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História A Segunda Chance de Henry Cavill - Capítulo 3



Capítulo 3 - A Consumação


Fanfic / Fanfiction A Segunda Chance de Henry Cavill - Capítulo 3 - A Consumação

Assim que se deu conta de que à sua frente se encontrava não apenas Piers, mas também Fetiche, Henry Cavill experimentou diversas sensações de uma só vez. Surpresa. Excitação. Raiva. Medo. Alegria. Angústia. Paixão. E mais algumas. Umas, mais fortes, outras, mais fracas, elas brigavam para assumir o seu controle. Um intenso frio pareceu rodeá-lo, fazendo cada pelo do seu corpo eriçar-se e os enormes bicos dos seus masculinos peitos ficarem extremamente rígidos.

A princípio, a reação de Henry Cavill foi exclamar o nome do seu marido e abrir um sorriso, ainda que automático e um pouco falso; embora ele não o tivesse feito por mal, mas como reflexo da sua patética mente humana, que não era capaz de processar muito bem eventos sobrenaturais. Ele não queria deixar transparecer ao outro que ele tinha ficado com um pouco medo, mas foi em vão. Aquela era a primeira vez que eles se encontravam desde que ele havia voltado à vida e, na sua opinião, era tudo muito cedo.

— Fetiche... meu... m-eu... – Henry gaguejou.

— Meu Mestre Fetiche. – Fetiche, possuindo o corpo de Piers, revirou os olhos. — Você não precisa ficar com medo, minha puta. – ele abriu um sorriso maligno. — É uma reação típica da sua natureza humana. – impaciente, ele suspirou. — Não se sinta culpado.

— Obrigado, Mestre Fetiche. – Henry não ousou olhar diretamente nos olhos do outro. — Eu não esperava ver você tão cedo... a carta dizia que eu teria... – ele limpou a garganta com a sua saliva. — ...que eu teria um dia especial com... com o Piers.

— Sim, e ele não está aqui? – Fetiche admirou o corpo que possuía. — Coberto com esse seu delicioso sêmen vaginal. – ele lambeu a substância gosmenta das suas mãos. — Eu senti falta disso. – ele estalou os lábios.

— Aaaah... – Henry ajeitou-se no sofá.

— Não feche as pernas sem o seu mestre dar a você autorização para fazê-lo. – Fetiche alertou Henry. — Não é nada educado! Seja uma vadia educada, Henry!

— Perdoe-me, Mestre Fetiche. – Henry abriu um largo sorriso de satisfação. — Foi por isso que você não detalhou tudo? – ele arreganhou as suas pernas ao máximo que podia, a fim de deixar a sua xota o mais visível possível.

— Você até que é uma vadia esperta, Henry. – Fetiche inclinou-se na direção da sua puta e tocou os seus lábios, beijando-os.

Em reação, Henry Cavill agarrou o rosto do possuído Piers e, assim que o rápido beijo chegou ao fim, ele começou a lamber os lábios, o queixo, as bochechas e qualquer outra parte do corpo do seu irmão que estivesse coberta com o seu sêmen vaginal. O sabor era diferente de tudo que ele já havia experimentado antes, sendo ao mesmo tempo doce e azedo, com um forte cheiro irreconhecível.

— Não faça isso! – Fetiche repreendeu Henry e afastou-o. — Eu preciso de cada gota do seu sêmen vaginal.

— Mas eu quero tanto. – queixou-se Henry, forçando um choro manhoso e afeminado. — Eu poderia dar um banho de língua em você. Tirar cada gotinha do meu sêmen vaginal... – ele levou as mãos à sua xota e separou os seus lábios vaginais. — ...depois, eu gozaria ainda mais sobre você, que tal?

— Huuuum... – Fetiche levou a mão direita ao queixo e franziu o cenho. — Você deu a mim uma boa ideia, minha vadia. – ele riu do que surgia na sua mente.

— Eu posso lamber você todo? Por favor!

— Não! – irritado, exclamou Fetiche. — Eu preciso do seu sêmen vaginal para fazer isso. – ele estalou os dedos.

Até antes daquele estalo de dedos, Henry Cavill só podia dizer que Piers estava possuído por Fetiche devido à cor dos seus olhos, completamente obscuros, como se não houvesse vida ou esperança no seu interior. Depois do gesto, a gosmenta substância que cobria todo o corpo do seu irmão começou a desaparecer, desfazendo-se lentamente em vapor avermelhado. Como reação, um forte cheiro de incenso impregnou todo o local.

— Que cheio é esse? – perguntou um enjoado Henry a Fetiche. — É meio enjoativo, mas tão bom.

