História A Saga de Nuru (Starbound) - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Tags Aevntura, Romance, Sci-fi, Starbound
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Palavras 1.926
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Científica, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Último capítulo da fanfic. Espero q vcs gostem. A fanfic é baseada no jogo Starbound. Se você começou a ler por aqui sugiro que vc leia os capítulos anteriores pra entender oq ta acontecendo.

Capítulo 10 - O Reencontro


"Eu preciso encontrar a Nuru, mas como?" -pensou Ivar. Foi então que ele teve uma grande ideia. Ivar se lembrou de como conheceu Nuru, naquela caçada. Tudo o que ele precisava fazer era participar de novo. Nuru com certeza estaria lá.

Depois de se preparar, Ivar foi para sua nave e foi até uma vila de florans que ele conhecia. Chegando la, ele foi até o chefe e pediu para se inscrever na caçada, mas as vagas haviam acabado. Tinha que ter outro jeito. Então Ivar teve outra ideia:

- Por que você não me leva como caça para eles? -Sugeriu Ivar

- Eu posso fazer isso, mas você terá que matar o alvo da caçada desse ano sozinho. Você acha que dá conta? -Respondeu o chefe, um tanto hesitante

- É um risco que eu preciso correr...

Ainda faltava uma semana para a Caçada, então Ivar foi levado imediatamente até a criatura. Era um Ixodoom, igual no ano anterior. Ivar não sabia como iria fazer para arrebentar a carapaça da criatura, mas ele estava determinado a entrar na Caçada. Ivar e o Ixodoom foram colocados em uma arena fechada para se enfrentarem. Ivar já não levava mais seu escudo e nem podia usar seus "poderes", pois havia os esgotado durante a luta com a Ruína. A criatura ataca Ivar assim que o percebe, dando inicio a uma disputada luta. O Ixodoom atacava com suas garras enormes e Ivar se esforçava para se esquivar, mas ele não era de ferro. Enquanto desviada, Ivar percebeu que a criatura estava pendurada em uma teia. Depois de desviar de mais um golpe, Ivar pegou uma tocha das paredes e arremessou na teia, fazendo ela queimar e derrubando a criatura, que agora estava vulnerável. Ivar acertou um golpe em um dos "braços" da criatura, fazendo com que ela abaixasse, dando a chance de subir nela. Quando subiu, Ivar começou a usar o cabo da sua espada para arrebentar a carapaça na cabeça da criatura. Assim que arrebentou a carapaça, Ivar logo matou a criatura. "Nuru... estou chegando..."

ALGUNS DIAS DEPOIS

Era a véspera da Caçada. Geralmente Nuru estaria animada em um dia desses, mas desta vez não estava. Aquela cena do planeta (Ruína) explodindo havia mexido com ela. Ela se sentia culpada por Ivar ter "morrido". "Eu poderia ter ido junto... mesmo que não pudessemos sair, pelo menos eu morreria junto com ele..."-pensou Nuru, derrubando algumas lágrimas. Apesar de tudo isso, a Caçada era no dia seguinte e Nuru queria participar. Talvez aquilo a animasse um pouco. Nuru não tinha conseguido dormir bem desde aquele dia. Ela tinha pesadelos com o planeta e com Ivar, várias sonhando com Ivar morrendo diante de seus olhos sem poder fazer nada. Mas ela precisava aguentar, pelo menos até a Caçada.

Quando acordou, Nuru começou a se preparar para a Caçada. Assim que entrou nas Cavernas Cerimoniais, Nuru começou a andar. Ela evitava lutar contra outros inimigos e não corria, pois estava muito desanimada. Ela ouvia os gritos e xingamentos que os competidores faziam a sua frente, enquanto andava calmamente até seu objetivo. Ela não fazia questão de ganhar dessa vez. Enquanto andava, Nuru passou por um lugar familiar.

- Foi aqui que tudo começou... quando eu puxei esta alavanca, Ivar conseguiu seguir seu caminho...

Nuru se ajoelhou e estava prestes a chorar, viu vários caçadores correndo. Um deles parou e disse:

- VOCÊ PRECISA CORRER! ELE TÁ ACABANDO COM TODO MUNDO!

- Ele o quê? -Respondeu Nuru, um pouco surpresa

- A presa não é uma criatura, e sim uma pessoa! Ele esta acabando com todos os que lutam com ele! Nem você pode acabar com ele! Vamos, corra!

Nesse momento, Nuru começou a acelerar, pois queria ver quem ou o quê estava causando tudo aquilo. Quando chegou na porta da ultima sala, ela foi surpreendida por mais caçadores fugindo assustados. Ela entrou de fininho e se escondeu em uma pilha de folhas que estava esparramada por lá. Ela observou mais um grupo de caçadores lutando contra aquela pessoa.

