História A Sakura do Itachi - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Itasakusasu, Naruto
Visualizações 1.049
Palavras 4.834
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Naruto não me pertence e seus personagens também não.
O intuito dessa fanfic é totalmente interativo e sem fins lucrativos.
Por isso, não me processem, por favor. Não tenho como pagar uma fiança e da cadeia não dá pra postar.

- Oi... - disse eu, com a voz arrastada pelo desejo insano que sentia.

HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHA

Tem gente esperando aí? Pra acabar bem o sábado. Se você tá em casa, se delicie. Se está chegando da balada, termine com essa loucura.

Continuo pedindo pelo não-julgamento, porque escrever um threesome é difícil pra porra haahhahahaha!
Espero que gostem.

ps.: continuo querendo ser as Sakuras das minhas fics.

Amo vocês!
Boa leitura!

Capítulo 2 - Se a vida te der a Sakura de cunhada, foda ela.


Sasuke concordou, ainda no piloto automático. Estava quase gravando as informações prévias. Quando se sentiu pronto, olhou pros dois, que entenderam imediatamente.

- Tá. O que eu faço?

Era quase um boneco na mão de dois devassos. E aquilo parecia tão insano, que era deliciosamente maluco. Mas se arrependeu no instante em que perguntou. Não era nenhum inexperiente mas os dois depravados na sua frente riram como se fosse.

- Certeza que não é virgem? - o irmão perguntou dando uma risada desconfiada.

- Tsc, vai se ferrar, Itachi. - murmurou, um tantinho constrangido. - Não sou virgem mas… porra, eu nunca fiz isso!

- Sexo? - Itachi não resistiu, ainda mais vendo Sasuke bater as mãos no ar. Teria tirado mais um pouco de sarro, mas Sakura o olhou “daquele” jeito.

Não com reprovação. Com desejo.

Não era hora de brincadeirinhas ou implicâncias fraternais. Ela queria sexo e teria, por bem ou por mal.

Itachi reconhecia aquele olhar, tanto que engoliu uma saliva ao vê-lo. Sakura com fome de sexo chegava a ser assustadora. É por isso que amava tanto aquela mulher. Ela conseguia ser ainda mais ninfomaníaca que ele mesmo.

- Só… relaxa. - ele aconselhou o irmão, com os olhos colados na namorada, que sorriu daquele modo devasso.

Sasuke tentaria fazer isso. O clima tinha caído um pouco, bem como a dureza do seu pau. Mas foi só ver Sakura, só de calcinha, sentar no colo do irmão, que sentiu as coisas dando sinal de vida.

Ele estava embasbacado. O modo como a cunhada rebolava em Itachi era ainda mais bonito do que quando só imaginava. Ela tinha uma maestria no rebolado, que ia fazendo com que a calcinha se enviasse cada vez mais entre as bandas da bunda. E Itachi parecia tão em transe quanto ele. Sasuke poderia julgar que o irmão, aquele sentado ali, embaixo das reboladas precisas de Sakura, era tão refém daquela mulher, quanto ele, dos gemidos que ultrapassavam as paredes do quarto.

Talvez não houvesse uma Sakura do Itachi mas sim um Itachi de uma Sakura perigosamente devassa.

Sasuke teve certeza disso, quando ela olhou sobre o ombro, alheia às chupadas que o namorado dava em seus mamilos. Aquela mulher ali era capaz de fazê-lo cometer um crime, só pedindo. Mas não era isso que ela queria. Os olhos de Sakura somente pediram que ele se juntasse aos dois.

E ele foi.

Meio inerte, meio sem controle dos próprios passos, Sasuke só foi andando, até subir pela cama amarrotada. Quando estava colado às costas dela, Sakura tombou a cabeça para trás, exigindo que ele tomasse seu pescoço.

Ela não dava nenhuma ordem, mas era incrível como ele se sentia controlado pela simples presença dela. Agia pelo puro instinto. Enquanto a boca se ocupou da dela, a mão correu entre as suas pernas, massageando a boceta já úmida sob o pano fino da calcinha de algodão. Sakura se contorcia pros seus dedos, pra boca de Itachi que chupava seus seios, pra língua de Sasuke que dançava com a sua. Ela estava em êxtase.

