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História A relationship unresolved - Capítulo 3


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Notas do Autor


Olá!! eu ia atualizar ontem mas acabei não conseguindo terminar de escrever, perdão! e sobre o cap anterior, se tiver algum erro eu irei corrigí-los logo. E bom, sobre esse capítulo ele está bem longo e também haverá uma música, se vocês poderem escutar eu ficarei muito feliz, o link da música vai estar nas notas finais!!

Boa leitura ❤️❤️

Capítulo 3 - Capitulo 3


Fanfic / Fanfiction A relationship unresolved - Capítulo 3 - Capitulo 3

A moça que atendeu a porta rapidamente muda de expressão o que me dar vontade de rir — Emma foco!! — meu inconsciente me brigava.

- S- senhorita Swan? pote entrar, a f-festa está ocorrendo lá trás! – ela fala um pouco gaguejando.

- Obrigada! – digo já dentro da casa não me contendo e passando o meu olhar pela enorme mansão que eu vivi durante anos - como eu estava com saudades dessa casa – falo no fio de voz.

- A senhora falou alguma coisa?

- Ahn? Aah! eu não falei nada, não falei nada... – ruborizada eu sorrio para ela.

- bom, por aqui senhora! – e eu mesmo sabendo o caminho resolvo segui-la só para ter o prazer de ter mais alguns segundos para olhar a casa, a mesma estava cheia de garçons e algumas pessoas que eu julgava ser os organizadores que Regina contratou para fazer a festa.

O quintal de trás da casa de Mills é enorme, tenho meras recordações de Henry e Ana correndo pelo mesmo e fugindo de mim, lembro-me das várias vezes que Regina falava para não corremos porém fazíamos ao contrario... eu lembro dela sentada nos panos estendidos pelo terreno para acompanhar a nossa diversão, lembro do seu sorriso largo e cheio de vida, lembro que eu falava para ela que o seu sorriso me trazia paz e que ela nem imaginava a proporção do tamanho da paz.

De longe consigo ouvir múrmuros de pessoas falando e enquanto eu vou me aproximando vai ficando maior. Paro em frente a grande porta que dá de encontro com o quintal e encho o meu pulmão de ar.

- Aqui senhora.

- Obrigada...- falo mas não olhando nos seus olhos meu foco agora era o que estava na minha frente. Ela se vai e eu fico estática na porta olhando para todas as pessoas que estavam ali.

muita gente está aqui... muita gente que eu não via a anos está aqui, tenho a leve impressão de que estou suando que estou suando mas não por calor, droga eu estou nervosa!!

A decoração da festa está tão linda, estava tudo lindo e tão organizando, estava do jeito que eu imaginava, não completamente como eu imaginava mas estava quase lá e não tinha o que reclamar, eu nem poderia reclamar certo? Não Emma... você está perdendo tempo!! Pare de pensar.

Avistei os meus filhos de longe e percebo o quão lindos eles estão, tão crescidos e... eu não sei a palavra certa mas maduros? Não sei ao certo mas maduros é o que eu vejo neles, com o coração apertado só de imaginar que eles estão na minha frente eu desvio a minha atenção para aquilo que eu estou a todo tempo tentando não olhar.

Eu vejo ela, ela que estava de frente para os meus filhos talvez conversando algo sério já que o semblante de Ana não lá um dos bons, ela está tão linda... muito linda, não ela está bela, muito bela? não ela não está linda e bela ela está... maravilhosa e tão elegante! Sim, Muito elegante! E com uma postura de invejar. Não me lembrava do quanto o seu corpo era esbelto, tão plena em cima daquele salto, tão segura e graciosa. Era como se eu estivesse voltando no passando, logo quando nos conhecemos... sinto os meus olhos lacrimejarem — não chore Swan!! – eu não posso chorar... o vestido longo preto que ela usava caia definitivamente bem nela, seu cabelo tão bem arrumando, ela estava elegante, extremamente elegante.

