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História A Secretária - Park Chanyeol - EXO - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Antes da leitura ser iniciada, eu gostaria de me desculpar à respeito da demora em atualizá-la(a fanfic)...

Eu não estava satisfeita com a minha escrita na fanfic, então decidi fazer algumas pequenas mudança nela: a maioria dos capítulos será narrado por mim, ou seja, pela autora; mas também será narrado pelos personagem da história em alguns momentos; os capítulos serão maiores. Serão essas e algumas outras mudanças que vocês perceberão pelo decorrer do capítulos...

Era isso.

Boa leitura! ^^

Capítulo 8 - Víbora!


Fanfic / Fanfiction A Secretária - Park Chanyeol - EXO - Capítulo 8 - Víbora!

Suho atendeu a ligação e a única coisa que S/N pôde ouvir foi um "alô" vindo dele, antes que um homem de estatura mediana adentrasse o banheiro, fechando a porta por inteiro.

S/N bufou e dali saiu, voltando para onde devia estar...

— Droga! — disse a si mesma, decepcionada por não ter conseguido ouvir nada mais do que um, simples, "alô".


•••


— Amor... amor? Amor! — era a terceira vez que Yun tentava chamar a atenção de Chanyeol, que parecia estar não dar ouvidos.

— Hum? — olhava para o teto daquele quarto.

— No que estava pensando?

— Eu... nada. — suspirou.

— Você mente muito mal! — se direciona à Chanyeol. — Chany, sabe no que estive pensando?

— Não. Em que esteve pensando?

— No nosso casamento, nos nossos filhos, no nosso futuro... — sorriu. Chanyeol se sentou na cama, sorrindo.

— Também estive pensando.

— Oppa, por que não podemos adiantar a chegada dos nossos filhos? — Chanyeol disfez o sorriso. Yun segurou sua mão.

— Yun, você não acha que está sendo precipitada demais?

— Não, afinal, estamos namorando a bastante tempo e logo casaremos, então até nosso casamentos eu já estaria com um barriguinha, ou melhor, um barrigão. Seria lindo! — Chanyeol suspirou.

— Conversamos depois, Yun... — saiu do quarto rapidamente. Yun mudou sua expressão feliz para de raivosa.

Chanyeol abriu a geladeira, tirando de lá uma latinha de refrigerante, abrindo a mesma e levando-a até a boca.

— Talvez não seja, mas...

Pensava ele à respeito do que Lucas sempre falava: não confie nela, por mais que Você realmente goste ou a ame.

O rapaz, completamente, confuso balançou a cabeça freneticamente, saindo de seus pensamentos.


•••


— Chanyeol, vou para casa.

— Pode ir.

— Ei! — exclamou Yun. — não está esquecendo de algo? — perguntou. O Park negou, a olhando. Ela bufou e saiu da enorme mansão em que ele vivia.


•••


Sentados de frente um para o outro, Suho e S/N permaneciam ali naquela cafeteria.

— Junmyeon, é... o que fazia em Tailândia e no mesmo hotel que Chanyeol e eu estávamos à trabalho? Por acaso, você sabia que estaríamos lá?

— Não! — respondeu de imediato. — quer dizer, não. — mais calmo, respondeu.

— E então?

— Eu... estava lá porque tive alguns problemas 'pra resolver no país, então como sempre costumo me hospedar naquele hotel, dessa vez não fiz diferente. — disse por fim.

— Hum... — S/N semicerrou os olhos. — uma pergunta: a namorada do Park o traiu com você?

— Bem... — coçou a nuca.

— Isso deve ser um "sim"?! — S/N sorriu ladino.

— É...

— Já entendi! Mas eu quero saber outra coisa: por que você está me procurando agora? Quer algo de mim? O que?

— Sim, você. — S/N riu soprado.

— Pelo amor de Deus, Kim Junmyeon! Você acha que vou cair nessa? Eu não sei o motivo, mas acho que há algo a mais nisso. Você sabe quanto tempo se passou desde aquela época? Diga logo o que quer. Será mais fácil.

— Eu não quero nada. S/N, as pessoas mudam. — suspirou. — Eu só me dei conta como eu te amava, quando te perdi. Eu sei, éramos jovens, mas o primeiro amor nunca se esquece.

— Não sei como é esse tal de "primeiro amor", pois nunca tive um primeiro amor.

— Nem mesmo eu?

— Não, Suho.

S/N, realmente, nunca amou Suho e não seria agora que isso mudaria. Ela nunca amou alguém mais além de sua família, nem ao menos sabia se um dia se apaixonaria de verdade.

