História A Rosa Vermlha de uma Noite Sem Estrelas - Capítulo 6


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Categorias Chapeuzinho Vermelho, Mitologia Celta, Mitologia Grega
Personagens Chapeuzinho Vermelho, Lobo Mau, O Caçador, Personagens Originais, Vovó (Granny)
Tags Ficção, Original, Romance, Sobrenatural
Visualizações 22
Palavras 1.104
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - O...Olá Sr. Miller


Fanfic / Fanfiction A Rosa Vermlha de uma Noite Sem Estrelas - Capítulo 6 - O...Olá Sr. Miller

Fecho a porta do quarto atrás de mim. Ando até a frente do meu armário e jogo a toalha na cama atrás de mim. Abro o velho armário de madeira, ouvindo sua porta ranger um pouco. Pego o primeiro vestido de vejo pendurado no cabide. Sorriu ao vê-lo, pois ele foi um presente do meu pai. Ele era laranja, um pouco sujo, mas ainda era belíssimo do mesmo jeito, sua manga ia um pouco além dos cotovelos, e a sai quase se arrastava no chão. Vesti-lo não foi tão difícil, apesar de que eu não uso esse vestido desde os 15 anos. Eu o examinei no meu corpo, ele valorizava minhas curvas e quadris.

Papai dizia que eu tinha que arrumar um marido rápido, mas ele não sabia que eu e Jason estávamos apaixonados naquela época. Foi um choque quando descobriu, mas ficou feliz por mim, disse que eu tinha me apaixonado pelo homem certo, já que a família do Jason era muito conhecida pelas suas terras e suas riquezas. Eu não ligava muito para isso, apenas queria Jason ao meu lado.

Eu brincava com o vestido, como se fosse uma criança. Girava, pulava, mexia nele. Isso me lembrava da minha festa de 15 anos, em que dancei com meu pai. foi divertido, convidamos apenas os amigos mais próximos, o que se resumia nos meus pais e a família de Jason. Eu me diverti muito aquele dia. Sinto muita falta do meu pai.

Volto a realidade, e sinto como se tivesse recebendo um soco no estômago da mesma. É tão estranho pensar que ele se foi, sinto como se eu pudesse ir até o seu quarto e vê-lo sentado na cama, esculpindo madeiras, que é o que fazia em seu tempo livre. Olho para cima quando sinto as lágrimas vindo. pisco centenas de vezes até a vontade de chorar parar. Nisso, acabo olhando para o lado, vendo Jason me admirando, encostado na parede do quarto, com as mãos atrás das costas. Seu corpo, assim como todo o quarto, estava tingido de laranja, pela luz do sol que se despedia de nós no horizonte.

- Que faz aqui? - pergunto com um sorriso no rosto, e com a voz chorosa.

- Lembro desse vestido. - ele afirma, vindo em minha direção. Tento limpar a lágrimas, mesmo que ele já as tenha visto. Ele segura minha cintura e me senta na minha cama, ao seu lado.

- Sinto falta dele - sussurro tão baixo que penso que ele não ouviu.

- Eu também! - ele diz levantando meu queixo com o dedo indicador. - Todos sentimos falta dele.

Sorri para ele. Ele me deu um selinho e me abraçou fortemente. Me sentia tão bem e segura em seus braços. eu sabia que podia contar com ele para qualquer coisa, até as mais complicadas.

Estava tudo perfeito, até ele dizer aquela maldita frase...

- Meu pai está aqui. - demorou uns três segundos para meu cérebro entender o que ele tinha dito, e quando entendeu, fez com que eu o soltasse rapidamente. 

- oh... meu.. deus - sussurro a mim mesma.

- Olha, isso não é tão ruim... - eu o interrompo.

- Oh Meu Deus Jason! - exclamei. Levanto-me da cama completamente alterada - Nós já não combinamos que você me avisaria antecipadamente?!

- Bom... eu esqueci. - ele faz aquela cara de "me desculpe, por favor." que cachorro faz quando rasga todas as almofadas da casa deixando-a cheia de penas.

Respirei fundo, segurei o ar, e o soltei pela boca. Sei que é muito estresse por apenas ver meu sogro, mas Jason sabe muito bem que, se a algo que me da medo, é o seu pai. Eu nunca entendi o porquê desse medo. Não sei se é por causa do seu tom de voz calmo porém alarmante, ou se é o seu olhar penetrante, ou sua simples expressão assassina. Enfim, acho que é tudo isso.

Sinto minhas mãos começarem a suar, e respiração se alterar.

- Onde ele está? - pergunto para Jason quebrando um grande bloco de gelo entre nós.

- Lá em baixo, na sua sala. - olho para ele com os olhos arregalados. Ele se levanta e tenta segurar meus braços - Olha, você teria que vê-lo alguma hora de qualquer jeito. 

- Concordo, mas não agora. - digo desviando da sua tentativa de me reconfortar. Dou a volta por ele e sento novamente em minha cama, pensando numa maneira de fingir estar doente.

- Ok, escuta - Jason diz, se sentando ao meu lado, me olhando nos olhos. - Sei que está assustada, mas ele viria aqui mesmo, uma hora ou outra, talvez até de surpresas, quem sabe? Porém, agora, eu estou com você, e só peço... só te peço para confiar em mim, ok?

Fecho os olhos, tentando raciocinar. O que ele diz tem coerência, e muita. Mas não é no Jason que não confio, é no pai dele. Mesmo assim ele tinha razão. Não dava para ficar com medo de meu sogro, o pai do pai dos meus filhos, sendo que ele nunca me fez nenhum mal.

Respiro fundo antes de dar minha resposta final.

- Ok. Eu vou.

Ele da aquele lindo sorriso pelo qual eu me apaixonei, me beija, quase me colocando nas nuvens novamente, mas o beijo acaba mais rápido do que começou. Ele me puxa pelo braço, em direção ao primeiro andar...

Onde estava o pai dele.

Assim que chegamos a sala, vejo minha mãe e seu pai sentado na sala, conversando algo que parecia ser muito engraçado, pois estavam rindo como loucos, até os olhos do Sr. Miller pararem em mim.

- O... olá, Sr. Miller - digo nervosa, estendendo a minha mão.

- Por favor, me chame de Michael- ele diz apertando minha mão - é um prazer revê-la, senhorita Montaña.

- O prazer é meu - digo em um tom um pouco mais confiante.

Minha mãe olha para mim muito surpresa, é a primeira vez que ele não me vê suando feito uma porca prenha e sem falar de tento gaguejo.

- Bom, acho que agora podemos comer, certo? - todos assentimos, e fomos a sala de jantar.

Jason puxa minha cadeira e se senta ao meu lado. Nós oramos, e começamos a comer. Todos estavam em silencio até minha mãe decidiu quebra-lo.

- E como foi os preparativos para a festa? - ela pergunta.

- Bem, muito bem, conseguimos que a festa fosse aqui na vila, convidamos alguns dos moradores, os mais próximos. E também - ele da uma leve pausa, como suspense - conseguimos organizar a lua de mel.


Notas Finais


Eu sei que esse capitulo ficou curto, mas como esta muito tarde, não vou conseguir termina-lo a tempo. Terminarem dia 13/07. Prometo.


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