Tento arrumar a minha postura e ouço Ana falar algo como “espere só mais um pouco mãe” era mais como uma súplica, será que ela está esperando por mim? Sua mãe responde mas não consigo ouvir, pelo o que parece Regina não está nada contente. — Vamos lá Emma acabe logo com isso!! – Endireito a minha postura e com forças que eu não sei de onde apareceram eu passo pela porta, eu passo pela porta torcendo para que nada de desagradável aconteça, eu passo pela porta ansiando por uma boa reação de Regina e de todos é claro, eu passo pela porta cruzando os dedos e torcendo para que eu não desmaie ali mesmo, eu passo pela porta e ando até um lugar onde eu sei que eu estou segura de qualquer reação ruim de ninguém menos que Regina Mills.

Passo o meu olhar pelo enorme quintal e por ele encontro os meus pais que me olham de boca aberta, os pais de Regina que pelo visto estão muito surpresos, sua irmã Zelena que estava do lado do seus pais está com um sorriso enorme no rosto (Zelena sempre tão debochada) vejo alguns rostos conhecidos e amigos pela festa, sorrio para Graham que foi meio que meu parceiro na época que eu trabalhava como xerife em Storybrooke ele estava ao lado de Neal e Belle aceno para mesma e ela retribui.

Passo a língua pelos meus lábios meio secos e trêmulos e o meu olhar só para quando eu encontro com o corpo escultural da minha ex-mulher, por um curto tempo eu me pego observando ela, com a respiração fraca e com o coração acelerado eu constato que jamais me sentir assim novamente por ninguém, em dez anos eu jamais imaginei que sentiria isso novamente com ela, era tão surreal... eu estava numa bolha onde o meu único contato era Regina Mills, de repente todo mundo some e eu sinto mesmo sendo quase impossível que ela sabe que eu estou aqui, aqui bem atrás dela, não muito próximo mas o suficiente para que possa sentir a minha presença... esses breves segundos foram quase horas para mim, esse momento foi tão único que aos olhos das pessoas que estavam nos vendo concordariam, mas... mas é claro que isso tudo foi somente único para mim. Regina me odeia, ela deixou isso bem claro para mim e eu não posso sentir esses sentimentos agora e nem nunca.

- ELA CHEGOU!! – Foi o que a minha filha disse assim que me viu, entretanto eu estava tão vidrada na pessoa que estava na sua frente que me senti mal por não dar toda a minha atenção a ela e o seu irmão.

- Quem chegou?? – Regina e Henry falam ao mesmo tempo. Aquela voz... eu estou confusa, não ela está e eu só estou perdida, eu, eu, eu estou perdida nas palavras. Seu corpo se vira tão rápido em minha direção mas para mim foi quase que em câmera lenta, eu conseguia ver os fios do seu cabelo mexendo, eu conseguia ver o movimento da sua roupa e eu conseguia ver o seu peito subindo e descendo acelerado... isso mesmo acelerado.

Não sei explicar o que sentir na hora que os nossos olhares se encontraram, minhas pernas ficaram bambas e meu coração estava demasiadamente acelerado, minha respiração ficou falha e de repente senti a minha boca ficar seca — já não bastava os lábios agora a boca? – eu não consegui ser recíproca do seu olhar por muito tempo tinha dois seres vindo até a mim, duas pessoas querendo atenção, querendo o meu abraço e o meu amor, e talvez eu até seja egoísta mas como eu queria poder ter olhar mais sem interrupções.

- MÃE!!! – Ana fala e henry assim que me ver também, eles correm em minha direção, Ana agarra os dois lados do seu vestido longo e corre já Henry está com um terno igual ao meu corre mais rápido que a sua irmã. Eu estava pronta para me agachar e abrir os braços em espera dos seus abraços mas me lembro no segundo seguinte que eles já não eram tão pequenos e estavam quase do meu tamanho então apenas espero os seus corpos se chocarem contra o meu.

