História A Second Chance For Love - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time, Teen Wolf
Personagens Allison Argent, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Daniel, Emma Swan, Hades, Henry Mills, Lacey (Belle), Marian, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Príncipe James, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Scott McCall, Sidney Glass, Sr. Gold (Rumplestiltskin), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags A Second Chance, Once Upon A Time, Outlaw Queen, Scallison, Seana
Visualizações 31
Palavras 2.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeeeeeeeeee, voltando hoje depois que me perdi da última história. Resolvi recomeçar essa baseada nas telenovelas Doña Barbara e La Doña. Espero que gostem amores, bora lá!?

Capítulo 1 - Perdas...


Fanfic / Fanfiction A Second Chance For Love - Capítulo 1 - Perdas...

Era o ano de 1999 e todos aguardavam ansiosos pelo fim do ano que era exatamente no dia seguinte. Em Storybrooke todos comemoravam a chegada do ano novo, inclusive os poderosos Mills, donos da escola Elite Way Storybrooke. Porém, nem tudo eram flores na mansão, tudo porque Regina Mills a futura herdeira estaria saindo com Daniel Colter, filho do mecânico na cidade.

- Pelos deuses porque você não me deixa em paz? – Reclama Regina descendo as escadas indo em direção a cozinha.

- Você não entende que aquele tipinho não é pra você, eu achei que seria mais um dos seus caprichos como aquele menino Graham. – Esbravejava Cora seguindo a filha.

- Diferente da senhora, eu não brinco com o sentimento alheio. – Respondeu a menina pegando uma maçã na fruteira.

- Você tem tanto potencial para desperdiçar com o filho do mecânico Regina. – Abriu os braços encarando a filha. – Você pode ter o mundo se quiser.

Regina suspira fundo, apóia sua mão na mesa e encara a mãe nos olhos. – Eu vou ter, com o Daniel.

- Não pense que eu vou permitir um absurdo desses moçinha. – Regina vira as costas e sai deixando a mãe falando sozinha que fica gritando. – LEMBRE-SE BEM REGINA.

 

NA VILA DE STORYBROOKE

Daniel fechava a loja com seu pai, quando sentiu alguém abraçá-lo por trás.

- Aposto que é a garota mais bonita da cidade. – Disse ele se virando ao ver Regina. – Acho que errei. – Completou ele, logo levando um tapa no braço.

- Tem medo do perigo não? – Disse ela erguendo a sobrancelha.

Rindo, o rapaz abraça a cintura da namorada e com carinho lhe da um selinho demorado. – De você? Eu só sinto muito amor.

Ela sorriu e levou suas mãos na nuca dele. – Queria que minha mãe visse o cara incrível que você é.

Ele deu de ombros e ainda abraçado a ela respondeu: - Pelo menos seu pai gosta de mim e você.

Regina fez uma cara de duvida e disse num sorriso: - Será?

- Como é que é? – Perguntou ele rindo. – Se não amar por bem, vai amar na base da cosquinha.

- Nãão se atreva. – Respondeu a morena correndo em seguida do namorado que a perseguiu.

 

NA RESIDENCIA MILLS

- Eu não sei como você é a favor daquela besteira toda Henry. – Esbravejava Cora andando de um lado para o outro na sala.

Henry que estava sentado frente a lareira, retirou seu cachimbo da boca e respondeu: - Mulher, deixa a menina namorar quem ela quiser. Ela é nova e ele é um bom rapaz.

- Aaaah ele é POBRE sua besta. – Gritou ela saindo bufando para o escritório.

 

EM ALGUMA PARTE DA FLORESTA

Daniel e Regina chegam na parte mais alta vendo de longe a beleza da cidade, Henry se senta na grama com Regina se sentando á sua frente encostando suas costas no peitoral dele.

- Aqui sempre foi nosso lugar. – Diz ele brincando com os dedos dela.

- E sempre vai ser. – Respondeu ela sorrindo.

- Poderíamos construir uma casa aqui, seria incrível o por do sol da certinho. – Disse ele ainda brincando com os dedos dela.

- Com certeza. – Respondeu a morena rindo debochando da idéia.

- Não ri é sério. – Disse Henry afastando o peito dela, fazendo Regina virar o rosto para olhá-lo.

- Minha mãe não quer que eu namore você, imagina casar e morar juntos. – Diz Regina ainda surpresa com a seriedade da conversa.

- É nossa vida, sua mãe não tem nada com isso. – Diz Henry já pegando na mão direita da moça. – Regina Mills, você aceitaria se casar comigo? Se para toda vida minha esposa, minha melhor amiga e namorada?

