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História A Sangue azul:Distorcida - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Capítulo 22


Fanfic / Fanfiction A Sangue azul:Distorcida - Capítulo 23 - Capítulo 22

"Coloque sua maquiagem

Faça suas unhas, faça seu cabelo

Corra mais um pouco

Fique magra pra eles gostarem de você

Eles gostam de você?


Fique bem sexy

Não seja tímida, garota, mostre mais

É isso que você quer

Se enturmar, para que eles gostem de você

Você gosta de você?


Você não precisa se esforçar tanto

Você não tem que abrir mão de tudo

Você só tem que levantar, levantar, levantar, levantar

Você não tem que mudar nada


Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar

Você não tem que tentar


Faça suas compras

No shopping, estoure seus cartões de crédito

Você não tem que escolher

Compre tudo para que eles gostem de você

Eles gostam de você?


Espere um segundo

Por que você devia ligar pro que eles pensam de você?

Quando você está sozinha

Sem ninguém, você gosta de você?

Você gosta de você?


Você não precisa se esforçar tanto

Você não tem que abrir mão de tudo

Você só tem que levantar, levantar, levantar, levantar

Você não tem que mudar nada


Você não precisa se esforçar tanto

Você não tem que se sofrer até quebrar toda

Você só tem que levantar, levantar, levantar, levantar

Você não tem que mudar uma única coisa


Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar


Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar

Você não tem que tentar


Você não precisa se esforçar tanto

Você não tem que abrir mão de tudo

Você só tem que levantar, levantar, levantar, levantar

Você não tem que mudar nada


Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar, tentar, tentar, tentar

Você não tem que tentar

Você não tem que tentar


Tire sua maquiagem

Deixe seu cabelo solto, respire fundo

Olhe pro espelho para si mesma

Você não gosta de você?

Porque eu gosto de você"




Depois de minutos escutando Nancy falar como agi erraneamente enquanto Talita me maquiava. Já havia colocado o vestido e o sapato. E nesse momento eu estava cansada de ouvir nancy. 


-Cale-se! Ja entendi que foi! Mas Basta! Eu não quero mais ouvir seus sermões! - disse friamente a olhando e subitamente ela colocou a mão na garganta e comeu a tossir compulsivamente. A olhei de olhos arregalados e disse-Fale comigo Nancy,-digo em um tom firme e ela puxou o ar voltando a respirar. 


-Eu.. Acho que me esgasguei-diz me olhando de rabo de olho. 


-Tome uma água querida-diz Anne pegando um copo de água a fazendo tomar.


-Esta melhor? - pergunto escondendo a culpa na voz. 


-Sim, me recuperei-diz me olhando intensamente,parecia que ela sabia que foi eu. Mas isso era impossível. - Agora vamos terminar de arruma-lá Senhorita-diz vindo colocar as joias em mim. 


-Terminamos! - diz Anne me olhando sorridente. Me olho no espelho. 


Talita aparece em minha direita com um espelho enorme. Me pego fascinada com meu reflexo.

Talita aparece em minha direita com um espelho enorme. Me pego fascinada com meu reflexo.



O vestido creme batia no meu joelho, era rodado. Era rendado e justo no buço, na parte de baixo era liso e rodado,era acentuado na cintura, e possuía um delicado laço nela.Meu salto era creme com detalhes em rosas brancas e douradas. Minhas luvas brancas eram rendadasMeu cabelo prateado estavam completamente lisos até as pontas.Minhas bochechas estavam rosadas. Meus lábios foram pintados de um rosa avermelhado escuro.Em meus olhos elas tinham usado um marrom clarinho mesclado com dourado. O lápis preto e a máscara de cílios preta destacavam meus olhos "azuis acinzentados". Eu estava parecendo uma verdadeira dama. Oque de fato eu não era. Ouvi uma batida na porta. 


-Obrigada meninas, arazaram novamente! - digo sorrindo para elas e saindo me deparando com Uma Alyssa lindíssima em um vestido verde 3smeralda-Uau esse vestido ficou perfeito em você! - digo sorrindo. 


-Também achei, verde é a minha cor-diz sorrindo. 


-Eu não acho que tenho uma cor-comento divertida por ter uma conversa que dias atrás eu consideraria fútil. É as coisas estão mudando Cora. 


-Claro que tem! Você fica linda com lilás, mas o azul lhe cai perfeitamente, porém Ninguém tiraria os olhos de uma Coralina de vermelho! - comenta divertida me olhando. 


-Vermelho, hum? Gostei-digo sorrindo fraco. O tom rubro sempre me fascinava. Talvez seja a "minha cor" como diz minha irmã. 


-Você parece uma Lady nesse look-diz Marlene aparecendo no meu lado esquerdo.-Mas não acho que creme combina com você, apostaria em um vermelho-diz sorrindo de canto. 


-Foi oque eu disse para ela! Ficaria magnífico com o tom pálido de sua pele! - diz Alyssa sorrindo simpática. 


-Exatamente senhorita Alyssa,Aliás, seu vestido destaca seus olhos esverdeados-comenta com um sorriso. 


-Obrigado.-diz sorrindo-Me chame de Aly, e minha irmã de Cora-diz simpática. 



-Como dejesar, Aly,sendo assim me chamem de Marlee-diz sorrindo gentil. 


-Está graciosa, Marlee-digo sorrindo mínimo. Ela de fato estava.O tom Preto de suas vestes faziam um contraste com sua pele pálida. 


-Obrigado Cora-diz sorrindo-Bess querida! Não corra! É deselegante! - diz para Bess que vinha correndo do corredor oposto. Ela respira funda e anda até nos com mais calma. 


-Desculpe, pensei que estava atrasada-diz suspirando aliviada.


-Nao se preocupe, está até adiantada-digo simpática. 


-Ótimo!Ja pensou perder uma hidratação grátis?! - diz sorrindo inocentemente. Bess era a única selecionada que era doce e inocente. Era uma coisa dela. Eu gostava disso. 


-Seria realmente uma pena-diz Alyssa sorrindo minimamente. 


-Garotas, estão ótimas-diz Amy aparecendo em nossa frente. 


-Igualmente-dizemos juntamente. Viramos o último corredor em silêncio absoluto. Descemos as escadarias e fomos até em frente ao salão. Onde tinha uma sala com diversos sofás.Era onde todas havíamos nos encontrariam. 


Fomos asprimeiras a chegar, então nós sentamos em um grande sofá para esperar as outras. Aos poucos,

elas começaram a dar as caras. Logo percebi a tendência: todo mundo estava fenomenal. Elas

tinham tirado o cabelo do rosto, fazendo tranças e cachos intrincados. A maquiagem fora feita com esmero, e os vestidos tinham sido passados com perfeição.


Eu provavelmente tinha o vestido mais simples para o primeiro dia. Até Alyssa estava bem mais elegante em seu vestido esmeralda.