- Filhos!! – digo assim que sinto os seus braços em volta da minha cintura, eu que estava com os presentes deles nas mãos faço de tudo para retribuir o abraço – Meu Deus que abraço gostoso – falo arrancando gargalhadas deles.

- E que estávamos com saudades da senhora – Henry fala.

- É, eu também estava com saudades de vocês queridos. Eu estava demais. – abraço eles mais forte, quase que fundido os seus corpos com o meu, eu prolongo aquele abraço o máximo que passo só para ter a lembrança dele guardado em meus pensamentos. Vou afrouxando o abraço com o passar dos minutos para que eles possam sair dele, porém nenhum se move. – Certo, eu estou aqui mas a festa é de vocês será se tem como os bonitos me soltarem para continuamos com o aniversário? – questiono no ouvido dos dois e a resposta que eu tenho me deixa de coração quente

- Promete que não vai embora? – Ana pergunta e Henry completa – A senhora vai ficar né?

- Ei! Eu não vou embora e é claro que eu vou ficar ou vocês acham que eu vim de longe só para trazer os presentes de vocês e ir embora? – eles se entreolham e dão de ombros – Eu não acredito nisso! – falo com uma falsa indignação.

- Estamos brincando mãe – Ana fala e eles começam a rir já se distanciando do meu abraço

- Não sei se acredito em vocês – falo fazendo bico – brincadeira! – digo sorrindo ao ver a cara que cada um faz - onde eu coloco os presentes hein?

- Dar pra gente que guardamos – Henry entende as mãos e eu entrego para ele os presentes – o que é?

- Vocês iram saber depois, mas só abram depois da festa, certo? – eles concordam e eu sorrio.

- Por que não ligou avisando que tinha chegado em Storybrooke? Cheguei a pensar que não viria mais. – Ana fala fazendo manha.

-Eu-

- Como assim ligar? – Henry me interrompe e questiona – você sabia que ela vinha Ana? – Ana maneia a cabeça em um sim – é não me contou nada por que mesmo? - Henry cruza os braços e arqueia uma sobrancelha tal ato me faz logo me lembrar da sua outra mãe que tinha e provavelmente ainda tem uma mania de fazer isso.

- Eu-

- Oras porque era uma surpresa. – Ana fala também me interrompendo e dando pouco caso.

- Mas eu precisava saber ué! Eu também sou filho dela...- eu decido me intrometer antes que se torne uma briga maior e estrague a festa deles.

- Henry! – ele me olha e eu prossigo – eu pedi para sua irmã não contar para ninguém por...

- Que? Mas por quê? – ele me interrompe novamente e pergunta, respiro fundo e fecho os meus olhos por alguns segundos só para poder olhar no seus olhos e completar a minha fala.

- Henry... meu filho não me interrompa novamente, por favor!! Você quer saber o porquê? – ele maneia a cabeça em um sim e eu continuo – Então preste atenção! Eu pedi para sua irmã não contar porque queria fazer uma surpresa e também porque não tinha total certeza de que veria.

- Ah... entendi – ele diz meio sem graça coçando a cabeça em sinal nervosismo – mas você veio e estar aqui!!! – ele diz mais animado o que dar vontade de rir se não fosse pelo olhar de Regina Mills sobre mim, merda eu tinha me esquecido.

- Sim... eu vim! – confirmo tentando olhar para eles.

- Então... você vai ficar aqui por quanto tempo? – Ana pergunta.

- Err... ei! Que tal vocês irem lá com a sua outra mãe hein? Ela está olhando para cá com um olhar nada legal, e todos da festa também - falo só para eles escutarem, não desviando dos olhos indecifráveis de Regina Mills que a todo tempo me olhava – e eu também preciso falar com os seus avós que desde que eu cheguei estão com a boca aberta e é capaz de entrarem moscas nas mesmas - zombo dos meus pais que estavam um pouco distante de mim e Henry e Ana riem com a minha fala.

- Mas mãe eu tenho tanto para Perguntar!! – Henry diz.

- E eu também! – Ana fala levantando o dedo.

