com força para longe dos homens.

— Pirralho de merda! — Levi falou, correndo muito rápido com suas pernas ágeis. Eu sabia que aquele xingamento era destinado a mim, mas estava tão feliz que havia o ajudado e que agora ele segurava minha mão, que nem me importei.

Olhei para trás enquanto era arrastado e pude ver que os marmanjos tentavam nos alcançar. Eu estava com tanta raiva dos desgraçados, realmente não queria estar correndo, minha vontade era de ficar e quebrar a cara deles. No entanto, essa seria um briga perdida desde o princípio e Levi sabia disso, pois sua iniciativa de fugir, como era esperado de sua parte, foi o mais sensato a se fazer.

Com uma velocidade que eu jamais imaginei que nós fossemos capaz de correr, conseguimos despistar os homens virando em uma rua sem saída.

— Rápido, vamos pular. — Ele falou em meio a sua respiração cansada quando nos deparamos com uma cerca de ferro que dava para o quintal de uma casa abandonada.

— Ok. — Concordei facilmente. Estávamos sem muitas opções.

A cerca deveria ter uns dois metros, então poderia pular sem dificuldades. Entretanto, notei que Levi me encarava com certa urgência, como se esperasse por algo.

— Preciso da sua ajuda. — Resmungou, como se fosse óbvio. Entendi no mesmo momento que ele não conseguia alcançar o topo da cerca. Abaixei, juntando as mãos para que ele pudesse ter um apoio. Depois que segurou o topo da cerca, conseguiu pular com agilidade. Levi parecia saber se virar bem com sua altura, depois de tantos anos convivendo com ela e, maduramente, aceitando-se.

— Isso… — Eu apoiei minhas mãos nos meus joelhos e tentava recuperar meu fôlego, depois de pular. — Isso foi incrível! — Não consegui conter minha empolgação. Toda aquela adrenalina, ainda viva em minhas veias, me deixou em êxtase. Quando me dei conta estava no meio de uma crise de risos.

— Você é idiota, garoto? Por que fez aquilo? — Sério, como sempre, Levi me encarava com aqueles olhos escuros e sexy’s.

— O que? Salvar você? — Indaguei, ainda entre risos. — Você preferiria que eu te deixasse lá apanhando sozinho?

— A situação estava sob controle, não precisava ter se metido... — Ele interrompeu seu sermão subitamente. — Você… você está sangrando. — Me assustei quando ele se aproximou e levou seus dedos esguios ao meu lábio superior.

Eu não podia acreditar no que tinha acabado de ouvir. Levi Ackerman estava preocupado comigo? Isso só podia ser um sonho!

— Oh, meu nariz sangrou um pouco quando levei um soco, não é nada demais.

— Como nada demais? Isso com certeza vai ficar inchado, precisa colocar uma compressa de gelo logo.

— Você fica fofo assim, preocupado comigo. — Falei baixo, não aguentando me segurar tendo ele tão próximo de mim.

Envergonhado, ele afastou suas mãos de mim, mas não recuou para longe.

— Não sei como tem a ousadia de dizer essas coisas na minha frente. — Falou, soltando o ar em um riso soprado. Pude notar suas bochechas corarem levemente.

— Você fica envergonhado, Senpai? — Perguntei, dando mais um passo a frente, aumentando nossa proximidade.

— Não me chame assim também, nós já conversamos sobre isso.

— Sim, nós conversamos, eu disse que não ia desistir de você. — Pude perceber que seus olhos estavam atentos em minha boca.

— Eren, não brinque com fogo.

— Eu sou o fogo, Senpai. — Falei antes de avançar em seus lábios.

Estava pronto para ser empurrado, mas, mesmo tenso, Levi não me afastou. Seu beijo era rígido no início, mas, assim que eu dei uma leve mordiscada em seu lábio inferior, ele suspirou derrotado e se entregou ao ósculo. Sem que eu percebesse, lentamente ele foi nos afastando para trás, fazendo-me encostar na cerca que havíamos pulado. Meus pelos se eriçaram quando senti sua mão direita em minha cintura. Eu fantasiei durante três anos como seria beijá-lo. Tentei imaginar seu gosto e sua pegada, se seria quente ou delicado, sonhei com todos os detalhes. No entanto, beijar o Senpai foi melhor do que qualquer fantasia que eu poderia ter tido. Tudo era na medida certa, nem mais nem menos. De todos os beijos que já havia dado — Uns três ou quatro. — aquele era o mais encaixado.

Quando Levi se afastou, com os lábios levemente avermelhados, manteve um contato visual rígido, mas também curioso. Eu não fazia ideia do que ele estava sentindo, mas as famosas borboletas no meu estômago estavam incrédulas. Fiquei o encarando, boquiaberto, até que ele desviasse o olhar, perdendo nossa disputa silenciosa.