As demais, por outro lado, procuravam chamar a atenção. Vi duas meninas, Amara e Aurora chegarem e perceberem que estavam com vestidos muito parecidos. Ambas deram meia-volta e foram trocar de roupa. Todo mundo queria se destacar e ia conseguir, à sua maneira. Até eu.Por nenhum motivo em especial. Só não queria aparentar ser tão desleixada como eu era. Uma besteira, eu sei, mas me incomodava os olhares de deboche. 


Todas pareciam ser Um. Eu parecia uma quatro com um vestido bonito.Pensei ter demorado muito tempo para me arrumar, mas as outras garotas demoraram muito,mas muito mais. Quando A senhora Marino chegou para nos acompanhar à sala de jantar, ainda tivemos que esperar Celeste, Kriss,Samara, Marjorie, Delphi e Evageline que, fazendo jus à fama, quiseram ajustar os vestidos de manhã.Mimadas. 


Ashley escolheu o assento ao meu lado dando a entender que queria minha companhia. Ainda

assim, não abriu a boca.Mas de novo permaneceu em silêncio quando nos encontramos. Talvez esse fosse apenas o jeito dela. Percebi que o pior que podia fazer era não responder quando eu falava,então resolvi pelo menos cumprimentá-la.


— Ashley, você está ótima.-diz em um tom gentil, seu vestido azul Marinho era deslumbrante. 


— Ah, obrigada querida — ela agradeceu calmamente.-Está igualmente linda Coralina-diz educadamente. 



Ambas ficamos em silêncio absoluto após esse curto diálogo. Uma criada nos serviu um chá, eu agradeci imediatamente,eu a conhecia, se Chamava Camille,apesar de ela não conversar muito comigo e com Alyssa, ela foi extremamente gentil conosco no primeiro dia. Minutos depois elas chegaram. Deslumbrantes e completamente exageradas, mas ninguém ousou comentar nada. 


Uma vez reunidas, começamos a caminhar na direção das escadas. Havia um espelho

dourado na parede e demos uma última olhada no visual antes de descer. Vi meu reflexo ao

lado de Marlee e Ashley . Eu estava mesmo bem simples, porém parecia uma dama de aspecto delicado e frágil. Diferente da realidade.Pelo menos me sentia bem comigo mesma,o que era um pequeno consolo.


Descemos as escadas na expectativa de ser levadas até a sala de jantar, onde faríamos as

refeições, segundo tinham dito. Em vez disso, fomos guiadas direto para o Grande Salão, que

estava preenchido com fileiras de mesas individuais, cada uma com pratos, copos e talheres.

Mas não havia comida. Nem mesmo um cheirinho esperançoso. No canto da frente, encaixado na parede, notei um pequeno jogo de sofás. Um punhado de cinegrafistas espalhados pelo salão filmava nossa chamada.



Entramos em fila e sentamos onde queríamos, já que não havia lugares marcados. Marlee e Ashley estavam na fileira em frente à minha, e Clarissa se sentou ao meu lado. Por mim, tudo bem.Parecia que várias meninas tinham feito pelo menos uma aliada. 


E eu via uma em Marlee e  Bess,e possivelmente,Bem talvez mesmo, Amy e Ashley.Clarissa escolheu o assento ao meu lado dando a entender que queria minha companhia.


—Coralina, você está radiante-comentou quebrando o silêncio. 


— Ah, muito obrigada senhorita Clarissa—agradeço calmamente.-Está lindíssima ao meu ver srt-digo em um tom sincero e calmo. Ela me olhou por alguns segundos e disse. 


-Obrigada,mas não presisamos de formalidades, me chame de Clarissa ou se desejar Clary-diz educadamente-Estas belíssima Coralina-diz sinceramente. 


-Cora, me chame de cora. E obrigado Clarissa, muita gentileza de sua parte-digo sorrindo de canto. Ela apenas acenou sorrindo mecanicamente e pegou uma xícara de chá. Ambas ficamos em silêncio. 


-Pessoal, vocês vão modificar muito no salão? - pergunta Amy diz tomando um chá.



-Nunca que eu deixo cortarem meu cabelo-diz uma morena de cabelos lisos e enormes.Ravena se não me engano. 



-Você é muito apegada ao seu cabelo Ravena-diz uma morena, acho que se chama Amara, que estava olhando suas unhas. 



-Somente não gosto de mudar ele, Amy-responde simplista tomando outro gole do chá. 



-Vou fazer mais luzes-diz Kriss olhando as unhas fútil e fazendo uma expressão de desdém. Garota fútil. 



-Eu quero pintar de loiro-diz Clarissa com um tom meio caultoso. 



-Ficaria lindo, Clarissa, irá combinar com seus olhos -diz Uma loira,Sabrina se me lembro bem. Mas Era verdade. Clarissa tinha grandes olhos verdes,igual os de Alyssa, com certeza a cor ruiva combinaria com ela.


-Vou permanecer com o meu intacto-diz uma loira de olhos Cinzas-Aliás, não me apresentei ainda, sou Freya-diz acenando. 


-Prazer-dizemos juntas. 


-Acho que não nos apresentamos, sou Esther-diz sorrindo educadamente. - E eu quero cortar meu cabelo curto-diz descontraída. 


-Prazer querida, Eu não acho que deva cortar seu cabelo ele é lindo-diz a vaca da Marjorie. 


-Eu definitivamente quero cortar o meu-diz Esther com firmeza, ignorando a outra. Já gostei dela. 


-Lucy? Oque vai mudar, cheri? - pergunta Ravena. 


-Somente quero fazer as Sombrancelha-diz timidamente. 


-Tem razão, seu cabelo está lindo assim-diz uma morena que até então permanecia em silêncio-Sou Elisabeth-diz curtamente. 


-Prazer querida-diz Celeste com um sorriso falso. 


-É você Alyssa? - pergunta Bess-Vai mudar esses ruivos cativantes? - pergunta sorrindo. Alyssa nega com a cabeça e diz.



-Não, gosto do tom deles, talvez eu corte um pouco-diz timidamente. Eu vivi para ver isso. Alyssa tímida. Era épico.



-Um corte bordado Ficaria ótimo-diz Marlee para ela-E você Cora deseja pintar suas madeixas brancas?-pergunta animadamente olhando para meu cabelo quase fascinada.



-Não sei. Mas já pintei várias vezes, mas não sei ainda-revê-lo vendo ela sorrir e dizer.


-Você pode escolher os tons e pintar que ficará ótimo, é como uma folha em branco-diz em um tom divertido.



-Eu pensava que o cabelo mais claro que já tinha visto era de Evageline, mas pelo visto estava enganada-comenta Ravena calmamente.



-Mesmo com cabelos bonitos, continua sendo uma rata vermelha! - comenta Marjorie. Fecho os punhos.


-Cale-se Marjorie ! Não arrume confusão por besteira! - diz Evageline seriamente a fazendo calar. 


— Não é divertido usar todas essas joias? Onde estão as suas? — Bess perguntou para mim Aleatoriamente para mudar de assunto. 