- E eu sei disso e irei responder todas as suas perguntas ok? Agora vão lá que eu irei lá com os seus avos rapidinho porque eu também estou com saudades dos meus pais! – falo e toco com o meu indicador no nariz de cada um.

Eles me abraçam e vão em direção a sua mãe que não tira os olhos de mim. Por um minuto eu pensei em ir até a ela e talvez me explicar porque sei que a sua mente deva está um pouco confusa a minha também estaria se eu estivesse no seu lugar foram dez anos sem ter nenhum contato, duvido que ainda sinta alguma coisa por mim que não seja o choque por rever uma pessoa depois de anos, essa é a única coisa que a mesma esteja sentindo agora, eu apenas aceno para a mesma e faço uma nota mental de que a primeira coisa que irei fazer é me explicar para ela. Tento mover o meu corpo do lugar em que eu estava mas é quase impossível, eu vejo a Regina me olhar por uma última vez antes de sair andando do lado de Henry e Ana, Eu tinha que falar com os meus pais e ela tinha que prosseguir com a festa dos nossos filhos.

- Certo... vocês irão ficar parados aí ou vão me abraçar? – Digo com um sorriso sugestivo paro os meus pais assim que paro na mesa deles.

- Emma Nolan Swan!! Que entrada inesperado foi essa? E o que foi isso com a Regina agora a pouco? Ou melhor como assim você vêm para Storybrooke depois de anos e não conta paro os seus pais?? – Minha mãe exagerado me bombardeia de perguntas enquanto se levanta junto com o meu pai da mesa.

- Em primeiro lugar, Surpresa??!!! – falo com os braços meio aberto - e em segundo o que foi o que com a Regina mãe? Eu nem falei com ela... ainda não! E em terceiro SURPRESA novamente. – falo e rio — meu Deus como você é idiota Swan.

- Como eu amo esse seu jeito filha – minha mãe diz - que saudades!! – fala me abraçando junto com o meu pai.

- Eu também estava pais!!

- Não ligue para o que a sua mãe diz filha, você está linda Emma!

- Oh pai – sinto as minhas bochechas corarem - obrigada viu, o senhor também está muito gato e elegante. – falo fazendo o meu pai girar para mostrar o seu terno igual ao meu. — o que deu nesses homens para querer comprar o mesmo terno que o meu?.

- Eu sei disso!! Estamos combinando filha, eu, você e Henry, somos os Swans mais lindos da festa – meu pai brinca e depois volta me envolver em um abraço apertado e me girando no ar no segundo seguinte. Solto um gritinho por ser pega tão desprevenida – eu estava com saudades. – sussurra no meu ouvido pondo fim no abraço.

- PAI! O senhor é louco? Por Deus – eu começo a rir e ele me acompanhar - mais é claro que somos os Swans mais lindos – falo me exibindo – e eu também estava morrendo de saudades do senhor.

- Mas como vocês são exibidos! – minha mãe fala em um tom de falsa repreensão - Emma você está linda minha filha. – sorri para mim e segura nas minhas mãos apertando-as para passar verdade nas suas últimas palavras.

- Obrigada mãe, a senhora também esta linda, muito linda! – minha mãe usava um vestido longo rosa bebê com uma fenda na perna direita – e sensual. – sussurro e pisco para ela e a mesma ruboriza o que me dar vontade de rir se não fosse pela voz de uma pessoa que eu também estava deverás sentindo falta nos interrompendo

- Tia Mary eu acho que eu bebi demais! Eu saio da mesa para ir no banheiro e no minuto seguinte que eu volto eu vejo Emma parada na minha frente – eu não precisava de nada para saber que atrás de mim se encontrava a louca da Ruby - eu acho que eu estou vendo coisas – Ruby fala coçando a cabeça de um modo engraçado me fazendo lembrar de henry minutos atrás.

- Ruby, se toca! É claro que sou eu. Cadê o meu abraço e o “eu não acredito SWAN”??– falo esperando alguma reação da morena na minha frente o que me assusta já que ela fica parada no mesmo lugar me olhando.