— Isso é magia profana agindo. – respondeu Fetiche a Henry. — AAAAH... perfeito! – ele massageou os próprios peitos. — O que você achou, minha vadia? – ele perguntou a Henry, com bastante satisfação no rosto.

Quando o processo terminou e o vapor avermelhado sumiu, o corpo de Piers não apenas estava perfeitamente seco, livre de qualquer resquício do sêmen vaginal do seu irmão mais novo, mas também completamente diferente. Os braços estavam maiores e mais musculosos, os peitos mais redondos e volumosos, as pernas mais peludas e grossas e o rosto... definitivamente, não era o mesmo.

— Como você fez isso? – Henry sentou-se ao sofá, horrorizado e encantado com o que via à sua frente. — Esse sou eu!

À frente de Henry Cavill encontrava-se uma cópia quase fiel de si mesmo. Com exceção dos olhos, que se mostravam completamente obscuros, os mamilos, que eram bem discretos e, principalmente, o órgão genital, que era um enorme caralho de trinta e três centímetros, todo restante era idêntico a ele. Até mesmo a voz, o sorriso e as expressões faciais eram as mesmas.

— O que você fez com o Piers!? – Henry perguntou a Fetiche com um tom de voz mais alterado do que o necessário.

— Vagabunda! – Fetiche lançou um forte tapa contra o lado esquerdo da face de Henry. — É mestre Piers! Respeite o seu irmão mais velho e... MESTRE, piranha! – Fetiche agarrou o queixo do seu marido com raiva. — Eu posso estar possuindo o corpo do Piers, mas ele ainda é um Cavill... e você é propriedade de todos os homens da Família Cavill!!!

— Eu sei, Mestre Fetiche. – Henry olhou de soslaio a Fetiche, sem conseguir disfarçar a sua satisfação por ter apanhado do seu macho. — Como você fez isso?

— Com magia, oras! – impaciente, Fetiche arfou. — Você voltou dos mortos com uma linda xota entre as suas virilhas e ainda me faz esse tipo de pergunta, vadia?

— Perdoe-me, Mestre Fetiche. – Henry oferece o lado direito da sua face. — Eu só pensei... eu só pensei que isso também poderia ser permanente, como são permanentes as maravilhosas mudanças que você fez no meu atraente e erótico corpo.

— Não será permanente! – disse Fetiche, irritado. — E não me dê o outro lado do rosto. Eu não vou bater em você de novo, Henry!

— Mestre Fetiche, por favor! – Henry entrelaçou os dedos uns aos outros com as palmas das mãos unidas, formando um gesto de imploração. — Os seus tapas são ainda mais prazerosos na minha carne do que os seus beijos.

— Eu sei disso. – disse Fetiche com um ar soberbo. — Mas se você, como toda vagabunda, gosta tanto de apanhar... eu posso levar você de volta ao Inferno e jogar a sua alma nos domínios de Azazael.

— Não... não! – Henry gritou, tremendo-se de medo. — Não esse tipo de dor. Eu imploro pela dor que vem da luxúria e não da ira. – ele encolheu-se no sofá, unindo as pernas junto ao seu peitoral e agarrando-se aos seus próprios joelhos. — Não faça isso, por favor.

— Se eu quiser eu faço! Humpf! – Fetiche ameaçou Henry. — Além do seu corpo, a sua alma também me pertence... Henry Cavill, seja uma boa vadia e aceite o que o seu macho der a você como um ato de amor. – ele bagunçou os cabelos de Henry com uma das mãos.

— Sim, Mestre Fetiche. – Henry inclinou a cabeça para frente, encostando a sua testa nos seus joelhos. — Eu não quis ser uma vadia desobediente. Eu ainda não fui adestrado.

— Por falar nisso... o seu irmão... eu não sei não. – Fetiche balançou a cabeça negativamente. — Eu sinto que ele vai não educar bem a sua xota. Ela é uma moça muito, muito, muito ardilosa, e sabe conquistar um macho.

Como se soubesse que estavam falando dela, os lábios da xota de Henry Cavill  movimentaram-se sozinhos, liberando diversos flatos vaginais.

— Você viu? – Fetiche apontou para baixo. — Abra essas pernas, Henry! – ele gritou, irritado.

— Ops... eu não fiz por mal. – Henry sentiu-se avergonhado, mas arreganhou as penas mais uma vez. — Huuum... o que é isso que ela está fazendo?

— Ela está comunicando-se, oras! – Fetiche respondeu-lhe como se fosse algo muito óbvio. — Além de poder mexer-se sozinha, a sua xota tem uma personalidade própria, e sabe comunicar-se com machos. Você vai aprender a interpretar os seus flatos vaginais com o tempo. – ele respirou fundo. — A sua xota disse que você é uma vagabunda indigna de tê-la. – ele gargalhou.

