História A Seleção - Capítulo 6


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Categorias David Luiz, James Rodríguez, Neymar, Philippe Coutinho
Personagens David Luiz, James Rodríguez, Neymar, Philippe Coutinho
Tags Amizade, Comedia, Copa, Copa Do Mundo, Coutinho, Dames, David Luiz, Gay, James Rodriguez, Little Couto, Neylippe, Neymar, Neytinho, Philippe Coutinho, Romance, Seleção Brasileira, Smut, Yaoi
Visualizações 213
Palavras 2.582
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, pessoas lindas! Como vocês estão? Espero que bem. Antes de mais nada, gostaria de avisá-los que estou trabalhando em um trailer para “A Seleção”. Colocarei o link para acessá-lo nas notas finais, logo que pronto, e também no perfil da história. Ainda assim, não deixem de checar as notas com os agradecimentos e informações sobre o meu próximo projeto.

Fato engraçado: até agora não sei bem porque diabos coloquei o nome dessa fanfic como “A Seleção”, rs. Mas fazer o quê... Bola pra frente e até lá embaixo!

[Música: Sangria Wine - Camila Cabello, Pharrell Williams/ Bônus: Hips Don’t Lie - Suzan & Freek]
Boa leitura.

Capítulo 6 - James - Os sinais do meu corpo


6. James - Os sinais do meu corpo

 

Marcelo assumiu o volante do carro porque, em suas próprias palavras, não se responsabilizaria por ele na volta para casa. Conversava animadamente com Quintero e Borja, que sentavam atrás. Da última vez que chequei, o assunto era basquete — isso após terem desistido de discutir sobre quem preparava o melhor churrasco. De qualquer forma, parei de prestar atenção quando David me mandou a seguinte mensagem:

David: Finalmente em solo alemão!

David: Foto.

Abri o arquivo e senti meu coração se aquecer com a sua imagem. No fundo, a placa de “bem-vindo” do Aeroporto de Munique.

James: Sabe que não posso sorrir para as suas fotos se meus amigos estão por perto.

Mas era tarde demais, pois um sorriso carinhoso já surgia no meu rosto. Eu realmente havia acreditado que ficaria mais fácil, a cada dia, entender que nós estávamos juntos.

Ainda era capaz de lembrar dos beijos que trocamos na colina, da forma como David envolveu minha cintura quando assistimos ao pôr do sol na sacada do restaurante, da nossa conversa descontraída na volta para o hotel, em Kazan — enquanto, no fundo, eu imaginava tudo o que poderia acontecer dali em diante.

Também lembrava da despedida no seu carro, de como David segurou as minhas mãos, da maneira como ele selou os lábios nos meus dedos e disse o quanto eu era especial, do jeito que a sua boca capturou a minha e do arrepio que me invadiu com aquele gesto, e da forma como corri para dentro do hotel me sentindo um adolescente namorando escondido dos pais.

Sorri de novo com a lembrança, tão imerso em pensamentos que não percebi o silêncio chegar. Então a voz de Borja veio e me jogou de volta no mundo real:

— Está ouvindo, James?

Pisquei.

— Hum... Quê?

— Não, ele não tá ouvindo — Quintero caçoou, dando risada. — Tá pensando na futura Sra. Rodríguez.

— Não, eu não estou — fingi seriedade, mas falhei bem depressa. Estúpido Quintero e sua incapacidade de rir como uma pessoa normal.

— Tá sim — ele retrucou.

— Pra sua informação, eu estou falando com o David.

Me pareceu que ele diria alguma coisa, mas acabou ficando calado. A conversa boba meio que me fez recordar os tempos de escola. Aí Marcelo me olhou de lado, a atenção dividida entre o meu rosto e o trânsito de Munique. Falou:

— Então David é a nova Sra. Rodríguez.

— Muito engraçado! — Eu desbloqueei o visor do celular e apontei para o nome na tela. — Ele só quer saber se chegamos, já que a pessoa que o convidou não atende o telefone. Não é mesmo, Borja?!

Naquele instante, Borja enfiou a mão no bolso da calça e sacou o celular, visualizando as duas ligações perdidas, antes de me lançar um olhar implicante e voltar a conversar com Quintero. Claro que aquilo havia sido planejado.

Porque eu e David sabíamos que uma repentina aproximação entre a gente poderia levantar suspeitas. Então a solução que encontramos foi Borja. Eu sugeri que David mostrasse um interesse repentino pelo festival alemão para que o meu amigo viesse a convidá-lo, e até o presente momento as coisas tinham dado certo. Exceto pelo fato de que não podíamos nos beijar, flertar ou dizer coisas muito óbvias se estivéssemos perto um do outro.