Ivar estava lutando com todas as suas forças. Ele lutaria até que Nuru entrasse naquela sala. Exausto depois de enfrentar um outro grupo de caçadores, Ivar se apoia em sua espada para se levantar e enfrentar seus próximos oponentes. Era um grupo de três caçadores e todos empunhavam lanças e escudos. Ele empunhou sua espada, preparado para lutar contra eles, quando um deles tentou dar o primeiro golpe. Ivar desviou e puxou o cabo da lança, fazendo com que um dos caçadores fosse em sua direção e lhe dando um soco, deixando ele inconsciente. Os outros dois atacam ao mesmo tempo. Ivar consegue desviar de um dos golpes, mas o outro consegue perfurar seu braço esquerdo. Ivar estava tentando não matar. Ele estava cansado de ter sangue em suas mãos. Ivar então pegou sua espada apenas com seu braço direito e se esforçou para atacar. Com muito esforço, ele arrebentou as duas lanças. Depois disso, ele disse:

- Corram... não quero matar mais...

Os caçadores fugiram assustados, deixando Ivar sozinho na sala. Ele estava muito ferido, mas se recusava a cair. Sangue escorria do seu braço perfurado e de tantos outros cortes e pancadas que ele havia tomado. Ivar tirou seu capacete por um instante, pois queria respirar sem fazer muito esforço. Quando fez isso, Nuru saiu de seu esconderijo com sua lança empunhada. Quando percebeu a presença de mais alguem na sala, Ivar gritou:

- VÁ EMBORA! EU NÃO QUERO TE MATAR!

Mas quando se virou, ele soltou sua espada e seu capacete.

- I-Ivar...? É você mesmo? -Perguntou Nuru, sem acreditar em seus olhos

- NURU! -Exclamou Ivar, sem conseguir conter sua empolgação.

Nuru largou sua lança e se ajoelhou. Como aquilo era possível? Como o homem que morreu na explosão daquele planeta estava lá, diante dela. Nuru não conseguiu se conter e começou a chorar. Ivar andou até ela. Ele queria dizer algo, mas não sabia o que. Ele havia sumido por um ano. Ela deveria detestá-lo.

- Nuru... me desculpe...

Nuru ficou em silêncio. Ivar se sentia péssimo por aquilo. Ele nunca quis fazer ela se sentir mal, mas aparentemente ele havia conseguido fazer isso muito bem. Ela estava sentido várias coisas ao mesmo tempo, sem saber para qual dos sentimentos deveria dar mais atenção. Ela estava brava, mas ao mesmo tempo aliviada. Ela se levantou e olhou para Ivar, ainda com algumas lágrimas nos olhos, e disse:

- N-Nunca mais faça isso comigo... Você quebrou sua promessa... VOCÊ SABE PELO QUE EU PASSEI? SABE COMO EU ME SENTI? SABE COMO É IR DORMIR TODAS AS NOITES SABENDO QUE A PESSOA QUE VOCÊ AMAVA ESTAVA MORTA POR SUA CAUSA?

Nuru estava chorando ainda mais agora. Ivar então a puxou gentilmente para perto e a abraçou, encostando sua cabeça em seu peito. Nuru queria sair, mas não conseguia. Ela sentia muita falta daquela sensação, daquele calor. Ela ainda estava confusa, mas estava feliz que Ivar estivesse bem.

- Nuru... me perdoe... se eu puder compensar de alguma forma...

Ela conseguia sentir o coração dele acelerado. Apesar de tudo aquilo, ela ainda amava ele e queria ficar com ele. Então ela respondeu:

- Tem uma coisa sim...

- O quê? -Disse Ivar, um tanto aliviado

- Você pode me levar de novo. Eu ainda gosto muito de você, apesar de tudo... -Respondeu Nuru, ficando um pouco corada- Vamos sair logo daqui. Você está péssimo...

Nuru levou Ivar até a saída, onde foi encontrada pelo sacerdote que organizava a caçada.

- Que destino você escolhe para ele? -Perguntou o sacerdote

- Quero que ele seja solto -Respondeu Nuru

Depois disso, Nuru e Ivar foram até o teletransportador para voltar para a nave dele. Eles estavam muito cansados, mas Ivar queria explicar para Nuru o que havia acontecido. Depois de explicar, Nuru se acalmou um pouco, pois ela entendeu que ele não tinha sumido porque ele quis e sim porque ele não podia voltar.

