1. Spirit Fanfics >
  2. A república- Sarry >
  3. Capítulo 12

História A república- Sarry - Capítulo 12


Escrita por: Desgasparzinho

Notas do Autor


Sim, eu estou sensível e talvez alguns sentimentos meus passem pro capítulo… desculpe qualquer coisa
Galerinha, aproveitem esse capítulo que a autora sabe o que vem por aí… acreditem no concelho dessa pessoa que já esta sofrendo por antecipação

Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction A república- Sarry - Capítulo 12 - Capítulo 12

Sal POV

No dia de hoje fazem 6 meses que eu e Larry estamos namorando. Nossa relação de fato é muito boa, quase nunca discutimos e estamos sempre na mesma sintonia. 

Isso sinceramente é muito bom, tô vivendo os melhores dias da minha vida ao lado dele e dos meus amigos. Isso me deixa muito bem. Nem mesmo as provocações de Travis tem feito efeito em mim, olha que antes eu ficava muito chateado com as coisas que ele falava, por que pensava que todos concordavam com ele. 

Porém, Larry me mostrou que eu posso ser amado e que posso amar essa pessoa na mesma intensidade. 

Hoje meu amado moreno me disse que tinha uma supresa pra mim pelo nosso aniversário de 6 meses. Eu tô super empolgado, sei que Larry pensa grande nesses datas, e eu tô com saudades de sair com ele. 

Estou esperando o sinal tocar pra eu poder ir embora da faculdade e finalmente comemorar o melhor dia da minha vida ao lado dele, mesmo se nós só formos comer uma pizza na frente do sofá, eu vou ficar muito feliz. 

Quando estou no corredor guardando as coisas do meu armário, abro e vejo um pequeno bilhete. Quando leio, acho estranho, não era a caligrafia de Larry.

Cuidado, hoje é um dia perigoso para se comemorar seu aniversário. Eles estão atrás de vocês. 

Ao terminar de ler o bilhete olho ao redor, vendo se tinha alguém olhando pra mim, porém, não há ninguém. 

Sério que alguém quis vir me ameaçar hoje? Caralho que ridículo, de verdade. A pessoa nem colocou uma assinatura pra deixar claro quem viria me bater por estar namorando o Larry, homofóbicos imundos. 

Quando estava saindo da faculdade encontro Larry do lado de fora, ele segurava um buquê de flores e estava de terno. Ele olhava pra mim com um sorriso nos lábios, parecia o dia que ele me fez aquela surpresa. 

-O que você tá fazendo?-pergunto sorrindo, ele me entrega o buquê e da um leve beijo onde ficaria minha testa, porém, por cima da prótese. 

-Estou dando um encontro perfeito pro meu namorado perfeito-ele diz dando de ombros.

Olho ao redor e vejo que as pessoas estavam nos olhando, alguns com um sorriso e outros com o feição incomodada. 

-Tá todo mundo olhando pra gente-falo meio tímido, mas ainda sorrindo por baixo da prótese. 

-Tá mesmo-diz ele me dando o braço para que eu enganchasse nele, e assim eu fiz.

Quando vejo, estamos andando em direção a um estacionamento, olho para Larry curioso. 

-Onde a gente vai?-pergunto, ele me olha e sorri. 

-Pro carro-eu fico cada vez mais confuso.

-Mas você não tem carro-ele ri. 

-Não, mas aluguei um… queria ter um passeio especial com você sem ter que pegar ônibus-eu sabia que ele tinha carteira, mas eu nunca o vi dirigir.

Ele aperta as chaves e nós vemos o alarme de um carro preto desarmar. Não era um carro luxuoso, mas era muito bonito e parecia ter sido caro.

-Isso não tá sendo muito caro, né?-pergunto receoso, ele sorri.

-Não muito, mas eu acho que a gente merece uma coisinha mais estilosa hoje-ele diz dando de ombros, eu sorrio.