Chegamos ao Oktoberfest e topamos com o restante dos brasileiros. O pensamento de que era loucura estar confraternizando com os responsáveis pela eliminação da minha seleção na Copa do Mundo passou por minha cabeça. Com sorte, em poucas horas, eu o esqueceria. Visitamos a primeira tenda, tomamos cervejas e perdemos a noção do tempo.

Quando finalmente decidimos sair e explorar o pavilhão, arrastei Quintero na direção da música agitada até nos depararmos com um palanque e um público razoável de pessoas ao redor dele. Ficamos ali. Peguei uma bebida da sua mão — de onde ele havia conseguido aquilo eu não saberia dizer — e tomei um gole, sentindo o líquido descer gelado pela minha garganta. Provei mais, arriscando meus primeiros passos de dança.

Aos poucos, notei que o público crescia. Claro que mantive a atenção em Quintero, já que não estava nos meus planos perdê-lo de vista. Sabíamos o quão facilmente eu era capaz de me perder.

Pagamos novos coquetéis, a bebida nos deixando num perfeito estado: não alcoolizados, porém mais leves. A música também ajudava. Uma das coisas que mais me encantava sobre o festival era isso: pessoas leves ou bêbadas demais para realmente notarem umas às outras. Assim, eu me sentia bastante à vontade, acompanhando as batidas com as pernas e os braços enquanto o sol ia se pondo acima das nossas cabeças.

De repente, me vi dançando ainda mais ao som de uma batida supercarregada, balançando os quadris, ombros e todo o resto. Prendi uma gargalhada ao ver Quintero puxar uma moça pela mão para a pista improvisada, finalmente fazendo valer as suas aulas de salsa. Óbvio que comecei a filmá-los.

Filmei os dois por alguns instantes, depois virei o celular na minha direção, troquei a câmera e comecei a gravar meus próprios passos. Mas o som repentino de palmas logo chamou a minha atenção. Foi quando vi o cantor sobre o palanque, inclinando o microfone e preparando um solo para a plateia, que decidi filmá-lo também.

Quase na mesma hora, meu celular vibrou com uma mensagem em particular. Sorri ao ver de quem se tratava.

David: Você devia parar de dançar assim...

Engoli em seco e paralisei no lugar. Sim, eu planejava postar um vídeo curto mais tarde, registrando a minha presença no festival, por isso não havia como David saber o que eu estava fazendo ainda, a não ser que...

James: Você tá aqui?

Ergui os olhos, buscando seu rosto em meio à agitação.

James: David?

Quintero me lançou um olhar que claramente perguntava “O que houve?”, o qual eu apenas respondi com um aceno tranquilo, fingindo... Voltei a dançar, mas não demorei a checar o celular novamente. David havia respondido:

David: Estou te observando.

David: Continue.

James: Continuar o quê?

David: Dançando. Pra mim.

E o que um comentário seu não fazia comigo... Mordi o lábio. Ele não devia estar longe. Observei as pessoas mais próximas, só para me certificar, mas não obtive sucesso em achá-lo.

A música mudou e o compasso também. Eu não tinha problemas em dançar em público. Pra falar a verdade, dançar era uma das coisas que eu mais gostava de fazer. No entanto, eu não conseguia evitar a inquietação de estar ali dançando, com David me assistindo de algum lugar, qualquer que fosse. Era excitante e inquietante em medidas iguais.

Tentei acompanhar ritmo e entrei no seu jogo. Assistia à banda sobre o palanque e à multidão ao meu redor, ousando nuns movimentos. Subitamente, fechei os olhos, porque, afinal, a dança era sobre se sentir. E imaginei que podia sentir David atrás de mim, segurando minha cintura com as suas mãos hábeis. Sem pressa, minhas próprias mãos deslizaram pelo meu corpo num abraço rápido, como se eu estivesse apenas curtindo muito aquele momento.

Aí imaginei sua cabeça atrás da minha; sua respiração quente na minha nuca. Foi instantâneo o arrepio que tive, e eu estava só imaginando... Inclinei a cabeça para o alto e a deixei cair para a esquerda; na imaginação, oferecia a David o meu pescoço a fim de que a sua respiração pudesse aquecê-lo ou que sua boca pudesse beijá-lo quantas vezes fosse necessário.

Meus gestos eram rápidos e sutis, apesar de tudo — sendo a lentidão exagerada fruto da minha mente. Abri os olhos e girei, topando com Quintero no processo. Ele me deu uma piscadinha antes de voltar a dançar com a sua parceira.

Depois daquilo, foi difícil me concentrar em qualquer outra coisa. Quer dizer, eu precisava vê-lo. Digitei a seguinte mensagem:

James: David...

Eu podia ouvi-lo rir da minha impaciência.

David: Eu sei...

