História A Rica e o Criminos(Hiatus) - Capítulo 10


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Charisk, Charisk Otp Da Autora(sqn), Desaprovação Dos Pais, Mais Alguma Coisa
Visualizações 231
Palavras 1.652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sabe quando a pessoa tá de boas ouvindo BTS e acaba esquecendo das próprias fanfics? Então... ;-;

Capítulo 10 - Bete Noire


Fanfic / Fanfiction A Rica e o Criminos(Hiatus) - Capítulo 10 - Bete Noire

P.V.O. Chara

Sai do local, porém, a garota estava me seguindo.

– Por que está me seguindo? – Me viro e olho nos olhos rosados dela.

Betty – Não posso te seguir?

– Não.

Eu me viro e volto a andar.

Betty – Por favor! – Ela aparece do meu lado.

– Sai daqui garota!

Betty – Por favooor!

– Eu tenho mais coisa pra fazer do que ter que ficar aturando você.

Novamente, eu paro de andar e me viro para ficarmos cara a cara.

Betty – Anda Chara! Diga que sim.

– Vai ficar me perturbando? – Eu pergunto com cara de tédio.

Betty – Não!                                           

– Ótimo. Pode vir...

Betty – Yay! – Ela abraça meu braço.

– Ei!

Betty ­­– Ops. Desculpe, me descontrolei aqui... – Ela diz se afastando.

– Não faça isso novamente... – Eu digo corado e com raiva.

Eu apenas ouço Betty rindo.

– Qual a graça?

Betty – Você fica fofo corado. – Ela diz apertando uma de minhas bochechas.

– Faça isso mais uma vez e você morre. – Eu digo segurando sua mão e a apertando um pouco forte, ouvi Betty dar um baixo gemido de dor.

Betty – O-Okay... Okay...

 

P.V.O. Bête Noire

A minha mão estava doendo muito, ele realmente havia apertado com muita força...

– Hmm... Para onda você está indo?

Chara – Vou ir ver uma pessoa...

– Que pessoa?

Chara – Uma amiga...

– Sua namorada?

Chara – Que? Não...

– Então o que?

Chara – Está surda? Já falei! É uma amiga.

– Posso ir com você vê-la?

Chara – Você já está me seguindo mesmo.

Felizmente as ruas quase não tinham pessoas, porém, apareceram algumas. Felizmente elas não reconheceram Chara pois ele estava com o capuz do moletom da cabeça. Só que mesmo assim elas tentaram chamar a policia pois viram a HK-418 nas costas dele. Só que ele foi mais rápido, e as matou sem remorço algum com tiros antes mesmo que chegassem no final da rua.

Até que chegamos em uma rua em que três prostitutas aparentemente bêbadas apareceram. Obviamente, assim como os outros elas tentaram fugir, só que Chara foi mais rápido... Ele as matou, porém, apenas duas delas morreram na hora, a terceira desviou do tiro e já estava préstres a sair dessa rua.

Mas antes...

Chara – Merda! – Ele diz tentando atirar na garota, que desviava.

– D-Deixa comigo...!

Eu peguei a faca que estava em um dos bolsos da calça de Chara e corri atrás da garota. Quando a alcancei enfiei a faca em sua garganta e a mesma caiu no chão agonizando até morrer.

Uau... Até que matar é algo muito divertido. Eu me sentia tão bem em ter sangue em minhas mãos e roupa. E ver essa cena dessa vadia morta... me dava vontade de dar altas gargalhadas.

Chara – Mandou bem...

– O-Obrigada... – Eu digo corada enquanto tiro a minha franja da frente de meu olho direito.

Chara – Bom, vamos logo antes que algum policial apareça... – Ele diz segurando em minha mão, o que me fez corar mais ainda, e dando passos rápidos para um outro local.

Durante o caminho, Chara chamou minha atenção.

Chara – Por que seu nome é Bête Noire? Sua mãe sabia que significava “Besta Negra”?