- Ruby?? – minha mãe questiona.

- Ruby você está bem? – eu pergunto me aproximando da mesma.

- EU NÃO ACREDITO SWAN!! – ela fala alto, um pouco alto demais me fazendo saltar em susto. — ok! Eu não esperava por isso.

Eu logo me recomponho do susto e acompanho da sua felicidade - EU TAMBÉM NÃO – falo também alto para ela e animada abrindo mais os meus braços para obter um contado maior.

- Nós também não! – minha mãe fala enfatizando o “nós” enquanto fazia movimentos com a sua mão em direção ao meu pai num vai e vem repetitivo.

- Por Deus Emma, como eu estava com saudades de você patinha. – Ruby beija o meu rosto inteiro e me abraça forte.

– Ruby, ei Ruby, Ruby!! Eu não vou fugir – digo enquanto tento me desprender do seu abraço. A mesma me solta e eu trato de arrumar o meu terno.

- Grossa! Eu só estou feliz por você estar aqui – ela diz apertado as minhas bochechas – por não me contou que viria? Eu poderia ter pego você no aeroporto.

- Huum, com que carro?

- O seu oras. – fala e me rola os olhos.

- Oh! O meu fusca? Como eu estou com saudades dele!!! Não acredito que ele ainda anda? – digo toda animada.

- Felizmente sim! Mas a prefeita alí – fala apontando com o olhar para Regina que estava conversando com Zelena um pouco alterada — será se Regina está falando de mim? – disse que ainda vai mandar ele para lata velha por ser um perigo contra a humanidade...

- Que? Regina? Ela não faria isso... – falo balançando a cabeça negativamente, meus pais tentam reprimir um sorriso mas não conseguem já Ruby me olhar com uma cara de “Você acha?” - na verdade ela faria sim – corrigi-o me lembrando que a mesma sempre reclamava do meu carro e meus pais acenam com a cabeça em um sim e Ruby os acompanham – mas você não deixará isso jamais acontecer! – digo apontando para Ruby e ela me olha indignada.

- O que? Por que eu ? e os seus pais?

- Eles também – falo olhando para as unhas que eu não tinha.

- Ah agora sim

- QUE?

Eles falam todos juntos e eu rio internamente por isso.

- E Ruby! – chamo-a - respondendo a sua pergunta, ninguém sabia, somente Ana e a sua vó já que eu me hospedei na sua pensão. – falo pontuando.

- É por que essa danada não me contou? – Ruby questiona com uma cara engraçada.

- Porque eu pedi para mesma não contar nada já que era uma surpresa Srtª Lucas – falo tentando forçar um tom sério porém fracasso no segundo seguinte.

- Certo... mas por que essa cara de ânus Emma? – E eu não me contive, nem eu e nem os meus pais.

- RUBY!! por Deus como você ainda é inconveniente!! – Exclamo ainda envergonhada e rindo com os meus pais.

- Essa aí não muda nunca Emma, acostume-se. – minhas mãe fala.

- Eu sei disso mãe, Ruby como eu estava com saudades desse seu jeitinho e antes que eu esqueça você está linda!! – falo erguendo o meu braço esquerdo que estava segurando a sua mão também esquerda para que ela possa me mostrar o seu corpo inteiro – o que você andou fazendo loba? – pergunto assim que voltamos a posição anterior: ela do meu lado de frente para os meus pais.

- Nada mais do que sexo. – Ruby fala aquilo tão natural que me faz olha-la incrédula – o que? Sexo renova alma e faz bem a pele querida – ela me dá uma piscadinha e eu caio na gargalhada com os meus pais novamente.

- Ruby estamos na festa de aniversário dos meus filhos, contenha-se!

- Ué, você me perguntou e eu apenas respondi.

- Como se eu imaginasse que iriam sair essas palavras de sua boca – falo revirando os olhos – mas então, cadê o Killian?

- Ele não pode vir – Ruby fala.