- Sabe... eu senti muita falta disso... finalmente me sinto em casa de novo... -Disse Nuru

- Também senti falta disso. Nossos últimos dias foram meio tumultuados... você se machucou... depois eu fui lutar com a Ruína...

- Ei, Ivar... desde quando eu vim com você eu sempre quis te pedir uma coisa, mas nunca tive coragem... Mas quando você "morreu" eu achei que nunca ia poder perguntar... então posso perguntar agora? -Disse Nuru, ficando um pouco corada

- P-Pode... eu acho... -Respondeu Ivar, um tanto desconfiado

- V-Vamos fazer amor? -Perguntou Nuru, ficando muito corada

- Como? -Respondeu Ivar, sem entender direito

- N-Não me faça repetir! -Respondeu Nuru, ficando envergonhada

- Eu já disse que você fica muito fofa quando está com vergonha? -Brincou Ivar

- V-Você vai responder ou não? 

- Quando formos dormir, pode ser? Estamos sujos e exaustos agora... -Respondeu Ivar

- Claro! -Disse Nuru, sem conseguir esconder sua felicidade.

Nuru e Ivar se limparam e ficaram um tempo conversando. Eles também trataram dos ferimentos de Ivar, e quando acabaram eles foram comer. Nuru estava comendo rápido, pois estava ansiosa. Aquela seria sua primeira vezIvar, por outro lado, estava indo com calma. Aquela não era sua primeira vez e ele estava machucado e cansado. Mas ele não queria fazer Nuru esperar.

Quando chegaram no quarto, Ivar apagou a luz principal, deixando acesas apenas algumas luzes fracas. Nuru timidamente tirou suas roupas e se deitou junto com Ivar. Apesar de estar machucado, ver Nuru estava o deixando animado (se é que me entende), então ele fez o mesmo que ela. Ele puxou o cobertor para fora da cama e fez ela se deitar de barriga pra cima. Nuru estava um pouco tensa, pois era sua primeira vez e ela não sabia se machucaria, mas essa tensão foi quebrada logo que Ivar tocou em sua "intimidade" pela primeira vez, fazendo ela soltar um gemido. Ela já estava um pouco molhada, mas Ivar queria deixar ela "animadinha" também. Ele passava seus dedos vagarosamente pelos lábios da "intimidade" de Nuru, até que ele começou a estimular uma pequena saliência (quem sabe sabe kk), fazendo Nuru gemer novamente. Ivar prestava atenção nas expressões que Nuru fazia com seu rosto, deixando ela um tanto envergonhada. Ivar então abriu as pernas delas e começou a lamber gentilmente sua "intimidade". Nuru nunca havia sentido nada como aquilo. Ela estava um pouco tensa no começo, mas agora ela estava mais tranquila. Depois que estimulou Nuru o suficiente, Ivar introduziu seu órgão nela. Ela soltou um gemido, surpreendida, mas não tentou pará-lo. Ele então começou a mover seu quadril bem devagar, para não machucar ela. Nuru já tinha entrado no clima, então ela abraçou Ivar enquanto ele movia seu quadril. Logo ele acelerou o ritmo, fazendo Nuru segurá-lo com mais força. Conforme acelerava, ambos se aproximavam de seu clímax. O de Nuru veio antes, fazendo suas pernas tremerem enquanto o prazer tomava conta de seu corpo. O de Ivar chegou logo depois, fazendo ele liberar tudo dentro de Nuru. Depois que terminaram, Nuru se ajeitou na cama enquanto Ivar pegava o cobertor de volta.

- I-Isso foi muito bom... -Disse Nuru

- Foi mesmo. Te amo, Nuru...

- T-Também te amo, Ivar...

- O pessoal la do Ark vai ficar feliz em te ver de volta. Ainda temos muito trabalho pra fazer se quisermos reerguer o Protetorado Terrestre. -Disse Ivar, pensando no futuro

Depois disso, os dois foram dormir. Nuru finalmente conseguiu descansar em muito tempo e Ivar estava feliz de que Nuru estava la com ele. Eles ainda tinham uma longa jornada juntos.

 


Notas Finais


Eu sei que os floran se reproduzem esfregando a bunda uma na outra (o que é estranho, mas não fui eu quem inventou isso), mas se eu prometi trepação eu tenho q dar trepação, né? Usem camisinha, caralho
Esse foi o ultimo capítulo da história. Espero que tenham gostado de ler tanto quanto eu gostei de escrever. Não sou o criador de nenhum dos personagens (só de Ivar, que eu peguei o nome emprestado da série Vikings :v), raças ou criaturas. O crédito disso vai para o jogo Starbound, que você deveria conferir caso tenha gostado da fanfic.


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