História A Revolução - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Amizade, Drama, Família, Ficção, Guerra, Luta, Morte, Revolta, Romance, Suspense
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Palavras 706
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Minha primeira fic, entrei no Spirit há pouco tempo, obrigado. Só esperar que a continuação sairá o mais rápido que eu puder, ainda estou escrevendo.

Capítulo 1 - "Poderosos sem escrúpulos e nem responsabilidade"


Fanfic / Fanfiction A Revolução - Capítulo 1 - "Poderosos sem escrúpulos e nem responsabilidade"

Capítulo 1

“Poderosos sem escrúpulos e nem responsabilidade”

Era uma noite de inverno em 17/03/2001, em uma casinha comum, muito comum, em um bairro periférico, este que se encontrava em Detroit, EUA. Era só mais um garotinho pobre que ali nascia, na própria casa.

- Olhe, Claire, é lindo. - disse o pai de tal garoto, este que se chamava Eno

- Ele crescerá, será forte e vitorioso! - exclamou Claire, mãe do garoto

- Será, seu nome será Dylan, em homenagem a seu vô. Em homenagem a meu pai - afirmou Eno

Passaram-se anos, estamos em 2018 e tenho 17 anos, não acho que sou como um adolescente qualquer, sou amante de tudo que é misterioso. Afinal, aquele que não é apaixonado pelo desconhecido, está inerte.

Eu sei, eu sei sobre eles, sei que há pessoas dentre as salas do poder brincando de deus. Na verdade, não sei como conseguem ignorar, todos sabem da existência dessas pessoas, mas ninguém nunca fez nada a respeito, eu vou ser diferente, eles vão pagar por toda a pobreza do mundo, esta por quem eles são responsáveis.

Como meu vô me dizia, poderosos sem escrúpulos e nem responsabilidade.

Meu vô, este foi um homem exemplar, não tinha medo algum. Porém, creio que este não havia me contado sobre tudo o que sabia, ele morreu em 2013 após recrutar pessoas altamente inteligentes para a Revolução, mas não foi tão fácil.

Eu vou matar aquelas pessoas, vou matar um por um…

- Dylan, você está bem? - disse Kalel, meu amigo de classe

- Sim, eu só estava tirando uma soneca – disse eu, resmungando após levantar a cabeça da mesa

- Bem, desculpe-me por incomodar.

É, acho que às vezes eu vou longe demais, eu nunca conseguiria derrotar sequer o mais baixo nível deles, preciso de ajuda, muita ajuda.

Cheguei em casa, no meu barraco, no meio tanta mais pobreza; isso é justo? Enquanto eles sentam em suas cadeiras elegantes e deitam em suas camas de luxo, muitos de nós dormimos em meio a lama

- Oi, mãe

- Oi, meu amor, vai lá dar oi pra seu pai

- Oi, pai – gritei, pois este estava longe

- Oi, filho – fez ele o mesmo

Entrei em meu quarto e fui ao computador, era meu refúgio, minha realidade, longe de tamanho sofrimento no mundo.

Entrei em um fórum, vi pessoas discutindo a respeito deles, os senhores. Mais pessoas revoltadas como eu.

Comentei: Vamos! Morte aos Senhores!

É o nosso único jeito de confrontá-los, tão fracos somos nós.

- DYLAAAN!!! - exclamou minha mãe, gritando-me da cozinha

- Oque foi, mãe? - gritei também

- COORREE!!! - gritou-a desesperada

Eu corri até onde ela estava, um homem segurou-me pelo braço. Me deparei com dois homens completamente de preto e encapuzados com facas no pescoço de meus pais, ameaçando-me de cortar o pescoço de meus pais, estes que estavam no chão, ajoelhados.

- OQUE ESTÁ ACONTECENDO, QUEM SÃO VOCÊS? - gritei, desolado como estava

- Você é um ótimo garoto, Dylan – disse o líder dos sujeitos

- Eu não sou ninguém, EU NÃO SOU NADA, O QUE VOCÊS QUEREM?

- Você acha que seu conhecimento é mediano, rapaz, mas não. Você sabe muito mais do que imagina. Vou ser claro: me entregue o pendrive,

- Que pendrive? - interroguei, desordenado fiquei neste momento

- O pendrive com as informações! Com todas as imagens, vídeos e demais informações a nosso respeito.

- Q-q-quem são vo-vo-vocês? - ainda mais inibido

Neste momento entram três pessoas pelas janelas, quebrando os vidros. Eles usavam máscaras com fitas led, máscaras neon.

Me soltaram do sujeito que segurava meu braço e lutaram com ele e os outros, estava tudo indo perfeito para meu lado; até que o inesperado ocorreu, antes de ser tomado pelos sujeitos com máscaras, um dos sujeitos de preto disparou um revólver contra meu pai e minha mãe. Eu chorei feito criança, gritando atormentado.

- NÃÃÃOOO!!! - gritei mais desesperançado do que nunca

Depois disso um deles desacordou o atirador, como os três já haviam feito com todos os outros

- Precisa vir conosco, Dylan

- M-m-mas eu nem faço ideia de quem vocês são, por que eu iria?

- Por que não tens mais aonde ir.

 


Notas Finais


Estou escrevendo o próximo, minha primeira fic, perdão


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