-— Humm, eram pesadas demais para o meu gosto. Decidi vir mais leve.Somente com um conjunto de prata delicado-lhe respondo baixinho. 


— Elas são pesadas mesmo! - diz Clarissa  


-Concordo, Sinto como se tivesse um peso de dez quilos na cabeça.-diz Bess a minha frente-Ainda assim, não ia perder a chance. Quem sabe por quanto tempo vamos ficar aqui?-diz seriamente. 


Era estranho.Bess parecia tranquila e confiante desde o começo. Sua aparência e seu

modo de ser demonstravam que fora talhada para ser uma princesa de primeira. Desastrada um pouco, mas ainda sim, uma verdadeira Lady.Era esquisito

que duvidasse de si própria.


— Mas você não acha que vai ganhar? — perguntei curiosamente. 


— Acho — ela suspirou —mas é falta de educação dizer isso!-diz sorrindo travessa.Besz deu uma piscadela, e eu ri. Isso chamou a atenção de senhora Marinho que tinha acabado de

entrar.


— Tsc, tsc. Uma dama nunca ergue a voz além de um leve suspiro.-diz friamente. 

Todo e qualquer murmúrio cessou. Minhas bochechas esquentaram de raiva e constrangimento. 


— Olá,senhoritas. Espero que tenham tido uma noite de muito descanso após o primeiro dia no palácio, porque é agora que nosso trabalho começa. Hoje, começarei a ensinar a vocês etiqueta e comportamento. Apenas de algumas não presisar em-diz em um tom sarcástico. Vaca-Será um processo que durará todo o tempo que as

senhoritas ficarem aqui. Por favor, saibam que qualquer mau comportamento de sua parte será relatado imediatamente à família real. Sei que parece cruel, mas este não é um joguinho

qualquer. Alguém desta sala será a próxima princesa de Esmeralda. Não é uma tarefa fácil. As

senhoritas devem procurar se elevar, não importa sua condição prévia. Serão damas de alto a

baixo. E, nesta manhã mesmo, receberão sua primeira aula. É muito importante ter modos à

mesa, e antes de fazer uma refeição na presença da família real, as senhoritas devem conhecer a etiqueta. Quanto mais rápido terminarmos a aula, mais rápido as senhoritas tomarão seu caféda manhã. Assim sendo, levantem o rosto, por favor.-ordena a mulher.


Ela começou a explicar que seríamos servidas pela direita, qual copo deveríamos usar para cada bebida e que nunca, jamais, deveríamos pegar um pedaço de bolo com as mãos.Deveríamos sempre usar o pegador. As mãos deveriam permanecer no colo quando não eram

usadas, sobre o guardanapo. Não deveríamos falar a não ser que alguém falasse conosco.



Claro, poderíamos conversar em tom baixo com as pessoas ao lado, mas sempre a uma altura

adequada ao palácio. Ela me encarou com seriedade ao passar essa última instrução. Senhora Marinhos continuava a falar com seu tom de voz elegante, atiçando meu estômago. Merda. Por que foi comer tão pouco no café? Agora estou com fome.


-Me sigam por favor-diz seriamente abrindo as grandes portas. 


Era como um formigueiro humano. Pessoas passavam de um lado para o outro.Abriu-se uma brecha naquela multidão . 


-Vamos garotas! Sem perder ontempo! - diz puxando as garotas para cada cabeleireiro. Minutos depois pude ver tudo com clareza.Pude ver fileiras de profissionais cortando o cabelo e fazendo as unhas das garotas. Roupas pendiam de cabides, e as pessoas gritavam coisas como “Encontrei o tom!” e “Assim ela parece gorda”.


— Aqui estão elas!-diz uma mulher de cabelos negros,caminhando na nossa direção. Com certeza era a responsável.


— Meu nome é Maryse. Sou responsável pelo salão das mulheres— ela se apresentou e imediatamente se

pôs a trabalhar. — Uma coisa de cada vez. Primeiro, as fotos do “antes”. Venham aqui — ela

ordenou, apontando uma cadeira em frente a um biombo no canto do salão. — Não se

preocupem com as câmeras, senhoritas. Faremos um especial sobre a transformação de vocês.

Todas as meninas de Esmeralda vão querer ficar parecidas com vocês quando tivermos terminado.-diz animadamente. De fato, várias pessoas com câmeras perambulavam pelo salão, filmando de perto os

sapatos das garotas e fazendo entrevistas. Após as fotos, Maryse começou a disparar ordens diferentes.


— Levem a senhorita Celeste para a estação quatro,A senhorita Evageline para a estação um.. A senhorita Coraline para a dois... A senhorita kris para a três... a senhorita Ashley para a cinco... e

parece que acabaram de liberar a estação dez. Leve a senhorita Marlee para lá. A senhorita

Coralina vai para a seis.-diz afobada. 


-Calme Maryse, irei te ajudar! - diz senhora Marinhos. 


— Então, é o seguinte — disse um moreno baixo, conduzindo-me para o assento número

seis. — Precisamos conversar sobre sua imagem.-diz Alice tossindo direto. Ele ia direto ao assunto.

— Minha imagem?-pergunto confusa. Já não estava boa? 


— Que impressão você quer dar? Com esses cabelos brancos, passa a impressão de delicadeza, mas podemos te deixar bem

sedutora. Mas se essa não for sua jogada, pensamos em outra coisa — ele disse sem rodeios.


— Não vou mudar tudo em mim, oque sujere? — eu disse,

enquanto o olhava. 



— Nossa, temos alguém especial aqui? — ele disse, como se fosse uma criança.


— E não somos todos especiais?

O homem deu um sorriso.


— Tudo bem, então. Não vamos mudar sua imagem; vamos apenas melhorá-la. Preciso dar

uma polida em você, mas sua aversão a tudo que é falso pode até ser uma grande vantagem

aqui. Continue assim, querida.-diz e me deu um tapinha nas costas e saiu, não sem antes chamar um grupo de mulheres que se

moveu em bloco na minha direção.


Não sabia que a “polida” de que ele tinha falado era literalmente uma polida. Uma mulher tantou passar óleo em mim, mas me neguei, dizendo que sou capaz de fazer isso sozinha. Eu em,uma completa estranha me tocar. 


-Vamos fazer um ombreher. Abaixo dos seios. Que cor você mais gosta querida? -pergunta com um monte de tintas. 


-Vermelho, vermelho escarlate-responde firme. Ele me olha surpreso com um sorriso. 


-Ela é ousada pessoal! - diz divertido-Vai ficar perfeito em você! Vai arrasar gata! - diz sorrindo grande e preparando a tinta. Depois de passar esperei apenas meia hora, pois meus cabelos não presisaram de descolorir. Ele lava meu cabelo o hidratando, após minutos de espera ele tira a toca e tira o pródigo. Corta as pontas, e também acerta minha franja. Faz uma escova deixando meus cabelos lisos.Dava para Ver de longe o brilho de revigoraçao de minhas madeixas. 



