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História A "Seleção" - Jikook ver. - Capítulo 31


Escrita por: _filmesserieshd

Notas do Autor


OI! EU VOLTEI!
EU CONSEGUI TERMINAR DE ESCREVER ESSSE CAPÍTULO
MEU DEUS EU TO TAO ANIMADA.

foi muito demorado mas foi!!!!

só lembrando vocês que eu disse que odeio histórias não terminadas então eu sempre vou tentar o meu máximo pra continuar as minhas.

muito obrigada pela paciência de vocês, com amor, eu.


Boa leitura_sz_


OBS: ~desculpa os erros, eu não revisei o cap~

Capítulo 31 - O cavalo de Tróia


Cap. 31 - O cavalo de Tróia.


— Eu gostaria de deixar a Seleção.

— Como?!

Namjoon, sentado em sua mesa com uma xícara de chá em mãos, olhava incrédulo para o ômega a sua frente.

Esfregou as têmporas e fechou os olhos antes de responder.

— Minhyuk… não é assim que funciona. Você não pode apenas chegar aqui e pedir para sair. 

— E o que eu deveria fazer? 

O Kim suspirou, não gostava do Kang. Do comportamento dele, das atitudes… se sentia incomodado com sua presença.

— Você deve escrever uma carta para a alteza Jeon explicando e justificando seus motivos para querer deixar a Seleção, dependendo de quais forem, nós iremos averiguar sua decisão e então dar um veredito — Namjoon pois o queixo sobre a mão direita fechada em punho enquanto esperava pela reação do Kang para que pudesse então, finalmente, continuar seus afazeres. As coisas haviam voltado a ficarem agitadas com o fim da Seleção tão próximo.

— Hum, entendo… — eles se encararam por um instante, o Kim sabia que Minhyuk estava pensando em algo mais que pudesse falar — … quem lerá essa carta?

Namjoon suspirou.

— Eu a lerei.

— E quem a julgará?

— … Eu o farei também.

— Então porquê eu não apenas digo logo as minhas razões e resolvemos isso agora mesmo?

— Senhor Kang…! — suspirou novamente — Essa é apenas a maneira a qual as coisas funcionam, tudo o que acontece desse ser arquivado de maneira física. Se não está de acordo informe ao conselho real.

— … E como eu faria isso?

— Ora… — o Kim deu um pequeno sorriso presunçoso — Escrevendo uma carta, claro.

— Argh! Deixa para lá! Eu estou bem ficando na Seleção! — e então saiu batendo os pés, causando um riso nasal em Namjoon que pôde voltar aos seus afazeres. 


Mas bastou apenas assinar um dos papéis da pilha enorme à sua direita que a porta de seu escritório foi aberta novamente. 

— Com licença, eu gostaria de saber como faço para deixar a Seleção.

Namjoon nem levantou a cabeça antes de falar:

— Isso é alguma brincadeira ou o qu- — então levou seus olhos á quem acabara de entrar, encontrando Park Jimin de pé e com uma face destruída a sua frente. Foi quando se lembrou do que Seokjin havia dito: o acidente com a mãe do híbrido. Claro que o seu ômega havia sido o primeiro a saber, fazia parte de seu trabalho — Park… sente-se. 


Jungkook não sabia o que fazer, por isso, seus passos preenchiam os corredores pelos quais andava sem rumo algum. Seus olhos não se focavam em nenhum ponto específico e sua mente estava cheia de perguntas.

"O que posso fazer?"

"Como ela está?"

"O que acontecerá?"

"... Jimin irá mesmo embora?" 

E o príncipe não queria isso: não queria se despedir do Park mas sabia que aquilo não era uma decisão que cabia a si. Só podia esperar, e, como um futuro monarca, odiava ficar de mãos atadas.

— Alteza.

— Oh… Namjoon! — apressou seus passos até o outro alfa que acabara de se aproximar, não havia nem mesmo notado sua presença antes que chamasse por si. Jungkook sabia que Namjoon era o responsável por lidar com os assuntos gerais da Seleção, então Jimin havia ido falar com ele — Como… — "como ficou as coisas?"... Parecia um pouco rude, então decidiu mudar sua pergunta — Como ele está?