— Ela não mentiu. – Henry concordou com a cabeça. — Ela é muito lindinha e preciosa. – ele acariciou a sua própria xota com muita delicadeza.

— Você viu? – Fetiche apontou para a xota de Henry. — Ela já controla você... e o seu irmão Piers também... ai, essas vadias, sempre seduzindo homens inocentes. – ele respirou fundo.

— O Piers diz que ela é uma princesa. – Henry franziu o cenho.

— É a tática dela. – Fetiche fez uma cara de nojo. — Ela é ardilosa! Finge ser inocente, mas é uma putinha insaciável!

— Eu acho que é mesmo. – Henry mordeu os lábios inferiores. — Eu quero muito dar!

— Vadiazinha! – Fetiche agiu rapidamente e enfiou três dedos de uma só vez na xota de Henry. — É isso que ela quer! – ele começou a praticar movimentos frenéticos de penetração.

— AAAI... AAAAH... – Henry gemeu e contorceu-se. —AAAH... MAIS, MAIS... POR FAVOR!

— Chega! – exclamou Fetiche tirando os três dedos da xota de Henry.

— Aaaah.... por quê? – Henry choramingou.

— O meu prazer primeiro, vadia! – Fetiche levantou-se e agarrou o seu enorme caralho. — Chupe essa pica gostosa aqui.

— Ai, finalmente!! – Henry agarrou o enorme caralho à sua frente em rápida velocidade. — Eu estava doido para mamar essa piroca... – ele começou a abri a boca.

— Espere! – Fetiche afastou o rosto de Henry do seu caralho. — Antes, responde-me uma coisa. – ele encarou Henry de forma séria.

— Aaaaff! – queixou-se Henry. — Digo... responde tudo a você, Mestre Fetiche.

— Não use esse tom comigo, vagabunda! – Fetiche ameaçou Henry apenas com o olhar. — Por que você não leu os efeitos colaterais no verso da carta que eu enviei a você, Henry?

— Aaaah... isso. – Henry desviou o olhar. — Eu deixei para ler mais tarde. Como você sabe que eu não li o verso da carta? – ele abriu um sorriso tímido.

— Eu não sou onisciente como o falso deus, mas eu sei de algumas coisas! Eu também sei que você estava doido para dar essa xota para o seu irmão... como toda vadia, você pensa mais com a xereca do que com a cabeça. O tesão sempre à frente da razão. – Fetiche respondeu a ele. — Eu vou deixar você aprender sozinho os efeitos colaterais do pacto que nós dois acertamos um com o outro. – ele apontou o dedo no rosto de Henry. — Quer saber? Vai ser bem mais divertido assim. – ele gargalhou malignamente.

— Se você diz, Mestre Fetiche. – Henry deu de ombros, não dando a mínima para aquilo. — Mestre... – ele encarou Fetiche, parecendo estar confuso. — Por que você se transmutou em mim, hein? Não deveria ser um dia especial entre mim e o Piers... digo, mestre Piers?

— Ai, Henry, que pergunta idiota! – Fetiche revirou os olhos. — Este corpo ainda é do Piers, ele ainda está aqui... um pouco assustado por ter um demônio possuindo o corpo dele, mas ele vai sentir todo o prazer... ai, ai. – ele riu do que passou pela sua mente. — Além disso, não finja que você não sabe quem é o seu maior desejo carnal. – ele julgou Henry com o olhar.

— Você realmente me conhece. – Henry lançou uma piscadela a Fetiche. — Eu sempre quis trepar comigo mesmo... sempre foi o meu maior sonho... eu sempre fui muito vaidoso.

— Soberbo, arrogante e prepotente também. – adicionou Fetiche rapidamente. — Mas eu não culpo você. Essas são boas qualidades, além de uma índole devassa... por isso, você caiu nos meus domínios. – ele suspirou como se estivesse apaixonado. — Com um corpo assim, quem não iria apaixonar-se por si mesmo e achar que todos estavam abaixo de si?

— Era a minha antiga natureza! – Henry deu de ombros, mas com um orgulho estampado no rosto. — Agora, eu sou uma vadia e vou dar para todos os machos possíveis, sem fazer distinção.

— Vadia você realmente é, mas você ainda é soberbo e vai precisar da sua beleza para conquistar não apenas machos, mas também papeis, porque se você depender do seu talento. – debochou Fetiche.

— Eu adoro quando você me humilha, Mestre Fetiche. – Henry umedeceu os lábios com a sua língua de forma erótica e indecente. — Eu já posso mamar o seu pau enorme? – ele começou a babar pelos cantos da boca.

