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História A Sala do Conselheiro - Shikasaku - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Essa história surgiu porque percebi que existe muito poucas histórias de Shikamaru e Sakura.
Eu tenho um amorzinho por esse shipp, mesmo sendo que é raro alguém shippar eles.
Espero que vocês curtam a pequena história.
❤️

Capítulo 1 - Capítulo Único


Eu havia recebido sua mensagem aquela hora da noite. Eu estava de plantão e por algum motivo ele ainda estava no prédio do Hokage, ele deveria estar em casa. Aquilo era realmente algo errado.

Nós simplesmente não podiam fazer aquilo lá.

Na torre do Hokage.

Na sala do conselheiro do Hokage.

Era errado, muito errado.

Senti as palmas da minha mão suarem ao entrar na grande entrada, cumprimentando alguns guardas que estavam ali, eles mal me olharam pois já me conheciam a bom tempo.

Eu deveria voltar o hospital e deixar essa loucura de lado, mesmo depois de anos, ele continuava o mesmo. Suspirei caminhando pelo longo corredor, esmaguei o pequeno papel em minhas mãos.

Eu não deveria ceder as seus caprichos, mas era inevitável.

Eu também queria muito.

Naruto era meu melhor amigo, provavelmente estaria em casa com sua família. Pois ele não haveria sugerido tal ideia caso o Hokage estivesse ali. Passei as mãos sobre meu cabelo novamente sentindo o nervosismo. Talvez eu devesse ir embora mas fui impedida quando a porta se abriu e encontrei aqueles olhos escuros em minha direção.

—Achei que você não viria.

Ele sorriu coçando a cabeça e segurou minha mão me puxando levemente para dentro da sala. Ele trancou a porta assim que passei e pude observar o local, cheio de papéis.

—Você deveria estar em casa uma hora dessas. - Murmurei olhando para sua mesa e checando o horário. —Shikadai...

—Ele está na casa da Ino.

Ele murmurou se aproximando, senti as pontas dos dedos empurrarem minhas mexas para o lado e seus lábios tocarem sob meu pescoço, sua mão rondou minha cintura me trazendo para perto.

Suspirei fechando os olhos me deliciando com aquelas carícias...

—Shiakamaru, alguém pode nos achar aqui...

Ele balançou a cabeça mas continuou beijando meu ombro, engoli a seco ao sentir suas mãos subirem lentamente por dentro da minha blusa e tocarem em meus seios.

Ele sabia exatamente da maneira certa.

Enquanto os lábios faziam o seu trabalho, seus toques gentis sobre meus seios e pequenas carícias fazia eu remexer minhas pernas.

Ele nem havia me beijado e eu já estava excitada.

Maldição, ele conhecia tão bem meus pontos fracos.

Ele me empurrou em direção a mesa, me livrei de suas carícias e virei de frente puxando seu sobretudo e esmagando nossos lábios.

Nossos beijos sempre foram lentos e intensos, eu nunca conseguia superar e sempre queria mais.

—Eu não posso demorar muito.

Murmurei afastando nossos lábios e sentindo suas mãos brincarem com a barra da minha blusa vermelha. Ele riu e beijou minha clavícula.

—Eu amo seu cheiro.

Ele cheirou meu pescoço e senti minha blusa subir lentamente deixando meu busto exposto.

Eu não era muito bem dotada de busto mas ver suas pupilas dilatadas fazia me sentir fantástica.

—Tão linda.

Ele murmurou e beijou meus lábios com mais intensidade,agarrei seus ombros e ele apertou minha cintura fazendo a pequena fricção com nossos quadris.

—Shikamaru...

Murmurei após seus lábios sumirem entre os meus e descerem dando maior atenção sobre meu busto, ele beijava o vale entre os seios e murmurava coisas desconexas. Suas mãos fortes procuraram o feiche do sutiã preto em minhas costas e logo a peça foi parar em algum lugar atrás da sua mesa.

Gemi baixinho sentindo sua sucção no seio esquerdo enquanto o direito era esmagado entre seus dedos.

O roçar era maravilhoso e eu sempre queria mais.

—Você tem roupa demais.

Sussurrei empurrando seu corpo para trás, minhas mãos agarram as laterais do sobretudo e empurrei deixando o mesmo cair no chão. Ele balançou a cabeça e desfez rapidamente da sua camiseta.

Observei seu corpo e mordi lentamente meus lábios.

Ele acompanhou todo o processo e se agarrou novamente em meu corpo.

