História A Redenção - Capítulo 25


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Categorias Lily Collins, Shawn Mendes
Personagens Lily Collins, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Drama, Lily Collins, Romance, Shawn Mendes
Visualizações 321
Palavras 1.106
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


To de volta!!!!

Capítulo 25 - Confirmação


Luciana

Passei o domingo sozinha. Não queria falar com ninguém e me sentia mal, com vontade de chorar. Fiquei em meu quarto, ouvindo o rádio baixinho, tentando estudar para as provas da faculdade. Mas não conseguia me concentrar.

Fechei os olhos, ouvindo a música que tocava, minha mente toda preenchida por Shawn. Ainda estava confusa, perdida com tudo que tinha acontecido, sem entender o que tinha dado nele. E pior, o que seria da gente dali para frente. Queria desesperadamente respostas e esperei que viesse me procurar, mas o dia passou e ele não veio nem ligou.

Eu tinha conhecido a felicidade plena em sua companhia. Estava tão apaixonada, amava-o tanto que agora não sabia dar mais um passo sem pensar nele. Tinha se convertido no meu mundo. E sua mudança brusca, o modo como tinha me olhado e agido, tudo aquilo parecia tão discrepante de todo o resto que tivemos, que eu não entendia nada. Não sabia o que esperar.

Rezei para que viesse falar comigo, se desculpasse e explicasse o que tinha acontecido, voltasse a ser o mesmo homem que eu amava. Por que eu não sabia mais seguir sem ele. Eu precisava de sua presença como precisava de comida para sobreviver. Sem ele eu não saberia mais quem eu era. Mas ele não veio.

Shawn

Saí da casa de Alberto de manhã, descabelado e amarrotado, cansado, a cabeça explodindo. Nem os dois analgésicos e o café quente resolveram o problema. Sentia um gosto enjoado na boca, uma ressaca horrível, um mal estar de primeira.

Saí dirigindo e quando vi estava indo em direção ao apartamento de Henrique. Só pensava em tirar satisfações com ele, saber se Luciana estava lá ou onde eles tinham passado a noite. Mas então mudei o curso e fui para casa. Não me rebaixaria nem me humilharia tirando satisfações. Ela tinha feito as escolhas dela e eu as minhas. Estava decidido a seguir minha vida, a me livrar daquela relação que me sugava e mexia comigo, mais do que podia suportar.

Seria difícil no início, ainda estava muito ligado nela. Mas era o melhor a fazer. Eu não sabia mais como lidar com aquela situação. Assim, fui para meu apartamento, mesmo quando uma parte de mim tentava me alertar que era o caminho errado, que eu devia procurar Luciana e resolver tudo. Meu orgulho e meu medo levaram a melhor. Deixar tudo para trás e seguir em frente era a melhor opção. E foi o que tentei fazer.

Luciana

— Algum problema, Luciana?

Eu ergui os olhos das anotações para meu chefe, o advogado Eduardo Couto. Estávamos em reunião e eu anotava os assuntos em pauta para a próxima, quando me distraí e saí de órbita. Na mesma hora me ajeitei na cadeira, corando.

— Desculpe, Doutor Couto. O que o senhor disse?

Ele me observou, um pouco preocupado. Eu era sempre eficiente e naquele dia estava muito dispersa, sem poder me concentrar em nada.

— Tudo bem, Lucy? Você está pálida e abatida. Está se sentindo mal?

— Não, está tudo bem — garanti com um sorriso forçado.

— Tem certeza?

—Sim, obrigada. Estou pronta. O que o senhor tinha dito?

Ele repetiu e anotei, lutando contra o nervosismo e todos os pensamentos e sentimentos que se embaralhavam dentro de mim. Não via a hora de chegar logo cinco horas e sair correndo, ansiosa, preocupada.

Quando deu meu horário, praticamente fugi do escritório e fui a pé até o laboratório em outra quadra. A menina da recepção tinha me dito que o resultado só saía às cinco horas. E que eles fechavam às cinco e meia. Naquela manhã de terça-feira eu tinha ido fazer o teste de gravidez antes de ir para o trabalho.

Já tinha quase duas semanas desde o episódio de transar sem camisinha e, apesar de ter praticamente certeza de que não estava grávida, não sentindo nada, eu quis ter certeza absoluta. Pois estava pensando em procurar Shawn e não queria nenhuma dúvida entre nós. Ele tinha sumido. Desde a madrugada de sábado para domingo não me procurava nem ligava para mim. Esperei, contei cada segundo, chorei e me desesperei. Mas simplesmente me ignorou. E comecei a me assustar. Era o fim? Parava de me ver e pronto, sem nem uma palavra de despedida ou de rompimento?

Não aguentava tantas dúvidas e tanta saudade, passar cada minuto do meu dia alerta, esperando por ele. Isso não era vida. Então resolvi procurá-lo, olhá-lo nos olhos e ouvir de sua boca que tinha acabado. Ia sofrer, como vinha sofrendo aqueles dias, mas ao menos teria uma certeza. E talvez pudesse entender o que foi que deu errado, por que mudou tão bruscamente comigo.

Entrei no laboratório, nervosa. Cumprimentei a moça da recepção e entreguei o papel do pedido. Buscou o exame dentro de um envelope e me entregou. Agradeci mecanicamente, minha barriga gelada, se contorcendo, o coração batendo com força. Sentei em um cadeira e respirei fundo. Era negativo, mas eu precisava ter certeza. Criando coragem, abri o envelope e li. Fiquei imobilizada, fitando aquela palavra:

POSITIVO

Não acreditei. Li de novo meu nome no alto do papel e então o resultado. POSITIVO. Grávida. Eu estava grávida de Shawn. Fiquei sem ação. Pisquei, lambi os lábios, senti que o nervosismo vinha lento, crescendo, corroendo. Meus olhos encheram-se de lágrimas.

Em nenhum momento tinha acreditado naquela possibilidade. E no entanto, eu ia ter um filho dele. Fechei o envelope e o coloquei na bolsa. Respirei fundo, enxugando os olhos. Estava como que dopada, sem saber ao certo como reagir, o que pensar.

Levantei e saí, andando pela rua sem ver e sem ouvir, minha mente parecendo estranhamente vazia, sem foco.

— Ei, cuidado! — uma senhora reclamou, quando esbarrei nela.

— Des... Desculpe.

Parei perto de um poste, tentando agir, pensar, reagir. Eu ia ter um filho. Eu, aos vinte e um anos de idade, morando naquela casa pobre e apertada, trabalhando e estudando, ia ter um filho. E Shawn nem estava mais comigo. Tinha me virado as costas e saído da minha vida sem nem uma palavra, como se eu não merecesse nada. Tinha pensado em procurar por ele, pôr as cartas na mesa, mostrar o exame negativo e ter forças de seguir em frente.

Mas agora... Agora eu teria que dizer que estava grávida e ele pensaria que foi planejado. Ficaria com raiva, pois teria aquele laço comigo. Vacilei, sem coragem, perdida. Não sabia o que fazer. Mas não tinha muitas opções. Era responsabilidade minha e dele. E ele precisava saber. Caminhei até o ponto de ônibus. Parecia prestes a desmaiar, tonta e nervosa. Mas decidi resolver tudo e logo. E foi o que fiz.


Notas Finais


Agora que a vaca foi pro brejo de vez kkkk Shawn vai ser papai, aiiii que coisa mais lindaaa!


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