- Por que? – questiono mesmo sabendo a resposta.

- Ele arrumou um novo paquera e você sabe... – sei sim e dei graças a Deus por Ruby não ter terminado de falar.

- Oh sei!! Não acredito que ele saiu com o paquera logo no aniversários de Henry e Ana, ele não foi avisado da data da festa?

- Foi mas você sabe como o seu amigo é né Swan – Ruby fala ironizando.

- De certo que sei até demais, mas mudando de assunto!! A decoração está linda e impecável, gostei de terem feito a festa aqui nesse quintal enorme! – falei um pouco animada e admirada enquanto passava o meu olhar pela festa que estava toda iluminado com pisca-pisca e várias mesas muito bem decoradas com tecidos de coloração rosa e azul escuro, uma enorme mesa onde ficava dois bolos enormes um de Henry e o outro de Ana e ao redor vários doces de todos os tipos e jeitos, havia uma pista de dança que o seu chão brilhava em várias cores e formas diferentes ela foi montado em um tamanho médio, e tinha um palco logo mais a frente da pista onde eu julgava considerar a hipótese de que Regina teria contratado uma banda para fazer um show ao vivo, nem preciso dizer que tinha balões em todas as partes né? Pois então, que tinha muitos garçons indo e voltando com comidas e bebidas isso também tinha. A festa estava perfeita e eu pude notar que Regina Mills não poupou dinheiro quando resolveu fazer esse aniversário.

- Ela estar sim... – minha mãe diz.

- Mãe! – sou tirada do transe por Ana - Vamos tocar o parabéns agora. – eu então resolvo segui-la assim como todos também fazem.

Assim que chegamos a grande mesa eu vejo que ainda tem olhares sobre mim e decido desviar a minha atenção das pessoas que estavam ao meu redor para olhar os meus filhos atrás da mesa. Regina aparece e vai para o lado deles e acende as velas do bolo de cada um, eu vejo que a mesma está um pouco trêmula e eu me sinto culpada por ter causado essa reação nela ou pelo menos eu acho que causei.

- Hey, você está bem? – Ruby Pergunta.

Eu estou bem? Eu não sei se estou bem, na verdade eu estou suando por dentro dessa roupa e eu me sinto meio enjoada... vejo Regina se afastar da mesa e em seguida palmas, palmas e mais palmas.

- Sim. – minto para ela.

Cantávamos o parabéns enquanto eu reparava em Regina ou ao menos eu tentava já que me esforçava para prestar atenção em Henry e Ana também. Com o fim da canção eu vejo as pessoas querendo tirar fotos com os aniversariantes.

- Mãe! Vem aqui!! – Ana me chama e eu com muita vergonha vou caminhando em sua direção atrás da mesa, no lado dela se encontra um Henry todo sorridente e ao lado dele... ao lado dele estar Regina — oh não! Eles querem tirar uma foto – muito próximas, não totalmente mas muito próximas. Chego perto de Ana e lhe dou um sorriso torto e vejo por cima do seu ombro que Regina esta tentando desviar a sua atenção para outro lugar.

- O que foi meu amor? – e mesmo sabendo o que ela vai oferecer eu pergunto.

- Vamos tirar uma foto – ela não questiona e nem nada, ela apenas afirma sorrido.

- Mas Ana...

- Por favor mãe! Só uma, eu prometo. – ela diz olhando nos meus olhos e eu só procuro pelo olhar de uma pessoa para receber a real confirmação de que estava tudo bem fazer isso. Regina estar olhando para mim e apenas acena em um simples balançar de cabeça de que estava tudo bem.

- Ok... – digo no fio de voz.

- Então vamos!! – animada Ana sinaliza para um fotógrafo da festa e ele apenas diz para nos ajeitamos enquanto ele conta até três.

- Um! – Ele levanta um dedo e eu vejo Ana me puxando para ficamos mais próximas.