—Não deveríamos estar fazendo isso. - Falei.

—Você quer parar?

Ele afastou minimamente e me encarou, suas iria escuras dilatada me encarava com toda intensidades. Neguei com a cabeça e vi seu sorriso preguiçoso aparecer.

—Se isso não fosse problemático, não estaríamos sendo nós.

Concordei e brijar minhas mãos pelo seu corpo, o senti ficar rígido quando brinquei com a barra da sua calça e do seu cinto. Se agarrou forte e voltou a me beijar como se sua vida dependesse daquilo.

Ah, Shikamaru era minha perdição. Apesar de todos esses anos.

Suas mãos rapidamente agarraram as laterais da minha saia escura e empurraram para baixo fazendo deslizar sobre minhas penas levando junto a peça intimida, ele gemeu baixinho ao se afastar e contemplar meu corpo.

—Eu queria ter a noite toda para te provar, pedacinho por pedacinho.

Ele sussurrou beijando o lóbulo da minha orelha, me fazendo suspirar. Esse homem me enlouquecia de uma maneira que eu jamais poderia entender.

Me pôs sentada em sua mesa, seus dedos roçaram as laterais da minha cintura deslizando até o interior das minhas coxas, fechei os olhos quando senti seu toque em minha intimidade.

Eram firmes e delicados, tombei o corpo para trás e abrir mais um pouco as pernas. Enquanto me masturbava lentamente com seus dedos, seus beijos estavam fixos em meus seios.

A cada arfada, um movimento mais brusco.

Isso era tão bom, tão incrível.

—Shikamaru...

Seu nome saia dos meus lábios involuntariamente e eu podia sentir seu sorriso malicioso a medida que eu o chamava. Uma mordida lenta e ele foi descendo os beijos em minha barriga lisa, seus dedos foram substituidos por seus lábios e agarrei seus cabelos. Ele movimentava a língua frenéticamente e eu já tinha desistido de esconder meus gemidos baixos.

Suas mãos apertavam fortemente minhas coxas brancas e provavelmente ficariam marcas. Aquela sensação estava se tornando em meu vente, estava sentindo contrair meu interior e eu estava sentindo o orgasmo chegar. Shikamaru havia percebido que eu estava próxima e penetrou dois dedos dentro de mim e eu já estava remexendo o quadril involuntáriamente.

—Eu estou tão...

—Goza para mim, Sakura.

Não demorou muito e eu gemi manhosamente após sentir o frio descer e minhas pernas tremerem. O orgasmo foi deliciosamente bom, ele chupou todo o meu orgasmo e se levantamento lentamente. A imagem do seus cabelos desegranhados e limpou o canto da boca com os dedos e os lambeu. O puxei para mim e o beijei, o gosto ainda era evidente nos lábios. Deixei minha mão agarrada seu cinto e desfivelar rapidamente, ele me ajudou a se livrar das suas calças. Coloquei minha mão dentro da sua cueca e ele parou o beijo ao sentir meu toque em seu pênis. Ele arfou a medida que eu fazia o movimento de vai e vem.

—Eu quero você dentro de mim.

Sussurrei a medida que via sua expressão de prazer, baixei sua cueca e ele se livrou rapidamente da peça. Ele beijou meu pescoço e foi se aproximando lentamente. Seu pênis brincava com a minha entrada e eu agarrei seus ombros.

—Isso não é hora de brincar, Nara.

Ele riu e se colocou dentro de mim. Arfei e agarrei seu pescoço, os movimentos era lentos e fortes, eu adorava estar com Shikamaru dentro de mim. Suas mãos ásperas apertavam lentamente minha cintura e segurava minha perna a medida que eu enrolava nele.

Oh, isso realmente era muito bom.

Ele se afastou saindo de dentro de mim.

—Vira.

Levantei da mesa, virando de costas para ele e baixando meu corpo e apoiando os cotovelos na mesa. Sua mão direita passeou por minha espinha fazendo uma pequena massagem e segurou meus cabelos curtos. Com a mão esquerda ele acariciou meu bumbum e logo estocou dentro de mim. A medida que ele se colocava eu arqueava o quadril para o sentir melhor dentro de mim.

—Sakura, você é tão...

—Não para Shikamaru, por favor.

Murmurava a medida que o sentia dentro de mim, era delicioso e sua mão puxava lentamente os fios rosas da minha nuca fazendo meu corpo se arrepiar todo.