— Ele está… destruído.

— Ah… mais que droga! — talvez, tudo aquilo estivesse afetando Jungkook de uma forma mais intensa do que precisava, pois ele havia presenciado Jimin ter seu coração partido bem na sua frente, e foi desesperador para seu lobo ver um ômega tão indefeso sem que pudesse fazer algo.

— Jungkook… — o alfa maior segurou em seus ombros, olhando em seus olhos tentando passá-lo com clareza seus pensamentos — Não o deixe ir.

— Como? 

— … — o Kim suspirou — Eu o dei todo o apoio que ele precisava para ir até o hospital e já contactei a imprensa para que não dramatizem demais o acontecido. Mas ele disse que quer ir sozinho. Sem guardas ou segurança, sem carro Real, sem nenhuma equipe de apoio… e eu não gosto disso. As leis do castelo não se aplicam a ele, já que ele não faz parte da família Real, então não posso obrigá-lo a não ir só.

— … Me desculpe, Namjoon, mas eu não posso fazer isso — claro, Jungkook também não queria que Jimin saísse da Seleção, e, mesmo que ainda estivesse competindo, o pensamento de vê-lo saindo do castelo numa situação daquelas era preocupante, mas… era sua mãe. Era a única mãe de verdade de Park Jimin, sua única protetora e amiga, sua família. Não o pediria para ficar sendo que faria o mesmo se estivesse em seu lugar — Não é justo que eu faça isso.

O Kim suspirou novamente. 

— Tudo bem, eu só fiquei um pouco preocupado de mandá-lo sozinho. Mas talvez seja até melhor assim — o príncipe acenou com a cabeça — Vou terminar os preparativos da viagem dele. Com sua licença…

Então se curvou e foi embora.


Com as mãos postas atrás de seu corpo, Namjoon marchou até às salas dos empregados, no subsolo. Todas as posições de trabalho no castelo se dividiam em turnos, menos a dos chefes de cada tarefa, sendo assim, sempre haviam pessoas à disposição da Família Real.

— Senhora Choi — Namjoon chamou a chefe dos motoristas — Precisarei de alguém para levar Park Jimin até o hospital de Kalaham. 

— Aconteceu algo com o Jovem Park? — Senhora Choi logo se preocupou, não teve muito contato com o híbrido, mas acabou se apegando a imagem que criou dele, afinal, a troca de informação no subsolo entre os empregados era incrivelmente rápida e todos que o conheciam diziam que ele era uma ótima companhia.

— A senhora não está sabendo? — perguntou um dos seus subordinados. Deveria ser novo, Namjoon nunca o havia visto antes. A mulher balançou a cabeça em negação — Parece que a mãe dele sofreu um acidente ontem a noite. 

— Ora! Não havia nada no noticiário! 

— Pedi para a imprensa abafar o caso, pelo menos até que soubéssemos exatamente o que houve — o Kim falou.

— ...Você acha que foi planejado? — a beta chefe perguntou.

— Bom… existem muitas pessoas por aí que não gostam da ideia de um híbrido no castelo. É a minoria, mas existem — o alfa disse com pesar — Não podemos descartar hipóteses.

— Ave Maria! Coitado do pobre Park, vou rezar por ele!

— … — Namjoon a encarou — ...Senhora Choi…

— Ah, sim! O motorista! Você aí, SeungHo, se arrume, você vai.

— Mas, senhora, tô no meio da partida de shogi! 

— E daí? É seu trabalho garoto, levanta essa bunda e vai logo! — a beta se exaltou. Namjoon apenas observava, surpreso com a forma com que conversavam.

— Com licença. Eu me disponho a ir — o novato se prontificou. Se curvando em frente aos seus dois superiores.

— Hum… acho que tudo bem — senhora Choi falou — Tudo bem para você, Senhor Kim?

— Sim, não vejo problemas. Então está decidido. Esteja em frente ao castelo daqui a meia hora — e então foi em direção às escadas — Ah… use o carro convencional e vestes não oficiais, preferências de Park Jimin.

E foi embora logo depois de receber a confirmação do jovem motorista.

— Ei… — SeungHo, o homem que deveria ir em seu lugar, o chamou.

