História A Redenção de um Cafajeste - Jikook - Capítulo 48


Escrita por: ~ e ~ParkJimina15

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), K.A.R.D
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Jikook
Visualizações 660
Palavras 1.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meu povo, ParkJimina de novo... hoje tem lemon, espero que gostem. Boa leitura! ❣️

Capítulo 48 - 48


-Ah, meu Deus ... – Ele perdeu o controle de vez. E quando meu dedo entrou todo, choramingou e explodiu em um novo orgasmo, ondulando, sem poder deixar de me olhar.

E eu não perdi nada do seu gozo, deixando-o se mover livremente, convulsionar, arquejar, apertar meu pau com seus espasmos. Só então fui também, rouco, prazer quente e perverso me dobrando, me enlouquecendo. Esporrei dentro da camisinha com força e Jimin beijou minha boca, sendo a sua vez de engolir meus gemidos.

Ficamos lá, até que outro carro passando na rua nos acordou para a loucura de tudo aquilo. Sem dizer nada, nos soltamos e me livrei do preservativo. Nos vestimos e ele murmurou:

- Minha blusa está toda rasgada. Como vou chegar em casa assim?

- Quem disse que você vai para casa? – Indaguei baixo, fechando minha calça.

Jimin ficou corado. E não disse nada.

JIMIN 

Na terça-feira cheguei em casa pouco depois das onze da noite, depois de um dia cheio de trabalho e em que praticamente me arrastei para a faculdade. Estava exausto, morto, caindo de sono. Muito também graças a noite anterior em que passei no apartamento de Jungkook e em que fizemos tudo, menos dormir.

Só de lembrar meu coração disparava. Ele era tão intenso em tudo! O modo como chegou à Universidade sem avisar e ficou com ciúmes do meu amigo Frank, como me pegou e saiu louco com o carro, quase me matando do coração e depois ... o desejo me dominava só de pensar em tudo que fizemos depois. Dentro do carro e continuando em seu apartamento.

Tinha acordado naquela manhã e encontrado um buquê de flores ao meu lado na cama, lindas, frescas, rosadas, com caules longos. Fiquei maravilhado, emocionado.

Levantei abraçado ao meu buquê e vi na poltrona ao lado uma caixa retangular. Quando abri, era um conjunto de blusa e calça de couro, linda e de ótima qualidade.

Jungkook tinha comprado para mim, pois rasgara minha roupa na noite anterior e naquela manhã eu ia direto para o trabalho. Entrou no quarto vindo do banheiro, seus cabelos úmidos, usando uma toalha no quadril e outra no pescoço.

Eu deixei a caixa e as flores na poltrona e corri para ele, pulando em seu colo.

Riu surpreso e me segurou embaixo das pernas, que envolvi em sua cintura, enquanto

beijava sua boca com paixão, sem me importar por estar todo descabelado, com cara de sono e usando apenas uma camisa dele.

Retribuiu o beijo e então afastei um pouco o rosto, Dizendo com amor:

- Obrigada. Adorei acordar com as flores.

Ele apenas sorriu, caminhando comigo até a cama, seus dedos passando em minhas coxas nuas e bunda.

- Gostou? – Indagou rouco. – Que tal me mostrar como?

- Seu doido, temos que trabalhar!

- Dá tempo. Não pega no escritório às oito? Ainda são seis horas. E te levo de carro.

Eu sorri e me ocorreu algo, enquanto se sentava na beira da cama e eu ainda em seu colo:  comprou as flores e a roupa a uma hora dessas?

- Bastou um telefonema. – Deu de ombros.

Meu sorriso se ampliou, pensando na simplicidade da resposta dele. No meu mundo as coisas eram mais complicadas.

- Agora vamos ao que interessa ...

- É, ao trabalho. Já namoramos demais durante a noite. – Provoquei, pulando fora de seu colo e me levantando.

- Aonde você vai? – Puxou-me com força e ri ao cai sentado na beira da cama à sua frente. Mas logo minha risada foi interrompida quando colou minhas costas em seu peito e sua mão se fechou em minha garganta, erguendo minha cabeça para trás em seu ombro e dizendo rouco: - Não me provoque.