Quem conhecia Shikamaru Nara, não imaginaria que ele seria tão pervertido a ponto de transar em sua sala no meio da noite. Ainda mais comigo, a sensação de sermos pego era excitante demais e isso estava me levando a um abismo.

O barulho dos nossos sexos se encontrando era audivel, qualquer um que passasse naquele corredor poderia ouvir e sentir nossos chakras alterados.

—Isso é tão...

Sua voz murmurava coisas desconexas, as vezes me elogiava e dizia o quão gostosa eu era e as vezes apenas ficavam coisas no ar. Abri os olhos e encontrei sua cadeira vazia atrás da mesa. Quantas vezes eu o encontrei aqui sentado e ditando algumas ordens a jounins mais novos. Aquilo me deixava excitada.

Eu o queria naquela cadeira.

—Shikamaru. —O chamei, ele parou e murmurou para que eu pudesse continuar a falar. Sentia seus aperto em minha cintura e cabelo. —Eu quero você sentado na sua cadeira.

Ele arfou e saiu de dentro de mim rapidamente, ergui o corpo o girando e fui empurrando beijando seus lábios, não foi difícil o fazer sentar em sua cadeira e agradeci por ela não ter as laterais.

Assim que ele sentou, me pus rapidamente em seu colo.

Ele beijava meus seios e mordiscava as vezes. Segurei a base do seu pênis e sentei, sentindo sua extensão me preencher. Aquilo era incrível e eu nunca iria parar de falar o quão bom era.

Apesar de todos esses anos.

Eu já não fazia ideia de quanto tempo estávamos ali, eu sentia meu corpo escorregadio pelo suor. Shikamaru se concentrava em agarrar minha cintura e me ajudar com os movimentos de subir e descer. Eu estava começando a sentir toda aquela sensação novamente e sabia que logo mais Shikamaru atingiria seu ápice.

Ele estava com a boca sobre meu pescoço e eu sentia suas lufadas de ar, ele parecia estar mais rígido dentro de mim. Acelerei o máximo que pude os meus movimentos, ele procurou meus olhos e encostamos nossas testas nos olhando.

Queria chegar ao orgasmo encarando ele que estava tão lindo com os olhos semicerrados e sua boca avermelhada por causa dos nossos beijos e por causa das mordidas.

Oh, aquela sensação.

Ele agarrou minha cintura e já não estava mais se preocupando se iria me machucar mas estavamos tão perto do orgasmo.

Beijei seus lábios ao sentir o meu corpo começar a se contrair e tremer e num rompante finquei as unhas nos ombros de shikamaru e deixei o gemido longo preencher o ambiente. Ele não parou de me penetrar até sentir sua própria liberação.

Estávamos suados e desabei sobre seu corpo, respiravámos com dificuldade e sentia seus dedos acariciar de leve minhas costas.

Afastei o corpo e sorri cansada, ele tocou meu rosto e me beijou.

—Eu não acredito que fizemos isso aqui, Shika.

Murmurei sentindo minha bochechas ficarem vermelhas e esconder a base do seu pescoço. Ele riu e me abraçou, ficamos um tempo assim até ouvir ele suspirar.

—Eu te levo até o hospital.

Concordei e beijei seus lábios me afastando e indo me vestir rapidamente, ajeitei meus cabelos e senti sua presença a minhas costas e seus dedos tocaram brevemente o símbolo que eu usava em minhas roupas.

—Alias, Feliz Aniversário de Casamento Senhora Nara.

Ele murmurou e eu ri.

Era o nosso décimo terceiro aniversário de casamento que eu suspirei feliz. Desde que eu havia entregado meu coração a Shikamaru as coisas pareciam ser mais fáceis e eu amava o seu jeito preguiçoso. Passamos por muitas coisas mas eu o amava.

O amava de um jeito que eu jamais poderia imaginar, ele me fazia tão feliz e dessa união nasceu nosso filho, Shikadai.

Me virei para ele e o abracei fortemente.

—Eu tenho um presente de aniversário de casamento para você.

Ele franziu o cenho e eu sorri abertamente já sentindo as lágrimas em meus olhos.

Eu o amava demais. Quando eu achava que não podia mais amar ninguém, Shikamaru havia me mostrado que era possível. Ele havia me conquistado de uma maneira que eu nunca acreditei e agora estamos aqui, comemorando os treze anos de casamento.

—Ainda tem mais?

Concordei e peguei sua mão e pousei sobre meu ventre. Ele piscou algumas vezes e logo seus olhos arregalaram.

Feliz Aniversário de Casamento, Querido.



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