– Já falei... minha mãe me odeia, por isso me deu esse nome... – Eu digo abraçando a mim mesma.

 

FLASHBACK ON

12/08/2005 – 3 horas da tarde.

Lá estava eu com apenas 7 anos de idade sentada em uma mesa solitária comendo meu lanche, afinal, estava na hora do recreio.

Eu havia acabado de voltar da fila da cantina, eu acho que havia perdido quase metade do recreio nela, mas valeu apena pois eu consegui pegar o último sanduiche. Maaas... minha alegria não durou muito tempo...

Allyson – Hey Besta Negra, pegou o último sanduiche não é...? Vamos, me dê logo ele para acabarmos logo com isso.

– Nossa... a Allyson... que medo... – Eu digo sarcástica. – Não. Não irei te dar meu lanche, não foi você quem perdeu metade do recreio para pega-lo.

Allyson – Pff.. e você acha que eu me importo? Se não vai me dar... eu vou tomar a força.

Allyson começa a puxar meu cabelo, eu tentei fazê-la soltar beliscando seu braço, porém acabei deixando o sanduiche cair, e a Allyson o pegou.

Allyson – Obrigada Besta Negra, há há! – Ela se retira.

Eu me seguro para não chorar, então ponho minha raiva contra minha tristeza.

?? – Hey Betty! – Eu ouço uma voz familiar atrás de mim.

Eu me viro e vejo minha irmã gêmea.

Amber – O que aconteceu? – Ela pergunta se sentando ao meu lado.

– Aconteceu que a puta da Allyson pegou meu lanche!

Amber – Betty! Não diga palavrões! Principalmente em um tom tão alto assim! Alguém pode te ouvir e contar para algum professor!

– Foi mal. Mas sério, eu estou furiosa! Quero cortar bem curto aquele cabelo ruivo dela pra ver se ela aprende!

Amber – Hey hey! Sem violência Betty... Vamos contar para a diretora e tudo vai se resolver, okay?

– Ugh! Mas não adianta! Ela sempre vai pegar no meu pé! ...Ela e todos da escola...

Todos da escola me zoavam pelo significado de meu nome... Tudo culpa da desgraçada de minha mãe! Foi na má intensão quando ela me deu um nome! Ela nunca gostou da Amber e muito menos de mim! Porém, ela tratava a Amber como se fosse um relacionamento de mãe e filha normal, diferente de mim, pois se não fosse meu pai, minha mãe já teria me abandonado há muito tempo. Uma vez até, enquanto saia do banho, eu pude ouvir do outro lado da porta minha mãe discutindo com meu pai, ela gritava sobre me odiar e queria que eu estivesse morta, já meu pai me defendia falando que eu nunca havia feito nada para ela e que eu era uma boa criança. Meu pai e minha irmã são as únicas pessoas que eu amava nesse mundo, mas um dia, quando eu tinha 5 anos meu pai conheceu uma mulher chamada Lisa. Se passou alguns meses e meu pai pediu divórcio, mas minha mãe o ameaçou falando que se ele fosse embora, a nossa fortura iria continuar naquela casa, e todo o dinheiro que meu pai recebia ele teria que mandar metade para nós, caso o contrário minha mãe mataria eu e Amber. Quem trabalhava era o meu pai, já minha mãe... há! Ela apenas queria ter uma vida rica. Eu fiquei bem triste quando meu pai foi embora agora seria apenas a Amber para me defender de minha mãe... e infelizmente a mesma tinha medo de enfrenta-la.

 

 

“BESTA NEGRA! BESTA NEGRA!”

Eram as repetidas palavras que eu ouvia no meu dia a dia. Eu ouvia tanto em casa vindo de minha mãe... não, aquela desgraçada nem merecia ser chamada de mãe! E também dos alunos de minha escola. Claro, Amber contava tudo para a Diretora, pois eu mesma preferia ficar quieta por vontade própria, mas a Diretora tava pouco se lixando para mim, Amber e todos os alunos da escola.