Regina ainda com uma cara assustada, começa rir e sentir as lagrimas caírem. – S... S... Sim... Mil vezes Sim. – Responde ela abraçando o namorado em prantos.

Daniel ri e afasta o rosto para poder olhá-la. – Eu te amo Srta. Mills

Alisando o rosto dele, a morena responde com sorriso no rosto. – Eu também te amo, quero ser sua esposa e ser sua mulher e de mais ninguém.

Ele sorri e da um selinho demorado na namorada, voltando a se abraçarem felizes.

 

NA MANHÃ SEGUINTE...

Cora ajeita a mesa do café da manhã quando Regina entra na cozinha meia apreensiva. Falsa, Cora a recebe com sorriso no rosto como se não tivesse discutido.

- Bom dia meu amor, fiz café da manhã... bom, não eu, mas você entendeu. – Disse a Sra. Mills rindo.

Regina da um breve beijo na mãe e em seguida vai até o pai que estava sentado na mesa, ela beija sua cabeça e o abraça brevemente.

- Preciso conversar com você e espero que a senhora tenha paciência para ouvir tudo. – Disse ela pegando na mão do pai.

Cora olha a filha intrigada quando escuta passos atrás dela, ao se virar se depara com Daniel. – O que esse... individuo ta fazendo aqui?

- Meu nome é Daniel senhora... Daniel Colter. – Responde ele sem se deixar intimidar recebendo um olhar furioso da mãe de Regina.

- E em breve eu também serei uma Colter. – Disparou Regina recebendo olhares de ambos os pais. – É isso mesmo... – Regina anda até Daniel e segura sua mão. – Nós vamos nos casar logo após a virada do ano.

- Aaah mas não vão mesmo, eu não criei você para se unir com fracassados. – Esbravejou Cora.

- Cora pelo amor de Deus, a vida é da nossa filha, não se meta. – Disse Henry se levantando da mesa.

- CALA BOCA... – Gritou Cora se virando para o marido. - Isso tudo é culpa sua seu imprestável. – Virou os olhos novamente ao jovem casal. – Não ousem me testar, se vocês querem me fazer a vilã da história, então EU SEREI A VILÃ.

Regina bufou desdenhando da atitude da mãe. – Eu sou de maior e faço o que bem quero da minha vida, eu quero ser feliz, não preciso de dinheiro, assim não corro o risco de crescer amargurada e triste como voc... – Cora estapeia instantaneamente a filha com força.

- CORA... – Grita Henry

Daniel ameaça se intrometer, mas Regina leva a mão no peito do namorado, enquanto a outra alisa seu rosto que esquentou com o tapa. Com os olhos cheios de lagrimas e raiva a menina nada diz, apenas pega na mão de Daniel e sai da casa.

- Regina... – Chama Cora pela filha a observando sair.

- Se você queria perder sua filha, parabéns você conseguiu. – Diz Henry se retirando atrás da filha.

Cora segura seu choro até que Henry sai e se dirige ao seu escritório olhando os três pela janela.

- Filha... – Chama Henry pela menina que para limpando as lagrimas do rosto. – Você sabe que seu pai ama você e que independente de qualquer coisa... – Ele limpa o rosto da menina. – Eu sempre vou amar e estar aqui por você. – Sem muita força ele aperta o ombro de Daniel sorrindo para o rapaz. – Estarei aqui para os dois. – O casal abraça o Sr. Mills, sendo observados e ouvidos por Cora que deixa suas lagrimas escorrerem.

- Obrigada pai. – Diz Regina se soltando do pai.

- Vão ser felizes e depois me digam onde vão morar para que eu os visite. – Diz Henry sorrindo pro casal.

- Não se preocupe senhor Mills, vou cuidar bem da sua filha e pretendo construir uma casa para nós na nossa montanha. – Diz Daniel pegando na mão da amada.

- Eu sei rapaz... – Com emoção no olhar, Henry se afasta do casal dizendo com toda força que pode para não se emocionar. – Vão, antes que a Cora resolva comer você.

Os dois riem, Regina da mais um abraço apertado no pai dizendo com o rosto em seu ombro que o ama. Logo ela se solta e se retira do jardim da mansão de mãos dadas com Daniel. Cora encara Daniel com ódio.

 

ANOITECE E FALTA POUCO PARA A VIRADA DO ANO

Regina e Daniel estão no alto de sua montanha, observando a festa na pequena Storybrooke, toda a música e luzes.

