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História A Secretária - Park Chanyeol - EXO - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, meus caros leitores! Como vão?

Bem; antes de tudo...

Agradeço pelos 101 favoritos! Vocês me deixaram muito feliz! <3

Agora que agradeci, tenho que me desculpar...

— Como assim?

Vocês já devem ter notado que eu não sou de interagir muito com vocês, não é? Pois então, isso me incomoda, me incomoda muito não conseguir ser um pouco mais "solta" com vocês, mas eu estou trabalhando nisso, como eu já disse em outras duas histórias minhas. E não só nesse quesito, como também na minha escrita e nos conteúdos (histórias e capítulos) que passo aos meus leitores, até mesmo porque não faz nem um ano que comecei a escrever, então busco a cada dia melhorar e aprender, nem que seja com meus erros...

Era apenas isso. E quanto aos 101 favoritos, mais uma vez: obrigada, obrigada, obrigada! <3

Boa leitura! ^^

Capítulo 9 - Pai?


Fanfic / Fanfiction A Secretária - Park Chanyeol - EXO - Capítulo 9 - Pai?

— O que vocês ainda estão fazendo aqui?

— Ué... como iríamos sair daqui, sendo que não havia energia elétrica? — disse Lucas e Mark concordou.

— E nós estávamos preocupados com você, mas estamos vendo que está bem, e muito! — debochou Mark.

— O-o quê? — Chanyeol lembrou-se que estava no chão com S/N. A mesma saiu de cima dele imediatamente e o Park se levantou, ajeitando sua postura.

— Agora nos digam: o que estavam fazendo? — perguntou Lucas.

— Nada! — responderam juntos.

— Hum, sei... — disse Mark.

— Bem; eu vou indo. — S/N apressou seus passos, logo saindo do campo de visão dos três rapazes.

— Agora eu digo: "nada de ficar se pegando aqui dentro com a secretária. " — Lucas tentou imitar a voz de Chanyeol.

— YukHei!


S/N caminhava pelas ruas de Seul com as mãos nos bolsos de sua blusa, sentindo vento frio daquela noite entrar em contato com sua pele. Ela nem ao menos notava essa sensação, estava mesmo ocupada em se xingar mentalmente por ter perdido o ônibus e por ser funcionária dele. Park Chanyeol.

Jeongyeon, sendo a sua amiga mais velha, se encontrava preocupada com a demora da Lee, que até mesmo pensou em ligar para as delegacias e hospitais da cidade. Sua preocupação não era em vão, já estava tarde. Quando, mais uma vez, pensou em ligar para a amiga, ouviu o som de chaves, destrancando a porta do pequeno e aconchegante apartamento. Jeongyeon suspirou aliviada. Levantou do sofá, pondo-se em frente à S/N e cruzou os braços, olhando-a com uma expressão séria.

S/N já imaginou que quando chegasse em casa seria interrogada sobre sua demora.

A Yoo abriu a boca para falar, mas desistiu, balançando a cabeça de um lado para o outro, em negação e a mandou sentar no sofá. A mais velha colocou as mão na cintura. Uma cena um tanto engraçada, que fazia S/N querer rir, porém, desistiu de tal ato assim que viu a expressão de Jeongyeon.

— Posso saber onde você estava, Lee S/N? — começou a bater um dos pés freneticamente ao chão, esperando uma explicação de sua amiga.

— Eu foi forçada a ficar com o Park Chanyeol. — Jeongyeon arregalou os olhos. Só neste momento que S/N percebeu a besteira que disse.

— Aquele orelha de abano te obrigou a quê?

— Oh, não, não! Eu não soube explicar da maneira correta. Eu não fiquei com ele da forma como você está pensando. — soltou uma gargalhada e revirou os olhos antes de prosseguir. — Ele me obrigou a ficar naquela agência até às 19:00 da noite... — Jeongyeon a interrompeu.

— Oi? Às 19:00? Isso é errado. — suspirou. — Ok, ok, mas por que você chegou aqui quase às 21:00? Hein, Lee S/N?

— Eu... eu e ele ficamos presos no elevador. Foi isso. — bufou, em seguida ouviu uma risada.

S/N.

— Que dia! Mas ele não te fez nada, né?! — apenas piadinhas sem graça e encheu minha paciência.

— Não. — olhei para as suas mãos. — Ei! Você está pior do que minha mãe. — Jeongyeon revirou os olhos.

