História A Second Chance To Love ---- Raykook - Capítulo 11


Escrita por: e Bryhanny

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Raykook, Romance
Visualizações 13
Palavras 2.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaaaaaaaaaaah
Espero que gostem...

Capítulo 11 - A hot night


Fanfic / Fanfiction A Second Chance To Love ---- Raykook - Capítulo 11 - A hot night


Coração bate rápido
Cores e promessas
Como ser corajoso
Como posso amar quando eu estou com medo de cair
Mas ao te ver sozinho
Toda a minha dúvida de repente vai embora de alguma forma
Um passo mais perto
Eu morri todos os dias esperando por você
Querida, não tenha medo eu te amei
Por mil anos
Eu te amarei por mais mil

Thousand Years--- Boyce Avenue

 


PDV JUNGKOOK

 

—Não pense que estou fazendo isso só porque é a nossa última noite juntos. -ela avisa dando um passo para trás e acaba topando com a cama e me pegando de surpresa.

Como assim última noite? O que acontece depois? Eu quis perguntar. Ela não pretendia voltar? Mas ela mesma disse que eram só alguns dias! Como se não bastasse a distância, eu ainda tinha que lidar com o tempo que ficaríamos separados e agora mais essa incerteza.

Se tem uma coisa que é tão real quanto o meu amor por ela, é a certeza de que eu tenho que ser cauteloso com o nosso relacionamento, ainda mais quando se trata de interpretar o que ela diz.

—É a nossa última noite juntos? -eu arrisco e ela cai na gargalhada enredando os dedos nos meus cabelos.

—Você é muito confuso, Biscoitinho! -ela fala quando enfim consegue conter o riso. —Não é nada disso que você entendeu. Eu só quis dizer que você não pode chegar assim do nada com essas ideias mirabolantes e achar que eu vou concordar numa boa. Só vou abrir essa exceção porque vamos ficar um tempo longe...

—Não fala isso em voz alta, amor. -eu choramingo trazendo seu corpo para perto do meu. —Você não sabe como eu vou sofrer por não poder te ter por perto, poder olhar em sua direção durante os shows, poder dar aquelas escapadinhas com você...

—Você é um garotinho muito manhoso, sabia? -ela me fala trazendo os lábios para o lóbulo da minha orelha causando-me gostosos arrepios.

—E você adora isso. -eu retruco mordendo o lábio inferior já sentindo todo o meu corpo despertar do jeito que apenas ela sabia fazer. —Eu não quero que esta noite acabe, minha linda!

—Só precisamos fazê-la durar. -ela me disse antes de unir os lábios aos meus.

Nesse momento, até as dores que eu vinha sentindo ultimamente desapareceram. Como essa garota pode fazer algo tão incômodo desaparecer com um gesto tão simples? Às vezes eu me pergunto se ela tem ideia do que é capaz de fazer.

—Eu te amo, Jungkookie. -ela separa os lábios da minha pele e me encara com olhos desejosos. —Eu te amo muito.

E então me beijou com um inédito e poderoso sentimento de possessividade, como se temesse que ao voltar não mais me acharia.

Garota bobinha! Se meus lábios estivessem livres eu me ocuparia em convencê-la que eu não tinha a intenção de ir a lugar algum sem ela. Ao invés, apenas me ative ao momento em que aquela pequena beldade me puxava cada vez mais para si, me saboreando com movimentos lentos e profundos com a língua.

Era essa paixão e esse desejo que eu queria ver despertos. Era desse jeito que ela me levava à loucura sempre que fazíamos amor. Esse seu lado destemido, volátil, indomável, que agora tomava dianteira de todo o ato e me fazia perder os sentidos. Era essa linguinha gostosa que me fazia esquecer o que exatamente eu tinha planejado para esta noite e até o que eu lhe havia pedido ao ouvido.

Sim, ela entrara no meu jogo sem hesitar, mas agora era eu quem seria o seu peão enquanto ela, a minha rainha e me poria à sua total disposição para que fizesse comigo o que bem quisesse.

—Eu farei tudo o que você quiser. -eu lhe disse entre um beijo e outro e senti suas mãos descerem até as minhas nádegas me puxando contra o seu corpo.

Eu faria sim! Com todas as minhas forças, eu faria com que esta noite fosse o mais especial que eu pudesse.

