História A Redenção - Capítulo 1


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Categorias Ian Somerhalder, Nina Dobrev
Personagens Ian Somerhalder, Nina Dobrev, Personagens Originais
Visualizações 3
Palavras 846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa é minha primeira fic
Comecei com uma adaptação pra servir de inspiração pra uma próxima história de minha autoria....
Espero que curtam.... e não deixem de favoritar é também muito importante saber o que estão achando da história.... Comentem
Postagem sempre nos fins de semana...

Capítulo 1 - Quando nossos olhos se encontraram


Nina Dobrev

A primeira vez que eu o vi foi no casamento do meu irmão, nos fundos da tenda da recepção. Ele estava parado com um ar largado e insolente de alguém que preferiria estar passando seu tempo em salão de sinuca. Embora estivesse bem vestido, era óbvio que ele não ganhava a vida sentado Até a de uma escrivaninha. Nenhum terno Armani conseguiria sua vizar aquele corpo - grande e calejado -, que devia ser de um petroleiro ou vaqueiro. Os dedos longos, fechados com delicadeza ao redor de uma taça de champanhe, poderia ter quebrado a haste de cristal com facilidade. 

Eu soube, a primeira vista que ele era um garotão dos bons, capaz de caçar, jogar futebol e pôquer e beber sem vexame. Não era o meu tipo. Eu estava interessada em algo mais. 

Mesmo assim, era uma figura atraente. Ele tinha boa aparência - era bonito até, se você ignorasse o nariz levemente torto, que um dia deve ter sido quebrado. O cabelo castanho-escuro, longos fios e brilhantes, estava cotado em camadas. Mas foram os olhos que prenderam minha atenção, azuis, mesmo a distância, uma cor volátil que não dava pra esquecer depois de ter visto pela primeira vez. Eu senti um arrepio quando ele virou e olhou diretamente para mim.

Eu virei o rosto para o outro lado no mesmo instante, constrangida por ter sido flagrada encarando-o daquele modo. Mas a consequência da atenção dele continuou a se espelhar pela minha pele, um calor tão insistente que eu sabia que ele continuava olhando. Eu bebi meu champanhe em goles rápidos, deixando que efervescência frisante acalmasse meus nervos. Só então arrisquei outro olhar.

Aqueles olhos azuis cintilaram grosseiramente sugestivos. Um sorriso quase imperceptível marcava um dos cantos daquela boca linda. Com certeza eu não iria querer ficar sozinha numa sala com esse cara, pensei. O olhar dele me percorreu de cima a baixo em um exame preguiçoso, então voltou para o meu rosto e ele me deu um daqueles acenos de cabeça respeitosos que os homens texanos tinham elevado a uma forma de arte.

Eu me virei para o lado, ostensivamente, voltando toda a minha atenção para Chris, meu namorado. Nós assistimos aos recém-casados dançando  de rostos colados. Eu fiquei na ponta dos pés para sussurrar na orelha dele: 

- Nós somos próximos.

- Vamos ver o que seu pai tem a dizer sobre isso - ele disse enquanto passava meu braço ao meu redor. 

Chris queria pedir ao meu pai permissão para casar comigo, uma tradição que eu achava antiquada e desnecessária. Mas meu namorado era teimoso. 

- O que acontece se ele não permitir? - eu perguntei. Dado meu histórico familiar, de raramente fazer algo que recebia aprovação paterna, essa era uma possibilidade real.

- Nós vamos nos casar assim mesmo. Afastando-se um pouco, Chris sorriu pra mim. 

- Mas eu ainda gostaria de convecê-lo de que não sou um mau negócio.

- Você é  a melhor coisa que ja aconteceu comigo. Eu me aninhei no abraço apertado de Chris. Eu achava que era um milagre alguém  me amar como ele. Nenhum outro homem, por mais lindo que fosse, tinha me interessado.

Sorrindo olhei para o lado mais uma vez, curiosa para ver se o seu jeito de olhos azuis continuava lá. Não sei bem por que fiquei tão aliviada ao constatar que ele não estava lá. 

....♡♡♡

A cerimônia foi curta e linda, com uma atmosfera impregnada de um carinho silencioso que dava pra sentir até na sola dos pés. Ela foi oferecida na mansão da família Dovrev, em River Oaks, uma comunidade exclusiva de Houston. Como Alex era o primeiro dos garotos Dobrev a se casar, meu teve que aproveitar a oportunidade para impressionar o mund. Ou pelo menos o Texas, que na opinião dele era parte do mundo que mais valia impressionar.

Com sua voz incorpada e sua personalidade gigantesca, papai sempre pareceu grande pra mim. Quando minha mãe Michaela, ainda era viva, ela era diretora adjunta do Festival Literário do Texas, mamãe era glamorosa, tinha as pernas mais belas de River Oaks e oferecia os melhores jantares. Depois de à conhecer todos diziam que pai era um vagabundo sortudo. Michaela era mais do ele merecia, coisa que não cansava de se repetir.

....♡♡♡

Havia esculturas de gelo, garçons de luvas brancas enchiam copinhos cilíndricos de cristal com vodca trincando de gelada, as mesas do bufê exibiam todos os tipos de frutos do mar e pelo menos trinta outros pratos principais. Já fui a muitos eventos e festas em Houston, mas em toda a minha vida nunca tinha visto tanta comida em um único lugar. 

O meus devaneios me fizeram lembra de como conheci Chris em Massachusetts em uma festa com o tema "a volta ao mundo" organizada em um casarão em Cambridge. Chris me levou para fora e nos sentamos nos degraus da entrada e conversamos naquele frio congelante, por duas horas.

Nós  nos apaixonamos muito depressa. Eu faria qualquer coisa pelo Chris, iria a qualquer lugar com ele. Eu iria me casar com ele e me tornaria a Sra. Chris Woods. Nina Dobrev Woods. Ninguém poderia me impedir.

Continua....


Notas Finais


Bom este foi o primeiro capítulo...
Espero que gostem....😉
Próxima capítulo 18/05


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