— Por falar em mãe, como você não estava atendendo suas ligações, sua mãe me ligou, ela está muito preocupada com você. — ela me olhou confusa, por não entender o motivo da preocupação de minha genitora. Explicando melhor, eu disse:

— Eu lhe prometi que ligaria todos os dias assim que pudesse, mas não cumpri minha promessa. Ter que lidar com aquela agência não é fácil, ou melhor, com ele, o Park. Você sabe quantos fotos ele me pediu para enviar à editores? Sem contar que tive que espionar um modelo?

— Aquela regra: nada de namoro lá dentro. — disse entediada. Concordei.

— Acho que deveria arrumar outro emprego. — sugeriu.

— Ou fazer faculdade novamente. — um sorriso se formou em meus lábios.

— Oi? — perguntou sem entender.

— Hoje, andando por aquela agência, percebi que agi por impulso na escolha de um curso na faculdade, o curso que me formaria. Eu quero mesmo é trabalhar com uma câmera em mãos, Jeong. — meus olhos brilhavam.

— Então, siga esse sonho. — sorriu.

— Eu devo mesmo? — perguentei indecisa.

— Sim, seria melhor para você. S/A, você no futuro, quem sabe, poderia abrir sua própria agência, ser sua própria fotográfa, sei lá... se tornar a dona da maior agência de modelos do mundo, deixar o chefe orelhudo de queixo caido não acreditando... — disse sugestiva, sorrindo. Sorri.

— Olha, não seria uma má ideia. Mas enquanto isso não é possível, eu estou morrendo de fome e preciso comer! — choraminguei.

— Vem, vou fazer algo para comermos. — riu.

SEOUL — KOREA

08:34 AM || SEXTA-FEIRA


— Foi enviado algum e-mail como resposta?

Sua voz adentrou a sala, me fazendo meus olhos irem de encontro o dono daquela voz, que me encarava fixamente.

Trajando apenas uma camisa social e uma calça também social, em perfeito estado, do seu estilo; ele havia mudado o tom da cor de seu cabelo: antes castanho escuro, agora uma cor quase que loira, porém um pouco mais escura, o deixando mais jovem e... bonito. Quando menos percebi, eu me encontrava o fitando, como se fosse uma bela obra de arte muito valiosa, mas eu não conseguia parar de encará-lo daquela forma.

— S/N? — sua voz saiu suave, mas nenhuma respostava minha obteve. — Lee S/N! — meus pensamentos foram cessados quando sua voz grave invadiu meus ouvidos. — Por acaso, você está surda, garota? — mordi meus lábios com força, negando, logo me desculpando. Nenhuma palavra saia de minha boca. Meus pensamentos foram... estranhos?!

— Sim, senhor. Foi dito nesse e-mail que a proposta está em análise, sendo assim a qualquer momento pode ser confirmada ou não. — respondi a sua pergunta.

— Então, já foi aceita. — caminhou até sua mesa.

— Eu disse que ainda está em... — fui interrompida.

— Com uma proposta daquelas feitas por mim, e ainda em nome desta agência, a mais famosa do continente ásiatico, com os melhores modelos, seria mesmo rejeitada? Isso é apenas suspensezinho barato, é mais que claro será aceita. — convencido.

— Tudo bem!

— Como estou de bom humor, hoje você poderá sair um pouco mais cedo, sendo assim, você não trabalhará no horário da tarde. — sentou em sua mesa, me olhando.

— Mas eu trabalho em dois horári...

— Eu sou seu chefe, não é? — concordei. — Então, eu, ninguém mais que eu, digo o que meus funcionária devem ou não fazer, entendido? — quando pensei em me pronunciar ele disse: — Você quer ficar aqui até tarde como ontem? — neguei, o olhando. — Certo. — se levantou e saiu.

•••

— Jeong, você irá almoçar em casa hoje? — perguntei, me encostando no balção em que Jeong, recepcionava.

— Não, pretendo comer por aqui perto. E você? — me olhou.

— Vou direto para casa, o ore... — ri do quase falei em público, sendo seguida por minha amiga. — O senhor Park Chanyeol me dispensou no meu segundo horário. — disse entediada.

— Sorte sua. Bem; então nos vemos mais tarde, e quando eu chegar em casa, pediremos uma pizza e vamos ver um filme, já que hoje é sexta e amanhã não precisaremos acordar cedo pela manhã.

— Tudo bem! — sorri entusiasmada. Me despedi e saí do local.

Quando pisei fora da agência, vi a pessoa que menos gostaria de ver. Meu corpo sempre trava quando eu o via, eu não me sentia bem perto dele, sua presença me trazia lembranças de minha infância sem o seu carinho e atenção. Eu apenas o encarava sem dizer nada, não havia o que dizer, como eu o chamaria? O título de pai, era tudo o que ele menos merecia.

— S/N, minha filha.

