História A Seleção de Benjamin Schreave - Interativa - Capítulo 19


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Categorias A Seleção
Tags Interativa, Princesa, Principe, Romance, Schreave, Selecao
Visualizações 75
Palavras 2.778
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


nossa mas já fazem 84 anos que não apareço por aqui (até tinha umas teias de aranha quando cheguei). prometo que não vou dar nenhuma desculpa, foi puro vacilo meu mesmo rs
lá nas notas finais tem o link da playlist atualizada da fanfic, então se gostam de escutar uma musiquinha enquanto leem, passem lá antes (mas cuidado p não pegar spoilers)

boa leitura!!!

Capítulo 19 - A Elite de Benjamin Schreave.


Fanfic / Fanfiction A Seleção de Benjamin Schreave - Interativa - Capítulo 19 - A Elite de Benjamin Schreave.

 EM RESUMO, LILIANNA E ALIYAH SE AMAM. Elas me contaram o mínimo, pois disseram que eu não deveria estar tão interessado em como tudo aconteceu de fato, mas a verdade é que eu estava sim bastante interessado, só não perguntei para não ser indelicado.

 De início fiquei meio incomodado com aquela situação, mas acabei relaxando ao ver a forma que as duas se olhavam durante todo o tempo. Aliyah fazia questão de se sentar bem perto de Lilianna, com as mãos sempre juntas, como se nunca tivessem sido separadas. Elas riam juntas de piadas das quais eu não entendia e, sempre que o vento soprava mais forte, Lilianna perguntava se a garota ao seu lado queria seu casaco.

 Elas criaram um laço forte e intenso o suficiente para ser chamado de amor em menos de um mês, mas disseram que só perceberam isso alguns dias atrás, pouco antes de decidirem falar comigo.

 Ver as duas meninas ali, me contando uma história de amor real e da qual eu, em parte, participei, me deu um pouquinho de esperança. Elas ascenderam uma chama em mim. Elas foram a prova viva de que nossas relações, sejam elas quais forem, não dependem em nada de tempo, mas unicamente do quanto ambas as partes se entregam uma para a outra.

 Ao fim da conversa, Aliyah e Lilianna disseram que gostariam que eu as eliminasse formalmente, mas eu pedi que esperassem um tempo, para que não houvesse desconfianças. Afinal, todos sabiam de sua proximidade e fora que eram grandes favoritas do público. Mesmo que hesitantes, elas aceitaram.

 Em uma reunião pequena, Diana sugeriu que convidássemos a família das garotas para vir ao palácio sem que elas saibam, fazendo assim uma surpresa para todas durante o Dia de Ação de Graças.

 Durante os dois dias que antecedem o feriado, o palácio fica um pequeno caos. Diana tem que dividir sue tempo entre vigiar e ensinar as garotas e tomar conta de seus afazeres com o Rei. Mamãe está cem por cento concentrada em seu discurso anual de agradecimento em memória dos antepassados e todas essas coisas que as pessoas fingem se importar.

 A competição está cada vez mais perto de acabar e todos parecem estar extremamente mais ansiosos do que eu.

 

Na manhã seguinte, acordo com apenas um foco: a Elite. Com tudo que anda acontecendo, penso que já demorei tempo demais para tomar qualquer grande decisão durante toda a competição e, como dizem a maioria das revistas, o povo não está mais engolindo tão bem toda essa “distração”. E fora os danos que isso provoca no palácio.

 Mamãe e papai parecem se entender bem menos do que antes, voltando até a dormirem em quartos separados. Castiel não aparece mais nos jantares e, de manhã, está sempre atrasado. Casper não mudou em atitudes, apenas parece desanimado e ainda mais introspectivo. E fora que todas as garotas estão claramente exaustas de se arrumar todos os dias para me verem e não receberem nenhuma evolução na competição.

 Aquela altura, fazer um grande corte era coisa mais correta a se fazer, pois 1) a mídia se agitaria outra vez, 2) as garotas se sentiriam mais presentes na Seleção e 3) seria muito mais fácil de estreitar minhas relações com as que eu realmente me importo. Mas quem sairia? Duas delas já eram óbvias: Lilianna e Aliyah. Darcy também.

