História A Schuyler and a French Man - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Hamilton: An American Musical
Personagens Alexander Hamilton, Angelica Schuyler, Eliza Schuyler Hamilton, Marquis de Lafayette, Peggy Schuyler, Philip Hamilton
Tags Hamilton Lafayette Peggy
Visualizações 13
Palavras 1.530
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sou apaixonada por musicais e óbvio que Hamilton tava na lista né LSJSKSJSK
Eu shippo muito esses dois e eles merecem uma história, né? Sem mais delongas: everyone give it up for America's favorite fighting french man and Peggy!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Peggy olhava sua irmã, Eliza conversando com um homem. Ela não sabia quem ele era, mas soube ao olhar pra sua irmã que ela já havia se derretido. Ela suspirou e murmurou para si mesma brincando:

—você é fácil demais, Eliza...

—em outras palavras você deve ser muito mais difícil, não é? — perguntou uma voz com sotaque francês. Ao olhar para o lado, Peggy viu um homem moreno, cabelos pretos e barba. Ele a olhava sorrindo. Ela riu fraco.

—sim, digamos que sim. — o homem, Lafayette, ergueu sua mão para a mulher.

—bem, eu estou disposto a tentar. — Peggy sorriu e pegou a mão do homem, eles então começaram a dançar. Peggy, a mais nova das Schuyler estava se sentindo estranha, não era muito de fazer aquele tipo de coisa, não gostava muito de ficar perto de pessoas desconhecidas ou de flertar mas se sentia confortável com a presença do mais velho.

—qual seria o seu nome? — perguntou-o curiosa.

—Je m’appelle Lafayette. Você deve ser uma Schuyler.

—sim, eu sou. Peggy, pode me chamar assim. — Lafayette parou e beijou a mão da mulher que sorriu em seguida. — estou vendo que é um cavalheiro.

—nós franceses sempre somos. 

—ah, não me diga. — riu. Ela reparou em Angélica em um canto, sozinha. Seu instinto fraternal apareceu e ela se afastou do homem reverenciando em seguida. — foi ótimo conhecê-lo, Lafayette, porém devo ir. Espero vê-lo em outra ocasião. — disse e com essas palavras foi falar com sua irmã.

•••

—quantas cartas, Eliza, caramba! — riu Peggy pegando uma. — “minha mais querida Eliza, espero que seu dia tenha sido ótimo. Gostaria de pedir permissão ao seu pai para-“ ei! — Peggy foi cortada pela irmã mais velha, Angélica, que roubou a carta da mais nova e deu para Eliza que estava irritada com a mesma. — sem graça.

—Peggy, deixa ela ser uma mulher apaixonada, vai. — riu Angélica seguida por Peggy.

—aí, me deixem vocês duas! — reclamou Eliza. 

—meninas, desçam aqui, vocês têm cartas! — gritou o pai das três. As mulheres desceram e Angélica brincou. 

—tenho absoluta certeza de que deve ser o Alexander. — Peggy riu. 

—eu concordo. Depois do baile a nossa correspondência só tem vindo dele! — continuou Peggy. Eliza puxou a bochecha de Peggy irritada.

—qual o problema? Estamos apaixonados! — Angélica acariciou os cabelos da irmã tentando esconder o quanto aquele comentário a afetara. 

Elas caminharam até seu pai e olharam para a mesa com algumas cartas.

—temos uma pra Eliza e o resto é para mim. — disse o pai. Eliza pegou a carta alegre. Peggy revirou os olhos e começou a se retirar, porém, ela ouviu seu pai chamando-a.

—ah, Peggy! Volte, por favor. — a mulher assim o fez.

—o que foi, papai? — perguntou curiosa. Seu pai estendeu uma carta para ela.

—é para você. Vem de um homem chamado Lafayette. — os olhos de Peggy brilharam em surpresa e felicidade ao lembrar-se do homem com quem dançou no baile de inverno alguns dias atrás. Ela pegou a carta e se dirigiu ao seu quarto sem nem ao menos se despedir. Ela então se pôs a ler.

“Querida Peggy,

Creio que não deve se lembrar de mim. Eu sou um dos milhares de homens que lhe chamaram para dançar no baile de inverno, mas, diferente de todos eles eu fui o único a conseguir. Não pense que não havia lhe notado antes de decidir falar contigo. Eu estou te mandando está mensagem para dizer que estive pensando muito em você e por mais que tenha ouvido isso em milhões de cartas de milhões de homens posso assegurar-lhe de que eu falo a verdade. Gostaria muito que a senhorita escrevesse para mim para mantermos contato. 

—Lafayette.”

A garota segurou um grito que iria sair de sua boca. Ele estava certo em questão de que muitos lhe haviam tentado conquistar mas nenhum deles foi igual a Lafayette. Por algum motivo, ela sentia que ele estava dizendo a verdade.

•••

—eu prometo, com todo meu coração que protegerei sua filha de todo mal, eu nunca vou trai-la e a amarei pelo resto de minha vida, senhor Schuyler. — disse Lafayette sério. Peggy estava atrás da porta ouvindo tudo junto de Angélica e Eliza que seguravam a mão da mais nova que estava a ponto de desmaiar de aflição. Ela ouviu alguns passos e ouviu então a voz de seu pai:

—Lafayette, você é um homem de honra. Tem lutado bravamente pelo nosso país e desejo que tenha sucesso em tudo que fizer. — ela ouviu então um suspiro. — eu realmente espero que cumpra tudo isso que disse, assim como o senhor Hamilton que veio a um meses atrás. — comentou. Peggy então se soltou de suas irmãs, abriu a porta e pulou nos braços de Lafayette. Seu Lafayette. Ela estava noiva e não podia estar mais feliz.