Seus beijos cada vez mais quentes ainda que lentos só contribuíam para deixar o meu peito em chamas. Só de lembrar o quanto ela podia ser incrível em tudo o que fazia... mas nada no mundo era como as leves carícias da sua pele contra a minha. Nada era como sentir seus dedos explorando a minha pele, enroscando-se em meus cabelos, acariciando meu maxilar, seus mamilos lindamente enrijecidos contra o tecido da blusa, enquanto sua língua passeando calmamente pela minha me fazendo derreter e vibrar como se de repente eu não fosse mais eu... como se... estivesse respirando o fôlego dela.

Apesar de todos os meus pensamentos impuros, eu bem que podia me contentar apenas em beijá-la e ser beijado por ela. Para sempre e além do sempre.

—Eu sei que você gosta quando eu te domino. -ela sorriu de um jeito malvado enquanto seus lábios desciam através do meu maxilar até o meu pescoço.

Isso! Ela sabia como me deixar louco e estava brincando aos poucos como uma voraz predadora que brinca com sua presa. Não tive alternativa a não ser gemer e agarrar-lhe a cintura com força. O grunhido que saiu da minha garganta, como reação quando senti seus dentes em minha pele, reverberou pelo meu corpo.

Aos poucos deixei-me deitar na cama enquanto ela ia ajoelhando-se ao meu lado e me arrancando a camisa sem nem esperar por reação alguma minha. Olhos nos olhos, ela sequer pestanejou quando suas mãos foram direto para o meu cinto e desabotoaram a minha calça. Oh, céus! Ela o fará!

Eu conseguia sentir seus dedos frios e rápidos a puxarem a minha calça para baixo enquanto media cuidadosamente todas as minhas reações.

—Deixa eu... -eu tentei balbuciar, mas os dedos dela tocaram imediatamente os meus lábios.

—Shh! -murmurou baixinho. —Eu não vou parar. Eu vou fazer do jeito que você gosta e quero ouvir você gemer muito.

Essa é a minha garota!

Prendi a respiração ao sentir o prazer se espalhando pelo meu corpo através de seus lábios úmidos que seguiam meticulosamente até o sul do meu corpo, ao passo que meu ventre doía cada vez mais por conta da intensa excitação. Mas ela ainda ia me deixar sofrer muito mais se eu atrapalhasse sua aventura exploratória pelo meu corpo.

Talvez seja impressão minha, mas quando a Ray diz que me acha lindo, eu só consigo pensar que ela diz isso porque estamos namorando, mas agora olhando para as suas feições enquanto esmiúça cada parte do meu corpo com seus beijos, penso que ela não me acha apenas lindo.

Não consigo completar meus pensamentos, pois ela baixa a cabeça e só consigo sentir o roçar de leve de seus cabelos na minha pele em um estímulo quase insuportável antes de sua língua suculenta tocar em minha glande e me fazer tremer até a raiz dos cabelos. Minhas pernas não queriam mais me obedecer e por mais que eu me esforçasse, todas as minhas energias estavam se esvaindo de meu corpo em direção a apenas um lugar, justamente onde a minha pele encontrava com os lábios dela.

—Amor... -eu gemi desconexo quando senti um casto beijo na base do meu membro e depois um leve sopro.

Ela estava me provocando! Estava me manipulando como a um peão e eu não me sentia com forças para protestar... porque eu estava amando aquilo. Eu sempre amava o desconhecido, selvagem e fogoso espírito que ela despertava quando estávamos nos amando, essa mania que ela tinha de me fazer implorar sempre por mais como se eu tivesse condições de aguentar alguma coisa.

Carinhosamente senti seus dedos envolvendo meu membro enquanto, sem tirar os olhos dos meus, distribuía beijos molhados pela parte interna da minha coxa. Ela tinha essa mania de ficar procrastinando só para me provocar, me obrigar a implorar para que vá direto ao ponto. Era isso que ela queria. Foi isso que ela quis dizer quando falou que faríamos a noite durar. Por que se fosse por mim, já estaria dentro dela há muito tempo.

Mas as coisas não funcionam assim com a Ray, não senhor! Ela precisa beijar cada pedaço do meu corpo enquanto movimenta lentamente os dedos envoltos em minha excitação, regozijando-se grandemente com a minha reação ante esta doce tortura antes de fazer o que eu tão ardentemente desejo.