- Dois! – Ele então levanta mais um dedo e eu ponho a minha mão sobre o ombro de Ana enquanto eu vejo pelo canto do olho que Regina faz o mesmo com o Henry.

- Três!! – E então, mesmo que por costume eu abro um pequeno sorriso enquanto o fotógrafo tira as fotos.

- Certo... Agora vamos tirar com a aniversariante e depois com o outro? – Ele pergunta e eu arregalo os meus olhos — muito contato, muito contato Emma!!! – meu inconsciente me alertava.

- Err... – tento falar alguma coisa mas a minha filha é mais rápida.

- Sim!! – Ela diz e a sua outra mãe olha para ela com o um olhar de repreensão.

Eu respiro fundo e solto ar lentamente, Regina faz o mesmo e fala alguma coisa no ouvido de Henry, o mesmo se afasta e a gente se aproxima novamente para tirar as fotos.

- Um... – Ele começa novamente e eu não sei aonde por a minha mão.

Dois!! — certo Emma... pense, pense, pense...

- Três!! – e rapidamente Ana me puxa pela cintura fazendo eu pausar a minha mão também em sua cintura, os meus dedos roçam no tecido do vestido de Regina e eu sinto uma súbita vontade de olha-la nos olhos.

- Certo, agora é sua vez Henry – Ele diz olhando para Henry e eu só me afasto um pouco para Henry se encaixar no nosso meio. Dessa vez eu enrolo o meu braço no seu direito enquanto Regina fazia o mesmo em seu esquerdo. Ele tira e eu me distancio um pouco de Henry.

- Eu quero ver!

- Eu também!!

Ana e Henry falam e correm até o fotógrafo, enquanto eu e Regina ficamos encarando eles.

Eu vejo que esse é o momento certo para cumprir com a minha nota mental e falar com a Regina, eu estava prestes a me virar para falar com ela mas quando eu pretendo fazer isso a mesma se distância e vai para dentro da casa – Merda. – Digo baixinho enquanto bufo.

- Mãe?

- Oi?

- A senhora está bem? — o que deu nesse povo hoje?

- Err... eu estou sim filho – ele acende – Henry!

- Sim?

- Você contou para sua mãe o que vim fazer aqui? – Eu pergunto com certo receio de que ele possa ter contado.

- Não, ela perguntou mas eu não falei nada, nem eu e nem a Ana. - ele pontua e eu franzo a testa.

- Porque vocês não contaram? – Questiono.

- Ah porque Ana disse que você iria contar. – ele aponta para mim e eu apenas aceno com a cabeça

- Certo... obrigado filho. – lhe lanço um sorriso e direciono o meu olhar para porta da casa.

Eu devo ir lá? Eu devo fazer isso? eu devo me explicar? Mas é claro que eu devo.

- Henry?! Eu irei falar com a sua mãe e já volto, certo? – bagunço o seu cabelo.

- Certo. – ele diz e eu saio.


Young And Beautiful - (Lana Del Rey)


Caminho pelo quintal e não olho para os lados a minha preocupação agora era o que eu iria falar com Regina. Adentro a porta que a poucos minutos atrás eu estava estática e procuro por Regina, vou andando pela casa e na cozinha ela não se encontra, nem na sala de jantar e muito menos na sala de estar, eu procuro no seu escritório mas fracasso novamente – Onde você está? - questiono já sem ânimo. Decido esperar ela no pé da escada, talvez ela esteja lá em cima.

Eu ando até as escadas mas algo nas janelas que tinham próximo a porta me chama a atenção então eu decido ir ate as mesmas - Regina? – isso mesmo, ela estava lá fora no quintal da frente da casa, por breves segundos eu reparo nela, ela olhava paro céu estrelado e eu sinto como se já estivesse vivido isso, era algo como déjà-vu...

FLASHBACK ON:

Saio do banheiro e procuro por minha mulher que a poucos minutos atrás estava no quarto, olho em todos os compartimentos da casa a chamando-a mas nem um sinal da mesma.

Decido pegar o meu celular para ligar para ela mas algo lá fora no quintal me chama a atenção.