— Senpai, isso significa que está me dando uma chance? — Falei, sem pensar muito. Era comum das coisas fluírem de mim tão naturalmente que espantava as outras pessoas.

Como imaginei, ele não pode disfarçar a surpresa em sua expressão. Mas, quando entreabriu os lábios para responder, ouvimos passos do outro lado da cerca.

— Eu acho que eles foram por ali! — A voz ecoou pelo beco vazio, fazendo-nos arregalar os olhos.

— Droga, esses caras não desistem? — Disse entredentes e, mais uma vez, Levi tomou o controle da situação e me puxou para trás de uma lata de lixo. Não havia muito espaço ali, mas o suficiente para não sermos vistos.

Meu coração batia forte contra minhas costelas, parte por medo de sermos encontrados e parte porque estávamos colados um com o outro. Ele parecia distraído demais em ouvir se havia passos se aproximando para se importar com nossa proximidade, ou talvez fosse um ótimo ator.

— Pare de respirar tão alto. — Sussurrou, colocando o dedo sobre os lábios e me lançando um olhar repreendedor. Como assim “respirar tão alto”? Apesar de achar a ordem estranha, tentei regularizar minha respiração, mesmo que meu rosto estivesse tão próximo dos seus cabelos. O Senpai cheirava tão bem!

Como se Levi adivinhasse, ouvimos os passos se aproximando da grade um instante depois de ele ter me mandado respirar mais baixo. Mesmo com os homens tão próximos, tentamos nos manter imóveis.

— Acha que eles pularam essa cerca? — Um deles disse.

— Não, acho que não. Aquele baixinho? Claro que não. — Riram, se afastando. Meu sangue ferveu. Eu não queria ouvir ninguém zombando do Senpai. Mas, quando fiz menção de me levantar, Levi colocou uma mão em meu joelho, para mostrar que eu deveria ficar quieto.

— Eu não gosto que as pessoas zombem de você. — Sussurrei, quando notei que os bandidos tinham se afastado. Seus músculos relaxaram e seu rosto se virou na minha direção, apenas para me olhar, pensativo.

— Isso não me incomoda muito. — Seus olhos se voltaram para a casa abandonada atrás de mim, talvez apenas para escapar do meu olhar. — Acho que, por você ter me salvo, estou te devendo um curativo e alguma coisa para a dor. A minha farmácia não é muito longe daqui.

— Eu sei bem onde ela fica. — Olhei para o chão, envergonhado. Eu já tinha o seguido até lá muitas vezes, além de passar na porta uma vez ou outra, apenas para olhar para ele.

Enquanto me martirizava por ser um stalker, fui surpreendido por beijo suave, quase como se ele lesse meus pensamentos. Depois que os lábios de Levi tocaram os meus, senti a área formigar. Ele se pôs de pé, estendendo a mão para que eu levantasse.

— Eu sei que você sabe. Esteve rondando o lugar até tomar coragem de comprar o Viagra. — Sorriu de canto, de forma maligna. Mas, mesmo assim, segurei sua mão, revirando os olhos.


***


A caminhada até a farmácia foi silenciosa. Levi parecia perdido em seus pensamentos, já eu não conseguia pensar em nada com ele tão perto de mim. Quando chegamos no lugar ele me mandou sentar em uma cadeira e foi procurar algumas coisas no depósito. Em pouco tempo ele apareceu com um vidro de soro fisiológico, algodão e uma pomada.

— Você teve sorte de não ter quebrado o nariz. — Ele comentou enquanto limpava o sangue seco do meu rosto.

Sua proximidade estava me deixando nervoso novamente, mas isso não me desmotivou de encará-lo concentradamente. Sua máscara séria estava de volta, e em nenhum momento ele revidou meu olhar fixo.

— Eu não iria me importar. — Respondi com sinceridade.

— Você realmente é idiota. — Ele riu em tom ácido.

— Você não respondeu minha pergunta. — Falei enquanto ele se virou para pegar mais algodão.

— Você não me perguntou nada.

— Não agora, mas na casa abandonada. — O lembrei.

— Eu não sei do que está falando.

— Não se faça de desentendido, você não é nada bobo, Senpai. — Falei.

Ele suspirou, parecia incomodado.

— Eu não posso lhe responder isso.

— Por que não? É muito simples, só diga “sim” ou “não”... De preferência “sim”.

— Não, não é tão simples. — Me olhou nos olhos, finalmente. — Eren, por mais que eu queira lhe dar uma chance e me aventurar nessa loucura, eu não posso. Olhe para você e olhe para mim, perceba o quão ridiculamente diferentes nós somos! Você é só uma criança.