Ela não parece impaciente, nem nervosa ou afobada. Ela só estava ali calmamente me contemplando, me tocando, sentindo a minha textura, o calor de nossas peles em contato uma com a outra, me acariciando com ternura, me sentindo com todos os seus sentidos... e é bom.

Doce e ardente mesmo foi vê-la finalmente me abocanhar com toda a vontade que dispunha tal qual a primeira vez e em todas as outras e ainda assim não consigo me acostumar aos seus beijos carinhosos, suas lambidas e chupadas que me fazem suspirar de prazer e perder o controle de todo o meu corpo.

Minhas mãos acariciam-lhe os cabelos quando a vejo sugando a ponta com tanta vontade, misturando todo o meu pré-gozo à sua saliva e voltando a chupar sem descanso.

Logo, eu já pronunciava palavras desconexas, ciente de suas carícias, mas alheio aos pedidos que saíam dos meus lábios. Não sei ao certo se lhe pedi para ir mais rápido ou mais devagar, só sei que ela imediatamente parou o que estava fazendo quando lhe disse que eu estava quase lá, subiu no meu colo, ainda de roupa e eu a segurei pelas nádegas, meus lábios alcançando seu ombro e deixando ali um beijo.

Antes que eu perguntasse o motivo de ela ter parado, apenas a vejo rapidamente tirar cada peça de roupa de um jeito quase voraz.

—Eu não aguento mais. -ela sussurrou ao meu ouvido quando a última peça que sobrou em seu corpo foi uma minúscula calcinha, a mesma que eu pedi como presente de despedida. —Você é tão fodidamente lindo que meu corpo está implorando por você. É tão bom te ver assim todo nu, arrepiado e excitado que eu nunca pararia de te admirar, mas agora, tudo o que eu quero é você dentro de mim.

Nem vi mais nada, pois ao mesmo tempo em que ela me beijou com imensa sofreguidão, senti o calor que emanava de suas entranhas a envolver-me novamente o membro. A danadinha nem se dera tempo de tirar a calcinha. Apenas a puxou de lado e acomodou-me dentro de si como se sua vida dependesse daquilo.

Em outras circunstâncias, eu a teria deitado de costas e a penetrado do jeito que ela gosta, mas a minha preciosa rainha havia decidido que tomaria as rédeas do seu peão esta noite e que me beijaria infinitamente enquanto cavalgava cada vez mais rápido em meu corpo fazendo suas nádegas fazerem barulho ao se encontrarem com as minhas coxas.

Continuamos nos beijando, cada vez mais selvagemente. Aquela boca gostosa parecia nunca estar satisfeita com nada! Quanto mais eu a beijava, mas ela buscava pela minha boca.

Com ela... eu poderia amanhecer, poderia demorar o tempo que fosse, mas eu a deixaria fazer o que bem quisesse comigo e o que ela mais queria era continuar me beijando. Um beijo com tantas facetas que a minha mente anuviada pela expectativa do gozo não me deixava esmiuçar corretamente. Era uma mistura de carinho e paixão, sede e prazer. E não menos importante, eu sentia como se o tempo tivesse parado mesmo para nós dois, e que a noite duraria uma longa e deliciosa eternidade.

Nossos lábios só se separavam por conta da veemência de seus movimentos em cima de mim. Por um momento, pareceu que ela estava em chamas. Sua mão a segurar-me a nuca enquanto a outra massageava o mamilo entumecido era a visão mais perfeita que eu teria em toda a minha vida, porque a Ray, em momentos assim nem é humana... a Ray era... um anjo.

Vê-la assim de olhos fechados, boca vermelha, semiaberta, inchada e molhada... as sobrancelhas unidas de um jeito bonito enquanto sua intimidade contorcia-se e estrangulava meu membro fazendo-me revirar os olhos de prazer. Era encantador que aquele momento de felicidade fosse acompanhado da mais bela visão que eu poderia desejar.

Seus dedos acariciaram levemente minha bochecha quando seu êxtase finalmente findou-se e eu, enfim, derramei-me completamente dentro dela. Seu corpo apenas deslizou até o meu e seu rosto aconchegou-se junto à minha clavícula.

—Eu já te disse hoje o quanto eu te amo? -ela perguntou sonolenta após algum tempo em silêncio.

—Eu não me importaria de ouvi-la dizendo novamente. -eu lhe respondo já entregue ao sono de Morfeu nos braços da minha doce rainha.

 

 

 


Notas Finais


E AI? GOSTARAM????


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