A mão dela encontrou o caminho perfeito até agarrar a ereção de Sasuke. Mesmo de costas, ela tinha uma capacidade que merecia palmas, de apertar, subir e descer, tudo em uma agilidade que fazia com que ele soltasse de sua boca pra arfar. Se Sakura não fosse a maior expert em pinto que existia, era a vice-campeã.

Mas tinha uma terceira pessoa naquele quarto e esse conhecia - e bem - a namorada sedenta. Itachi se levantou no ímpeto, tirando a bermuda com um som ruidoso, feito pelo velcro sendo aberto. Isso chamou a atenção dos dois que ficaram. Ele voltou pra cama, engatinhando sobre os dois joelhos e com o pau na mão, como um mastro de bandeira hasteado.

- Uma mamadinha, bebê… - e balançava pra frente e pra trás, como alguém que brinca com uma linha e um gato.

Sakura corria os olhos devassos pro movimento, lambendo os lábios de vontade. De repente, masturbar Sasuke parecia imensamente menos interessante que mamar o namorado.

Ela se apoiou nas duas mãos, colocando a língua pra fora. Era um deleite aos olhos de Itachi, que não demorou meio segundo pra invadir a boca dela com fúria. E também era um deleite pra Sasuke, já que a bunda empinada de Sakura se esfregava contra seu pau, dando um atrito que fazia ele se arrepiar todo.

Se alguém ousasse dizer que ela não era gostosa, precisava de óculos e uma consulta psiquiátrica com urgência. Ver aquela puta mulher chupando seu irmão, enquanto roçava o pau em sua bunda era a coisa mais maravilhosa que já tinha tido a chance de provar.

- Mete nela. - a voz esganiçada de Itachi chamou sua atenção e Sasuke levantou os olhos pro irmão, pra que ele repetisse. - Vai, porra! Mete nela logo! Não tá vendo que ela quer?

Sasuke poderia ter se sentido um estúpido, tendo que ser chamado pra oportunidade pelo irmão, que apontava Sakura toda empinada, implorando por um pau.

Foi realmente como se sentiu. Estúpido.

Saiu rápido da cama pra poder se livrar da calça pelos joelhos. Quando voltou, aproveitou pra tirar a calcinha de Sakura que, incrivelmente, ainda era fodida até o fundo da garganta por Itachi.

Geralmente Sasuke perdia um tempo com preliminares, deixando a mulher que ia comer o mais relaxada possível, ao mesmo tempo que desejosa. Talvez estivesse esperando isso naquele caso também. Mas foi só pensar de modo lógico: se ficasse naquelas de fazer Sakura gozar antes da penetração, ela caíria de cansaço antes mesmo que os dois conseguissem brincar o quanto queriam. Se o homem, que goza uma vez, fica moído, imagina uma mulher que, ao que tudo indicava, teria vários orgasmos?

Não tinham tempo pra brincadeiras. O tempo todo seria gasto na mais pura meteção.

Abriu as duas bandas da bunda de Sakura e não resistiu à lamber os lábios. Por enquanto, até pegar confiança, ia no caminho conhecido. Mas aquele buraquinho seria dele essa noite. Ah, se seria.

Entrou nela com uma estocada funda. Sakura arqueou o corpo pra frente, dando um gemido longo, com o pau de Itachi na boca. Devagar, com um compasso lento, ele foi entrando e saindo, empurrando a bunda dela contra seu corpo. Em certo momento, Sakura tirou Itachi da boca, pra poder olhar o cunhado sobre o ombro.

- Porra de caralho gostoso, hein?

Ele deu uma piscadela. Foi um bom elogio.

Aumentou o ritmo, estocando com mais rapidez, e Sakura voltou ao papel de chupar Itachi, que se empurrava contra ela com força.