Assim que terminei meu cabelo fizeram minhas Sombrancelhas e meu Buço. Logo fazendo uma limpeza facial em seguida. Após ter a pele esfoliada e hidratada me levaram para uma sala para a depilação. Foi horrível. Nunca me senti tão exposta e dolorida em minha vida. 


Após a sessão de tortura eles me fizeram uma massagem de óleos e me deixaram macia e suave. Logo depois as atenções se voltaram para as minhas

unhas. Apararam, lixaram e conseguiram até tirar os pedaços mais duros de cutícula. Eu disse que preferia o esmalte vermelho para pintas as unhas,e as moças ficaram tão

Animadas com minha escolha. Mas disse que queria um nude nas unhas do meu pé. 


O grupo que trabalhou em minhas unhas saiu para dar lugar a outra moça, enquanto eu

permanecia quieta na cadeira à espera da próxima rodada de embelezamento. Uma equipe de

filmagem passou por mim e focalizou minhas mãos.


— Não se mexa — ordenou uma mulher, olhando torto para minhas unhas. — Mas você não

Acha vermelho vulgar ?-pergunta em descontentamento. Mulher intrometida. Se eu quiser pintar de preto eu pinto sua vaca.


— Não,gosto dessa cor-lhe respondo friamente. Ela deu um suspiro, sem me convencer, e foi embora.Percebi alguma coisa tremendo à minha esquerda. Vi então uma menina de olhos perdidos balançando as pernas sob uma grande capa que alguém tinha jogado por cima Dela. A reconheci, se chama Lucy. 


— Está tudo bem? — perguntei.

Minha voz a tirou do transe. Ela suspirou.


— Querem tingir meu cabelo de loiro. Disseram que ia combinar mais com meu tom de

pele. Acho que só estou nervosa.-diz e  abriu um sorriso tenso, que retribuí.


— Seu nome é Lucy, certo?

— Isso — ela sorriu, ainda ansiosa. — E o seu é Coralina ?-pergunta. Apenas Concordei com a cabeça.


— Disseram que você trabalhava com Evageline . Ela é terrível!-diz em um tom de pena-Nao compareci ao café, estava febril, Freya e Amará ficaram comigo-explica a sua falta no café..Suspiro é Respirei fundo. 


— Você não faz ideia,ela é terrívelmente insuportável — murmurei, e demos uma risadinha. — Olha, eu acho seu cabelo lindo.-digo sorrindo simpática. E era mesmo. Nem escuro demais, nem claro demais, e bem cheio.

— Obrigada, Coralina-diz Educadamente. - Aliás, adorei a mudança no seu, foi radical, mas ficou maravilhoso!-diz sorrindo sinceramente observando minhas madeixas tingidas. 


-Obrigada, eu também gostei-digo sorrindo— Se não quiser mudar a cor de seu cabelo, não mude.-digo seria. Lucy sorriu, mas dava para notar que ela não sabia ao certo se eu estava tentando ser sua amiga ou prejudicá-la. Antes de ela dizer qualquer coisa, mais equipes chegaram, gritando

suas instruções tão alto que não houve como terminar a conversa.


Me olhei no espelho, meu cabelo 

estava dois dedos mais curto e tinha suaves recadas nas pontas. Gostei delas; faziam meu cabelo brilhar em diferentes contrastes. Algumas garotas fizeram luzes. Outras, como Lucy, mudaram

completamente a cor do cabelo. Como Clarissa, que fez jus a sua fala e o pintou de ruivo Aracaju. Ela ficou ainda mais bela. Alyssa cortou os cabelos em camadas e os escovou, o brilho de suas madeixas ruivas era lindo. 


O salão inteiro escutava os gritos de Celeste, Delphi e Kriss com as pobres assistentes,ordenando que lhe levassem algo ou simplesmente saíssem da frente.Eu as detestava. 



Uma moça muito linda fez minha maquiagem. Pedi que não carregasse muito, e o resultado

ficou bom.Nos olhos usaram um tom de prata cintilante. Nos lábios coloriram com um tom de vermelho escarlate, combinando com as mechás de meu cabelo.Um monte de meninas ficou parecendo um pouco mais velha ou mais jovem.


 Eu ainda parecia comigo mesma, assim como Alyssa . E, claro, Evageline também, uma vez que já estava com o rosto

inteiro rebocado quando chegou.

Usei um roupão durante a maior parte do processo. Quando terminaram de me ajeitar,levaram-me para as araras. Meu nome estava marcado em uma barra de onde pendiam

vestidos para uma semana. 


Parecia que as candidatas a princesa não usavam calça.

Acabei escolhendo um vestido Vermelho . Tinha bom caimento nos ombros, batia nos joelhos e

ficava confortável nas pernas e acentuado na cintura. A moça que me ajudava disse que era um vestido para o dia e

garantiu que os vestidos de noite já estavam no meu quarto, para onde as outras araras logo

seriam levadas. Em seguida, ela pôs um broche prateado perto da alça do vestido. Meu nome

estava escrito nele em letras brilhantes. Por fim, ela me deu uns meus sapatos de salto médio que eu usava anteriormente, pois disse que  não acharam meu número. Também chamaram uma de minhas criadas, Anne, para levar meu vestido anterior para o quarto. 


Depois  me mandou de volta para o canto, onde iam tirar minha foto

do “depois”. De lá, mandaram-me para uma das quatro estações menores alinhadas contra a

parede. Cada uma delas tinha uma cadeira, um biombo e uma câmera bem na frente.Sentei e esperei, como me pediram. Uma mulher se sentou na minha frente com uma prancheta cheia de informações. Ela me pediu um pouco de paciência enquanto encontrava minha papelada.


— Pra que isso? — perguntei desconfortável. 



— É para o especial sobre a transformação. Vamos transmitir um programa sobre a chegada

de vocês hoje à noite e, na quarta-feira, um sobre a transformação. Na sexta-feira, vocês vão participar do Jornal Oficial. As pessoas viram as fotos de vocês e sabem um pouco do que está nos formulários de inscrição — ela contou enquanto colocava minha recém-encontrada papelada no alto da pilha na prancheta.A mulher cruzou os dedos e continuou.


— Mas queremos que o povo realmente torça por vocês. E isso não vai acontecer se eles não conhecerem bem cada uma. Então faremos uma rápida entrevista aqui, e você vai fazer o seu melhor no Jornal Oficial. Não fique tímida quando nos vir circulando pelo palácio. Não estaremos aqui todos os dias, mas vamos aparecer bastante.-diz sorrindo. 


— Tudo bem — concordei, obediente.


Eu não queria mesmo ter que falar com equipes de filmagem.Era muito invasivo.Muito desnecessário. 


— Então, Coralina Cold, está pronta? — ela perguntou segundos antes de uma luz

vermelha na câmera acender.


— Sim — respondi tentando não parecer nervosa.


— Você poderia nos dizer

como foi sua transformação hoje?-pergunta. Pensei um pouco.


— Cortaram meu cabelo em repicados, e fizeram um ombrehar vermelho.-disse.