— Seo Chung Hee.

— Seo Chung Hee, certo? Vou me lembrar. Então… como você soube do acidente de ontem a noite? 

— O que? … Ah… sites de fofoca, claro — disse e pôde ouvir um "hmm, entendi" do homem à sua frente — Com licença, vou me arrumar.

— Ah, certo. Boa viagem — os motoristas Reais geralmente falavam isso uns para os outros antes de saírem a trabalho — Mas… ele estava em turno quando o acidente aconteceu… e não podemos usar o celular durante o trabalho — negou com a cabeça enquanto soltava um riso nasal — Espero que ele não ultrapasse outras leis do castelo, se não vai ser ruim para ele.

— Ei, SeungHo! E o jogo cara? 

— Já vou, já vou!


A rainha sorria conforme se sentava em sua mesa de chá. Em suas mãos, um pequeno pingente dado por seu marido a não muito tempo atrás.

— Vossa Majestade pediu para falar com minha pessoa? — Min Yoongi entrara na sala e esperava ordens do que fazer a seguir, parado em pé perto da porta onde acabara de entrar ele se mantinha com as mãos atadas a sua frente e a cabeça abaixada, mesmo assim, olhava nos olhos da Rainha.

— Sente-se, Min Yoongi — ele fez como pedido, se aproximando da ponta da grande mesa, onde a mulher estava sentada — Posso lhe servir um pouco de chá?

— A honra é toda minha, minha rainha — e então ele curvou seu corpo segurando delicadamente a xícara nas mãos. Por um curto momento acabou se lembrando de quando ensinou Jimin a tomar chá, foi engraçado perceber o quando o pequeno mindinho do Park tremia enquanto ele se esforçava para segurar o objeto cheio de líquido da maneira correta — A que devo a honra de falar com vossa majestade? — a ômega terminou de por o chá para o Min e, com movimentos ensaiados e perfeitos, posicionou o bule em cima da bandeja de ouro com bordas cristalizadas. 

— Bem… imagino que você já imagine o porquê de tê-lo chamado, Min — ela o encarou e sorriu — Tenho preocupação com o que possa acontecer com vocês. Todos os três.

— Eu agradeço imensamente sua preocupação, e a entendo, minha Rainha, mas digo que não há motivos para tal.

— Min… — a mulher suspirou e então deixou sua máscara de monarca cair. Sua feição deixou de carregar o sorriso simples e rotineiro e passou a expor sua opinião, ela não estava muito feliz com aquilo — Yoongi, eu não quero me meter em assuntos que não são de meu entendimento, e não tenho como mudar suas emoções ou controlar suas ações, nem as de meu filho e seu marido. Por isso… por isso eu peço para que pensem bem no que estão fazendo… principalmente você, é mais velho e já se feriu tanto por eles… não quero que algo ruim aconteça com você, nem com eles.

O ômega mais novo se surpreendeu levemente, não imaginava que a monarca iria expor seus pensamentos tão diretamente, mas estava aliviado. Falar daquele assunto de forma tão formal como estavam fazendo o fazia se sentir falso, como se aquilo fosse alguma espécie de negócio sendo acordado entre ambas as partes. E ele não queria assinar nenhum contrato selando seus sentimentos, havia aprendido a ser mais livre do que isso a muito tempo.

Ele levou a xícara até os lábios, tentando organizar seus pensamentos e emoções mesmo não sabendo como. Nem ele entendia o que estava acontecendo, ou mesmo o que passara a sentir sobre as duas altezas.

— Minha rainha… eu não tenho como lhe dar a certeza do que sinto, e muito menos de que vamos ficar bem. Mas… — ele levantou o olhar e sorriu. Um sorriso sincero, simples como suas emoções — … Nós vamos tentar. Afinal, todos passam a vida em busca da felicidade e às vezes, para pessoas como eu, ela está em pessoas como eles. Mas não se preocupe, majestade, eu aprendi a me amar o suficiente para não me prender a corações derretidos. Não somos mais crianças, temos muito o que arriscar e eu, Hoseok e Taehyung não estamos prontos para perder nada.

Então a ômega suspirou.