—eu te amo. — disse ainda agarrada ao homem. Ele riu e abraçou sua noiva. 

—eu também. — ele virou para o pai das irmãs Schuyler e sorriu determinado para ele. — não o desapontarei, senhor Schuyler. 

—assim espero. — sorriu o pai das três. 

•••

Peggy pegou a mão do marido e o olhou preocupada. 

—por favor, não faça isso. — disse. Lafayette iria para a guerra. Ele iria enfrentar homens que queriam o matar e a qualquer um que vissem, ela entendia o quão necessitado ele era na guerra por ser da França e ainda mais agora que Hamilton havia sido tirado de lá, mas ela não queria que ele fosse, ela o queria por perto. Lafayette suspirou e pegou as mãos da esposa.

—Peggy, Eu vou ficar bem. Olhe para mim, eu não morrerei tão fácil, vai ser preciso mais do que uma guerrinha pra me matar. — riu fraco. Peggy abaixou a cabeça mas Lafayette levantou-a em seguida. — eu ficarei bem e voltarei para casa. Eu prometo.

—promete? 

—eu já quebrei alguma promessa? — Peggy sorriu e abraçou seu marido uma última vez antes de ele ir embora. — eu amo você, Peggy. 

—eu também. — sorriu em meio às lágrimas de preocupação que insistiam em cair.

•••

Lafayette empurrou Alexander. Ele estava irritado, muito irritado. Ele havia acabado de ouvir a notícia de que ele havia traído Eliza, a esposa mais bondosa já existente depois da sua segundo ele. 

—por que? — perguntou. — por que fez isso, Alex? De todas as coisas ruins que já aconteceram eu nunca imaginei que você faria isso! — Hamilton só tinha seu rosto olhando o chão, triste e arrependido. Peggy segurou a mão de Lafayette e apertou-a.

—Alexander. — falou fria. Hamilton levantou seu olhar e olhou Peggy que estava com um olhar irritado. — nunca mais ouse fazer algo assim com a minha irmã, se eu descobrir que ela tem sofrido mais por ti, eu prometo, Alexander, eu vou te matar. E nunca mais chegue perto de mim ou de Angélica outra vez. — ao dizer aquelas palavras Peggy saiu do escritório de Alexander. Lafayette o olhou triste.

—estou desapontado com você, Hamilton. — e seguiu sua esposa.

•••

Lafayette chorava agarrado a sua esposa. Peggy tentava conforta-lo de todas as maneiras, vê-lo triste era a pior coisa que já lhe acontecera.

—Não posso acreditar que ele morreu. Depois de Laurens... eu nunca pensei que perderia o Alexander também. — disse ainda chorando. Sua esposa o abraçava acariciando sua cabeça. Ela não falava nada, só ouvia. — por que isso foi acontecer? Por que não fui eu ao invés dele? — ao ouvir isso, Peggy se afastou e o olhou nos olhos.

—Lafayette, não fale besteiras. Hamilton não merecia morrer mas deveria agradecer por sua vida. — ela acariciou o rosto de seu marido. — Lafayette... você está vivo. Infelizmente, ele morreu, mas ele teve uma boa vida. Se casou com uma ótima mulher, foi perdoado, teve crianças lindas, contribuiu para o nosso país... e teve o melhor amigo que alguém jamais pôde querer. — Lafayette sorriu ao ouvir aquilo. — tudo vai ficar bem, eu te prometo. 

—promete? — Peggy riu ao entender que era sua vez de dizer aquilo.

—eu já quebrei alguma promessa? — Lafayette beijou sua esposa e a abraçou em seguida.

—podem falar o que quiserem, eu tenho a melhor das esposas e a melhor das mulheres. — Peggy riu.

—e eu tenho o melhor dos maridos e o melhor dos homens.

•••

END BONUS!

Fan_Girling: *limpa a garganta* Peggy, como é saber que você é constantemente esquecida por 90% do fandom e do nada ganhar uma one-shot? Principalmente com o nosso favorite fighting french man aqui?

Peggy: *cospe água que estava bebendo em Lafayette* LAF, DESCULPA, SÉRIO! 

Lafayette: tudo bem. *ri*

Peggy: primeiramente, eu sou sim esquecida, mas quando o fandom ouve The Schuyler Sisters todos amam cantar “and Peggy” que eu sei. E, de todas as pessoas que eu podia ser shippada, o Laf é a melhor das opções. 

Lafayette: *fingindo indignação* então quer dizer que eu só “sirvo”?

Fan_Girling: errrr... ACABOU O BÔNUS! Espero que tenham aproveitado está fanfic do meu shipp favorito de Hamilton: An American Musi- CARACA, BURR, O QUE QUE VOCÊ TÁ FAZENDO EMBAIXO DA MESA?!

Burr: *olha pra Fan_Girling* I just wanna be in the room where it happens

Fan_Girling: ...

Peggy: ...

Lafayette: ...

Burr: ...

Fan_Girling: ok... até a próxima fanfic, pessoal! Talvez seja uma com o nosso querido Aaron Burr, sir rsrs

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...