Passei as mãos por minhas madeixas Prateadas com mechas vermelhas e senti como meu cabelo estava mais suave

depois dos cuidados profissionais.— Também pintaram minhas unhas e fizeram uma limpeza facial. Também passaram loção de baunilha no meu corpo. Fiquei com cheiro de sobremesa —continuei, cheirando os braços.Ela riu.


— Que linda. Escolha interessante para seus cabelos.Ousada, porém com estilo. Eu gostei. E esse vestido cai muito bem em você.-diz educadamente. 


— Obrigada — eu disse, olhando minhas roupas novas.Eu realmente amei a cor do meu vestido. 


— Está certo — disse a entrevistadora. — Você é uma das duas oito na Seleção. Como a

experiência tem sido até agora?-pergunta.Procurei na minha cabeça uma palavra para descrever como tinha sido o dia, desde minha discussão no café até a sensação de estar se do vigiada e a simpatia de Marlee.


— Surpreendente. Realmente Agradável-digo em um tom gentil. 


— Acho que dias ainda mais surpreendentes virão — comentou a entrevistadora.


— Espero que sejam um pouco mais tranquilos do que hoje — repliquei entre suspiros.


— O que você achou da concorrência até agora?-perguntou. Engoli em seco. 


— As outras garotas são muito simpáticas e educadas — eu disse, completando na minha cabeça: “Com

uma notável exceção”.


— Ahã... -disse me olhando de rabo de olho.Ela percebeu que minha resposta escondia algo. 


— E o que você acha do resultado da transformação? Tem medo de que outra menina tenha

ficado melhor? -pergunta.

Ponderei minha resposta. Dizer não seria esnobe, e dizer sim seria dar uma de coitada.


— Acho que conseguiram realçar a beleza individual de cada garota. As deixando perfeitas em seu modo-disse em um tom educado. Ela sorriu.Parecendo satisfeita com a resposta. 


— Muito bem. É o suficiente. -diz se levantando. 


— Já? -pergunto. 


— A gente tem que encaixar todas as garotas nas etrevistas em uma hora e meia. O que fizemos  está de bom tamanho.-diz sorrindo de canto. 


— Certo. -respondo. Até que não foi tão ruim. 


— Obrigada. Você pode se sentar naquele sofá ali que alguém logo virá cuidar de você. -diz simpática saindo. Levantei-me e fui para o grande sofá circular no canto. Bess e Clarissa estavam sentadas ali, conversando calmamente. 


-Coralina! Oque você fez o cabelo? Que tudooo! -diz Bess com uma voz fina parecendo mimada. 


-Ficou lindo Cora-diz Clarrisa. 


-Obrigada garotas-respondo-O ruivo lhe cai bem Clary-digo simpática. 


-Seri?! Eu também achei! Estou tão feliz com o resultado-diz alegremente me fazendo dar uma risadinha. 


Olhei para os lados e vi alguém 

dizer que o último lote acabara de chegar. Mais correria nas estações. Prestei tanta atenção no  tumulto que quase não notei quando Marlee se sentou ao meu lado. A olhei de olhos arregalados. 


— Marlee! Seu cabelo! -exclamo surpresa 


— Eu sei. Puseram um aplique. Você acha que ficou bom? — ela parecia  realmente preocupada. 

— Claro!ficou maravilhosa! - digo sinceramente. 


-Será que o príncipe vai gostar? - pergunta preocupada. 


-Claro que sim garota!Quem não gostaria de uma loira estonteante? -digo divertida. 



— Cora, você é tão simpática.-diz em um tom dócil.  Após sua fala l, Senhora Marinhos  aproximou-se. 


— Muito bem, garotas, estão prontas? -pergunta.Ela conferiu a hora e nos olhou, esperando uma reação. Depois, continuou. 



— Vou fazer um passeio rápido com vocês pelo Palácio-diz ela. 

Bessel bateu palmas, e nós quatro nos levantamos para sair. Senhora marinhos, que recentemente descobrir que se chama Silvia, nos contou que aquele lugar  onde nos maquiaram e paparicaram era o Salão das Mulheres. Geralmente a rainha, suas damas de companhia e outras mulheres da realeza se divertiam ali.


— Acostumem-se àquele salão. Vocês passarão boa parte do tempo lá. Agora, quando

vocês entraram, viram o Grande Salão, que geralmente é usado para festas e banquetes. Se

houvesse muitas mais de vocês por aqui, seria lá que faríamos as refeições. Mas a sala de

jantar normal é grande o suficiente para suas necessidades. Vamos dar uma passada por lá. -diz calmamente.Silvia mostrou onde a família real fazia suas refeições em ocasiões importantes,em uma mesa à parte.As Selecionadas ficariam em mesas compridas dispostas como um “U” bem estreito. Nossos lugares já estavam marcados com plaquinhas muito elegantes. Eu ia me sentar entre Ashley e 

Marlee, que tinha visto de passagem no Salão das Mulheres, e à frente de Kriss e Delphi.


Deixamos a sala de jantar e subirmos De volta ao andar de cima, nossa guia apontou a sala onde o rei e o príncipe 

trabalhavam na maior parte do tempo. A área estava além dos nossos limites.


— Outra coisa fora dos limites: o terceiro andar. Lá ficam os cômodos reservados à família

real, então nenhuma intrusão será tolerada. Os quartos de vocês estão localizados no segundo

Andar, como Já sabem. Vocês ocuparam boa parte dos quartos de visitas, mas não se preocupem: ainda temos

espaço para quem chegar. -termina. 



— Estas portas aqui dão para o jardim dos fundos. Olá Richard Olá,Wesley. - comprimenta. Os dois guardas dourados à porta cumprimentaram com a cabeça. Demorou um pouco para eu 

reconhecer que a grande arcada à nossa direita era a porta lateral para o Grande Salão, o que

significava que o Salão das Mulheres ficava no próximo corredor à direita.O palácio era uma espécie de labirinto opulento.


— Vocês não podem sair do palácio em nenhuma circunstância — prosseguiu Silvia. — Às  vezes, durante o dia, poderão ir até o jardim, mas nunca sem permissão. Isso é exclusivamente para manter vocês seguras. Apesar de nossos esforços, os rebeldes da guarda escarlate entraram no palácio uma vez. - diz me pegando de surpresa, mas não ousei de mostrar. Um calafrio percorreu minha espinha. 


Entramos em um corredor e subimos as enormes escadas que davam para o segundo andar.

Eu sentia tapetes tão espessos sob meus pés que tinha a impressão de afundar um centímetro a

cada passo. A luz atravessava janelas no alto; tudo cheirava a flores e raios de sol. As

paredes estavam repletas de pinturas grandes que retratavam os reis do passado e alguns

líderes americanos e canadenses. Pelo menos era isso que eu achava, já que nenhum deles

usava coroa.