A resposta não a havia deixado muito mais tranquila, mas a fez entender que não havia nada que pudesse fazer. Não havia mais o que devesse tentar, dali em diante não cabia mais a ela.

Tudo o que ela podia fazer era confiar. E ela amava seu filho e sua família o suficiente para fazer isso.

Acreditava neles.


O clima do lado de fora do castelo era ameno. 

Já estavam no final do inverno e, como prova, o sol brilhava radiante, derretendo lentamente e aos poucos a neve acumulada nas ruas, telhados e copas de árvores. 

Jimin suspirava observando. Era um dia lindo, e sorriria se não se sentisse tão mal. Tão sozinho. Tão culpado.

De certa forma ele não entendia que não havia nada que poderia ter feito para que as coisas não acabassem daquele jeito. De certa forma ele se culpava por não ter estado ao lado dela durante todo esse tempo. Havia se passado quase três meses desde que saiu de sua casa por ter conseguido uma vaga na Seleção, três meses em que se focava em dar o seu melhor para provar ser digno de estar onde estava e de nutrir qualquer sentimento por Jeon Jungkook. Agora tudo estava tão distante…

A preocupação que rondava sua cabeça tirava seu foco de tudo o que estava acontecendo ao seu redor, até mesmo da rota do carro em que estava, ou do motorista que o conduzia. Apesar disso, seguiram até o hospital de Kalaham sem problemas.

Nenhum carro os seguiu, ou câmeras, ou guardas. Kim Namjoon confiou plenamente em Park Jimin.


Assim que chegaram ao hospital, o híbrido deu o nome de Jihyo e logo se direcionou às escadas, ChungHee o acompanhou com o olhar enquanto esperava na recepção. Viu o ômega andar e, então, seus passos subitamente pararem. Jimin se virou, voltou a frente de ChungHee e pediu:

— … As visitas já podem ser de mais de uma pessoa, então… você pode vir comigo? — uma pequena lágrima deslizou pela bochecha cheinha do Park, ele estava se sentindo sozinho, e não queria estar.

— À suas ordens, Senhor Park — e se curvou minimamente antes de acompanhar os passos lentos do híbrido até o quarto andar do hospital, onde ficavam os apartamentos hospitalares e onde sua mãe estava sendo mantida.

Das poucas pessoas que estavam no hospital, poucas reconheciam o híbrido. As que faziam, se comentavam em guardarem sua curiosidade para si mesmas. Também não havia ninguém ali para acompanhar Park Jihyo exceto Jimin, Tzuyu, a vizinha, passou a noite inteira e parte da manhã lá, e resolveu voltar para casa para descansar e cuidar de seu filho. A parente mais próxima da alfa morava na Coreia do Sul, e devido à quantidade de neve prevista para o mês no país, as viagens entre países estava reduzida.

Quando Jimin entrou no quarto, o barulho que chamou sua atenção foi o dos batimentos cardíacos de sua mãe. Era constante e o pequeno monitor piscava o número "86 bpm"¹.

O gatinho suspirou olhando o rosto de sua querida mãe. Passou a ponta dos delicados dedos ao redor de seu rosto numa pequena forma de carícia.

… Recebemos a trágica notícia de que Park Jihyo, mãe de Park Jimin o amado híbrido da Seleção, está internada depois de sofrer um grave acidente de carro por volta das dezoito horas da noite passada. O castelo decidiu abafar a notícia até que Park pudesse se reunir com sua mãe. Ele já deixou o castelo e se encontra no lugar onde sua mãe foi internada. O hospital não terá seu nome revelado em respeito a família...

Só então Jimin percebeu que a pequena televisão do quarto estava ligada. E riu, não se importava de ver a notícia, o mais doloroso para si, na verdade, foi reparar que os enfermeiros se preocuparam em deixar a TV ligada e o controle perto da mão da paciente. Como se Jihyo pudesse acordar a qualquer hora e se desse conta de que aquele canal, na verdade, não era o qual gostava de assistir.

Ele riu um pouco mais e então não conseguiu segurar o choro em sua garganta.

— Me perdoe, mãe! — se sentou na maca da mulher e acolheu o corpo desacordado em seus braços trêmulos — Me desculpe por não estar com você! Me desculpe por não ter vindo antes! Me perdoe, mãe! 