— Tenha paciência, Henry! Deixe-me ver... onde eu estava? – perdido, Fetiche coçou a cabeça. — AAAH, lembrei-me! – ele exclamou. — Além disso, ainda que eu tenha trazido você de volta à vida como uma vadia insaciável, eu sou muito ciumento... eu sou o seu marido! Em quem mais eu me transformaria, senão em você?

— Ooooown... o meu marido é ciumento. – Henry sentiu-se lisonjeado.

— Não se sinta especial, Henry! Você é só mais uma das minhas vadias, e está longe de ser a melhor. – Fetiche tentou ofender Henry, mas foi em vão. — Continuando... eu adoro a ideia de imaginar você com outro, mas se eu tiver de possuir um macho para transar com você e ter o que é meu por direito, eu quero fazê-lo transmutado em alguém que não me cause tanto nojo.

— Ah! – sorriu Henry. — Bom saber... hum, mas e a sua forma real? – ele começou a alisar o escroto de Fetiche com os dedos.

— Para que eu me materialize neste imundo mundo, é necessário fazer um ritual muito complicado, com sacrifícios e... enfim. – Fetiche agarrou Henry pelo queixo. — Sem mais conversa! Lubrifique o meu pau para que eu foda essa xotinha linda!

Ainda que estivesse doido para mamar aquele um pênis, Henry Cavill não sabia por onde começar. Sendo proporcional ao seu cumprimento, o caralho de Fetiche era bastante grosso, com uma glande tão grande que era incapaz de ser engolida com facilidade por alguém comum.

— Este pau é tão poderoso! – Henry fez um elogio ao mesmo tempo em que percorria o grosso pênis do seu marido, aliando-o com as duas mãos. — O meu antigo pau nem se comparava a este.

— Obviamente que não! – zangou-se Fetiche. — Você era uma passiva gulosa que mal usava o pau... e era tão pequeno com vinte centímetros somente. Nenhum macho de verdade tem um pau tão pequeno assim. – ele disse indignado. — Agora, pare de alisar o meu pau e comece a lambê-lo ou chupá-lo!

A primeira coisa que Henry Cavill notou foi que, antes mesmo de começar a praticar o sexo oral em Fetiche, a sua boca estava enchendo-se de um líquido amargo e mais grosso do que seria a sua saliva – aquela era como uma das modificações que ele havia sofrido manifestava-se no seu corpo, produzindo um tipo de sêmen bucal.

— Huum... eu consigo sentir o cheiro do seu sêmen bucal daqui. – Fetiche inspirou fortemente para inalar o delicioso cheio que surgia da boca de Henry. — Você é uma excelente puta.

Com um olhar malicioso e provocante direcionado ao seu macho, Henry Cavill começou o sexo oral pelos expressivos testículos, os quais ele segurava com uma das mãos em formato de concha, lambendo-os lentamente com movimentos longos que exploravam toda a extensão e capacidade da sua língua. A cada lambida, um líquido gosmento esbranquiçado era espalhado no local que, de tão abundante, pingava-se ao chão.

— Arrrf! – Fetiche arfou em prazer. — Que lambidas gostosas.

Aos poucos, as lambidas longas de Henry Cavill deram lugar a movimentos rápidos de cima para baixo nas virilhas de Fetiche, as quais foram seguidas de chupadas fortes e leves mordidas com os dentes no escroto do macho.

— Ai, não me morda, puta! – Fetiche agarrou os cabelos de Henry com agressividade. — Coloque a língua para fora!

Divertindo-se por ter provocado Fetiche, Henry Cavill não conseguia esconder o sorriso de felicidade e o olhar cheio de luxúria. Com a língua para fora da boca ao máximo que podia, ele sentia-se grato por ter o seu macho forçando-o a lamber aquele longo caralho de um lado ao outro; primeiro pela lateral esquerda, e depois a direta, além da parte inferior, começando pelo escroto para, então, percorrer cada centímetro da pele que protegia o corpo cavernoso até chegar ao frênulo daquele pênis.

— Eu adoraria foder você com o meu caralho seco, mas... – Fetiche forçou Henry a lamber todos os seus trintas e três centímetros de forma ainda mais rápida. — ...o sêmen de uma vadia mexe comigo de uma forma indescritível. – ele inspirou profundamente para aproveitar ao máximo o delicioso aroma que impregnava o ar. — Eu nunca resisto! – ele soltou todo o ar de uma só vez pela boca.

A cada lambida e movimento de vai e vem, mais e mais sêmen bucal escorria da boca Henry Cavill, deixando o colossal caralho de Fetiche ensopado com um grosso e gosmento líquido. Em menos de dois minutos de lambidas, uma expressiva poça de um líquido grosso amarelado formou-se no chão.