- Eu nunca vi um povo tão festeiro. – Diz ela rindo sendo abraçada pelas costas pelo namorado.

- Um novo ano é a chance de fazer tudo melhor, ser alguém melhor... – Diz Daniel beijando com carinho a cabeça da morena.

Regina sorri e se vira levando suas mãos no rosto dele.- Eu amo você e vamos ser muito felizes.

Ele sorri concordando com a cabeça, quando estão próximos a se beijar, três rapazes encapuzados que só se vê os olhos se aproximam rindo do casal que se assustam.

- Olha só... que menininha bonitinha. – Diz o encapuzado de olhos azuis.

- E está acompanhada de um idiota almofadinho que se acha melhor que todos – Diz o encapuzado de olhos negros.

- Vocês querem o que? Dinheiro? Eu doou a vocês. – Diz Daniel ficando a frente de Regina.

- O que um simples filho de mecânico pode nos oferecer? – Diz o encapuzado de olhos azuis claros apontando uma faca.

- Só deixem ela ir... – Pediu Daniel, enquanto Regina procurava uma saída em prantos.

- Hum.... Não. – Disse o encapuzado que deu um soco jogando Daniel no chão.

- PAREM... DANIEL.. – Berrou Regina.

Daniel se levanta para atacar quando recebe uma facada na barriga do encapuzado que o encara nos olhos e diz: – Não foi dessa vez. – Diz o vilão retirando e colocando novamente a faca fazendo Daniel esbravejar alto um grito. Daniel com muita dor lança seu último olhar para Regina que até tenta ir atrás do namorado, mas é segurada pelos outros dois. Sem clemência, Daniel é jogado montanha abaixo pelo rapaz que o acertou até se ouvir o barulho do corpo cair na cachoeira. Regina fica gritando em prantos tentando a todo custo se soltar.

- CALABOCAAA... – grita um dos rapazes.

O mesmo que apunhalou seu noivo fica a admirando alisando o rosto da morena com a mão cheia de sangue. – Se ele lutou tanto você deve valer a pena.

Regina vira o rosto e morde com força o dedo do rapaz sempre tentando sair.  Automaticamente o rapaz grita de dor e da um soco tão forte que corta o lábio de Regina a jogando na grama.
 

- AAAH VAGABUNDA... SEGUREM NA. – Ordena aquele que levou a mordida. Os dois ficam se encarando sem saber o que fazer quando recebem outro grito do “chefe”. Sem demora, os dois seguram Regina pelos pulsos que pede clemência para que a soltem.

- Você vai aprender... – Diz o encapuzado que teve o dedo mordido se sentando sobre ela e descendo sua calça. – O que é um homem de verdade...

- NÃO... POR FAVOR NÃO... – Grita ela chorando tentando se soltar com a boca sangrando.

Sem sucesso, não um, mas os três um por vez violentam Regina enquanto vira o ano e os fogos não deixam que ninguém a escute e no final quase amanhecendo, para ter certeza da sua morte, eles cortam seus pulsos a deixando nua e sangrando na montanha da floresta de Storybrooke. Poucos instantes depois da saída dos violadores, ouve-se um barulho na mata. Regina consegue murmurar socorro e é acolhida por Graham que fazia suas caminhadas matinais por ali. Sem perder tempo o rapaz toma Regina em seus braços e sai o mais rápido possível dali.

 

UM ANO DEPOIS...

Regina já não era a mesma, não sorria mais, vivia deitada em sua cama sempre se lembrando de seu amado Daniel que teve o corpo levado pela água, tamanha era sua dor que resolveu ir embora de Storybrooke estudar em Paris na intenção de nunca mais voltar.

 

20 ANOS DEPOIS...

Ninguém, excerto a família e Graham souberam do acontecido, a cidade seguiu prosperando a escola ganhou mais visibilidade por ter sempre os melhores alunos que sempre eram encaminhados para grandes faculdades americanas. Porém, Henry Mills estava muito doente e não podia seguir cuidando da escola e o murmurinho da volta de Regina pela cidade era muito. Principalmente no bar Granny’s o mais freqüentado da cidade.

- É verdade que sua irmã vai voltar pra cidade Zelena? – Perguntou Ruby curiosa.

- Eu não sei e outra ela é minha meia irmã, nem crescemos juntas nem nada. – Respondeu a ruiva

- Faz anos que a vovó disse que ela foi embora, dizem que o Daniel fugiu com uma menina da cidade vizinha. – Continua Ruby enquanto toma seu café.