Muitos se perguntam o porquê eu ainda não havia cometido suicídio. Bom, suicídio e depressão não estão nos meus planos... Na verdade... pensamentos psicopatas... são eles que estão nos meus planos. Cada dia, cada noite, eu penso em como seria bom se minha mãe fosse morta da pior maneira possível, pelo assassino mais temido de toda cidade Ebott.

 

FLASHBACK OFF

Chara – Betty! Betty!

– Huh? O-O quê?

Chara – Você está bem?

– E-Estou! Eu apenas me perdi nos pensamentos... he he...

Minha vida foi uma merda até hoje. Quando meu aniversário de 14 anos estava chegando, Amber havia desaparecido e três dias depois descobriram que ela foi assassinada, eu fiquei muito abalada, já minha mãe, há! Nem ligou...

 

P.V.O. Frisk

Liguei minha TV, comecei a procurar algum canal interessante, até que chegui no noticiário.

Repórter – Uma mulher chamada Tiffany de 50 anos foi encontrada morta em sua própria residência hoje mais cedo.

Então a câmera mudou para em frente uma mulher, no qual o rosto estava tapado para não ser identificada, em uma rua.

Mulher – Eu vi um homem de moletom verde com uma HK-418 nas costas. Eu havia chegado em casa quando o vi pular o muro e entrar no jardim da casa. Infelizmente seu rosto estava tapado pelo capuz, mas eu vi um pedaço de seu cabelo, seu cabelo era chanel. Provavélmente era Chara... – Sua voz estava distorcida para não ser reconhecida.

MERDA CHARA! Eu odeio o fato desse homem ser um assassino e ladrão... Mas fazer o que né!

Então eu ouço alguém na minha varanda, eu me viro e adivinha? Isso mesmo... Chara- ...Perai... Quem é essa garota do lado dele?

Chara – Eae princesa.

Chara estava do mesmo jeito que aquela moça havia descrevido, moletom verde e a HK-418 em suas costas, também havia sangue seco em seu moletom.

– ...Quem é essa? – Eu me refiro para a garota rosa ao seu lado.

?? – Prazer, sou Betty.

Aquela garota possuía cabelo castanho cumprido de cor rosa nas pontas, e havia uma enorme franja cobrindo um de seus olhos. Sem contar que havia sangue fresco em suas mãos, roupa e um pouco no rosto.

– Hmm... Okay. Mas Chara... POR QUE DIABOS VOCÊ MATOU AQUELA TAL DE TIFFANY?!

Chara – Minha linda, não é mistério nenhum sobre eu ser um assassino. E foi ela quem pediu. – Ele aponta para Betty.

Betty – Eu pedi para ele matar minha mãe.

– Sua mãe? Por quê?

Betty – É uma longa historia.

– Hmm... Okay... Betty, por que você está suja de sangue?

Betty – Eu e Chara matamos umas pessoas enquanto vinhamos para cá.

– ...Já me acostumei. Hm... Chara, posso conversar com você a sós?

Chara – Pode.

Betty – Vou me retirar. – Ela diz indo de volta para a varanda.

– Chara, quem é essa garota..?

Chara – Uma “amiga” minha...

– Hmm... não sei não. Não fui muito com a cara dela.

Chara começa a rir.

– Qual a graça?

Chara – Está com ciúmes? – Ele pergunta rindo.

– Que? C-Claro que não! – Eu cruzo os braços corada.

Chara – Há há. Não se preocupe, princesa, é por você que eu estou louquinho... – Ele diz me dando um selinho, e eu sorrio.

 

 

 

Continua...


Notas Finais


Bateu uma dó aqui só de pensar que eu vou fazer a Betty ser a ríval de Frisk e competir com ela pelo Chara, sabe? ;u;


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