Ele também não estava no nível mais controlado de sanidade. De um jeito muito maluco, ver o irmãozinho fodendo a namorada conseguia deixá-lo mais excitado que o normal. Sakura tinha virado um delicioso recheio cor-de-rosa entre os irmãos Uchiha, que metiam nela com a mesma fome.

E ela estava linda. A testa começando a brilhar pelo suor, a base do cabelo já úmido, os cantos da boca avermelhados, a saliva escorrendo pelo queixo, os olhos se revirando na mais pura luxúria.

- Porra, como eu te amo, Sakura… - Itachi deixou escapar entre os dentes cerrados. Era uma declaração quase agressiva, como se sentisse raiva por amar tanto assim aquela maluca.

Sakura tirou o pau dele da boca, ainda com a mesma expressão de dona de tudo.

- Então me fode.

Era uma ordem, os dois sabiam.

Sasuke ficou um instante sem entender qual era a nova dinâmica. Ele sabia que era a vez do Itachi mas não tinha certeza do que devia fazer. Estava esperando instruções.

- Troca comigo. - o irmão veio engatinhando pela cama, enquanto Sakura se deitou, de barriga pra cima.

Trocar. Ele entendeu o que significava.

Enquanto Itachi começava a primeira leva de estocadas que faziam os peitos de Sakura balançarem pra frente e pra trás, Sasuke chegou ao seu lado. Por mais incrível que pudesse parecer, estava um tanto tímido de chegar fodendo a boca da cunhada.

Mas ela não. Sakura, ali, só se preocupava com uma coisa: aproveitar tudo o que um ménage podia lhe proporcionar.

Ela agarrou o pau de Sasuke ainda dentro da violência que as enfiadas no namorado pediam. E a cada vez que Itachi entrava, ela soltava um gritinho rouco de prazer.

Aquilo estava enlouquecendo Sasuke.

Quando deu por fé, investia contra a boca dela com a mesma fúria que Itachi fodia sua boceta. Tinha agarrado os cabelos de Sakura com tanta força, pra fazê-la engolir seu pau por completo, que os olhos dela estavam até repuxados. Nunca tinha feito isso com uma mulher, mas mentiria se dissesse que não estava achando fodidamente sensual.

Mas quem ditava as regras, ali, era ela.

Sakura empurrou Sasuke de sua boca com tanta ânsia, que ele achou que tivesse fazendo algo errado. Talvez ela não tivesse gostado do puxão de cabelo.

Não era nada disso.

- Sobe aqui. - a ordem foi clara, mas Sasuke não entendeu. - Aqui. Em cima do meu peito.

Aí ele sacou tudo.

A tal da espanhola, que Ino tinha ensinado, era realmente deliciosa. E não que achasse que Sakura era desprovida de peitos, achava eles do tamanho perfeito mas seu parâmetro de comparação era a Yamanaka e nela, literalmente, Sasuke tinha afogado o pau.

Se sentou sobre sua barriga, apoiando as mãos na cabeceira da cama. A única coisa que não queria, era machucar a cunhada e os três terem que correr pra emergência. Iam justificar o quê pro médico?

Só que os planos de Sakura eram outros. Bem diferentes dos de Sasuke. E isso o conhecedor de rosadas sabia.

- Não, Sasuke. - Itachi estava quase comparecido da inexperiência do irmão. - É pra foder a boca dela, não é amor?

A resposta de Sakura veio em gestos. Ela jogou os braços pra trás, alternando o sorriso entre a malícia e os apertinhos doloridos que dava nos olhos, a cada vez que o namorado forçava contra o fim de seu útero. Quando colocou a língua pra fora, Sasuke sentiu que o gozo estava chegando antes mesmo de encostar na boca dela.

- Certeza? - perguntou um tanto desconfiado. Essa era nova, ele não conhecia. Itachi começou a rir, no meio dos rosnados que dava enquanto estocava a namorada e Sakura só balançou a cabeça, daquele jeito inocente que fazia a cabeça dele pirar.

Então ele faria isso.