— Chupe a cabeça do meu pau também, puta. – Fetiche provocou Henry com risos cretinos. — Ela é enorme, mas você é uma vagabunda com habilidades sobre-humanas. Nunca se esqueça disso!

A língua de Henry Cavill tinha abacado de alcançar o frênulo peniano de Fetiche quando a sua boca se abriu exageradamente, de modo a permitir que toda a enorme glande do caralho do seu macho pudesse ser engolida com um único rápido e agressivo movimento.

— Esta não é a melhor posição para fazer a garganta profunda. – Fetiche estalou os dedos.

Com uma energia telecinética atuando sobre o seu corpo, Henry Cavill teve as suas pernas giradas para a direita em cento e oitenta graus para, em seguida, serem levadas ao encosto do sofá, onde se dobraram, como se ele estivesse sentado de ponta-cabeça. Ainda se ajustando, com as suas costas acomodadas ao assento do móvel, ele teve a cabeça inclinada para trás, de modo a curvar-se em direção ao chão. Tudo isso foi feito sem ele sequer desabocanhar a cabeça do pau de Fetiche.

— Agora sim! Bem melhor! – disse um excitado Fetiche, dobrando os joelhos para ter a melhor posição para penetrar a boca de Henry. — Eu espero que a sua garganta seja tão quentinha como a sua boca o é. – ele abriu um sorriu assanhado.

Da posição em que estava, bem como o seu corpo sendo controlado por uma força sobrenatural, Henry Cavill nada poderia fazer ante a investida do fabuloso caralho que preenchia por completo a sua boca, mesmo se o quisesse.

— Vamos devagar no início... – anunciou Fetiche de forma cuidadosa.

Inicialmente, Fetiche conduziu alguns movimentos leves de penetração, deixando que a sua vadia se acostumasse com o seu membro sexual, relaxasse e ajustasse a sua respiração. Mas quando ele sentiu que Henry Cavill já era capaz de engolir mais de dez centímetros do comprimento do seu caralho, sem reproduzir qualquer reflexo, ele decidiu ir além. De uma só vez, o demônio manifestado no transmutado corpo de Piers socou todos os seus trinta e três centímetros em direção à garganta da sua vadia.

— Isso! – vibrou Fetiche de forma animada. — É disso que eu estava falando, porra! – ele esbravejou, cheio de tesão na voz.

A primeira reação de Henry Cavill foi contorcer-se violentamente, além de experimentar uma forte ânsia de vômito e um lacrimejamento em cada um dos seus olhos. Mas quando a sensação de incômodo desapareceu (em alguns poucos segundos), ele teve uma das experiências mais prazerosas da sua via – levando também em conta a sua patética primeira vida.

— Você gostou disso, não é mesmo, minha puta? – Fetiche perguntou a Henry, mas de forma carinhosa. — Eu vou jorrar algo bem gostoso nessa garganta daqui a pouco.

Fetiche estava completamente envolvido pelos movimentos que surgiam no pescoço de Henry Cavill devido à penetração oral que ele praticava na sua vadia. A cada vai e vem, mais excitado o demônio ficava, e mais altos se tornavam os seus gemidos de prazer.

— Eu poderia ficar aqui por dias. – Fetiche disse, aumentando um pouco mais o ritmo de penetração na garganta da sua vagabunda. — Mas eu quero gozar mesmo no seu cuzinho, minha vadia. – ele deu um tapa amigável no lado direito do rosto de Henry.

Por sua vez, Henry Cavill estava em êxtase. Mesmo se ele pudesse falar, ele não conseguiria colocar em palavras tudo o que sentia. Ele só poderia dizer a Fetiche o quão honrado e grato ele era por ser a sua vagabunda e ser usado como um objeto dos seus prazeres carnais; e também que esperava ansiosamente para ser usado dos modos mais luxuriosos e insanos possíveis. O seu dever era dar prazer a todo e qualquer macho, mas, para aquele demônio, o sexo sempre seria mais especial.

— Você parece estar com sede, Henry. – disse Fetiche ao seu marido com um tom de voz suspeito. — Eu preciso cuidar da hidratação da minha linda vadia.

Naquele momento, pelos cantos da boca de Henry Cavill, já escorria o seu grosso e intenso sêmen bucal. O sabor que surgia na sua boca, ainda que amargo, deixava-o completamente louco. Ele queria poder engolir cada gota daquele saboroso líquido que caía ao chão, mas ele não deveria preocupar-se com desperdícios, pois, afinal de contas, todo o seu corpo e tudo que dele saía pertencia ao seu mestre e marido, Fetiche.