-Você é o melhor, sabia disso?-digo entrando no banco do carona, ele sorri e entra no do motorista. 

-Pronto pro melhor encontro do mundo?-ele pergunta e eu afirmo e deixo minhas flores no banco de trás, sempre olhando pra elas pelo espelho disponível no quebra sol. 

Ele acelerou o carro e rumamos a um restaurante, eu não tinha aulas a tarde e tenho certeza que ele matou as dele. 

Era um restaurante japonês. Eu nunca tinha comido, mas tinha muita vontade de experimentar. 

Ele pediu um espaço privativo, aparentemente ele pensou que para mim seria mais fácil comer sem a prótese. Ele acertou, mas ainda teria que lidar com os hashis, que eu chamo carinhosamente de “pauzinhos de satanás”, mas o nome certo é hashi. 

Nos sentamos e Larry pediu um rodízio completo, falando com o Sushiman como se ele realmente conhecesse o lugar, e não duvido que conheça. 

Quando nossa comida chega, sinto Larry me fuzilar com o olhar, esperando eu comer e dizer o que achei. 

-E então? Não vai comer?-ele pergunta me olhando com o rosto apoiado nas mãos. 

-Eu não sei usar o hashi-digo baixo, ele entende e se senta mais perto de mim.

Quando vou perguntar o que ele vai fazer, ele pega um pedaço de peixe alaranjado, molha no molho que deduzo ser shoyu e direciona em minha boca. Fico levemente vermelho, porém, abro a boca e como o peixe. 

-E então? O que achou?-ele estava muito ansioso, eu termino de mastigar rindo mínimo.

-Viscoso, mas gostoso-de fato era gostoso, mas a textura era estranha.

-Você tem que parar de usar referências da Disney-diz ele rindo, eu o acompanho.

-E você não pode casar com alguém que acabou de conhecer, Anna-digo brincando, ele ri. 

-Te conheço a mais de seis meses, da pra pedir em casamento já?-ele pergunta com um sorriso maroto nos lábios.

-Claro, mas vai ter que lutar contra meus 7 ex namorados malvados-digo com o mesmo ar do menino a minha frente, que ri.

-Scoot Pilgrim? Sério?-ele pergunta com a sobrancelha levantada.

-Era pra ser sobre a branca de neve, mas tá valendo-digo irônico, rimos e continuamos comendo.

O clima era leve, ele sempre me ajudava a comer enquanto comia suas próprias porções. Descobri que sushi é muito bom, mas você tem que ignorar completamente a textura do salmão. 

Quando terminamos nosso almoço especial, Larry me levou pro cinema, onde assistimos um filme aleatório que estava em cartaz, não estava me preocupando com o conteúdo, mas sim, com Larry. 

Ele estava super entretido no filme enquanto eu observava cada feição do moreno. Quando ele ria, meu corpo vibrava de felicidade, quando era um momento triste e lágrimas caiam, eu corria para secar elas, não querendo ver aquela feição em seu rosto e quando era uma parte que provavelmente iria dar um susto em ambos, ele segurava minha mão. 

Naquele momento eu tive certeza, quero me casar com o Johnson, viver uma vida feliz ao lado dele, sem me preocupar com outras coisas, somente com ele. 

 Quando o filme acabou, fomos pro fliperama onde eu pedi Larry em namoro. Os funcionários nos reconheceram e deram fichas gratuitas para nós, agradecemos milhares de vezes e nos divertimos. Em troca os funcionários só pediram permissão pra nós desejar parabéns em suas redes sociais junto da nossa foto se beijando. Isso foi constrangedor, mas deixamos e eu fiquei feliz com isso. 

Por volta das 19 horas Larry me chama e diz que teríamos um lugar especial pra ir, fui com o moreno, tenho total certeza que vai ser algo espetacular.

Quando descemos do carro, outro restaurante caro, eu olhava o menu e todas as opções me assustavam. 