— Então isso quer dizer que você já tem alguém?

— Não.

— Então por qual motivo você não quer me dar uma segunda chance?

— Suho, quando perdemos a confiança em alguém, é bem provável que ela jamais seja reestabelecida novamente. E foi Isso que aconteceu conosco. Aquilo doeu demais, mas passou; agora percebi que aquilo não foi nada mais do que uma ilusão adolescente do colegial. — se referiu ao seu relacionamento com Suho. — Sabe, Suho; um dia eu quero me casar, ter filhos... construir uma família. — finalizou.

— Eu posso te proporcionar tudo isso, apenas me dê uma nova chance. Aqui, nesse momento, você já não vê o Junmyeon adolescente, imaturo, irresponsável que conheceu; agora se vê um Kim Junmyeon responsável, com planos para o futuro... Por favor, S/N! — juntou as mãos. — me deixe, pelo menos, tentar.

S/N tinha consciência que se negasse, não saberia quais as intenções dele com essa aproximação tão repentina; e se um "sim" foi dito à ele, teria que fingir muito bem, correndo ou não o risco de, talvez, se envolver com ele sentimentalmente, não ao ponto de amá-lo, mas de criar um carinho grande por ele e acabar se tornando a vítima de Suho novamente; por fim, sofrendo mais uma vez.


•••


— Que cara é essa, Chanyeol? — Lucas dizia para o irmão por chamada de vídeo.

— É que hoje a Yun me veio com um papo...

— Que papo?

— De casar logo e adiantar a chegada dos filhos.

— Chanyeol, eu já te disse: se alerta, cara! Ela não presta. — Lucas passou a mão pelo rosto.

— Não é para tanto, Lucas. Mas eu não entendi o por que da pressa.

— Eu entendi. Não irei te dizer o quê, só te digo para se alertar!

— 'Tá, 'tá!


•••


Yun que a pouco tempo havia deixado a casa de Chanyeol, estava nas proximidades daquela cafeteria, na qual Junmyeon e S/N estavam.

De longe avistou um carro conhecido; olhou para os lados, até que seus olhos param naquele estabelecimento, onde entravam e saiam pessoas constantemente.

Ao ver o Kim e S/N juntos, fechou sua própria mão com força e continuo seu percurso, pisando fundo. Mais à frente chamou um táxi e seguiu seu caminho.

[ ... ]

— Certeza que não quer que eu leve você?

— Tenho. Se a Jeong me ver chrgando com você, seria uma desastre.

— Ela ainda tem ódio de mim?

— E como!

S/N lembrava do que disse para Suho, quando o rapaz ofereceu carona para ela.

— Imagine se ela descobrisse que fui me encontrar com ele hoje — suspirou. — e ainda aceitei dar um segunda chance 'pra ele, mesmo que não seja isso.

S/N refletia consigo mesma sobre o dia de hoje; sentada sobre a bancada da cozinha, que se ligava a sala; até a porta da frente ser aberta, revelando Jeongyeon com um enorme sorriso no rosto.

— S/N! — gritou eufórica.

— Hum? — respondeu sem ânimo.

— Eu... o que houve?

— Nada. — Olhou para a amiga.

— Eu te conheço...

— Prefiro não falar disso agora. Mas por que de toda a animação? — sorri.

— Você lembra que sempre quis fazer o curso de moda, não é?!

— Sim.

— Eu acho que finalmente irei conseguir, S/A!

— Oh! Parabéns, Jeong!

Ver a felicidade de Jeongyeon realmente a deixou feliz, até demais.





Já em seu local de trabalho, S/N estava com algumas anotações com propostas em mãos, que logo mais seriam repassadas para Chanyeol. Ela batia seus dedos sobre aquela mesa freneticamente na espera de Park, até a porta ser aberta o revelando.

— S/N, você chegou bem cedo hoje... — Chanyeol olhava em seu relógio de pulso.

— Eu tinha que entregar algumas anotações à você e outras coisas...

— Mas não era necessário chegar tão ced... — o telefone fixo da sala tocou. — alô? — Chanyeol suspirou. — sim, libere.

— É... tudo bem, senhor?

— Sim. Depois falamos sobre o que temos para hoje.

— Tudo bem!


•••


— Chanyeol, você gostou desse vestido de noiva? Ficaria bom em mim?

S/N revirava os olhos a cada palavra que saia da boca de Yun, sentia ódio por ter que estar no mesmo local que ela, mas não dava importância para todos esses sentimentos e focava apenas em seu trabalho, algo que estava sendo difícil, porém, não impossível...