ChungHee sentiu seu coração apertar levemente. Uma dor pequena tomou seu peito e trouxe a bile à sua boca, afinal, ele teve uma mãe uma vez. Não era a melhor, ou a mais bonita, ou a mais carinhosa e amorosa… mas era a sua mãe, a única que tinha.

...E agora, os participantes que deixaram a Seleção foram…

— Eu amo você mãe! Te amo muito, e passei tempo demais sem lhe dizer isso cara a cara! Eu te amo, mãe!

… Lee Hyunjae, Bae Heyoon e…

— Então, mãe, acorda. Acorda e me deixa dizer olhando nos seus olhos o quanto eu te amo… o quanto eu sinto sua falta… o quanto você importa 'pra mim! 

… Sang Taeyang. Kang Minhyuk, Alex Hall e Park Jimin permanecem na Seleção, muito obrigado e boa noite! A seguir, uma mensagem de nossos patrocinadores… 

— Acorda, mãe… eu tô aqui agora… 


Jimin não poderia ficar no hospital por muito tempo, a notícia já havia sido divulgada e era muito provável que repórteres estivessem a caminho do hospital para qualquer coisa que pudesse lhes render dinheiro. E, quando os dois entraram no carro prata, Jimin sentiu os pelos de sua cauda se arrepiarem. Suas orelhas levantaram atentas a qualquer barulho e seus olhos arderam levemente. Seu peito apertou e uma ponta de adrenalina subiu por todo seu corpo e o fez segurar na maçaneta da porta. Sabia que sensação era aquela, a conhecia de muito tempo atrás, antes de ir para a casa de adoção. Aquilo era medo.

Namjoon confiou plenamente em Park Jimin, mas talvez não devesse ter confiado tanto em ChungHee.

— Se você abrir essa porta eu cravo essa faca na sua goela — o canivete apontado para seu pescoço dava a Jimin a certeza de que ele não estava blefando. 

O motorista o qual estava consigo esse tempo todo, de repente pareceu familiar.

— Sabe, me senti um pouco chateado… você não lembra de mim? Hyung, isso parte meu coração… como pode se esquecer de seu querido irmãozinho?

E, de repente, as iniciais no crachá dourado no paletó do alfa brilharam com a luz do estacionamento do hospital.

"S.C.H." Seo Chung Hee. Filho da mulher que um dia chamou de mãe e do homem que um dia chamou de pai.

Era como se seu passado tivesse voltado, e ele não tivesse percebido.

Um passado que se escondeu do seu lado, esperando que todos "dormissem" para que pudesse agir com suas reais intenções. Como o Cavalo de Tróia. 

E esse era apenas o início do ataque.

...







Notas Finais


¹bpm: sigla para "batimentos por minuto"

Caso alguém tenha ficado confuso, Jimin não saiu da seleção definitivamente, mas como ele saiu do castelo, ainda dá a impressão de que ele "saiu". Mas ele ainda é participante. Quem saiu mesmo foi a Hyunjae, a Heyoon e o Taeyang.


E AI Ó AUE VCS ACHARAM????? alguém já tinha teorizando sobre isso???? Lembrando que ainda tem algumas pequenas surpresas aí, então vocês ainda podem formar suas teorias kkkajsksjskjdksj eu vou amar saber o que vocês acham que vai acontecer.



gente, me perdoa pela demora e muito MUITO OBRIGADA pelos comentários de vocês, sério eu amo vocês e amo os seus comentários. Eles me motivam e me deixam feliz demais.
eu sempre vou responder quando puder então mesmo que demore, eu vou estar lá deixando minha resposta kkkk

o próximo capítulo também não tem prazo pra sair, eu nem mesmo comecei a escrever ele ainda... mas vou tentar trazer o MAIS RAPIDO POSSÍVEL!!! PROMETO!!


fora isso... GENTE O BTS QUER MATAR TODO MUNDO MESMO COM AQUELES CABELOS E AQUELAS FOTOS E O BTS FESTA FPI TAO AAAAAAAAAAAAAAA
aí eu amo esses homens




enfim, obrigada por ler até aqui e
Até a próxima_sz_


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