— Ridículo é esse seu pensamento moralista. Você pode fazer o que quiser, basta jogar essa moral idiota no lixo e me enxergar como eu realmente eu sou: um homem. — Por mais que eu entendesse seu conflito e soubesse desde sempre que ele agiria dessa forma, ouvir de sua boca que ele me via como uma criança machucava.

— Não torne as coisas mais difíceis do que elas devem ser. — Apesar de falar duramente, quase como se me desse uma ordem, permaneci o encarando, sentindo as orelhas queimarem. Eu realmente estava discutindo com ele? Eu realmente estava dizendo tudo o que pensava?

— Mas eu só estou tentando resolver as coisas e você está colocando obstáculos e… — Fui interrompido quando Levi colocou as mãos de cada lado da cadeira, encarando-me tão profundamente que pensei que ele via minha alma.

— Quando uma pessoa que você admira, ou que representa alguma autoridade ou hierarquia superior, propõe algo a você, sua capacidade de tomar as próprias escolhas diminui consideravelmente. É como se um professor deixasse claro aos seus alunos sua opinião sobre um partido político, por exemplo. Ele está lidando com mentes em formação e representa uma autoridade, então, consequentemente, está impondo sua opinião. — Arregalei os olhos, notando que nunca venceria uma discussão contra Levi Ackerman. — Eren, se eu tivesse um relacionamento com você agora, com sua mente em formação, seria injusto, porque você tem sua capacidade de escolha diminuída. Consegue me compreender?

Meus lábios estavam entreabertos e, gradativamente, meus olhos baixaram para o chão. Eu não achava que ele tinha razão, mas também não sabia como responder àquilo. Levi suspirou e se afastou, andando com os algodões sujos de sangue na direção oposta à minha.

— Mas, você está sendo injusto, porque eu estou apaixonado e não escolhi isso. — Apesar de ser só um desabafo desanimado, notei que meu Senpai parou, olhando-me por cima do ombro.

— Como é?

— Com você, ou com qualquer outra pessoa, apaixonar não é uma escolha. Não tem nada de errado em você me dar uma chance, porque eu não sou mais um adolescente. — Levi virou-se completamente, com uma expressão pensativa. — Não me importo com o que você pensa, eu não posso controlar isso e, ainda por cima, você é muito sexy, Senpai! — Meu tom de voz era alto. Alto demais.

Engoli em seco, notando o que eu havia dito só alguns segundos depois. Por um segundo ele apenas observou minha face envergonhada, mas de repente, para a minha completa confusão, ele começou a rir.

— Do que você…? — comecei a perguntar, mas ele me interrompeu.

— Você parece ter tanta certeza de tudo, mas ainda é tão novo. Sabe, você me lembra alguém. Uma pessoa que era exatamente igual a você quando tinha a sua idade. Essa teimosia e vivacidade, me faz sentir falta dessa pessoa. É um sentimento de saudade aterrador. — Ele ainda tinha uma sombra de seriedade, mas parecia tão suave e flutuante enquanto falava. Me fez sentir ciúmes da tal pessoa, de quem ele parecia falar com tanto amor.

— E quem seria? — Indaguei, mesmo com medo de ouvir a resposta.

— Eu. — Respondeu, fazendo-me o encarar com interrogações no olhar. — Você e eu somos muito parecidos, Eren. Quer dizer, você e o meu antigo eu.

— Por que antigo? O que aconteceu para você mudar tanto?

— A vida aconteceu. Acontece com todos, vai acontecer com você também. — Deu de ombros, parecendo conformado com esse fato.

— Não seja tão pessimista, Senpai. — Ri, balançando a cabeça negativamente. — Eu não costumo mudar de ideia tão fácil e se eu fosse você não contaria com isso.

— Eu duvido. — Levi apenas jogou os algodões em um saco plástico, provavelmente para colocá-los em uma lixeira do lado de fora da farmácia. Senti minha pele queimar de raiva. Eu odiava que duvidassem de mim.

— Eu prometo que vou fazer você se apaixonar tanto por mim, que não vai ter escolha! — Levantei, cerrando os punhos, sentindo que Levi agora participava do desafio que eu havia me proposto há anos: Conquistá-lo para que ele me ame tanto quanto eu o amo.

Meu coração martelava contra meus ouvidos, porque eu sentia que tinha uma chance real com o Levi-Senpai. Eu não poderia saber o que ele estava pensando, o que havia por trás daquele sorriso quase imperceptível e olhar levemente sádico. Mas, eu o venceria e, quando ele estivesse derrotado, notaria que eu estava certo o tempo todo.

— Estarei esperando ansiosamente, Eren.



Notas Finais


Então foi isso 😊
Comentem o que acharam e até a próxima 💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...