História A Rosa Floresce (Hank x Connor e especiais) - Capítulo 4


Escrita por: e Rip_Shipps

Postado
Categorias Detroit: Become Human, Eddsworld
Personagens Connor, Edd, Kara, Markus, Patryk, Paul ter Voorde, Personagens Originais, Tom, Tord
Tags Detroit, Detroit: Become Human, Hank X Connor, Hannor, Lemon, Yaoi
Visualizações 222
Palavras 1.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sei que demorou um pouquin mas aqui tá

Lembrem-se te eu ter dito que o outro capítulo era o maior que eu tinha feito? Afinal é este com mais de mil palavras
Espero que gostem ^^

Capítulo 4 - Ele sente o mesmo?


Fanfic / Fanfiction A Rosa Floresce (Hank x Connor e especiais) - Capítulo 4 - Ele sente o mesmo?

Visão de Hank

Encontramos um caso de homicídio e fomos ver mais as garotas.

*trim trim*

– É meu pai, desculpa. Sim? Ah, eu estou em Detroit, desculpa não avisei. Vocês podiam vir cá... Pai.. Pai para... Para de gritar! Já pedi desculpa! Não faz mal. Então vocês vêm? Oh, ótimo! Então nos vemos depois!

*desliga*

– Era o John*? -perguntou Raiko.

– Sim e o Paul* a gritar... -respondeu Nancy.

*trim trim*

– Ah, é o Thor*. -disse irritada

*Estes personagens são de outra série então pelos direitos de autor eu mudei os nomes deles para não estar a copiar, espero que não incomode*

Ela começou a falar outra língua que eu não compreendo. Acho que era norueguês ou algo do gênero.

Nós ficávamos muito calados enquanto ela falava com a pessoa.

*desliga*

– O que ele queria? -perguntou Raiko.

– Ele disse que não sabia que eu tinha saído, ele disse que vinha mais Edward e as garotinhas. -respondeu Nancy

– Sim muito bem então. Podemos apresentá-los ao Connor e ao Hank, que tal?

– Só se aceitarem. -disse olhando para nós

– Sem problemas! -respondeu Connor. -Mas quem são? -acrescentou

– É minha família. Ela vem cá. -diz ela

– Muito bem chega de falar temos que resolver o caso! -disse para não ficar sempre calado

– Ok! -responderam em coral (é assim que se diz? É pq ns)

Visão de Connor

Fomos então resolver o caso. Elas as duas eram boas detetives mas a Raiko não usava as suas abiledades de android.

– Raiko... Ahm... Não é nada... -decidi ficar calado

– T-tá bom. - disse ela envergonhada. Ela parece bastante tímida.

Acabamos de resolver o caso e as garotas se deram muito bem. Então todos voltamos para casa e eu fiz o o relatório do caso e depois fui falar com a Amanda.

– Espero que esteja tudo a correr bem Connor! -disse ela com o tom frio de sempre.

– Sim... Claro Amanda. -respondi

– Tens andado um bocado calado Connor.

– Não é nada disso, é só que não sei bem... -respondi me lembrando de Hank.

Hank ^

Amanda Į
distrust ô

Connor isto é importante, não deves te –preocupar com sentimentos parvos! Isso só te atrasa! Assim posso ser obrigada a te desmontar ou mesmo reeniciar! Por isso eu quero avanços! -gritou Amanda.

– Sim senhora... -respondi desanimado.

– Ótimo! -disse ela, saindo.

Bem, isto está a ficar complicado...

Visão de Hank

Acho que estou a ficar louco. Só penso no Connor e no seu sorriso, no seu olhar, nos seus lindos cabelos, nos seus lábios perfeitos... Eu estou mesmo a elouquecer.

Depois do caso eu fui ao Jimmy's bar para ficar a sós, e pensar... Depois fui para casa e continuava a pensar. "Mas o que o Connor é para mim? O que ele pensa de mim? Será que ele sente o mesmo? Ele é um android... Mas não divergente... Estou tão confuso..."

O que fiz foi me deitar na cama apenas isso. Só queria dormir para sempre. Com essa dor em meu peito, que se chama amor... (poesia agora xD)

                     Na manhã seguinte

Visão de Connor

Não consegui "dormir" muito bem, estava sempre a pensar no Hank, será que tou com algum vírus no meu sistema?

Software instability ^

Acordei às 5: 30 da manhã quase sem vontade de trabalhar. Estava com muita instabilidade no software e eu mal carreguei mas mesmo assim me levantei. Tomei um duche rápido e me vesti e depois fui para a delegacia.

Chegando na delegacia vi que Hank não tava e fiquei um bocado triste mas tentei esquecer. Vi Nancy a conversar com Raiko, queria muito saber porque ela não usou suas abelidades de android, pois sei que suas memórias estavam um bocado apagadas.

Passei pela mesa delas.

– Acordaste tarde Connor! -disse Nancy.

– Sim, não "dormi" muito bem... -disse eu pondo a cabeça baixa.

– O que se espassou? -perguntou

– Nada estava a pensar numa coisa e não parava de pensar, por isso não dormi muito bem. -respondi

– Ah, ok, sem problema! -disse ela

Então fui me dirigindo à minha mesa, onde comecei a ver alguns casos. Mais tarde chega Hank...

Visão de Hank

Cheguei um bocado tarde na delegacia, já eram quase meio dia. Quando cheguei vi Connor olhando para mim, senti que fiz alguma merda e fui ter com ele.

– Então algum caso? -perguntei nervoso

– Nada demais não, casos sobre suicídios, homicídios, assassinatos, divergentes, mas são um bocado fáceis. -respondeu. Bem ao que me parece não fiz merda. - Já agora... -falei cedo demais. - Porque acordou tão tarde? -perguntou. Fiquei um pouco confuso com sua pergunta, mas respondi.

– Bem... Pff... Ahm... É que... Tive a pensar numa coisa e... Não consegui adormecer.

– Ah... Ok. -disse neutro sem qualquer expressão. Ainda estava confuso com sua pergunta. Porque raio ele perguntou isso? Bem isso não interessa agora.

Finalmente encontramos um caso que interessasse Connor, então fomos. Fomos mais a Nancy e a Raiko, pois elas eram nossas novas parceiras. Algo simples mas que pode animar Connor, me sentia feliz ao ver Connor feliz, mas o que tou a dizer para aqui? Voltamos para a delegacia, quer dizer o Connor foi eu fui é para casa.

Visão de Connor

Software instability ^

Fui fazer o relatório e depois fui falar com Amanda.

– Seu software está instável, se espaçou algo?

Meu LED piscava amarelo.

– É que... Ver os divergentes e saber que eles são capazes de sentir me deixa um bocado nervoso, me deixa confuso... -respondi

– Connor eu não quero saber dos sentimentos dos divergentes e tu também não devias! -disse ela em um tom de voz alto.

– Eu sei, mas e a senhora? Nunca sentiu nada? Sabe que mais? A senhora não sabe do que eu passo, olhar para o rosto dos divergentes e ver que são capazes de sentir amor por alguém, se sentir... Vivos! -disse no mesmo tom de voz.

– Já chega Connor! És um detetive não um divergente! E se continuares sou obrigada a te desmontar! -respondeu ela com um tom de voz mais alto.

Depois disso ela foi embora, e eu também, mal acredito que fui contra Amanda...

Amanda Į
distrust √

Mas eu me pergunto:
Ele sente o mesmo?


Notas Finais


Bem, bem, bem parece que é isto espero que tenham gostado pois demorou mil e trezentos anos para fazer

Bateu no coração o fim não é? ❤🔫
Até à próxima minhas rosas🌹


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...