— Só mais um pouquinho. – Fetiche diminuiu o ritmo da penetração aos poucos. — Agora... aaaaaaaaaah.... – ele soltou um gemido de alívio.

Por alguns minutos, Henry Cavill havia sentido os trinta e três centímetro do caralho de Fetiche invadir a sua boca e espremer-se entre as paredes da sua garganta, mas, quando ele sentiu alguns pentelhos cabeludos, roçando-se nos seus dentes, ele percebeu que algo estava por vir.

— Isso é tão gostosinho. – Fetiche disse. — Beba cada gota, minha vadia.

Mesmo com todo o caralho de Fetiche socado na sua garganta, Henry Cavill continuou expelindo sêmen bucal, mas, de repente, ele sentiu o jato de um morno líquido descer pelo seu esôfago em direção ao seu estômago.

— O seu irmão Piers estava com a bexiga cheia, hein? – debochou Fetiche. — Eu ainda acho que há uns dez litros de mijo aqui... aaaaaah... – ele gemeu de prazer. — ...isso é bem mais útil e prazeroso do que golden shower... eu não entendo os humanos... tomam banho em vez de beber esse precioso líquido que os seus desprezíveis corpos produzem. – ele disse com desprezo na voz.

Por quase cinco minutos, o novo corpo de Henry Cavill experimentou diversas sensações. A sua respiração ficou mais acelerada e ofegante. A sua frequência cardíaca aumentou consideravelmente. As suas pupilas dilataram-se. A temperatura no seu corpo aumentou significativamente, como se ele estivesse com febre. Os seus enormes mamilos enrijeceram-se, tornando-se tão duros como mármore. Contrações involuntárias rápidas na sua vagina e no seu ânus surgiram ao mesmo tempo. Ele perguntava-se o que estava acontecendo, mas não encontrava uma resposta. Se fosse uma vadia mais atenta, ele saberia que estava tendo um orgasmo apenas por estar sendo usado como se fosse um mictório por um macho.

— E lá se foi a última gota de mijo. – disse um satisfeito Fetiche antes de retirar o seu caralho da boca de Henry. — Eu espero que você tenha matado a sua sede, minha vadia. – ele inclinou-se e beijou os lábios do seu marido rapidamente. — Agora, fique de quatro, pois eu quero foder esse seu cuzinho lindo.

Ao tentar ajustar-se à posição de quatro, Henry Cavill sentiu que o seu corpo estava um pouco fora de controle – e nada tinha a ver com os poderes sobrenaturais de Fetiche. Era uma questão de desequilíbrio corporal, fraqueza e sonolência. Ele sentia-se um pouco enjoado e tudo ao seu redor parecia estar girando rapidamente.

— O-o que... o que... está... acontecendo? – Henry teve dificuldade para expressar-se. — Eu estou...

— Bêbado! – disse um irritado Fetiche. — Se você tivesse lido o verso da carta que eu enviei a você, você saberia que um dos efeitos colaterais que o seu corpo sofre diz respeito à embriaguez urinária!

— Embriaguez urinária? – Henry esforçou-se para ficar de quatro sobre o assento do sofá.

— Urina de macho é como cerveja para você, minha puta. – Fetiche disse-lhe gentilmente. — Empine esse rabo direito! Eu preciso foder o seu cuzinho.

— Por favor, des-destrua o meu cuzinho. – Henry disse com dificuldade, por ainda estar um pouco tonto. — Eu preciso ser castigado. – ele empinou o rabo da forma mais erótica e indecente possível, deixando o seu peludo cu à mostra.

— Que belo rabo. Cu peludo... o jeito certo de ser uma boa vagabunda. – Fetiche deu dois tapas, um em cada lado dos glúteos de Henry. — Que se inicie a consumação! – gritou ele.

— Consumação? – estranhou Henry, já de quatro e pronto para ser fodido.

— Cale-se, vadia! – disse Fetiche rudemente ao enfiar dois dedos no cu de Henry. — A sua lubrificação está atuando muito bem. – ele girou os dedos pela entrada do ânus de Henry. — Sendo assim... tome pica, vagabunda!

Fetiche agarrou cada lado do enorme rabo peludo à sua frente e, com um único movimento, socou cada um dos trinta e três centímetros do seu caralho no cu de Henry Cavill – sem nem mesmo tocá-lo; o seu membro sexual sabia tão bem o que fazer quando via uma vadia oferecendo-se tão facilmente que era capaz de agir sozinho.

— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – gritou Henry, sentindo dor e prazer ao mesmo tempo. — Que delíciaaaaaaaaa! Aaaargh! – ele grunhiu de prazer.