Subiu mais pelo corpo dela, até se apoiar em cima dos seus peitos. A primeira investida ele deu devagar, mas logo nessa ele viu que as coisas não seriam tão simples. Porque boquete era bom, ele sabia disso desde os quinze anos. Agora, literalmente foder a boca de alguém era surreal.

Todo o controle, o medo, a discrição, sumiram pelos segundos que estava ali. Sasuke estava feroz, os três sabiam disso. Ele se empurrava com força contra Sakura, que chegava a engasgar na falta de ar. Mal dava tempo pra que ela respirasse. Seus olhos estavam fechados, os dentes cerrados e a madeira da cabeceira da cama sofria, com o aperto monstruoso que dava.

Era o máximo de controle que tinha. Dividia a força entre meter na garganta de Sakura, com apertar aquela madeira. Porque se enfiasse nela com toda a vontade que estava, machucaria sua traqueia.

- Caralho, Sakura! - rosnou entre os dentes, sentindo que, aos poucos, ela se adaptava ao seu ritmo insano. Pra ajudar, como se fosse preciso, ela sugava ele de volta.

Em certo momento, Sakura soltou as mãos da cabeceira da cama e as levou pras coxas de Sasuke. Era o momento do controle.

Na última investida, ela o segurou. E foi como se o céu explodisse diante dos olhos de Sasuke. Estava fundo, enfiado em sua garganta de modo que as bolas eram tocadas pelos lábios dela. Baixou os olhos pra ver os olhos arregalados de Sakura, levemente marejados. Era a coisa mais linda do mundo, ela se avermelhando pela falta de ar e ele sentindo seu pau preencher cada espaço daquela boquinha deliciosa de foder.

Sakura o empurrou rápido, tossindo algumas vezes até recuperar o ar.

- Entendeu como faz? Agora é sua vez. Quando eu bater na sua coxa, você afasta. - só isso e abriu a boca.

Não precisava que pedisse duas vezes. Sasuke tinha entendido muito bem o que fazer.

Itachi assistia àquilo como um espectador interativo. Ele sabia o quanto Sakura gostava da privação de ar e sabia quão rápido era fazê-la gozar daquele jeito. Se Sasuke soubesse o que ele sabia, fazia Sakura gozar litros só se enfiando na boca dela.

Mas não sabia e era função dele fazer a namorada gozar.

Quando sentiu que ela começou a mexer as pernas devagar, começando a sentir a falta de ar que tanto gostava, ele violou seu clitóris. Foi uma série de tapas, beliscões e esfregações, que fizeram Sakura se remexer ainda mais, quase em desespero. Ele sabia que ela estava quase gozando, o aperto em volta de seu pau não negava.

Porque Sakura o massacrava quando estava indo.

Ela deu os dois tapinhas que indicavam que Sasuke tinha que se afastar, mas antes que fizesse, Itachi deu a ordem.

- Não sai. Afunda mais. - tinha um sorriso sádico em seu rosto e Sasuke olhou pra ele, assustado.

A garota já estava vermelha, ele tinha que sair.

- Itachi, ela…

- Faz o que eu tô dizendo! - respondeu sem olhá-lo, estimulando o clitóris de Sakura freneticamente. Quando o aperto se tornou insuportável pro seu pau e as pernas dela tremulavam maravilhosamente, Itachi soltou um grito rouco, vindo do fundo da garganta. - Sai!

Sasuke se afastou imediatamente, só pra ver a cunhada berrar como louca, agarrando suas pernas com tanta força, que as unhas se enfincaram na carne.

- Itachi! Seu filho da puta gostoso! - ela gritou, desfalecida entre os lençois, e ele riu alto, entrando e saindo até tirar o pau todo de dentro dela.

- Gozou, né? Minha vagabunda gosta de privação de ar, Sasuke.

Tudo bem, agora ele entendia. Mas segundos antes, Sasuke estava a ponto de gritar também. De medo.

Conforme foi se recuperando, Sakura começou a rir. Deu um tapinha na perna de Sasuke, indicando que saísse de cima dela. Mas não tinha acabado. Todo mundo sabia disso.