David: Dê dois passos para a sua direita e gire até encontrar a bandeira rosa.

Franzi as sobrancelhas, mas fiz o que me foi dito. Levantei os olhos, dei os dois passos e girei até encontrar a bandeira rosa próxima ao palanque. Uma nova mensagem:

David: Vê o homem de azul?

Eu acenei, sabendo que, de algum lugar, ele estaria observando.

David: Olhe melhor.

Olhei. Não havia sequer uma pessoa parecida com David próxima ao homem, só uma moça de um lado e uma barraca de doces do outro. Eu estava a ponto de reclamar quando acreditei que o tivesse achado. Estreitei a vista. Bem atrás do homem e da barraca, ele sorria pra mim. Automaticamente, sorri de volta, deixando o ar escapar pela boca em alívio, sentindo a saudade explodir no peito.

Fiz questão de alcançá-lo, mas logo o celular vibrou na minha mão.

David: Não venha.

Na verdade, David pediu que eu o encontrasse fora da multidão, num desfile — ou em outra multidão, vai entender... Mesmo sem saber exatamente por onde seguir, caminhei para fora dali. Antes vi Quintero e avisei que pegaria bebidas. E agradeci internamente quando ele não pediu uma para si.

Então, uma vez fora da pista, pude avistar as fileiras de homens caracterizados, marchando uniformemente pela rua que dividia os stands e as atrações do local. Fiquei tão admirado pela ordem com a qual eles se moviam, que tive um sobressalto ao notar a presença de David do meu lado.

Eu levantei meu olhar para encontrar o seu, não confiando totalmente em mim mesmo para fazer apenas aquilo. Mas correu tudo bem. David ergueu a mão esquerda e eu toquei nela, o puxando para um abraço curto e impessoal.

— Senti sua falta — sussurrei.

David acenou, os olhos focados no desfile.

— Eu também, James.

Não muito tempo depois, Borja e Marcelo se juntaram a nós, acompanhados de Thiago Silva e Alisson Becker. David havia, provavelmente, avisado a Borja que estaríamos ali. Assistimos juntos ao desfile, até que Marcelo apontou para uma tenda do outro lado da rua. Me lembrei de Quintero e o chamei também. Ele veio suado e ofegante, parecendo ter acabado de sair de uma partida de futebol.

Entramos na segunda tenda do dia. Pegamos uma mesa, bebemos — com exceção de David — e gastamos horas ali dentro, jogando conversa fora e fazendo apostas do tipo:

— Se liga — Quintero cutucou Thiago, abraçando seu ombro como se fossem velhos amigos. — Aposto dez que você vira essa caneca — Ele apontou para a recém-chegada caneca de cerveja que Thiago já levava a caminho da boca. — em vinte segundos.

O zagueiro pôs a bebida de volta na mesa.

— Dez mil — Thiago falou e se inclinou mais para frente.

— Milhões. — Os olhos de Quintero cresceram em expectativa.

Já Becker sacudiu a cabeça, reprovando a ideia. Afinal, Thiago não estava em seu melhor estado. Sempre acreditei que ele fosse um dos mais responsáveis entre os brasileiros.

— Dou vinte pra você beber no lugar dele. — Becker empurrou o copo até Quintero, que estreitou a vista, desconfiando...

— Bilhões — disse meu amigo.

— Milhões — retrucou Alisson.

— Mil e não se fala mais nisso! — Quintero socou o punho na mesa e agarrou a caneca com a outra mão. Eu dei risada.

Becker acenou positivamente e ignorou a reclamação de Thiago, que estava confiante de que beberia e ganharia a aposta. “Você acha que eu não consigo, seu merda?!”, ele reclamava, a voz sendo abafada pela contagem regressiva que Marcelo, Borja e David haviam iniciado.

Horas mais tarde, na saída, sugeri que David fosse para a minha casa em vez de passar uma noite solitária no hotel.

— Você não acha que eles vão desconfiar, acha? — perguntei.

Preocupado, espiei meus amigos por cima do ombro: Borja apoiado na lateral do carro, comendo uma rosca de chocolate; Quintero desmaiado nos bancos de trás; e Marcelo ao lado dele, sorrindo para a tela do seu celular... Encarei David em retorno, sentindo a preocupação se dissipar com o seu olhar esperto sobre o meu.

— Acha mesmo? — falou. É, pensando melhor, talvez eu não achasse tanto assim.

Foi David quem assumiu o volante na volta pra casa. Chegando lá, Borja mostrou a ele um dos quartos vagos enquanto eu e Marcelo subíamos com Quintero para o seu próprio quarto.

— Bacana você e David... — a voz de Marcelo cortou o silêncio. Ele tirou o braço de Quintero do ombro e o fez sentar sobre a cama. — Ficando amigos...