-Não se preocupa, minha mãe tá pagando pra gente por nosso relacionamento-diz ele segurando carinhosamente minha mão, não iria conseguir esconder essa insegurança minha com facilidade. Mesmo por baixo da minha máscara, ele sempre viu minhas expressões, não seria sem ela que ele ficaria em dúvida. 

Enquanto comemos, o clima novamente, era leve. Larry estava sempre me fazendo rir, tanto com piadas quanto com bobagens que o outro dizia. 

-E então, o que achou do macarrão?-ele perguntou me olhando. Eu pedi um macarrão com molho quatro queijos, já estava abusando do dinheiro dos Johnson.

-Muito gostoso, queria saber cozinhar assim-digo rindo baixo, ele sorri. 

-Que bom que você gostou, eu de verdade queria que esse fosse o melhor dia da sua vida. 

-Você se supera a cada dia-digo com um sorriso sincero no rosto, quero muito levantar e abraçar ele até o mundo acabar. 

-Sal, eu te amo muito-diz ele sorrindo, sua emoção também não estava cabendo no peito. 

-Larry, eu te amo tanto que eu sinto que nunca mais vou conseguir viver sem você. Eu realmente me preocupo muito com minha saúde, mas você é a única droga que eu me permito viciar e não me importo nem um pouco de isso me fuder no futuro, eu só me importo se nesse futuro, eu vou estar com você-digo com lágrimas nos olhos, eu estava tão feliz, eu poderia morrer agora, estaria em paz. 

-Sal-disse manhoso, se levantou fungando e me abraçou forte, eu prontamente retribui. 

-Eu te amo tanto meu menino azulado-sussurrava, eu e ele estávamos chorando de felicidade. Nosso amor era intenso, porém, eu não mudaria um único detalhe nele. Quando sentamos e nos acalmamos, continuamos comendo de mãos dadas por cima da mesa. 

-Desculpem-me senhores, porém, não podemos deixar de notar que são um casal apaixonado em um dia especial, então, nosso chefe mandou isso de cortesia, aproveitem-dizia o garçom deixando uma sobremesa incrível na mesa. Eu e Larry dividimos, estava tudo muito bom e eu estava me sentindo nas nuvens. 

Eram 22 horas, não tinha muito o que fazer na rua, mas eu não queria ir para casa agora. 

-Pronto?-ele me pergunta isso enquanto o funcionário do restaurante pega o carro. 

-Sim, mas eu ainda não queria ir para casa ainda-digo manhoso, não queria que o dia terminasse.

-Quem disse que vamos pra casa?-ele disse e sorriu vendo minha expressão confusa. 

Fiquei mudo ao ver que o GPS estava indo pra um hotel luxuoso.

-Uou… você pensou mesmo em tudo-digo olhando pra Larry, que sorria abertamente.

-Sim, inclusive já tinha levado algumas roupas nossas pra lá, junto de mais algumas coisinhas-eu o olho com dúvida, porém, sentia um calor em meu ventre junto da falta de ar. Como a mudança de ambiente podia me deixar tão ansioso assim? 

Chegando no hotel, fomos direto para o quarto, ele realmente já tinha deixado tudo pronto com o pedido para camareiras não entrarem. 

Na cama tinham pétalas de rosas e por todo o quarto tinham velas coloridas. 

-Vai pro banheiro tomar um banho e se trocar. A roupa que eu deixei pra você tá na pia-dizia ele com um sorriso no rosto. 

Vou pro banheiro e tomo um banho relaxante, Larry tinha deixado algumas colônias com cheiros no banheiro, acho que quer que eu passe. 

Tinha uma com cheiro de rosas e o outro com cheiro de margaridas. Eu passei o de rosas, combinaria mais com o ambiente. 

Quando abro o embrulho deixado na pia me assusto, eu não esperava por isso. 

Dentro da caixa tinha uma fantasia erótica de gato. 