— Bom, o tuor terminou. Antes do jantar de hoje, vocês se reunirão no Salão das Mulheres para uma projeção especial do Jornal Oficial de Illéa. Semana que vem, 

estarão ao vivo no programa! - diz animada-Esta noite vocês verão algumas das imagens feitas desde quando  saíram de suas casas até a chegada aqui. Será bem especial. Saibam que o príncipe Tiberias ainda não viu nada. Ele verá o mesmo que Esmerald esta noite. Hoje vocês o conhecerão oficialmente. Vocês jantarão em grupo, para que possam se conhecer melhor, e amanhã os jogos começam! - diz seriamente. Engoli em seco. Regras demais, estrutura demais, gente demais. Eu só queria ficar sozinha com minha irmã . 


Começamos a percorrer o segundo andar; e paramos em uma sala.


-Esta é o Salão de Chá, é um local onde as damas se encontram para conversarem-diz mostrando o local. Criadas serviram chá para todas nós e começaram a conversar animadamente. 


Já estava ficando um pouco emburrada com tudo isso, quando senti um calor conhecido, minutos depois escutei alguém bater à porta. Dois guardas abriram caminho, e então o príncipe Cal entrou.


— Bom dia, senhoritas — ele disse.O alvoroço no salão foi evidente: umas endireitaram as costas, outras tiraram o cabelo do rosto e algumas ainda ajeitaram o vestido. Não olhei para Cal, mas para Ashley, cujo peito se movia em ritmo acelerado. Ela o observava de tal maneira que fiquei envergonhada de ternotado. 



— Majestade — disse senhora marinho, com uma breve reverência.


— Olá, Silvia. Se não se importa, gostaria de me apresentar a essas jovens.-diz com um sorriso calmo. 


— Absolutamente — ela respondeu, inclinando-se mais uma vez.O príncipe Cal correu os olhos pelo salão e deparou comigo. Nossos olhares se

encontraram por um instante e ele sorriu. Eu não esperava isso. Imaginava que já teria mudado

de opinião sobre o modo que me tratara na noite anterior e que me daria uma bronca na frente

de todas por causa do meu comportamento. 


Mas talvez ele não tivesse ficado nem um pouco irritado. Talvez tivesse me achado divertida. Com certeza ele ficava extremamente entediado ali. Não importava: aquele breve sorriso me fez acreditar que a experiência pudesse não ser tão ruim no fim das contas. Apeguei-me à decisão que tinha tomado na noite anterior e em

minhas esperanças de que o príncipe ouvisse minhas desculpas.


— Senhoritas, se não lhes incomodar, chamarei cada uma de vocês para me conhecer

individualmente. Estou certo de que estão com fome, assim como eu, de modo que não tomarei muito do seu tempo. Por favor, perdoem-me se demorar para gravar seus nomes. É que há

muitas de vocês.-diz divertido. 


Houve uma explosão de risadas. Rapidamente, ele se dirigiu à garota na ponta direita da

primeira fileira e a acompanhou até os sofás. Os dois conversaram por alguns minutos e se levantaram. Ele se inclinou diante dela, que devolveu a reverência. Ela voltou para sua mesa e falou com a garota ao lado, então o processo se repetiu. 


As conversas duravam poucos

minutos e as vozes saíam abafadas. Ele queria conhecer as meninas em menos de cinco

minutos.


— O que será que ele quer saber? — Marlee perguntou virando-se para mim.


— Talvez a lista de garotos que você acha mais bonitos. Faça uma lista mental agora querida—

sussurrei de volta, e tanto Marlee como Ashley e Bess riram baixo.


Não éramos as únicas conversando. Por todo o salão podiam-se ouvir vozes crescendo

como um ruído suave à medida que tentávamos nos distrair até que nossa vez chegasse. Isso

sem falar nos cinegrafistas que zanzavam pelo salão para perguntar às garotas sobre o

primeiro dia no palácio, se tinham gostado das criadas e coisas do gênero. Quando pararam

perto de Ashley e de mim, deixei que ela respondesse.



Eu observava o tempo todo o sofá enquanto cada uma das Selecionadas era entrevistada.

Algumas permaneciam calmas e senhoris, outras pareciam nervosas de tanta emoção. Marlee corou como um pimentão quando foi sua vez de ir até o príncipe e voltou radiante. Ashley

ajustou o vestido diversas vezes, num tique nervoso.



Eu estava começando a suar quando ela voltou, o que significava que era minha vez.

Respirei fundo e me preparei. Ia pedir um favor enorme.

Ele se levantou e sorriu. 



—Coralina, querida, foi informado de seu pequeno... Desentendimento com a senhorita Welle, certo? — ele perguntou, com um sorriso brincalhão nos lábios.


— Sim,eu me revoltei com ela, ela ofendeu minha casa e minha irmã, E eu não me lembro de seu nome sabe, pode me refrescar a memória ? —eu disse, pensando se era má ideia começar com uma piada, mas Cal riu e me pediu que sentasse.Ele se inclinou para a frente e perguntou:



-Não se preocupe Cora, nem me lembro do ocorrido sabe, minha memória está ruim esses dias-diz brincalhao— Vou refrescar sua memória, sou Tiberias Calore, mas meus amigos e familiares me chamam de Cal. - diz sorrindo torto. 


-Oh, é por acaso sou considerada sua amiga Príncipe Tiberias? - perguntei frisando seu nome. Ele apenas sorriu largo. 


-Possivelmente sim Senhorita Cold-diz sorrindo de canto. - Mudando de assunto, Você dormiu bem, minha querida?-pergunta em um tom provocativo. 


Não sei a expressão que fiz quando ele me tratou assim,novamente, mas os olhos amarelos dele brilharam de

entusiasmo.


— Ainda não sou sua querida, Cal— rebati, dessa vez com um sorriso. — Mas dormi. Dormi muito bem. Porem acordei cedo. E Minhas criadas tiveram uma pequena dificuldade em me colocar em um vestido apropriado . - digo divertida.Eu Estava

confortável demais.Parecia errado. 


— Fico feliz em saber que você estava confortável, minha...Cora — ele se corrigiu.


— Obrigada — respondi.-E você? Por acaso se descontrolou novamente Cal?-pergunto em um tom exigente. Depois percebi minha gafe. Minhas mãos nervosas torciam a saia do vestido enquanto minha boca se preparava paradizer as palavras certas:


— Mil desculpas por ter sido grossa ou invasiva. Não posso falar com vossa alteza assim. - digo nervosamente, bigarriei. 


-Bom, respondendo sua pergunta, sim me ocorreu um descontrole no treinamento, mas me lembrei de uma tática que uma certa pessoa me ensinou-diz sorrindo de canto.Sorri de lado e Bigarriei chamando sua atenção. 


- Enquanto eu tentava dormir, depois de minha breve conversa com seu irmão, tomei consciência de que, embora a situação me pareça estranha, não posso culpá-lo por escolher a mim e minha irmã.Não é sua culpa que eu tenhame metido em tudo isso, e essa história de Prova real não é ideia sua. Além disso, você me tratou com simpatia naquele momento na vila, enquanto eu fui, bem,deselegante.Poderia ter ordenado para me expulsar logo após o café,mas não o fez. Obrigada.-lhe digo apreensiva. 