 Faço uma lista rápida. Numa coluna, coloco as garotas que são mais próximas de mim – Brittany, Júpiter, Harper/Elizabeth e Frida – e na outra coloco as mais distantes – Avery, Chelsea e Maeline. Das três últimas, apenas duas entrarão para a Elite.

 Viro-me para Yan.

 ─ Yan, você assiste as exibições do Jornal Oficial, certo?

 ─ Sempre que possível, vossa Alteza – Ele diz no tom sóbrio e calmo de sempre.

 ─ Então vamos supor que você não trabalha no palácio. É apenas um expectador ativo da Seleção – Suponho. Yan assente. – Entre Avery, Chelsea e Maeline, para quem iria sua torcida?

 ─ Maeline – Diz, sem nem pensar.

 Fico claramente surpreso com sua agilidade para responder uma pergunta que, para mim, levaria alguns minutos de reflexão. Yan encolhe os ombros, tímido.

 ─ Quer dizer... – Começa. – A Senhorita Maeline e o senhor parecem ter uma sintonia muito grande. E ela é uma Cinco, o que traria representatividade para as classes baixas. Sem mencionar que o senhor a beijou também.

 ─ Mas eu também já beijei Avery – Digo.

 ─ Na verdade, Avery foi quem te beijou.

 Minha cabeça cai para o lado sem que eu perceba. A interrogação paira sobre mim.

 ─ Como sabe disso? – Pergunto. – Não me lembro de ter contado a ninguém...

 Yan encolhe ainda mais os ombros. O movimento indica o ápice de seu constrangimento. Dou de ombros.

 ─ Perdão, vossa Alteza, eu não quis entrar nesses méritos sem sua permissão – Ele diz, fazendo uma reverência longa.

 ─ Não foi nada, você apenas respondeu uma pergunta que fiz – Digo. – E respondeu muito bem, por sinal. Não teve medo de ser reprimido. Gosto disso.

 Abaixo meus olhos para a lista outra vez e, com uma seta, indico que Maeline está na lista de escolhidas para a Elite. Pisco para Yan e deixo o quarto sem acrescentar mais nada. Eu tinha uma decisão.

*

 ─ Como assim está tudo errado? – Pergunto.

 Na sala de reuniões, mamãe, papai, Diana, Casper e Castiel me encaram de suas cadeiras. Convoquei todos eles ali para que eu pudesse dizer que cheguei a decisão de quem deveria entrar para a Elite e de quem deveria sair, mas, como se tivessem combinado tudo sem mim – outra vez – todos discordaram do que disse.

 ─ Darcy não pode deixar a Seleção agora, Benjamin – Dispara Castiel. – Ela é importante.

 ─ Para quem? – Rebato. – Se eu a vi cinco vezes no jantar foi muito. E fora que metade do povo sabe que a gente se odeia.

 ─ E é exatamente por isso que ela é importante, filho – Diz meu pai. – Além de ser um membro da realeza britânica, sua rixa com a garota serve como audiência e expulsá-la seria um erro dos grandes. Acredite ou não, mas ela tem diversos admiradores por Illéa.

 Reviro os olhos, pousando-os em minha mãe. Sua cara não é nada boa.

 ─ Tenho que concordar com eles, Ben – Diz. – Darcy pode não ser a melhor das garotas e nem sua escolha final para rainha, mas mantê-la na competição traz a distração necessária. Os ataques rebeldes estão cada vez mais frequentes e cada vez mais próximos do palácio. A Seleção é a única esperança.

 ─ Por incrível que pareça, o povo acha que se você escolher alguém para casar, tudo mudará de figura do dia para noite – Murmura Casper.

 Sinto a mão de Diana repousar sobre meu ombro, em alguma espécie de consolo. Pela primeira vez, ela parece ser a única que tenta entender meu lado sem por o país todo em minhas costas. Respiro fundo e continuo.

 ─ Então o que sugerem? – Pergunto.