Itachi pincelou sua entrada algumas vezes, mas não era mais aquela que ele queria.

- Gatinha, posso comer seu cú?

Os olhos de Sasuke se arregalaram. Tá certo que ele sabia que isso aconteceria, mas ouvir assim… deu um constrangimento. Constrangimento que, pelo visto, só ele tinha.

Sakura negou com o dedo, estalando a língua junto.

- Já falamos sobre isso e a preferência é do convidado, lembra?

E aí o constrangimento foi embora.

Sasuke pulou da cama, prontíssimo pra aproveitar o benefício de ser o convidado. Nunca tinha feito sexo anal, mas era doido pra fazer. Chegou do lado de Itachi, que riu ainda mais da animação do irmão. Nem se quisesse ele conseguiria esconder o tanto que tava empolgado.

- Nunca comeu um cú? - Sasuke negou, já olhando pra entrada que ia desbravar. - É viciante. Você vai curtir.

E aí a inexperiência batia palmas. Porque ele ficou parado, esperando algo que nem Sakura, nem Itachi, sabiam o que era. Os dois olharam pra Sasuke, sem entender o porquê de ele ainda não ter começado.

- Não precisa de lubrificante? - pra ele isso era óbvio.

- Ai, punheteiro! Formado em XVídeos, esse aqui. - Itachi bateu em seu ombro, levando-o pra mais perto de onde interessava. Sakura, pra ajudar, ficou de quatro outra vez. Seria mais fácil pra Sasuke, tadinho. - Você tem um lubrificante natural chamado saliva, Sasu. E, se quiser, esfrega a boceta dela, que a Sakura goza litros.

Não era a hora de discutir com o irmão. Não enquanto via o cú de Sakura em sua frente e tinha a oportunidade de comê-lo.

Sasuke cuspiu o quanto dava na mão e esfregou no pau até que tivesse bastante lambuzado. Também usou do gozo de Sakura. Itachi tinha razão, ela estava escorrendo pelas pernas.

Devagar, ele colocou a cabecinha na entrada. Era diferente, bem mais apertado do que conhecia. Foi entrando lentamente, vendo Sakura fechar os olhos e apertar os lençóis. Ela murmurou alguma coisa que Sasuke não entendeu, mas ficou por isso mesmo. Quando estava todo dentro dela, deu uma olhadinha rápida pra Itachi, que estava com os olhos fixos na cena e masturbando a si mesmo.

- Oh, meu… - o murmúrio de Sakura foi mais audível e os dois a olharam. - Devagarzinho assim, Sasuke. Eu vou…

- Ela vai gozar de novo. - Itachi deu voz à vontade de Sakura.

Sasuke obedeceu. Era bom demais aquela sensação. Muito apertado, muito! E sentia o corpo de Sakura reagindo às suas entradas lentas, com as pernas dela tremulando de prazer. Ele fechou os olhos e pendeu a cabeça, só sentindo o quão bom era aquilo. As mãos só se apoiavam no quadril de Sakura, que gemia manhosa como uma gata, rebolando contra sua barriga.

- Porra, cunhadinho… Que pau gostoso você tem.

Ainda de olhos fechados, Sasuke só sorriu. Era a segunda vez que recebia esse elogio e era a segunda vez que achava bom.

Aumentou o ritmo aos poucos, conforme percebeu que a sensibilidade de Sakura ia diminuindo. Era nítido pra ele e pra Itachi que ela estava ficando cansada, então era melhor não exigir tanto dela. Tanto que, quando o irmão bateu em seu ombro, por mais que estivesse adorando ficar naquele lugar, saiu sem reclamar.

- Ela vai cansar já, já, e eu preciso meter um pouquinho nesse rabo gostoso. - Itachi lambia os lábios de vontade e Sakura, quando viu que era o namorado que assumia as rédeas, começou a rir. Tinha acabado o momento soft. Agora, seria arrombada. - Amor, seu cú tá piscando pra mim.