O rabo era um vibrador pequeno, as orelhas eram de prender no cabelo e a coleira tinha escrito “Larry”, eu ri com a ousadia dele de mandar gravar seu nome. Junto tinha uma calcinha de renda azulada, as algemas tinham pelinhos azulados revestindo, para que não me machucasse e a mordaça era nos mesmos tons pasteis de todo o resto. A única coisa que diferenciava era uma corrente com dois mini prendedores nas pontas, sei onde isso vai e dizem que no início é dolorido. 

-L-Larry, é pra por tudo?-pergunto através da porta, eu estava em dúvida se ele queria colocar algo ou se eu iria pronto pra ele tirar.

-Tudo, e vem com o controle na mão-diz com uma voz calma, afirmo e volto a olhar pra caixa. 

A primeira coisa que eu coloco foram as orelhas, eu tive que me concentrar pra deixar alinhada e eu tenho certeza que se estivesse com o vibrador não iria conseguir fazer isso. 

Depois coloquei a calcinha, que pra minha felicidade, tinha um furo na parte de trás, ele tinha pensado em tudo mesmo. 

  Coloquei a coleira junto da mordaça e tentei sorrir vendo que eu realmente estava bonito com essa roupa, eu estava gostando da visão que eu tinha do meu corpo. 

Engulo seco sabendo que as outras coisas vão me dar prazer, ou um pouco de dor. Suspiro e pego a corrente com prendedores. Estímulo meu mamilo com pequenos beliscos e leves rodeios. Quando pronto, coloco devagar e com calma no meu primeiro mamilo, sentindo uma dor média, sabia que iria passar e se tornar prazeroso, mas o início dói. Quando meu outro mamilo tá duro, coloco o prendedor nele também, porém, o outro já estava sentindo um leve prazer, o que me fez suspirar. 

O próximo teria que ser a cauda, não tenho como colocar o vibrador algemado. Suspiro, vejo que o pequeno já tinha sua própria lubrificação, o que é ótimo pois não tinha nenhum líquido viscoso pra eu usar. 

Me apoio na pia e empino minha bunda, sinto com as mãos o buraco da calcinha e encaixo o brinquedo na mesma. Antes de colocar o aparelho em mim, eu suspiro e seguro o ar, sabia que ia ser difícil colocar.

Pressiono o pequeno vibrador na minha entrada, quando entra o início eu suspiro pesadamente e seguro a pia mais forte. 

-Sal, tá tudo bem aí?-ele pergunta do outro lado da porta. 

-Mmhumm-faço esse barulho com a garganta, ele entende que estou com a mordaça.

-Precisa de ajuda? 1 batida pra sim e 2 pra não-nisso eu bato duas vez na porta.

-Certo, tô te esperando ansiosamente, você deve estar uma delícia nessa roupinha-ele fala com seu tom de voz baixo e rouco, quando menos reparo, consegui colocar o vibrador inteiro e deixei um gemido abafado sair dos meus lábios.

-O gatinho tá com o rabinho ou não?-ele pergunta ainda na porta, essa dirty talk é uma maravilha. Bato uma uma vez na porta e posso ouvir um suspiro. 

-Doeu pra por?-seu tom ainda era rouco, eu suspiro e bato duas vezes na porta.

-Que gatinho guloso-ele diz soltando uma risada, eu sinto meu orifício piscar. Coloco as algemas em mim e me olho uma última vez no espelho. Eu estou lindo, corado e ofegante, mas continuo lindo. 

Abro a porta lentamente, tento uma visão do Larry sem camisa e com seus cabelos soltos.

-Se eu soubesse que ficava tão gostoso assim, eu já teria mandado você colocar isso a um tempinho-diz ele tirando as mãos do bolso, me dando a visão de sua ereção muito bem marcada. Eu estava tímido por estar tão exposto, mas era muito tentador ver Larry tão excitado. 

-O gatinho quer leitinho?-ele pergunta sentando na cama e abrindo a braguilha. Eu digo que sim devagar, eu estava querendo seguir em frente mas estava levemente acanhado. 