Yun chegou um pouco mais cedo, dizendo que Chanyeol e ela teriam que resolver alguns detalhes do casamento, que para ele, não aconteceria agora, e sim daqui à alguns anos...

— S/N, querida; será que você poderia por favor pegar um cafezinho para mim? — Yun perguntou. S/N abriu a boca para xingá-la, mas olhou para seu chefe que estava com a fronte escondida entre as mãos, parecia estar estressado, então sorriu forçado e assentiu.

— Quem ela acha que é?

S/N se perguntava mentalmente, enquanto, bufando, se levantou e saiu.

— Agora que ela já saiu... — Park franziu o cenho, o que fez Yun concluir sua fala. — Chanyeol, não confie nessa mulher!

— O quê? Por qual motivo?

— Ela não presta.

— Continuo sem entender nada, Yun.

— Explicando melhor: a vi ontem conversando com o Junmyeon, e, pelo o que bem sei, ele é seu maior inimigo agora...

— Aonde quer chegar com isso? — perguntou.

— E se ela estiver, aqui, infiltrada a mando dele? Bem provável.

Chanyeol pareceu pensar.

— Olha, amor; eu confio em você, mas toma cuidado, ela pode tentar te tirar de mim.

— Você acha mesmo que eu seria capaz de fazer isso? Eu amo você e não te trocaria por essa... — Chanyeol se limitou à dizer.

— Acho bom mesmo.

E Chanyeol havia mais uma vez caido na "jogada" de Yun. Ela sorria internamente.

— Acho que já deu minha hora... vou indo.

— Nos falamos depois.

Se despediram com um beijo e logo em seguida Yun saiu.

S/N entrou na sala alguns poucos minutos depois.

— Aqui o café...

Se interrompeu assim que viu apenas o seu chefe ali.

— Ela já foi. — respondeu sério.

— Mas...

— Leva o café de volta.

— Mas...

— Leva o café de volta, Lee S/N!

Gritou assustando-a, fazendo com que o copo que continha a bebida que estava nas mãos da mesma, cair e se espalhar pelo chão.

— Olha o que fez! — gritou novamente Chanyeol.

S/N resistiu em responder, pois sabia que se respondesse, resultaria em demissão na mesma hora.

— Limpe agora!

— Sim, senhor. — fechou o punho e saiu da sala, pisando fundo. — Corno! — disse com raiva, já tendo a consciência de que Chanyeol não escutaria.

— Quem é corno?

S/N se assustou com a voz atrás de si. Virou-se tendo a sua frente Lucas, e não Park como havia pensado.

— Seu irmão! — Lucas riu.

— O que ele te fez para você o estar chamando de corno, e ainda estar com "fogo nos olhos"?

— Ele estava super legalzinho e derrepente "pá", voltou a ser aquele primeiro Park Chanyeol que conheci.

— A Yun esteve aqui?!

— Como sabe?

— Ela é o motivo das mudanças repentinas dele de humor. Agora me conta o que aconteceu específicamente...

— Aquela... — S/N suspirou. — aquela mulher, me mandou pegar um café e quando cheguei lá, ela já havia se mandado. Então, ele já estava "aborrecidinho", Gritou comigo, resultando no café se espalhando pela sala.

— Eu se fosse você tinha xingado e partido para cima dele. — S/N sorriu.

— Eu bem que pensei nisso, mas eu preciso desse emprego.

— Eu sei, foi só uma sugestão. — riram. — ele tem que parar com isso.

— Isso?

— É, parar de ser envenenado pela víbora.

— S/N! Para de papo com esse garoto e vai limpar aquela sala que está cheirando a café. — desta vez, era Chanyeol.

— Já vou, seu...

— S/N se controla! — sussurou Lucas, S/N assentiu.

— Já estou indo, senhor Park. — respondeu docemente, fazendo seu chefe franzir o cenho.

Seria TMP?




Já se passavam das 19:00 da noite, S/N ainda não havia saido, pois foi "obrigada" a ficar pelo Park.

— Agora você já pode ir.

— Até que enfim! — S/N disse para si mesma.



S/N e Chanyeol adentram o elevador ao mesmo tempo, com a intenção de deixar aquele andar, mas nada disso aconteceu.

As luzes do elevador se apagaram, o elevador parou, ele não se abria de maneira alguma. Por impulso no momento do desespero, os dois se abraçaram, mas logo se soltaram, voltando as suas posturas.

