História A seleção - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Kagura Mikazuchi, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss
Tags Jerza
Visualizações 31
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite pessos, eu resolvi misturar fairy tail num doce mistério do livro a Seleção, não se preocupe se você nunca leu o livro, não é necessário.
Enfim, uma ótima leitura a todos.

Capítulo 1 - A carta


Fanfic / Fanfiction A seleção - Capítulo 1 - A carta

Por conta de uma carta minha mãe crê que todos os problemas encontrados no nosso cotidiano vão sumir, assim, de uma noite pro dia.

 

—Eu já disse que não, Mãe pare.

 

—Erza, eu devo ser a única mãe a convencer a filha a participar dessa bosta de concurso.

 

Ah o concurso, quem não quer ser a próxima princesa de Magnólia? Eu.

Essa bosta de seleção, fútil, seleciona uma dama para se casar com o próximo rei. O mesmo convoca cartas para todas as mulheres entre 16 a 20 anos no momento em que faz 20. Fútil, fútil e fútil, quem espera se apaixonar assim? Uma competição pelo príncipe e pela coroa? Muito fútil. Ele deve abusar todas essas mulheres e se divertir com isso.

 

—Eileen, Sua filha disse não - comenta meu pai no fundo da sala com o seu jornal em mão.

 

—Amor, se ela ingressar ela ganha, além de linda é uma ótima cozinheira, passará de quatro para um. -comenta com brilho nos olhos. 

 

Ah sim, castas, minha mãe não deixaria de pensar nisso.

Deixe explicar: as pessoas se classificam em número, colocando uma classe de hierarquia.

Casta 1: A nobreza e o Clero.
Casta 2: Celebridades, modelos, atletas profissionais, políticos, atores e oficiais.
Casta 3: A elite, educadores, filósofos, joalheiros, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários, dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas, produtores musicais, advogados.
Casta 4: Fazendeiros, corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras, proprietários e donos de restaurantes, lojas e hotéis.
Casta 5: Músicos dançarinos, fotógrafos, artistas de modo geral.
Casta 6: Secretários, serventes, governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros, motoristas.
Casta 7: Jardineiros, pedreiros, lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os trabalhadores braçais.
Casta 8: Pessoas com deficiência (especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos.

 

—Filha eu não entendo 

 

Não havia explicações a eles, eu amava minha vida. Gostava de ser independente, gostava de ganhar o meu próprio dinheiro, e já possuía meu próprio futuro. Cresceria com meus pais até completar 20 anos, faltavam apenas dois, não iria demorar, logo abriria minha loja de doces para comer à vontade e cozinhar, amava ambos, assumiria meu amor por Simon, que nem se quer sabia da minha existência, um belo menino, casta cinco, inferior a minha, um caso problema. 

 

—Eu tenho uma proposta filha.

 

—Prossiga 

 

—Se você aceitar ao menos tentar, eu deixarei o restaurante sobre suas mãos.

 

—Você deixaria eu como chefe? Com o maior salário? 

 

—Mas só se tentar participar, basta preencher a folha e ir ao governo para entregar.

 

—Você sabe que eu só irei tentar, certo? - minha mãe suspira com a resposta.

 

—Certo 

 

Minha mãe sabia ser convincente quando queria, e bem eu era teimosa, mas cedi porque além da teimosia eu era ambiciosa, e ter o restaurante era o início para a minha vida.

 

Comecei a preencher a folha na mesma hora, perguntava coisas básicas como alimentação, perguntas familiares, habilidades, características, hobbies e afins. Ao terminar guardei a folha no balcão da sala, deixaria pra entregar no outro dia, no horário da manhã. Assim voltei a fazer meus afazeres.

 

No outro dia, com o despertador tocando me levanto sonolenta, faço minhas necessidades e me arrumo em seguida. Me olho no espelho, eu estava bonita, meu cabelo avermelhado solto fazia um degradê de cor ao meu corpo, minha blusa azul marinho básica junto a uma calça preta descartava ainda mais o ruivo. Bem, não poderia perder tempo me olhando precisava terminar meu trato para seguir com a minha vida.

 

Ao chegar no governo havia inúmeras filas separadas, uma para cada região do país. Fiquei na fila até chegar o meu momento, entreguei a ficha e me sentei numa cadeira

 

—Vamos tirar uma única foto, não haverá outra, então sorria. - comenta um homem de cabelo negro.

 

Confirmo com a cabeça e abro um sorriso, minha vida irá mudar, meu sonho vai se realizar, ganharei o restaurante com ele fama no mercado e no futuro minha grande loja.

 

Um flesh capta esse momento.

 

—Obrigada, próxima.

 

Saio do lugar com uma felicidade enorme e vou correndo para a casa, começaria a trabalhar hoje e voltaria cedo para ver a seleção, coisa da minha mãe, sua esperança era muito forte.

 

E foi assim o dia inteiro: cansativo. Afinal sou uma mulher teimosa e difícil, quis o meu máximo logo no primeiro dia contudo havia meu descanso final da tarde.

 

Ao chegar em casa após o trabalho vou para a sala com meus pais e ligamos a televisão, a única em nossa residência. Logo a imagem de um homem jovem de cabelos brancos, o apresentador, aparece. 

 

—Boa noite senhoras e senhores, meu nome é Lyon Vastian e hoje o nosso espetáculo será voltado ao príncipe.

 

E assim o foco muda a família real, todos de cabeleira azul, um tanto que exótico, sentada ao lado do palco, todos de coroa ou tiaras, uma família pequena ao se comparar com as outras da realeza. O rei e a rainha, Grandine e Hiro Fernandes, apenas acenaram com a mão, na maior delicadeza, enquanto a menina, filha deles, apenas sorrio para a câmera, se não me engano, Wendy era seu nome, e por fim ele, o futuro rei, Jellal Fernandes, um jovem azulado com uma tatuagem em seu rosto, que logo se levanta e se junta ao homem Albino que apresentava. 

 

—Boa noite meninas, espero que todas apreciem sua última noite como mulheres normais, pois amanhã, 35 se tornaram damas especiais, irão concorrer a minha mão. -Fútil, penso 

 

O homem azulado leva suas mãos a alguma fichas presentes e começa uma longa leitura de nomes, na qual eu não presto atenção, sendo acompanhado de imagens das mesmas.

 

—Espera ai, essa não se parec...

 

Não terminei a frase, meus pais gritam, era realmente eu, como?

 

—Erza Scarlet 

 

A partir disso o telefone não parou de tocar


Notas Finais


Obrigada a todos, espero que tenham gostado, beijinhos


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