-Então vem aqui gatinho-ele diz e aponta pro chão, eu penso e ir andando e ele completa-mas tem que vir igual um gatinho de verdade. 

Fico de quatro no chão, com dificuldades para andar assim pois além das algemas prenderam meus pulsos, eu estava com o controle em mãos. Se por um acaso eu ligasse sem querer, iria me desestabilizar e é quase certo que eu iria cair. 

Engatinho até suas pernas e me apoio nos meus joelhos, não encosto nada além de minhas pernas no chão, caso sentasse sobre meus joelhos eu sentiria o vibrador mais fundo. 

-Eu podia ter pedido pra você não usar a mordaça, mas eu queria ter essa visão-ele diz tirando a mordaça e vendo a mesma ficar ligada a mim por fios de saliva. 

-Ver você todo babado é gostoso pra caralho-diz ele passando o dedão na minha bochecha, eu sorrio mínimo. Quando menos espero ele empurra meus ombros pra baixo, fazendo com que eu sinta o vibrador se mexer, indo mais fundo, me fazendo soltar um gemido nada discreto.

Eu estava tão duro que estava doendo dentro da calcinha rendada. Fico com os olhos fechados e respiração ofegante, quando abro vejo que Larry me olhava com um tesão inimaginável. 

-Isso é bom Sal?-ele pergunta vendo que meu quadril tá se mexendo levemente, em um rebolar fraco, estava queimando e necessitava de alívio. 

-S-sim mestre-digo entre suspiros, eu estava morrendo de tesão. 

-Quer que o mestre te ajude? Quer que eu te foda gostosinho aqui na cama? Quer sentir o meu pau indo fundo e forte no seu cuzinho? Enquanto eu vou estar te fodendo vou me deliciar com você gritando meu nome e implorando pra que eu vá mais rápido enquanto você está tremendo de prazer-ele sussurra tudo isso no meu ouvido enquanto passa a mão levemente pelo meu pescoço e ombro. Quando menos espero eu solto um gemido alto e sinto um líquido escorrendo pela minha perna. Eu gozei somente com a voz dele. 

-Você tá tão sensível meu amor-diz ele passando o dedo em meu líquido esbranquiçado e levando para sua boca. 

-Quer que eu realize sua fantasia? Me mama-ele se apoia nos cotovelos pegando o controle da minha mão. Ele me olhava com atenção, querendo se deliciar comigo pegando seu pau e puxando para fora da box preta que usava. 

Olhei pra ele suplicante, ele apenas concordou com a cabeça, me dando permissão para começar a trabalhar em seu membro. 

Deixo um selinho na cabeça rosada. Quando meus lábios terminam de cumprimentar o pau que estava na minha frente, eu começo a desferir beijinhos na lateral, em alguns demorando e em outros dando lambidas junto. Eu estava excitado, porém, muito empenhado em fazer Larry gozar forte na minha boca. 

Quando chego nas bolas dele com a boca, começo a chupar as mesmas enquanto com as mãos, passo a ponta dos dedos delicadamente em seu comprimento. 

Quando acho que aquela região já foi estimulada ao máximo, eu coloco a cabeça rosada dentro da minha boca, fazendo sucção enquanto vejo Larry revirar os olhos. Ele não poupava gemidos e nem arfadas, que se foda se os outros ouvirem. 

Quando vejo Larry põe a mão na minha cabeça e empurra contra seu membro rapidamente, me fazendo engasgar. Tive que fechar os olhos, apertar os punhos e tomar muito cuidado pra não começar a tossir freneticamente. 

Quando me acalmo minimamente, volto a subir e descer com a boca, enquanto com ambas as mãos, aperto e acaricio suas coxas e bolas. Eram as únicas regiões que eu alcançava, estar algemado é muito limitador, mas muito gostoso. 