Abro a porta e Regina estava lá, em pé e olhando para o céu, eu fico observando-a e me deixo levar pelo clima que estava instalado ali.

- Hey querida! O que está fazendo? – questiono assim que saio de dentro de casa.

- Nada... só estou olhando as estrelas. – ela diz e suspira.

- Você está olhando as estrelas sem mim? Eu não acredito nisso – falo indignada enquanto paro atrás dela envolvendo os meus braços ao redor da sua cintura.

- Oh não querida, é que você estava tomando banho e eu vim olha-las enquanto você terminava – ela diz e vira o seu rosto em minha direção.

- Tudo bem eu te perdoo – digo e vejo ela sorrir – mas só se você me der um beijo – falo próximo aos seus lábios.

- só um? – questiona com um sorrisinho nos lábios.

- Depende... – ela me olha e eu beijo todo seu rosto – estou brincando.

- Você acha que... – ela começa mas não continua.

- O que eu acho? – questiono.

-Nada, não é nada. – ela fala virando o seu rosto em direção ao céu novamente

- Ei? Você pode falar meu amor, está tudo bem! -encorajo-a

- É que antes de você chegar eu estava pensando em algumas coisas – ela conta e eu suspiro.

- O que você estava pensando? – questiono.

- Você acha que um dia nós iremos nos separar? – ela fala mas não deixa eu responder - porque se um dia isso acontecer eu não... eu não sei Emma, eu estou confusa, esquece. – ela se enrola nas palavras e vira o seu rosto para mim novamente.

- Ei não pense nisso, certo? Viveremos o agora e o futuro... o futuro deixaremos acontecer.

Regina olha no fundo dos meus olhos e eu vejo os seus marejando - Eu amo você! Eu amo muito você. – ela diz e eu fico meio pensativa, penso em todas as possibilidades de um dia nos separamos, penso em como seria eu sem Regina, penso em como ela ficaria caso isso acontecesse e só então, só depois de pensar muito eu resolvo falar alguma coisa.

- Eu amo você, eu amo muito você! – Beijo delicadamente os seus lábios e me separo dela só para olhar nos castanhos dos seus olhos – e se eu dissesse que esse local é nossa lugar sagrado?

- Como assim? – pergunta confusa.

- Esse imenso – abro os meus braços para que perceba do que eu estou falando – quintal! Seria o lugar onde eu e você compartilharíamos as nossas melhores noites, que ficaríamos sentadas de baixo de sua macieira todas as noites para observar as estrelas, que contaríamos como foi o dia uma da outra e falaríamos sobre os nossos medos e inseguranças, você aceitaria? Você aceitaria fazer desse lugar – falo apontando com o olhar o enorme quintal novamente - o nosso lugar? – eu questiono e acaricio o seu rosto enquanto a mesma pensa.

- Você existe mesmo? Você é tão diferente Swan que as vezes acho que você não existe – ela me diz sorrindo – mas é claro que aceitaria!! – fala um pouco empolgada.

- Então, quando você estiver aqui fora e eu não, você lembrará que eu jamais em hipótese alguma te deixarei. – ela me olha e me abraça.

FLASHBACK OFF


- O futuro chegou tão rápido para nós... – eu digo em um murmuro.


Abro a porta da frente e caminho até ela, eu paro atrás da mesma e ela se arrepiar e passa as mãos nos braços. – Regina? – ela se assusta e olha para trás — não fuja Emma, não fuja!! – meu inconsciente me incentiva.


- podemos conversar? - questiono e ela me olha, me olha no fundo dos meus olhos. — merda, agora sim você pode fugir.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!!

aqui o link da música: https://open.spotify.com/track/2nMeu6UenVvwUktBCpLMK9?si=1WYkuRD4Qv-rAha98HGgGw

O próximo capítulo eu ainda irei escrever, esses três capítulos eu já tinham feito tem um tempo, espero postar o próximo logo logo, até ❤️❤️


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