A sua maneira rude de me chamar, me entristecia e me revoltava ao mesmo tempo, apesar de tentar não ser assim.

— O que você faz aqui? — comecei a caminhar, sendo acompanhada por ele.

— Eu precisava falar com você. — disse.

— Como soube que eu trabalho aqui? — interroguei, sem olhar seu rosto.

— Liguei para sua mãe e ela me falou.

— Você o quê? Espero que ela esteja bem, pois sempre que ela tem contato com você, passa mal. Ela é cardíaca. — disse preocupada.

— Não se preocupe, Foi uma conversa rápida pelo celular, não demorou nem 10 minutos. Mas quando ela me disse que trabalhava aqui, me impressionei.

— O que você quer? Dinheiro? Comecei a trabalhar aqui há pouco tempo, não tenho dinheiro para dar à uma pessoa como você, mesmo se tivesse, eu daria para minha mãe e você sabe bem disto. — o olhei, séria.

— Oh, não, não! Eu não quero isso. Vir convidar você para um jantar com a minha família, assim você conheceria seus irmãos e poderíamos nos resolver. — disse simplista. Eu ri irônica.

— Você acha mesmo que eu iria assistir a felicidade da sua nova família, quanto a minha você destruiu e que as coisas entre nós se resolveriam do dia para a noite, pai? — parei de caminhar e o encarei, sentindo meus olhos queimarem agresivamente, indicando que logo as lágrimas se fariam presentes. Ele abaixou o olhar para o chão, soltando um longo suspirou após.

— Olha, S/N, eu fiz o maior esforço para vir até aqui e falar com você, na tentativa de ser um pai melhor, mas vejo que com você é impossível. Se você quiser ir, vá, agora se não for, não fará falta. — quando suas últimas palavras foram ditas, um lágrimas solitária desceu pelo meu rosto, logo a limpei para não demonstrar fraqueza em sua frente.

— Que tipo de pai você é? Se é que pode ser chamado assim. Obrigada por sempre ter sido muito presente na minha vida e na do meu irmão, pai! Obrigada mesmo! — saí rapidamente dali, sumindo de seu campo de visão. Minha visão se encontrava embaçada, eu andava sem direção nas ruas de Seul.

Eu não conseguia entender como uma pessoa que abandona sua própria família, teria coragem de vir até a filha ou filho e dizer que quer ficar "bem" com ele/ela, como se fosse algo simples, que fosse esquecido do dia para a noite. Ele nunca foi um bom pai, muito menos um bom marido. Sempre jogando na minha cara que eu não deveria ter  nascido. Chegava em casa bêbado. Eu nunca entendi o motivo do término dos meus pais, apenas sabia que mesmo minha mãe ainda o amando, resolveu pôr um ponto final naquela história. Eu me senti feliz e aliviada.

Eu prometo ligar para vocês todos os dias. Eu amo vocês!

Não ligou todos os dias, nem nunca mais falou conosco. Aquele "eu amo vocês" não foi sincero, ele apenas disse por estar feliz com sua saída de casa, eu já sabia muito bem, afinal, só eu sabia o que ele havia feito. Eu já era grandinha o suficiente para entender. Todos os dias de minha vida que ele foi ausente, se transformaram em ódio e rancor.

Quando menos me dei conta, estava já cruzando a avenida movimentada. Ouvi um som de buzina ao meu lado esquerdo, que foi ficando cada vez mais baixo.

— Você está maluca? — Senti meu corpo ser puxado com agressividade para trás, logo em seguida ouvi uma voz, que me fez voltar à minha realidade.

— Eu... — não consegui dizer mais nada, apenas permiti as lágrimas cairem novamente.

Eu apenas precisava chorar naquele momento, desabafar com alguém e nada mais.




Notas Finais


Só o que posso dizer é que vocês ainda vão descobrir muito mais sobre a S/N e o seu passado.

E AH! Uma das leitoras me deu uma ideia incrível e agora a música tema de Park Chanyeol nessa fanfic é...

"Desça Daí Seu Corno."

Quem será que a "salvou"?

Um personagem novo? O rapaz que muda da água pro vinho rapidinho? Ou...

Fica a critério de vocês imaginar, eu já disse demais.

Aqui links de outras fanfics minhas:

https://www.spiritfanfiction.com/historia/one-kiss--lee-felix--stray-kids-18542936

("One Kiss" logo, logo será atualizada.)

https://www.spiritfanfiction.com/historia/destiny--lee-minho--stray-kids-18686723

https://www.spiritfanfiction.com/historia/amor-proibido--lee-taeyong-nct-17611046

Caso se interessem em ler, eu agradeço! Desculpem incomodar com isso.

Tchau, tchau! 🌚 <3


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