- O pai dele diz que ele não fugiu e sim, que sumiram com ele. – Se mete o policial August.

- Olha só, eu vivi para ver você fazer fofoca. – Diz Zelena servindo o policial que a olha com admiração.

- Ele não vem aqui pela fofoca. – diz Ruby baixinho recebendo uma olhada do policial.

Todos os professores adentram no bar como todas as manhãs para tomarem café, todos comprimento Zelena e se sentam em sua mesa diária. Zelena já levava o pedido de todos, pois já os havia decorado.

- Eae Zelena sua irmã vai mesmo ser nossa nova chef? – Perguntava Killian levando um beliscão da esposa.

- Ta muito interessado não acha não? – Repreende Emma vendo o marido resmungar da dor, fazendo Mary e James rirem do casal de amigos.

- Gente eu não sei, com o afastamento do Henry, provavelmente sim ela deve ser a nova diretora. Não falo com minha irmã desde que éramos pequenas quando a Cora cedeu a guarda para meu pai então... – Diz Zelena se retirando voltando para de trás do balcão.

O clima do bar é descontraído assim que entra Hades, marido de Zelena e prefeito da cidade. Todos diminuem sua voz e demonstram incomodo com a presença do prefeito.

- Quanta zorra num lugar só. – Disse o prefeito se encostando ao balcão.

- Oi meu amor. – Cheia de entusiasmo, Zelena cumprimenta o marido com selinho demorado. Ela o ama tanto, que nem percebe que ele não demonstra amor ao beijá-la, muito menos faz questão disso.

- Meu café cadê? – Pede ele que recebe o copo quase que imediatamente na mão da esposa.

August percebendo a forma que ele trata a esposa, se levanta sem muita cerimônia e sai do lugar. O prefeito toma o café em suas mãos e se vira dando bom dia a todos que respondem quase num sussurro. Ele se encaminha até a porta quando Allison entra no ambiente.

- Há... Desculpa Sr. Prefeito. – Diz a menina que é impedida de andar pelo prefeito que se põe na frente dela.

- Pode me chamar de Hades linda menina. – Disse ele num sorriso para a menina.

No mesmo instante Robin entra e pousa sua mão no ombro da filha. – É que eu ensinei ela a ter bons modos com os mais velhos.

Hades encara Robin e solta um sorriso desdenhoso voltando olhar para a menina dizendo: - Seu pai é um bom homem, o escute bastante que você chegará longe menina. – Pai e filha balançam a cabeça positivamente sem dar muita liberdade.

- Até a noite amor e tenham todos um bom dia. – Se despedia o prefeito saindo do lugar.

- Esse homem me da arrepios. – Dizia Allison baixo ao pai que beijava sua cabeça.

- É, mas ele é nosso prefeito e devemos respeitar. – Respondeu Robin chegando na mesa dos professores.

- Olha só nosso vice diretor e como ta o Henry? – Perguntou Bella que era secretária tanto do diretor quanto do vice.

- Doente ainda maninha, mas receio que melhore logo e antes que me perguntem eu não sei nada se a filha dele vai ocupar seu lugar, trabalho com aquele homem tem cinco anos e ele nunca foi muito de falar dela. – Disse Robin pegando seu café.

- Bom... só nos resta esperar. – Disse Mary terminando seu café.

- Até lá, vamos todos trabalhar. – Finalizou James se levantando com todos os amigos para começarem o dia na escola.

 

HORAS MAIS TARDE...

Uma limusine chegava em Storybrooke, completamente preta chamando a atenção das pessoas que faziam feira, das crianças que jogavam bola e das pessoas que curtiam aquela sexta de sol na cidade. O carro seguia diretamente para a mansão branca no final da rua, a mansão dos Hills. No quarto do casal, Cora media a pressão do marido.

- Você já esta com a febre baixa. – Dizia ela guardando o termômetro.

- Ainda sim, me sinto muito fraco. – Falou Henry tossindo se ajeitando na cama.

- Vocês homens, não podem pegar nem um resfriado que ficam de manhã. – Resmungou a mulher de braços cruzados na frente do marido.

- E você é tão má que nem resfriado te pega. – Disse Regina com tom de voz neutro, adentrando o quarto reparando na surpresa do olhar dos pais ao reverem a filha depois de tantos anos.  


Notas Finais


Dei uma resumida só para vocês entenderem o núcleo da Fic, na próxima vai ser tudo bem detalhadinho. Comentem que eu leio e respondo todo mundo ajuda muito. Beijos, até o próximo capítulo.


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