— Você gostou, minha puta? – gargalhou Fetiche logo em seguida.

— Soca tudo! – pediu Henry entredentes. — Foda o meu cu com força!

De quatro sobre o sofá, Henry Cavill abriu as pernas um pouco mais e apoiou as suas mãos no encosto para as costas do móvel à sua frente. Assumindo quase a mesma posição, Fetiche inclinou-se à frente e ajoelhou-se levemente, de modo que ele ficava praticamente pendurado sobre o seu passivo; se este último virasse um pouco a cabeça, ele poderia beijar o seu macho.

— Que cuzinho apertado! Oooooh! – Fetiche urrou de prazer. — Você sabia que o seu cuzinho, além de alargar-se para aguentar qualquer coisa, também se estreita a fim de aumentar o prazer do ativo que fode você, minha putinha linda? – ele perguntou em sussurros a Henry.

— É mesmo, mestre Fetiche? – Henry mordeu os lábios inferiores, sentindo-se cada vez menos bêbado. — As suas mudanças no meu corpo são tão maravilhosas. Eu nem sou merecedor de ter um cuzinho com tantas qualidades. – ele inclinou a cabeça e colocou a língua para fora, movimentando-a para atiçar o seu macho.

— Eu não vou chupar a sua língua, vadia. – Fetiche riu. — E, sim, você não merece um cuzinho assim, mas eu não sou como aquele falso deus... eu realmente sou benevolente com o que é meu. – ele inspirou fundo e fechou os olhos. — Após a minha semente ser plantada neste corpo, que eu me torne ainda mais forte! – ele ergueu as duas mãos.

Por alguns minutos, Fetiche manteve os seus braços erguidos ao mesmo tempo em que pronunciava algo em uma língua desconhecida. Henry Cavill não se importou com o que acontecia, pois o caralho do seu macho dava a ele prazer apenas por estar socado no seu cu; e prazer carnal era a única coisa que importava a ele.

— Eu quero que toda a ilha de Jersey escute os seus gritos, vadia! – Fetiche cochichou ao ouvido de Henry com uma maligna voz.

Por fim, Fetiche agarrou os cabelos de Henry Cavill com a sua mão esquerda, forçando-o a inclinar a cabeça para trás. Com a sua mão direita apoiada no dorso da vadia e os seus pés bem firmes no assento do sofá, o demônio manifestado foi capaz de conduzir os movimentos de penetração mais indecentes e devassos possíveis naquele estreito cu.

— Tome pica, vadia! Aaaaaargh! – Fetiche urrou de prazer.

Estando além da capacidade humana, os movimentos de penetração de Fetiche eram extremamente rápidos, fortes e agressivos. Aquela era a sua forma de mostrar que a luxúria era parte do seu ser e que, quando um macho encontrava uma vadia safada, ele não era capaz de controlar-se.

— Foda mais forte... foda mais forte! – pediu Henry a Fetiche com gemidos afeminados. — Mostre que eu sou a sua vadia!

— Vagabunda! – exclamou Fetiche, pleno de alegria. — Você adora a pica do seu macho, não?

— Sim, Mestre Fetiche! – gritou Henry. — Marque o seu território, por favor. Goze no meu cuzinhooo... eu imploro!!!

— Vadia, eu não preciso marcar território! O seu corpo é meu!

— Sim, Mestre Fetiche!

— E mais o quê, vadia!? – Fetiche perguntou aos gritos a Henry. — O que mais me pertence!?

— A minha almaaaaa! Aaaaargh! Mais forte... mais rápido!

— Isso, puta! Peça! Peça! Peça! Mostre que você se humilha por um macho pauzudo!

— Eu quero tanto a sua pica que chega a doer. Enfie tudo no meu rabo, mestreeeee!

— AAAAAAAAAAAAAAARGH! – Fetiche urrou de uma forma extremamente selvagem e diabólica.

Ainda que estivesse possuindo um transmutado corpo de Piers, Fetiche era incapaz de sentir-se fatigado. Por exatos trinta e dois minutos, ele manteve um ritmo forte, frenético e intenso ao socar os seus trinta e três centímetros no apertado cuzinho de Henry Cavill. O choque das suas virilhas chocando-se com a carne do rabo peludo à sua frente criavam estalos que só não eram mais altos do que a forte chuva que persistia em cair do lado de fora e, principalmente, dos escandalosos e exagerados gritos afeminados da sua vadia.

— Fode! Fodeeee! FODEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE! – gritou Henry em desespero. — O meu cu está pegando fogoooo!

— Isso, vadia! Grite para que todos os machos de Jersey escutem você!