Fiz uma careta pela aleatoriedade do assunto.

— É — respondi. — Eu acho.

— Ele é um cara legal.

— É — concordei, incapaz de dizer outra coisa.

Marcelo observou a figura adormecida de Quintero. E eu puxei umas cobertas sobre ele a fim de deixá-lo mais confortável.

— Fico feliz por você, filhão — falou baixinho, do outro lado da cama; me olhava com uma sinceridade quase desconfortante.

Gelei. Tive a impressão de que Marcelo falava como se soubesse da minha relação com David. Eu quis muito perguntar o sentido daquilo, mas, de jeito algum, queria soar suspeito. Então apenas encarei o comentário como um comentário normal sobre dois caras se tornando amigos e nada além disso.

Antes que eu pudesse dizer algo mais, Borja bateu na porta aberta do quarto. David vinha logo atrás.

— Vão ficar aí com a Bela Adormecida ou vão descer para jogar totó?

— Acho que a segunda opção — Marcelo respondeu a Borja. Deu dois tapinhas no meu ombro antes de arrastá-lo consigo e me deixar a sós com David.

— James? Por que essa cara?

David se aproximou devagar, checando com graça a figura de Quintero na cama.

— Eu acho — comecei, sem nem saber de fato por onde começar. — Acho que- talvez... Marcelo tenha descoberto sobre a gente.

— Como?

— Não sei como — respondi. — Mas ele disse que achava bacana estarmos nos tornando amigos... Também disse que você era um cara legal... Que estava feliz por mim... — Ergui as mãos, uma expressão confusa no rosto, do tipo que dizia “Dá pra acreditar?!”.

— Bem, eu realmente sou um cara legal.

Rolei os olhos.

— Você acha que a gente devia se preocupar? — eu perguntei, incerto.

— Com Marcelo? — David negou com a cabeça. — É claro que não.

Cocei o queixo, pensando naquilo. Sua mão rodeou minha cintura e juntou mais nossos corpos. E eu me deixei levar, não sem antes dar uma rápida checada em Quintero, tentando não me sentir tão estranho com a sua presença adormecida ali.

— Como você acha que ele descobriu? — Meus dedos se entrelaçaram na nuca de David, que relaxou sob o toque.

— Talvez você tenha dito meu nome enquanto dormia.

Fiquei sério de repente. Porque eu falava dormindo.

— A gente vai ficar bem. — Ele me puxou para um beijo rápido e saudoso, beijo que retribuí com toda a vontade que existia dentro de mim. Depois suspirei, mordendo um dos seus lábios. Como eu havia sentido a sua falta!

Quando as vozes no andar de baixo se tornaram mais audíveis, achamos melhor descer. Fechei a porta com cuidado apenas para encontrar o olhar de David bastante atento no meu.

— Vou passar no seu quarto mais tarde — ele disse.

Um sorriso cheio de malícia nasceu no canto da minha boca e, por um instante, desejei que o “mais tarde” já estivesse acontecendo.

— Sim, você vai...

David acenou e me encarou uma última vez com aqueles olhos idênticos às águas do oceano. Foi caminhando em direção às escadas; e eu deixei que ele andasse na frente, admirando os seus cachos ondulados, que muito lembravam ondas se formando bem acima das suas costas — como pequenos reflexos do sol.

Tive a ligeira impressão de que já havia vivido essa cena. Quem sabe até sonhado com ela. De qualquer maneira, tive também uma certeza:

É, a gente ficaria bem.


Notas Finais


> Agradecimentos:
E isso é tudo, pessoal! Gostaria muito de agradecer a todos que acompanharam a história até o fim. Vocês foram de suma importância para a conclusão dela e também para o desenvolvimento da minha escrita. Mesmo com o término da fanfic, fiquem à vontade para enviar mensagens ou me contatar através do e-mail, caso desejem. Um abraço forte e um beijo em cada um.

> Próximo projeto:
Para os interessados, em algumas semanas (espero que não meses) estarei lançando minha nova história: uma fanfic Neymessi, com Criscelo e outros casais de plano de fundo. Fiquem atentos!

Playlist “A Seleção | Trilha Sonora”: https://spoti.fi/2N5AvLB
Trailer “A SELEÇÃO Trailer (2018) | Fanfic”: https://goo.gl/U6ZT81

Esta fanfic também foi postada por mim nos seguintes endereços:
> Archive of Our Own: https://goo.gl/iLzAg3
> FanFiction.Net: https://goo.gl/UFj119
> Nyah! Fanfiction: https://goo.gl/VyFMVt
> Wattpad: https://goo.gl/FXQEMG

[iamladymeg © Se encontrar algum plágio, não hesite em entrar em contato. Plágio é crime!]


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