Era um idiota.

- Tá te mandando beijo. Beija ele.

- Vou é dar um pau pra ele comer, isso sim.

Sem nenhuma novidade, Itachi enfiou de uma vez, jogando o corpo de Sakura pra frente. Tal qual o irmão, ele fechou os olhos, rondando alto a cada vez que estocava dentro dela.

Sakura também não gemia mais com manha. Ela quase gritava a cada vez que Itachi entrava, agarrando os lençóis com mais força.

Sasuke assistia aquela cena se sentindo o mais insano - e privilegiado - dos homens. Se isso não fosse felicidade, ele realmente não sabia o que era.

- Aguenta nós dois, gostosa?

A pergunta de Itachi foi pra Sakura, mas Sasuke também queria saber a resposta. Olhou pra ela, ansioso com o sim. E ela só sorriu.

Era sua vez de brilhar de novo.

Sasuke subiu na cama outra vez, ajeitando Sakura sobre seu corpo. Ela desceu devagar no seu pau, gemendo gostoso e empinou bem a bunda, dando espaço pra que Itachi a penetrasse de novo.

- Vai com calma, amor. Eu preciso acostumar.

Ele atendeu, claro. Itachi entrou devagarinho, como ela tinha pedido. Embaixo dela - e dentro - Sasuke tinha uma sensação estranha, dúbia.

Ao mesmo tempo que era bom pra caralho, ele sentia que o pau do Itachi dividia o espaço com ele. Sem contar o tanto que era difícil ficar parado, enquanto se sentia preenchendo Sakura de um jeito surreal.

- Beleza, Sasuke. Começa você. - ela deu a ordem e, como dito, Sasuke começou.

Na primeira estocada sentindo ela totalmente preenchida, ele achou que fosse gozar. Porque Sakura estava ainda mais apertada.

- Agora você, amor.

Aí foi estranho de novo. Só saber que Itachi estava ali, já era esquisito. Mas sentir ele se mexendo, com os paus resvalando, apesar da divisória natural do corpo de Sakura, era esquisito demais.

Tomara que isso não quebrasse a regra de encostar no irmão. Porque não queria sair dali. Não mesmo.

Aos poucos, pegaram um ritmo. Um entrava, o outro saía. E Sakura, no meio, gemendo tão alto que entregava que tava adorando tudo aquilo.

- Mais rápido!

Ela deu a ordem. Eles, é claro, obedeceram.

Sasuke já não conseguia mais raciocinar. O corpo era uma dança complexa de entra e sai, vendo Sakura puxar os cabelos e gritar. Ele ouvia o irmão rondando e, nessa altura, julgaria que nunca se pareceram tanto. Eram dois Uchihas dispostos a morrer de dar prazer pra Sakura.

 

- Amor… - a voz manhosa dela fez Sasuke abrir os olhos. Não era com ele, ele sabia. Mas o envolvia, isso ele tinha certeza. - Vem na frente.

Talvez ele devesse ficar ofendido. Quem sabe preocupado. Será que estava fazendo alguma coisa errada? Ruim?

- Tá acabando a força, né linda? - a voz anormalmente mansa do irmão e o sorriso bobo que viu em Itachi, fez Sasuke entender tudo.

A brincadeira estava acabando e, naquela posição, ele não conseguiria cumprir as regras de Sakura.

Saiu de dentro dela e ocupou a outra entrada. Na segunda vez já não estava mais preocupado com nada, sabia o que fazer. Só esperou que a cunhada autorizasse o início dos movimentos e estocou, fundo, com vontade, e contendo a ansiedade de que o fim se aproximava.

O corpo de Sakura não aguentava mais tanto estímulo. Ela sentia as forças se esvaindo, a consciência ir se perdendo e o corpo todo se apertando. Ia gozar mais uma vez, dessa vez com os dois dentro dela.

Agarrou o ombro de Itachi, que sabia o que estava acontecendo.

- Quase, amor. Aguenta aí um pouquinho. - ele acelerou seus movimentos. - Falta muito, Sasu?