- Ou o quê? – Arquejei, já bombardeado pelo desejo.

- Ou dou umas palmadas na sua bunda. E te ponho de castigo, amarrado ao pé da mesa para eu te foder à vontade.

- Não ... Você não faria isso ...

- Vou fazer. E é uma promessa. – Sua voz era rascante e me segurava firme. Eu tremia de tanto desejo. – Agora abra a camisa. Quero acariciar seus mamilos.

- Jungkook, eu ... Eu não posso faltar o trabalho. – Murmurei, mas já obedecia, tirando os botões das casas.

- Vou cumprir a promessa depois. Agora vou só te foder.

E quando a camisa ficou toda aberta, continuou segurando firme minha garganta e mordeu o pescoço, cravando seus dentes e depois percorrendo a língua. Sua outra mão já agarrava com força meu peito esquerdo, apertando-o, massageando-o. Estremeci, arrebatado, excitado ao extremo.

Girei a cabeça mais para trás e gemi, me encostando toda nele, que acariciou um peito de cada vez e depois desceu a mão por minha barriga, até chegar aos pelos púbicos.

Ordenou:

- Abra as pernas. – E enquanto eu o fazia, esfregava os dedos em meu pênis, fazendo-me estremecer e sentir ondas e mais ondas de tesão percorrendo meu corpo. – Isso, menino obediente. É assim que eu gosto. Mas isso não vai livrar você da surra na bunda, na próxima vez que nos encontrarmos.

- Ai ... – Mordi os lábios, agitado, agarrando seu pulso grosso quando enfiou dois dedos no meu ânus palpitante. Arreganhei mais as coxas, facilitando seu acesso, gemendo abafado quando subiu dois dedos da mãos em minha garganta e enfiou em minha boca.

- Chupe, menino guloso ... – Lambeu o lóbulo da minha orelha.

Fiquei fora de mim, excitado ao extremo, enquanto me fodia com dois dedos no ânus e dois na boca, seu corpo forte contra o meu por trás, sua língua me torturando. Pensei que fosse morrer de tanto tesão, o gozo já bem perto.

Ainda não. – E puxou os dedos.

Senti-me abandonado, respirando irregularmente enquanto me fazia levantar e virara para ele. Ainda sentado, despiu a toalha e seu corpo nu e musculoso, com aquele pau grande e pesado, terminou de me impactar de vez. Luxúria e amor gritaram forte dentro de mim e me livrei da camisa. Gemi baixinho quando agarrou minha nuca e me forçou lentamente para baixo.

- Fique de joelhos e chupe meu pau, Jimin.

Caí ajoelhado no tapete, entre suas coxas, já agarrando seu pênis com as duas mãos.

Segurando brutalmente meu cabelo, e trouxe meu rosto para perto. Lambi a cabeça do pau, cheio de lascívia, ansioso. E então abri a boca e deslizei sobre seu comprimento.

- Isso, meu cachorrinho, chupa ... – Estava muito duro, pornográfico, suas palavras contribuindo com tudo mais para me enlouquecer. Esfomeado, eu o masturbava da metade para baixo com as duas mãos e chupava gulosamente a metade de cima até a cabeça.  

–Porra, que boca gostosa ...

Eu me deliciei com seu pau. Município era todo uma tentação e eu estava completamente apaixonado por ele, de quatro, encantado, maravilhado, cheio de tesão. Fartei-me com ele, até que me puxou para o alto. Reclamei quando me obrigou a afastar a boca do seu pau e me jogou deitado na cama.

Mas logo gritava quando erguia e abria meus joelhos, sua cabeça entre eles até chupara duramente meu pênis com a boca fechada. Todo meu corpo latejou e ardeu, joguei a cabeça para trás gemendo e agarrei meus mamilos, acariciando os mamilos pontudos que doíam.

