História A rosa mais frágil do jardim - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Violette
Tags Drama, Magia, Romance
Visualizações 5
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - The irrational fear of the unknown


Fanfic / Fanfiction A rosa mais frágil do jardim - Capítulo 2 - The irrational fear of the unknown

QUEBRA DE TEM 5 DIAS ==Aline==

 

Passei esses últimos dias trancada em casa só sai pra pegar as comidas que eu pedia, deis do dia que cheguei não fui no mercado, mais hoje acordei decidida vou ir ao mercado levantei de minha cama que nos últimos dias também tem sido meu refugio fui no bainheiro fiz minha higiene sai coloquei qualquer roupa e sai morrendo de medo mais determinada, ao sair percebi que Rosa e aqueles garotos saindo da casa com mochilas, talvez eles vão para a escola eu nunca fui pois tenho medo, ela me olhou e sorriu

 

Rosa-oi er... você não disse seu nome-olhei pra ela com medo

 

Eu-meu nome é Aline

 

Rosa-vai para escola ou arrumar uma?, você pode estudar comigo minha escola é muito legal-ela olhou pra mim esperando uma resposta 

 

Eu-não tenho medo

 

Rosa-ok vou ir com o pessoal ali ok?

 

Eu-claro eu também tenho coisas pra fazer, você sabe se por aqui perto tem algum mercado?

 

Rosa-claro tem um perto da minha escola vem com a gente-ela apontou pra turma dela eu neguei com a cabeça-vamos vai ser legal-ela me arrastou até eles-ei pessoal ela vai com a gente, ela precisa ir no mercado e tem aquele perto da nossa escola-todos concordaram-então Aline por que você veio morar aqui sem sua família?

 

Eu-eu não sei-pensei um pouco-acho que foi porque minha irmã quis-falei como se aquilo fosse normal

 

Rosa-mas por que ela quis isso?-dei de ombros-por que seus pais concordaram com isso-dei de ombros de novo-bom pode contar com a gente somos sua nova família

 

Alexy-claro fofa não precisa ficar triste

 

Eu-eu não estou triste, nunca me senti triste-ele me olhou com uma cara tipo "serio?"e eu apenas disse que sim com a cabeça-e tenho medo de ter uma família a ideia me assusta-Castiel deu uma risadinha e recebeu uma soquinho do Lysandre

 

Castiel-me diz uma coisa de que você não tem medo?-ele falou com um sorrisinho de lado 

 

Eu-espíritos-eles me olharam como se fosse uma louca-a ideia de ter um do meu lado não me atormenta e sim me agrada 

 

Castiel-estranha

 

chegamos perto do mercado Rosa e os outros se despediram de mim,comprei tudo que eu precisa gastei 600 reais, para ir embora peguei um taxi,chegando em casa o taxista me ajudou a levar as coisa para dentro de casa,agradeci e dei um extra a ele, e me tranquei de novo minha casa esta muito escura, ta acho que essa coisa de medo esta indo longe de mais de verdade, não consigo sair de casa, fazer amizades, ir a escola talvez seja hora de uma psicologa, mais eu nem sei onde tem uma aqui, e eu não tenho celular por que tenho medo que ele exploda na minha mão, meu deus isso é muito doentio estou vivendo em função do medo,o que vai ser do futuro medo de mim mesma, espera eu estou com medo de mim agora, medo do que eu vou ser se não mudar isso de uma vez, talvez Rosa possa me ajudar, não vai pensar que eu estou ficando louca se bem que já estou

 

DE NOITE NO MESMO DIA!

 

já estava pronta para falar com Rosa, engoli todo meu medo, e estou na frente da porta da casa dela quase tendo um mini ataque cardíaco, bati na porta dela e ouvi barulhos de passo, engoli em seco com os olhos já marejados, a porta se abriu revelando rosa, a mesma quando me viu abriu um enorme sorriso 

 

Rosa-oi Aline no que posso ajudar?-ela estava com um sorriso confortante em seus lábios como se quisesse me passar tranquilidade, respirei bem fundo e soltei

 

Eu-Rosa me a...a...ajuda a encontrar uma psicologa? eu não conheço a cidade-ela me olhou e pensou um pouco para logo em seguida estralar os dedos, parecia que ela tinha acabado de ter uma ideia

 

Rosa-minha prima é psicologa ela pode te ajudar, mais me conta deis de quando você tem esses medos estranhos-curiosa ela?sim muito, minha vida não diz a respeito dela mais eu nunca me desabafei com alguém, e algo me dizia para confiar em Rosa

 

Eu-bom deis que intendo por gente, sempre fui criando algum medo do nada, as vezes tinha medo até da minha família-ao falar família lembrei do que minha vó me dizia, ela sempre falava que eu era normal e que ninguém poderia me ajudar, mas eu teria que espera até meus 18 anos para descobrir oque eu tinha-minha vó falava coisas estranhas 

 

Rosa-como oquê?-ela me olhou interessada parecia que queria mesmo me ajudar 

 

Eu-desculpa pensei alto, não queria que você perdesse seu tempo comigo-ela me olhou como se estivesse tudo bem então continuei-ela me falava que era igual a mim e que a resposta viria mais tarde nos meus 18 anos 

 

Rosa-ta isso é estranho e por que ela não te falou logo o que era isso

 

Eu-ela morreu logo em seguida não tinha tempo

 

Rosa-sinto muito eu não queria...

 

Eu-tudo bem pessoas vão é normal, provavelmente ela está em um luga melhor-Rosa me olhou de cima a baixo

 

Rosa-será que isso tem algo haver com seu corpo, não me veja mal mas você parece uma criança, fofa mais ainda sim uma criança 

 

Eu-parei de crescer quando tinha 13 anos, por algum motivo minha família se apavorou mais do que estava, e minha vó ficou mais feliz

 

Rosa-nossa mano acabei de lembrar de um livro que o Nathaniel me falou que leu-ela me olhou-era sobre bruxas suas características é igual a uma que ele me falou

 

Eu-isso já é viajar demais-ri fraco lembrando de historias de bruxas que minha vó contava-eu só sou diferente, está esfriando acho melhor voltar, obrigada por me ouvir Rosa-ela me deu um tchauzinho e eu fui embora.

 

 



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