Enquanto estava mamando o moreno com afinco, sinto ele colocar a mão na minha cabeça novamente, me fazendo fechar os olhos e esperar ele me empurrar mais uma vez. Porém, ele ligou o vibrador, me fazendo das um pulinho de susto. Sua mão era pra eu não tirar a boca daquele lugar. 

-Você não pode parar neném, vai deixar o mestre bravo-ele dizia isso enquanto enrolava alguns fios do meu cabelo em seus dedos. 

As vibrações me dificultam muito, pois eu queria gemer, queria quicar, queria pedir para Larry tirar o brinquedo e colocar seu membro em mim. Mas eu não podia parar, a brincadeira além de estar muito gostosa, tem que ser atrativa para os dois.

Continuo chupando o moreno enquanto eu tremia levemente, eu tinha que fazer ele gozar, eu necessitava sentir seu líquido viscoso na minha boca. 

-Você tá tão empenhado nisso Sal, espero que esteja gostando também-eu tiro o membro da minha boca enquanto dou leves beijinhos.

-Estou adorando isso, mestre-digo olhando pra ele com desejo, enquanto eu ainda acariciava seu membro colado em meu rosto com beijinhos além da leve punheta que estou fazendo.

-Continua se esforçando assim, vou recompensar você depois-diz ele mordendo os lábios enquanto acaricia os meus, ele estava doido pra que eu voltasse a fazer o que eu fazia antes. 

Para pegar ele de surpresa, descido em um movimento brusco puxar seu pênis pra minha boca e fazer uma sucção forte, com direito a barulhos eróticos e um estalo quando solta. 

-Porra Sal… eu tô tão perto-ele dizia isso aumentando o vibrador, eu vacilei por um momento, mas continuei chupando e lhe proporcionando prazer. 

Ele novamente empurra minha cabeça pra baixo com força, só que dessa vez, ele gozou junto. 

Engoli o líquido, que desceu queimando pela agressividade, quando eu finalmente soltei o membro do moreno não me aguentei e comecei a tossir. 

-Tá tudo bem? Fui muito grosso?-ele pergunta colocando a mão no meu ombro, estava preocupado.  

-Eu tô bem, e você sabe que eu adoro quando você é grosso-digo sorrindo e olhando pra ele. 

-Me desculpe amor, vem cá neném-ele diz isso me pegando no colo pelas coxas. 

-O mestre vai me punir por ter tossido?-pergunto fazendo biquinho, ele sorri e morde o biquinho. 

-Eu vou te dar a recompensa mais gostosa da sua vida-ele diz isso e me coloca na cama carinhosamente. Eu sorrio sapeca ao ouvir isso. 

-Tá animadinho?-ele pergunta isso tirando os prendedores de meus mamilos e eu gemi alto. 

-Eu tô extremamente-digo sorrindo enquanto mordo o lábio. 

Ele começa a morder meu pescoço enquanto tira minha calcinha lentamente. Eu afago os cabelos dele enquanto levanto meu quadril pra ele tirar ela sem dificuldades. Enquanto ele tirava, o vibrador tava ligado e se mexendo dentro de mim, dava uma sensação maravilhosamente boa, não estava segurando meus gemidos. Ele sorri ao ver minha calcinha grudenta.

-Eu esqueci que você tinha gozado só com minha voz-eu suspirava com as provocações e com as vibrações. 

-Larry… por favor-eu necessitava dele. 

-Tá bom neném, pode deixar que eu vou te satisfazer-eu coloquei minhas mãos em sua nuca, as algemas nos meus pulsos me impediam de soltar ele agora.

-L-Larry, tira o vibrador-eu estava mordendo os lábios enquanto sentia ele se preparando. 

-Não vou tirar, ao invés disso-ele aumentou as vibrações e colocou a cabeça. Eu gemi alto e senti lágrimas grossas descerem dos meus olhos.

-Uou, eu tô s-entindo as vibrações por todo o meu corpo-ele disse entre suspiros, eu sorrio mordendo os lábios enquanto minhas lágrimas ainda caiam.