Sasuke pensou em responder que não sabia como ainda não tinha gozado. Mas achou melhor omitir a informação.

- Não, tô indo! - e saiu de dentro dela. Era o combinado, ele gozava fora. E gozou. Sasuke explodiu nas costas de Sakura, que estava completamente mole, à mercê das investidas rápidas de Itachi.

Com um urro, ele gozou também, de olhos fechados, com a cabeça tombada pra trás. Itachi caiu na cama e Sakura se jogou ao lado dele.

Tinha realmente acontecido.

Sasuke deu dois passos pra trás, embasbacado, e se permitiu admirar a beleza daquela cena: Itachi exausto, caído na cama e respirando fundo, e Sakura completamente destruída. Meio molinha, ela foi se arrastando entre os lençóis amarrotados, até entrar dentro do abraço do namorado.

Sasuke sabia que sua participação tinha terminado, era hora de sair dali.

Estava tentando se lembrar como fazia pra caminhar, quando ouviu um murmúrio desconexo da cunhada. Virou os olhos pra ela, mas a encontrou de olhos fechados, entregue ao cansaço.

- Sigilo, Sasu… - Itachi balbuciou. Pelo visto era isso que ela tinha dito à ele, uma última regra. - Posso contar que o que aconteceu entre nós, fica… entre nós?

Sasuke viu que o irmão dizia isso com todo o esforço que tinha, pra não se deixar desmaiar pelo cansaço antes da confirmação. Quando Itachi abriu só um olho, esperando isso, acenou com a cabeça, concordando. Então ele sorriu e se esparramou entre os travesseiros, colando Sakura à seu peito.

- Valeu, brother. - Itachi respondeu e Sakura deu um último sorrisinho, que foi a deixa pra que Sasuke entendesse que era mesmo a hora de sair.

Fora do quarto, ele sentia o corpo prestes à explodir. Também estava cansado, claro, mas era loucura demais pensar em ir direto pra cama. Não dava. Sasuke ainda sentia o corpo ser tomado por espasmos violentos e, por mais incrível que pudesse parecer, o pau dava sinal de vida só por sentir o cheiro do gozo de Sakura em volta de sua boca. Não conseguiria descansar. Não enquanto tivesse esse cheiro de gata no cio tomando seu corpo.

Um banho era o mais indicado. Se arrastou pelo corredor ate chegar na porta do banheiro. Conforme a adrenalina diminuía, ele sentia o peso absurdo da fraqueza tomando seu corpo. Se apoiou contra a parede azulejada e deixou a água escorrer contra a pele que ardia. O fogo ia baixando e isso abriu espaço pro sorriso.

Finalmente ele tinha conhecido a Sakura do Itachi. E, se fosse pra comentar algo, diria que entendia o motivo do irmão ter sossegado. Ela era capaz disso. Sakura era capaz de sossegar um leão, se quisesse. Poderia sossegar qualquer um.

E acender.

Sasuke tinha conseguido chegar no banheiro só porque conhecia o caminho. Não tinha se preocupado com roupas, com o fato de estar pelado, com nada disso. Só sabia que precisava entrar debaixo da água e foi o que fez. Mas agora, de banho tomado, ele concluía que estava com veio ao mundo. E, na verdade, só se deu conta da própria nudez, quando Sakura invadiu o banheiro, tropeçando nos próprios pés.

A primeira reação de Sasuke foi se cobrir com a toalha e a dela foi rir, batendo a mão no ar.

- Me poupe, Sasuke… - disse rindo, completamente tranquila com a própria nudez. Aliás, ela parecia ostentar com orgulho as marcas avermelhadas dos chupões. - Já terminou? Eu preciso de um banho. Não vou conseguir dormir toda cheia de porra desse jeito…

Ele saiu da frente, vendo a cunhada se apoiar na bancada da pia. Naturalmente, Sasuke só teria saído dali mas agora as coisas eram diferentes. Se já não evitava os olhares cobiçosos antes, agora sentia que tinha um passe livre.