— Que droga! — exclamou S/N. — sua culpa. — disse baixinho, o suficiente para ele escutar.

— Minha culpa? — S/N levantou o rosto.

— Sim, sua culpa. Afinal, se você não tivesse me "obrigado" a ficar mais tempo do que meu horário de trabalho aqui, eu estaria em casa e não presa nesse elevador com você. — Chanyeol sorriu irônico.

— Eu não te obriguei a nada! E eu era quem não queria de estar preso com você aqui.

— Então estamos quites. — S/N deu de ombros, olhando para o espelho do elevador.

— Você não tem medo de ser demitida?

— N-não. — gaguejou.

— "N-não". — imitou a garota.

— Ora seu...

— Vamos, xingue! — S/N não ligou para a provocação do mesmo.

— Eu só quero sair daqui.

— E você acha que também não quero? Mas o que podemos fazer, né? — disse calmo, se sentando no chão.

— E você diz isso nessa calma toda?

— O que quer que eu faça? — S/N bufou.

— Sei lá, liga para alguém.

— Meu celular descarregou. Cadê o seu?

— Esqueci em casa hoje, pela manhã.

Aigoo! Mereço!

Um silêncio constrangedor se formou ali, S/N não disse mais nada, nem abriu a boca para reclamar, assim como ele, que estava brincando com os próprios dedos.

— Você tem algo com o Lucas? — S/N se assustou com aquela pergunta tão repentina e sem sentido.

— O quê? Não!

— Então vocês já se pegaram?

— Senhor, Park!

— Sim ou não?

— Não!

— E com o Junmyeon? O que você tem? Está aqui sendo os "olhos" dele? — S/N semicerrou os olhos.

— Óbvio que não.

— Sei...

— De onde está tirando isso?

— Não tem interessa!

— Grosso! — Chanyeol sorriu ladino. S/N fez cara de nojo.

— Você é assim mesmo?

— Como?

— Bipolar? — completou.

— Não, sou assim geralmente com as pessoas que não gosto, ou seja, todo mundo, exclusivamente você. — a olhou.

— Dane-se!

— Você anda muito derespeitosa ultimamente.

— Eu sei. — não deu importância.

— TPM?

— Cala a...

— E a demissão vem... — Chanyeol sorri.

— Você quer ficar sem a sua secretária? Eu demorei um bom tempo até conseguir um emprego e concerteza deve ter demorado até conseguir uma secretária como eu.

— É, foi.

— Ainda quer ficar sem uma, no caso, eu?

— N-não... ah! — suspirou derrotado.

S/N se levantou e tentou abrir aquela porta, mas como já esperado não conseguiria, pois as luzes também havia se apagado, ou seja, não havia energia.

— EU NÃO QUERO TER QUE FICAR AQUI PRA SEMPRE COM ESSE SUJEITO... corno. — disse em japonês.

— O que?

— Nada.




— EI! Acorda!

Aish! Me deixa em paz.

— Eu tenho medo de escuro. — S/N diz, abraçando seu próprio corpo.

— Mas eu estou aqui.

— Mesmo que nada! — Chanyeol suspira.

— Eu não gosto de você, não sei o motivo, mas sei que foi desde que você chegou aqui. — diz simplista o rapaz.

— Que bom, então estamos quites. Também não gosto de você, chefe. — diz debochada.

— Não me diga?! Impossível não gostar de mim!

— Impossível? — ri. — continua sonhando...

— Até uns segundos atrás, eu não ia com a sua cara... agora eu não suporto olhar para ela. — Chanyeol diz em um tom elevado.

— Eu que não suporto olhar para você. Pelo amor de Deus, eu quero sair daqui, da companhia do pior chefe do mundo!

— Eu posso ser o pior chefe, mas quem lhe pagará um salário? Isso, eu. — S/N o olha séria.

— Cala a boca!

— Cala você!

— Não vou calar. — aumentando o tom de voz, Chanyeol disse.

E mais uma discussão desnecesária, os dois começaram.

As luzes aos poucos foram acendendo, anunciando que a energia elétrica havia voltado. O elevador também voltou ao seu funcionamento normal.

S/N se levantou rapidamente, empurrando o Park, na tentativa de sair dali; Chanyeol fez o mesmo, resultando no dois cairem no chão do corredor: S/N por cima de Chanyeol, fazendo ambos se encararem.

— Chanyeol... S/N?

.

.

.

.

.

.

Continua...


Notas Finais


E me desculpem qualquer erro, postei e revisei o capítulo às pressas.

Muito obrigada por vocês lerem e até a próxima!


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