História A realeza - Capítulo 26


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Maxon Calix Schreave
Tags A Seleção, América, Maxon, Romance
Visualizações 50
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Capítulo 26


Pov. Maxon

Sonho on:

América estava cerca de cem metros de distância, amarrada emP um poste de madeira com cordas grossas. Eu tentei alcançá-la, mas dois rebeldes agarraram os meus braços,  seus dedos cravando em meus bíceps me restringindo. Lágrimas escorriam pelo seu rosto. Minha mente estava girando, tentando processar o que os meus olhos estavam vendo.

Aspen: "Eu te disse que isso aconteceria" Leger disse atrás de mim, sua boca estava bem ao lado da meu ouvido. Eu tremi de raiva, tentando chegar até América. "Eu disse a você que eu faria você assistir eu a torturando. Eu sou um homem de palavra, sua majestade. Eu disse que faria algo, e eu farei."

Leger saiu atrás de mim e foi em direção de América. Ela lutou contra as cordas, seus olhos estavam arregalados de horror. Ele sorriu maldosamente.

América: "Maxon!" ela gritou quando viu Leger pegar sua faca de ouro. "Maxon, por favor me ajude! Por favor, não deixe que ele me machuque!"

Maxon: "América!" eu gritei. 

Leger pegou a faca e cortou o braço de América. Ela gritou em agonia e começou a chorar. 

 Meu corpo balançou para frente, mas foi puxado pelos rebeldes. Eles me empurraram para o chão, me fazendo ficar de joelhos. Eu estava olhado para longe daquela cena horrível que estavas acontecendo diante dos meus olhos.

Aspen: "Não consegue aguentar?" Leger provocou. "É demais para o seu pequeno coração frágil? Isso dói em você? Imagine a dor que América esta sentindo."

Houve outro grito de gelar o sangue e eu vacilei.

Maxon: "Não pare!" eu implorei.

Meu coração esta batendo forte no meu peito, batia na mesma velocidade que um trem em movimento. Um dos rebeldes segurou o meu queixo me obrigando a olhar para América. O sangue esccorria do braço dela, causando padrões de teias de aranha. Eu olhei para os olhos de América e ela estava me olhando da maneira mais angustiante que eu vi na minha vida.

De repente os apertos nos meus braços desapareceram. Eu fiquei em pé imediatamente. 

Eu corri na direção de América e Leger. O suor se reunia atrás do meu pescoço enquanto eu corria para eles. Leger pulou na frente de América e eu o derrubei no chão. Minha mão foi para o pescoço dele enquanto eu o prendia no chão. Ele segurou a minha mão enquanto eu o enforcava. Leger olhou para mim furiosamente. 

Aspen: "Olhe para mim, Maxon!" ele disse embaixo de mim. Eu inclinei a minha cabeça em confusão. Essa não era a voz dele. "É América, Maxon. Por favor!"

Sonho off: 

A realidade me atingiu como um golpe certeiro no meu estômago. Meus olhos se focaram e vi que eu estava olhando para América, minha mão estava apertando a sua garganta. Ela estava olhando nos meus olhos suplicante. Quando eu percebi o que estava fazendo, senti o meu rosto se contorcer em uma expressão de terror. Eu me empurrei para longe dela o mais rápido possível. Minhas pernas ficaram presas nos lençóis da minha cama e eu me joguei no chão. 

América ofegou enquanto eu me desenrolava dos lençóis e me encostei na parede em busca de apoio. Havia uma dor crescente em meu peito. O que tinha de errado comigo? Como eu pude tentar estrangular América? Minha  respiração estava saindo em farrapos irregulares. Havia uma grande marca vermelha em seu pescoço e suas bochechas estavam coradas.

Maxon: "América" eu tentei falar, mas a minha voz estava presa em minha garganta. "Eu sinto muito...eu não queria. Sinto muito, sinto muito."