 Diana limpa a garganta.

 ─ Como disse, sua afinidade maior é com Brittany, Júpiter, Harper e Frida, então podemos mantê-las sem nenhuma objeção, certo? – Ela diz hesitante. Assinto. – Se contarmos que Avery já nos causou certos problemas, acredito que não queira mantê-la aqui também.

 Diana está certa. Eu de fato não queria prolongar a estadia de Avery no palácio por que gosto dela, e sim porque tive dó de eliminá-la antes.

 ─ Seus pais solicitam o fico de Darcy por questões politicas e sociais, então...

 ─ ...Então preciso escolher apenas entre Chelsea e Maeline – Completo. – As duas com que tive tão pouco tempo de convivência.

 E, na parte mais difícil, ninguém se pronuncia. Em minha mente, a conversa com Yan reprisa como num filme.

 Pego minha lista e dobra-a outra vez. Sei que, quando for Rei, todas as minhas ações precisarão ser voltadas para o bem estar do país. Tudo que eu fizer refletirá no povo, o que é uma responsabilidade e tanto – mesmo para alguém que nasceu nesse mundo. Mas eu não posso deixar de pensar em mim em certas ocasiões. Essa é uma delas. Sem acrescentar mais nada, deixo a sala de reuniões.

 Minha Elite estava decidida.

*

 Levei cerca de cinquenta minutos para falar com todas as garotas da Elite. Harper-Elizabeth ficou tão feliz que pulou em meu colo, agradecendo por eu ter permitido com que ela ficasse por mais tempo. Quando eu a lembrei de nossa promessa, seus olhos marejaram de leve, mas logo ela fez uma piada e mudou o foco da conversa.

 Darcy e Frida estavam juntas, conversando no Salão das Mulheres, quando anunciei que ambas estavam na Elite. Para Frida, era como se tivesse alcançado mais uma etapa de uma corrida, mas quando foquei em Darcy, eu senti, pela primeira vez, uma espécie de agradecimento em seu semblante. Já Brittany comemorou com um abraça afoito e desajeitado. Ficamos ligeiramente envergonhados ao saber que estávamos sendo observados por alguns criados que passavam por ali na hora.

 Eu também ganhei um abraço de Júpiter, mas esse foi mais demorado. Seus olhos, que tanto me perseguiam na competição, penetraram os meus de um modo ainda mais doce. Nada foi dito, mas, no silêncio, lembrei-me do que ela me disse no dia em que Piper foi embora – “Parece cedo, mas, todos os dias quando acordo eu só quero ser a sortuda que vai conseguir tocar esse seu coração de aço e arrogância com minha alma”.

 Maeline e Chelsea também estavam juntas, porém nos aposentos da segunda garota. Elas pareceram surpresas ao me verem, mas, assim que cheguei, Chelsea se levantou hesitante.

 ─ Benjamin – Ela diz com uma reverência. – Tem algo que eu gostaria de falar com você.

 A garota recebe um sorriso motivador de Maeline, que segura sua mão. Penso na probabilidade de ser informado de mais um casal, mas logo abandono esse pensamento.

 ─ Você é uma pessoa muito legal. Provavelmente uma das mais legais que eu já conheci em toda a minha vida, na verdade – Inicia. – Nós passamos por alguns momentos bem divertidos, como quando eu fingi ser uma bibliotecária, ou quando você me mostrou o céu com todos aqueles equipamentos caríssimos.

 Rio de leve, mas ainda não entendo aonde ela quer chegar com isso.

 ─ Mas não sei se eu estou pronta para fazer parte de algo tão grande como a monarquia – Completa. – Eu sei que nenhuma das garotas, além de Darcy, está preparada, mas eu tenho certeza que estou bem menos do que todas elas. E fora que eu não estou nem um por cento interessada em casar com você.

 Ergo as sobrancelhas. Maeline deixa escapar um início de gargalhada.

 ─ Sem ofensas.

 ─ E o que exatamente você quer dizer com isso? – Pergunto, já sabendo da resposta.