O olho foi subindo da ponta do pé, passando pelo sexo inchado, pelos mamilos vermelhos, até encontrar o rosto de Sakura, que sorria daquele jeito devasso que tinha feito ele cometer a maior loucura que tinha vivido até hoje. Pra piorar, ela mordia a pontinha da unha, se mostrando com aquele jeito misto de menina inocente e femme fatale.

- Você entrega muito no olhar, sabia? - ela se referia ao claro desejo que ele sempre tinha tido. Antes, era mais uma vontade de conhecer a tal Sakura do Itachi. Agora era só desejo mesmo.

Sasuke concordou com a cabeça devagar. Exatamente qual o momento que ele passou do cara que dava espaço pro banho, pro cara que caminhava até ela à passos lentos, nem ele saberia responder. Mas estava indo. Atraído pelo sorriso de Sakura como uma mariposa é atraída pela luz. Chegou mais perto, quase colado ao seu corpo, e colocou as duas mãos na cintura dela. Com firmeza, puxou Sakura contra seu corpo.

Estava morto de cansaço, mas o pau duro entre as pernas tinha deixado claro que conseguiria mais uma. Debaixo da água quente, então, era quase um fetiche.

Mas Sakura apoiou a mão espalmada em seu peito, afastando um Sasuke um tanto confuso. Ele deu um passo pra trás, esperando uma explicação pela recusa. Só faltava Sakura vir com puritanismos à uma altura dessas do campeonato.

- Você foi ótimo, Sasuke. Mas as nossas festinhas só poderão acontecer se o Itachi estiver presente.

Era isso. Sakura “do” Itachi. Não dele. Não de qualquer um. Não de quem chegar oferecendo. Do Itachi. Que ele só dividia com quem queria.

Sasuke respirou fundo, mas não por frustração. Em seu íntimo sempre soube disso e nunca quis nada diferente. Nunca quis disputar Sakura com o irmão, nem tomá-la dele. Se fosse pra ser bastante sincero, estava até satisfeito com isso. Porque tinha tido a parte que queria da Sakura. Aquela que era do Itachi.

- Ótimo. Me chamem se quiserem de novo. - respondeu tranquilo e deu espaço pra Sakura entrar no banho.

Ela já tinha ligado o chuveiro quando respondeu.

- Acho que amanhã. Hoje eu preciso de descanso. Tô ardendo em todos os lugares, se é que me entende.

Ele entendia. Sasuke fechou a porta dando risada. Ah, ele entendia. Com a força que ele tinha metido nela, imaginava mesmo que ela estivesse ardida. Agora, se somasse às estocadas brutais de Itachi…

Colocou só uma cueca e se jogou entre as cobertas. Ali, ele ouviu quando Sakura voltou pro quarto, ouviu o rangido da cama e, claro, não ouviu nada bater contra a parede. Sozinho, no silêncio da sua redoma, ele começou a pensar e sorrir, como um idiota.

É claro que não falaria nada pra ninguém, principalmente por Sakura e ele dividirem um mundo onde ela não era aquela que tinha conhecido mais cedo. Mas que tinha vontade de contar, isso ele tinha. Não podia mas queria. E muito.

Quando o sono finalmente tomou conta dos seus olhos, Sasuke teve um lampejo da solução dos seus problemas. Quando tivesse velho, naquele ponto onde as pessoas não conseguem mais deduzir se as histórias são reais ou inventadas, escreveria um livro. Um longo e enfadonho livro de memórias, que ele usaria como subterfúgio pra descrever, em detalhes, o que tinha acontecido. A senilidade lhe dava essa oportunidade e, com sorte, Itachi já estaria morto à essa altura, portanto, não precisava se preocupar com nenhum peteleco na cabeça.

O que escreveria, nem Sasuke sabia. Não ainda, pelo menos. Ao que tudo indicava, as memórias boas para serem contadas começavam hoje. E, pra essas, ele tinha até o nome de capítulo perfeito: “O dia em que eu conheci a Sakura do Itachi”.

 



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