O olhar de Cal parecia terno. Aposto que todas as garotas antes de mim se derreteram

quando ele as olhou assim. Já eu tendia a ficar incomodada, mas era óbvio que aquele olhar

era comum a ele. O príncipe abaixou a cabeça por um instante. Quando me olhou de novo, pôs os cotovelos nos joelhos e apoiou o queixo nas mãos, como se quisesse me fazer entender aimportância do que estava por vir. 


 

— Coralina, você tem sido muito sincera comigo até agora. É uma qualidade que admiro

profundamente. Vou pedir-lhe que responda uma pergunta, se não for um incômodo.-diz em um tom sério. Concordei com a cabeça, um pouco receosa do que ele podia querer saber.Cal se

inclinou ainda mais na minha direção.


— Você diz que está aqui por engano. Isso me faz supor que não quer ficar. Há alguma

possibilidade de nutrir qualquer tipo de... sentimento amoroso por mim?-pergunta firmemente. Não pude evitar um leve tremor. Eu não queria de forma nenhuma magoá-lo, mas também

não podia enrolar.E o medo me consumiu ao ouvir tais palavras. 



— Vossa Majestade é muito gentil e atraente... e atencioso.-começo. Ele sorriu ao ouvir essas palavras. Continuei, em voz baixa. — Mas tenho motivos muito pertinentes para achar que não.-digo lembrando de meu trauma de não gostar de ser tocada. 



— Poderia explicá-los? — seu rosto não demonstrava, mas sua voz revelou a decepção

causada por minha rejeição imediata. Imaginei que ele não estava acostumado a isso.

Eu não queria falar dos motivos, mas não consegui pensar em outro modo de fazê-lo

entender. Abaixando ainda mais a voz, contei a verdade:

— Acho... acho que meu coração está machucado demais para tentar tal coisa-digo baixinho.Senti meus olhos marejarem.


— Por favor, não chore! — sua voz baixa estava cheia de preocupação. — Nunca sei o que

fazer quando as mulheres choram!-diz quase apavorado. 

Isso me fez rir, e a ameaça de lágrimas bateu em retirada. Era impossível não notar a

sensação de alívio no rosto dele.


— Você quer que eu lhe deixe voltar para a casa hoje? — ele perguntou.Era evidente que minha rejeição  o incomodava, mas em vez de escolher o

ódio, ele demonstrou compaixão. Esse gesto me fez confiar nele.


— Esse é o problema... Não quero ir para casa.-digo pensando em minha família. 


— Mesmo?Porque? -pergunta confuso. Ele levou as mãos à cabeça, e eu não pude deixar de rir de seu ar perdido.


— Posso ser totalmente sincera com você? — perguntei.

Ele concordou.— Preciso ficar aqui. Minha família precisa de mim aqui. Mesmo que me deixasse ficar apenas uma semana, já seria uma anuda para eles.-digo calmamente. Eu sabia que as selecionadas recebiam para estar aqui. 



— Você quer dizer que precisa do dinheiro?Sua irmã está bem?Presisa de mais infermeiras? -pergunta em um tom preocupado. Sorri com isso. 


— Mais ou menos, Holly piorou, e Gerald está paraplégico, oque nos deixa sem saída. É com Alyssa e eu aqui, não temos como ajudar-digo sinceramente. Senti-me mal por admitir. Talvez tivesse dado a impressão de que o estava usando. Na verdade, acho que estava mesmo. Mas prossegui:

— Também há... certas pessoas na minha província — levantei os olhos para ele — que eu

não aguentaria ver no momento.-digo me lembrando de draco,Fraley e bendita. Um frio percorreu por minhas costas. 

Cal assentiu com a cabeça como quem tinha entendido, mas não disse nada.Hesitei. Pensei que o pior que podia acontecer seria mesmo ir embora. Então continuei:

— Se me permitir ficar, mesmo que por pouco tempo, podemos fazer um trato — propus.

Ele arregalou os olhos:

— Um trato?

Mordi os lábios:

— Se me deixar ficar... — eu estava prestes a dizer algo bem idiota, mas prossegui. —

Tudo bem, veja só. Você é o príncipe. Fica ocupado o dia inteiro ajudando a administrar o

país e tal, e agora tem que encontrar tempo para escolher uma entre quatorze garotas, ou melhor,doze garotas. É pedir muito, não acha?-jogo. Ele concordou. Dava para notar que se cansava só de pensar nisso.


— Não acha que seria muito melhor se tivesse alguém aqui dentro? Alguém para ajudar?

Tipo... uma amiga?-jogo novamente. 


— Uma amiga? — ele perguntou.


— Sim. Se deixar Alyssa sair, eu estou disposta a te ajudar. Serei sua amiga.Você mesmo disse que posso ser consirada sua amiga-digo com a Sombrancelha arqueada. Minhas palavras o fizeram sorrir. Retomei minha proposta:


— Não precisa se incomodar em correr atrás de mim. Já sabe que não sinto nada por você.

Mas pode falar comigo a qualquer momento e tentarei ajudar.  Bem, posso ser sua confidente até a fase três, enquanto não encontrar a 

definitiva. Se quiser...-termino nervosa. Seu rosto demonstrava um afeto contido.


-Antes de eu lhe dar a resposta, me diga, por que quer que sua irmã saia? - pergunta curiosamente. 


-Bom, ela Ja teve um certo desentendimento com A Welker, e A segunda fase é sobre força física, algo que Alyssa claramente não possui. E eu preferia ela para ficar com Holly, depois da morte de nossa mãe, ela tem estado pior-confesso vendo seu olhar mudar. 


-Sua mãe morreu? Como? - pergunta preocupado. 



-A poucas semanas, Holly e Alyssa a encontraram morta no quarto, pelo que tudo indica parada cardíaca, mas tenho minhas dúvidas-lhe respondo vendo seu rosto ficar sério e a compreensão tomar conta de si. 


-Entendo perfeitamente, vou providenciar a ida de sua irmã para a casa hoje mesmo-diz seriamente. É impossível descrever o alívio que senti.


— Bom, Cora, Conheci quase todas as garotas deste salão e não penso em outra que seria uma amiga melhor que a senhorita- diz sorrindo. Sorrio junto aliviada. — Você acha — perguntou Cal — que eu ainda posso chamá-la de “minha querida”?-pergunta marotamente com um sorriso torto. 


— Sem chance, garoto tocha— cochichei.


— Continuarei tentando. Não costumo desistir — garantiu, e acreditei em suas palavras. Ia

ser muito chato se ele continuasse mesmo com aquela história.-Gostei do apelido Cora, temos que arranjar um para a senhorita, aliás os amigos não fazem isso? - pergunta divertido me fazendo revirar os olhos


— Você chamou todas de “minha querida”? — perguntei, voltando o rosto para o resto do

salão.


— Sim, e todas parecem ter gostado.


— É exatamente por isso que eu não gostei.-respondo. Parecia um dejavu. 