-Segura o vibrador L-Larry-digo pausadamente, ele segura e eu empurro ele com meus calcanhares, fazendo ambos gritarem. Queria ele dentro de mim o mais rápido o possível. 

-Ta tão necessitado?-ele pergunta recuperando o fôlego, eu apenas digo que sim com a cabeça. 

-Safadinho-ele disse isso sorrindo maldoso. Ele começou a estocar lentamente enquanto eu sentia o vibrador me torturando. 

-Por favor, mais rápido-dizia enquanto jogava a cabeça pra trás, deixando meu pescoço a mostra. 

-Eu adoro essas marcas que eu deixo em você-ele sorri e eu inverto as posições, ficando por cima.

-Agora curte meu amor-digo isso tirando as mãos da nuca de Larry e coloco elas em seu peito. 

Começo a quicar em seu pau com afinco. Eu gemia incontrolavelmente enquanto arranhava o peito dele, estava enlouquecendo com as vibrações e necessitava de mais. 

Eu deito no peito do moreno e começo a marcar seu pescoço enquanto ainda procuro quicar no mesmo.

-Quando ficou tão safado Sal?-ele dizia entre suspiros, eu sorri.

-É como você disse, você criou um monstro sedento pela sua porra-sussurrei isso no seu ouvido, eu estava perto e estava segurando ao máximo, queria que você fosse primeiro. 

-S-Sal… e-eu…-ele tentava alertar que estava sentindo seu orgasmo perto, eu sorri. 

-Pode gozar Larry, me lambuza com a sua porra, prometo te mostrar minha bundinha jorrando quando terminarmos aqui-com essas minhas palavras eu sinto um jato quente me atingir, provocando o meu orgasmo. 

Estava cansado, porém, promessa é dívida. Desencaixei o membro de mim e me virei ficando de quarto, levantei a cauda, dando pra ele a visão da minha bunda dilatada e de seu esperma saindo e escorrendo pelas minhas pernas. 

-Caralho que coisa gostosa-ele dizia ofegante e passando as mãos pela minha bunda. 

Quando eu ia falar alguma coisa, ele tira o plug do meu rabo puxa meu quadril pra trás, começando a fazer sucção. Eu gritei e arqueei as costas. 

-Porra Larry… e-eu…-não conseguia terminar as frases, ele estava sugando com vontade, fazendo barulho com a boca e me deixando completamente babado.

Quando achei que não poderia ficar melhor, ele começa a me masturbar, eu gritava sem pudor algum, não me importava de parecer uma puta, só Larry poderia ter essa visão minha e sabia que ele adorava. 

Em meio a gemidos, eu acabo gozando na mão do moreno. Ele para e me puxa para seu colo enquanto eu estou controlando minha respiração.

-Feliz aniversário de 6 meses-eu sorri. 

-Feliz aniversário de 6 meses-disse rouco, estava cansado e o boquete que eu paguei fudeu minha garganta. 

-Quer dar uma pausa e continuar em 10 minutinhos?-ele pergunta beijando meu pescoço.

-Claro, o velhote precisa de um tempinho pra respirar?-pergunto brincalhão, ele gargalha. 

-O neném não iria aguentar mais uma-rimos juntos e ele nos deita, estávamos um aproveitando o carinho do outro em um completo silêncio. 

Transamos mais vezes até que realmente estivéssemos cansados. Fomos dormir por volta das 3 da manhã, completamente exaustos e sujos. 

A melhor parte em transar com Larry não é por sermos selvagens, coisa que eu adoro. A melhor parte é que independente das palavras de baixo calão que falamos, sabemos que nosso amor é enorme, podemos ver isso em nosso olhar sempre que terminamos. 

Eu amo esse moreno e vou fazer qualquer coisa por ele, qualquer coisa mesmo. 

~continua~ 


Notas Finais


Deu pra reparar que eu amo a roupinha de gatinho? É a segunda fic que eu introduzi ela no hotKSKKSKSKSKS


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...