Eu coloquei as minhas costas na parede e deslize até o chão. Eu puxei os meus joelhos para o meu peito e tentei esconder as lágrimas que estavam chegando. Meus ombros tremiam enquanto eu chorava incontrolavelmente silenciosamente. Eu era um monstro. Uma coisa suja que não merecia o amor de ninguém. Como eu poderia ser amado quando tudo o que eu fazia era trazer miséria e dor para aqueles que me cercam? Eu machuquei a América. Como  eu pude fazer isso? Ela nunca me perdoaria por isso.  Eu também nunca me perdoarei. 

América: "Maxon eu estou bem" ela tentava me consolar. "Eu realmente estou bem."

Eu balancei a cabeça sem olhar pra ela. Eu sabia que o olhar dela seria de dor e mágoa e não havia como de eu conseguir encará-la.

Maxon: "Como você pode estar bem? Eu poderia ter te matado." eu tentei continuar, mas as palavras ficaram presas em minha garganta quando tomei uma respiração estremecida. A culpa tentou me sufocar e foi difícil continuar falando. "Eu estava sonhando  obre  os sulistas. Eu estava com medo. Eu estava com tanto medo, América. Tenho medo desde que voltamos. Tenho medo de que aconteça  de novo e eu perca você. Quando estou com medo, eu fico imprevisível."

Minha cabeça se levantou dos meus joelhos e eu limpei as lágrimas do meu rosto, sentindo uma pontada de vergonha. Eu fiquei de pé, minhas pernas estavam trémulas instáveis. Meus olhos estavam nos de América. Ela observou os meus movimentos pra mim com simpatia e carinho que não merecia. 

Meu cérebro era uma bagunça confusa de culpa, vergonha e ideias para consertar a bagunça que eu estava. Alucinações? Pesadelos? Ferindo as pessoas que eu amava? O que eu poderia fazer sobre eles? Eu não sabia como tratar esses dois primeiros, mas sabia a solução para o último. Não ia ser agradável, mas tinha que ser feito.

Maxon: "Eu preciso de um tempo para voltar ao normal. Eu não sei o que pode acontecer com você se você ficar perto de mim. Não há nenhuma maneira como no inferno, de arriscar que algo assim aconteça de novo. Eu preciso de uma pausa, algum tempo para resolver isso sozinho. Eu só preciso que ficamos um tempo separados."

Os olhos de América brilharam com lágrimas. Eu não queria que ela chorasse.

América: "Não, eu posso ajudar. Nós podemos fazer isso juntos." ela implorou. O desespero em sua voz era de partir o coração.

Maxon: "Não, eu tenho que fazer isso sozinho. Se não funcionar prometo que podemos tentar juntos.

América saiu da cama e caminhou até mim. Ela me abraçou pela cintura e me puxou mais para perto dela. Ela enterrou o rosto em meu peito enquanto eu a puxava para mim. Mais lágrimas escaparam quando beijei o topo da sua cabeça. Fechei os olhos e tentei me certificar de que me lembraria de todos os detalhes desse momento. Quem sabe quanto tempo vai demorar até que eu possa segurá-la assim e não me preocupar em machucá-la de alguma forma.

América: "Eu te amo" ela murmurou contra o meu peito. O jeito como ela disse soou muito como um adeus.

Maxon: "Eu sei amor, eu sei" eu me afastei e olhei para as profundezas de seus olhos. Ela estava tão incrivelmente bonita, mesmo estando chorando. Eu dei tudo de mim para não pedir ela para ficar apesar do que eu disse.

Maxon: "América você precisa ir. Eu tenho que fazer isso e temo que, se você ficar muito tempo, eu mude de ideia" ela assentiu com tristeza.

América deslizou uma mão contra o meu rosto, acariciando a minha bochecha com o polegar. Eu me inclinei para ela saboreando cada segundo até que segurei a sua mão. Segurei a sua mão enquanto eu a levava até a porta. Com a mão livre, eu girei a maçaneta lentamente. A porta se abriu e eu olhei para América. Ela me beijou suavemente a minha bochecha, seus lábios mal roçaram a minha pele. Ela saiu do quarto e se afastou de mim. Eu segurei a sua mão até que ela saiu do meu alcance.

Eu entrei no meu quarto, a porta se fechou suavemente e eu tranquei a porta. 



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