-Certamente Cora, és uma moça diferente-diz divertido. Arqueie as Sombrancelhas. 


-Isso foi um elogio? - pergunto. Ele sorri largo. 


-Mas é claro Coralina! Aliás não pude deixar de notar a mudança no seu visual, diferente e única, como você - diz sorrindo torto. Minhas bochechas cobraram. 



-Está muito galanteador hoje Cal,não recomendo fazer isso com todas as outras-digo divertida, seu sorriso amenda


-Ciúmes, querida? - pergunta provocativo. 


-Nunca garoto tocha-rebato escondendo um sorriso. 


-Não é oque parece Cora, querida-diz frisando o "querida" para me irritar mais. 


-Cale-se! Não sou como as outras que sentem ciúmes para umentar seu grande  ego Cal-rebato brava. Eu me levantei.Cal ainda ria quando deixou seu sofá. Normalmente eu faria cara feia,

mas era até divertido. Ele fez uma reverência. Eu a devolvi e voltei ao meu lugar.


Estava com tanta fome que o tempo que o príncipe gastou para entrevistar as moças das

outras fileiras pareceu uma eternidade. Mas por fim a última garota estava de volta ao seu

lugar, e eu já sonhava ansiosamente com meu primeiro café da manhã no Palácio, Cal então caminhou até o centro do salão.


— Aquelas a quem pedi que permanecessem, por favor, fiquem em seus lugares. As outras podem acompanhar Silvia até a sala de jantar. Em breve vou juntar-me a vocês. -diz calmamente. Ele tinha pedido que algumas ficassem? Será que aquilo era bom? Eu não fasso ideia. Levantei-me como a maioria das outras e comecei a caminhar. Ele provavelmente só queria passar mais um momento com as que ficariam. Vi que Ashley, Aurora,Samara e Alyssa era uma delas.Oque diabos  ele queria com elas?!. Os fotógrafos que até então permaneciam impassíveis.Se piram a agir, As câmeras ficaram para trás a fim de capturar o aquele momento — o que quer que fosse — que estava para ocorrer. O resto de nós seguiu seu caminho caminho. Eu estava preocupada com minha irmã. Mas resolvi relaxar, Cal não faria nada de mal para ela. 



Entramos na sala dos banquetes e lá estavam, com um ar mais majestoso que nunca, o rei

Tiberias e a rainha Elaine. Também estavam ali mais câmeras, prontas para captar nosso  primeiro encontro com o casal real. Hesitei, pensando se deveríamos voltar para a porta e 

esperar que nos chamassem para entrar. Mas quase todas as meninas avançaram. Fui rapidamente para meu assento, na expectativa de não ter atraído

a atenção de ninguém.

Silvia entrou segundos depois e dominou a cena.


— Senhoritas — ela disse —, receio não termos chegado a conversar sobre isso. Sempre

que entrarem em um cômodo onde o rei ou a rainha estiverem, ou se Vossas Majestades

entrarem em um cômodo onde vocês estiverem, a atitude correta é uma reverência. Em

seguida, quando lhes responderem, endireitem o corpo e tomem assento. Vamos fazer juntas agora?-perguntou. 

Todas fizemos uma reverência na direção da mesa.Cal entrou para ocupar seu lugar. Antes que pudéssemos nos mover, ele avisou:


— Por favor, senhoritas, não se levantem. - diz educadamente. 

Ashley e Samara  não tinha vindo ainda. Muito menos Alyssa.  Olhei para os lados, confusa. Kriss, que se sentava à minha frente, respondeu à pergunta que eu fizera com os olhos. 


— Elas foram embora — afirmou.Imediatamente fiquei grata por Kriss ter sido honesta.  Mas, Embora? Eu não conseguia imaginar o que Ashley deveria ter feito em menos de cinco minutos para desagradar Cal,mas garanto que Samara o irritou profundamente com seu ego.


Já Alyssa, eu já sabia, fiquei feliz por ele competir a promeça, espero que minha irmã não esteja brava ou chateada comigo. Foi para seu bem, e para o bem de Holly. 


-Como perceberam, tres selecionadas não estão, Samara Welle, Ashley Rhamos e Alyssa Cold foram desclassificadas e no momento estam retornando a suas residências-diz Cal polidamente. - Bom, a senhoritas estao liberadas para irem até seus Aposentos-diz formalmente. Nós levantamos e caminhamos em silêncio Ate nossos quartos. Me sentei na poutrona em frente a sacada e suspiro ao ver Alyssa saindo do castelo com uma mala na mão. Estava feito.Agora, Era simples assim, já éramos apenas dezenove . 


Delphi, da Casa Osanos.Uma prateada. Da casta três. 


Coraline, da casa Jacos. Uma prateada. Da casta três. 


Elaine, da casa Haven. Uma prateada. Da casta tres


Bess,da  casa Blonos.Uma prateada. Da casta tres


Celeste, da casa Viper.Uma prateada. Da casta três. 


Marlene, da casa Provos.Uma Dourada. Da casta três. 


Kriss,da casa Leloran.Uma prateada. Da casta três.


Amy, da casa Provos.Uma dourada. Da casta três. 


Freya, da casa Laris.Uma prateada. Da casta três. 


Senhorita Elisabeth, da casa Eagrie. Uma prateada. Da casta dois.


Lucy, da casa Marinos,Uma Dourada.Da casta quatro. 


Sabrina, da casa Iral. Uma dourada. Da casta quatro.


Amara, da casa Macanthos. Uma prateada. Da casta tres.


Aurora, da casa Tyros, Uma dourada. Da casta quatro. 


Marjorie, da casa Gliacon,Uma dourada. Da casta três.


Esther, da casa Greco.Uma prateada. Da casta  três.


Clarissa, da casa Arven.Uma prateada. Da casta três. 


Evageline Samos. Uma prateada. da casta dois. 


Coralina Cold.Uma vermelha da casta oito.


Era agora que os jogos começaram.Com percistencia e brutalidade. E eu não sabia que como me sentir sobre isso. 







"Estou com medo do que tem dentro da minha cabeça

O que há dentro da minha alma

Eu sinto que eu estou correndo, mas sem chegar a lugar algum

O medo é sufocante, eu não posso respirar

Eu sinto que estou me afogando, estou afundando cada vez mais


A luz branca se desvanece para vermelho

Quando entro na cidade dos mortos


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade


Eu sinto isso queimando em minhas veias

Está me deixando louca

A febre está subindo, eu estou afundando

Memórias em flash diante dos meus olhos

Eu estou perdendo tempo

O veneno está me matando, assumindo


A luz branca se desvanece para vermelho

Quando entro na cidade dos mortos


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade


Quão terrível é o futuro

Quando o juiz há de vir

Quão terrível é o futuro

Quando o juiz há de vir


Condenados, odiados em todos os lugares

Afinal, até o infinito


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade


Rei, tremenda majestade

Que salva à vontade

Salva-me, fonte de piedade

Salva-me, fonte de piedade"



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