- Ai ... Ai, que gostoso ... – Dizia fora de mim, ondulando, despejando rios de lubrificação que ele pegava com a língua e com a boca aberta, se fartando, chupando, sugando. 

Comecei a suplicar: - Por favor, Jungkook ... Por favor, me fode ...

Ele ergueu a cabeça, lambendo os lábios. Levantou-se, alto e grande, moreno, seus cabelos negros em desalinho, seus olhos negros cheios de fogo, aqueles ombros largos, peito musculoso e pau gigantesco deixando-o como um macho alfa de primeira, pronto para tomar seu ômega da maneira que lhe aprouvesse. Fiquei hipnotizado olhando-o, doido para lamber aquela pequena tatuagem em seu púbis, meter seu pau na boca, mas ao mesmo tempo tê-lo dentro do ânus que escaldava. Eu o queria todo, em todo lugar, me devorando. Estava doido de tanto tesão, ansioso, tremendo.

- Quer que eu foda você? – Seu olhar era devasso, luxurioso. Pegou o preservativo na mesinha de cabeceira e já o colocou. Quando voltou à cama, eu abri as pernas, oferecido, mordendo os lábios. Ele sorriu e veio para cima de mim.

Olhava meus olhos, apoiando-se nos braços musculosos, acomodando o quadril entre minhas coxas. Perdi o ar quando seu pau buscou a minha entrada e me penetrou de uma vez, esticando-me, enchendo-me com aquela carne toda, arrebatando-me.

Agarrei sua bunda, apoiei os pés na cama e levantei os quadris para sentir suas arremetidas no mais fundo dentro de mim, em estocadas brutais e bárbaras, que chegavam a doer por ser tão grande e grosso, mas tão condenadamente gostoso que eu nem queria saber e me remexia, ansioso por mais.

- Ser fodido assim é bom? – Exigiu saber, seus olhos queimando como uma fogueira negra.

- Muito ... Ah ...

- Gosta de um pouco de violência. Eu também, Jimin. – Sua voz era pecado puro.

Deitou- se mais sobre mim, apoiando o peso nos cotovelos, sem parar de dar as estocadas firmes, uma de suas mãos se enfiando sob as minhas costas e imobilizando-me pela nuca. A mão direita ficou livre e disse baixo: 

- Vou te dar um pouco mais. Vire um pouco o rosto.

Olhei-o, sem entender, mas perdido demais no tesão para negar alguma coisa. Ofereci minha face e sua mão grande a acariciou. Então a ergueu um pouco e, sem que eu esperasse, me deu uma leve bofetada. Arregalei os olhos e seu pau se enterrou todo dentro de mim, seguido de mais outro tapa, que esquentou meu rosto.

O tesão veio ainda mais avassalador, junto om o susto e um certo medo. Nunca imaginei que deixaria um homem bater na minha cara, mas ali, naquele momento, sendo tão duramente fodido, senti como se fosse dele, submisso, para usar, comer e bater à vontade. Meu ânus entrou em combustão e convulsionou em seu pau, minha respiração ficou agitada, o coração batendo descompassado. Tomei outro tapa e gemi, fechando os olhos, pecaminosamente perto de gozar.

- Dê-me o outro lado. – Ordenou e virei o rosto, obediente, enquanto tomava uma bofetada apenas forte o bastante para esquentar, sem realmente machucar, mas o suficiente para ser decadente e cheio de tesão.

– Isso, bom menino.

E me comeu com força, levou-me a patamares elevados de um prazer infinito, parando para acariciar meus peitos, beliscar um mamilo e depois me dar outro tapa. Eu nunca sabia o que vinha. E então comecei a chorar, lágrimas desceram pelos cantos dos olhos, pois era tão grandioso que ficava difícil aguentar. Gozei forte, suplicando, sendo fodido sem descanso até estalar e girar, e me quebrar em diversos pedacinhos, desabando na cama.

Jungkook então me manteve firme embaixo dele e abriu meu ânus várias e incontáveis vezes com seu pau, até se enterrar todo e grunhir rouco, grosso, tendo um orgasmo poderoso...

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo... 💙


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