— Mais! Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais! Eu quero picaaaaaa!

— E o leite do seu macho... você quer?

— Por favor, Mestre Fetiche! Goze no meu cu!

— Por favor, o quê!? – zombou Fetiche.

— Goze no meu cu, por favor! Entupa o meu rabo com o seu leite demoníaco!

— Que assim seja! – Fetiche soltou os cabelos de Henry, diminuiu o ritmo da penetração e ergueu as mãos ao alto mais uma vez.

Subitamente, Fetiche socou o seu grosso caralho pela última vez no cu de Henry Cavill e quando o seu talo atingiu os glúteos da vadia, ele findou a penetração.

— Engula pelo cu cada gota de sêmen que este corpo pode produzir. – ele disse calmamente.

Por fim, uma forte ejaculação irrompeu-se do monstruoso pênis de Fetiche. Com gritos histéricos e afeminados, Henry Cavill quase experimentou a morte mais uma vez, ao ter o seu primeiro orgasmo anal. Durante o trigésimo terceiro minuto, sentindo o seu cu ser invadido pelo grosso e farto sêmen do seu macho, ele teve espasmos musculares involuntários, espumou pela boca e ficou levemente confuso.

— Está consumado! – disse Fetiche com uma voz cheia de satisfação.

E quando tudo acabou, Henry Cavill sentiu-se a vadia mais feliz do mundo. As sensações de prazer que ele havia acabado de experimentar eram indescritíveis. Ele queria mais, ele precisava de mais, e estava pronto para implorar e humilhar-se a Fetiche por mais prazer carnal.

— Boa sorte na sua nova vida, minha doce e linda putinha. – Fetiche inclinou-se e beijou o rosto de Henry gentilmente. — Eu preciso ir agora.

— Já? – Henry surpreendeu-se. — Mas e a minha xota? Você não vai fodê-la?

— AAAAAAFF. – irritado, Fetiche arfou e revirou os olhos. — Infelizmente, eu só posso foder a sua xota na minha verdadeira forma... regras infernais. – ele deu de ombros.

— Oooh... que pena. – disse um tristonho Henry. — Você precisa ir mesmo?

— Sim... do contrário, o seu irmão vai morrer. – Fetiche zombou. — Por falar nisso, o encantamento vai findar-se daqui a pouco... – ele deteve-se para rir. — Ou você seduz o Piers rapidamente, ou você terá problemas para explicar a ele a reação final do seu orgasmo anal.

— E o que seria? – Henry perguntou ao seu marido com cautela.

— Você deveria ter lido a porra do verso da carta! – Fetiche disse irritado. — Foda-se agora, vadia!

De repente, Henry Cavill sentiu o caralho dentro do seu cu diminuir de tamanho e deixá-lo. Ao olhar para trás, ele ficou chocado ao ver a transmutação do seu irmão findar-se lentamente. Fetiche estava voltando para o seu lar, o Inferno, e ele estava desesperado, pois ainda se sentia insatisfeito sexualmente.

— Puta merda! – queixou-se Henry.

Ainda de quatro, Henry Cavill começou a sentir uma forte dor na região da barriga. Quando Piers voltou ao normal e caiu ao chão, o Cavill mais novo ejaculou o seu primeiro jato de esperma anal, deixando o mais velho completamente melado com uma curiosa substância.

— O que houve!? – um pouco perdido, Piers sentou-se ao chão. — Henry... o que é isso!? – ele chocou-se ao ver o seu irmão nu e de quatro bem à sua frente. — Por que eu estou coberto de... – ele olhou para si com cara de nojo. 

Com as últimas palavras de Fetiche ainda ecoando na sua mente, Henry Cavill agiu. Ele precisava seduzir o seu irmão rapidamente para que a magia do seu marido fizesse efeito e colocasse Piers em um tipo de transe erótico.

— Concentre-se aqui, mestre Piers. – Henry abriu um sorriso devasso.

Assim, Henry Cavill virou-se, arreganhou as pernas e exibiu a sua xota, ao mesmo tempo em que começou a masturbar-se. E a magia agiu rapidamente sobre Piers.

— Aaah... que xota é essa!? – disse Piers completamente seduzido. — Eu posso chupá-la? – ele aproximou-se de Henry. — É claro que eu posso! – ele mudou de atitude. — Ela pertence a mim!

— Com certeza... ela é todinha sua! – riu Henry de forma afeminada.

E mais uma vez, Piers avançou sobre a xota do seu irmão mais novo. Eles ainda teriam um longo dia pela frente. Henry Cavill poderia transar por várias e várias horas, sem sequer chegar perto de sentir-se satisfeito sexualmente.

Fim...

...por enquanto.



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