 ─ Quero que você me elimine formalmente da competição, pois não aguento ficar mais nem um minuto encima de saltos tão finos e altos como estes.

 Chelsea levanta a barra de seu vestido, revelando os saltos que usa.  Antes que qualquer outra coisa aconteça, Maeline dispara a rir descontroladamente. Chelsea, claramente nervosa pela situação, segue o exemplo da amiga e faz o mesmo.

 Quero contestar, mas, entrando no contexto do que acabou de acontecer, acabo por rir. Acabou que todas as questões que tive durante nosso encontro foram cessadas em menos de cinco minutos.

 Quando todos se recuperam, respiro fundo.

 ─ Com a sua saída, não restam outras garotas na Seleção além de Maeline – Digo. – Que agora está na Elite.

 As garotas gritam de felicidade, se abraçando, e logo Maeline pula em meu colo. Com as mãos em torno da garota, sinto seu cheiro adocicado em minhas narinas. Suas mãos, que antes estavam em meu pescoço, repousam em minhas bochechas. Sinto um choque percorrer meu corpo.

 ─ Da última vez que isso aconteceu, estávamos deitados no chão – Ela diz, sussurrando.

 Meu olhar permanece em seu rosto até que, depois de alguns momentos, forço-me a desviá-lo. Não acho que ficaria a vontade com Chelsea ao nosso lado. A mesma nos encara, sorrindo.

 ─ Quando eu não for nada além de uma espectadora, já sei quem terá minha torcida – Ela diz.

 Maeline ri e, relutante, se desenrosca de mim. Sinto meu rosto corar ligeiramente.

*

 O resto do dia foi tão corrido quanto o início. Poucos minutos após nos despedirmos de Avery, Lilianna, Aliyah e Chelsea, recebemos as famílias das garotas da Elite. A tristeza deu lugar a alegria em segundos, quando todas as garotas foram frenéticas abraçar seus parentes. Bem, quase todas as garotas. Para marcar sua presença, o Rei Samuel, pai de Darcy, enviou o Duque William de Sussex, tio da garota. Ela não pareceu surpresa com a ausência do pai.

 Quando o grande grupo foi dividido – as mulheres para o Salão das Mulheres e os homens para o Terraço – tive a oportunidade de falar separadamente com cada um dos pais das garotas.

 Pude finalmente conhecer o pai falso, que a ama como se fosse sua filha, de Harper-Elizabeth. Matthew Goldwyn foi só elogios para cima de mim, duas entre três frases suas eram de agradecimentos por ter deixado Elizabeth ficar – e também por ajudá-los financeiramente.

 David Hill, pai de Brittany, mantinha a mesma forma de quando era jogador de lacrosse, um dos esportes mais admirados em Illéa. Sua personalidade era igual a da filha adotada, o homem fez meu pai rir diversas vezes. Joe Johnson, amigo de Brittany, não parecia tão confortável em minha presença quando o primeiro homem.

 Como a família Woodwork era amiga da minha há muitos anos, não tive muita formalidade ao conversar com Miguel e Eliot, pai e irmão mais velho de Frida respectivamente. Ambos já foram da Guarda Real do palácio – Eliot ainda é, na verdade.

 Os pais de Júpiter eram exatamente como a garota descrevia para mim. Nathan era sério e aplicado, enquanto Travis era completamente o oposto. É claro que meu pai não gostou nada quando perdi alguns minutos de conversa com eles, mas eu realmente não me importava. Eles eram um ótimo exemplo de como eu queria que fosse meu relacionamento com quem quer que seja minha escolha final.

 Conrad Tilmont, pai de Maeline, e Halle, tio, são tão excêntricos quanto à garota. Talvez isso seja uma característica dos artistas. Elijah, seu irmão mais novo, é adorável também, mas a grande surpresa foi o primo de Maeline, Finch Whitesides. Ele tem a minha idade e é extremamente inteligente. Na verdade, foi com quem passei a maior parte do tempo – falando sobre o governo, o país, sobre o futuro. Foi impressionante como nos entendemos tão bem.

 À noite, durante a última refeição do dia, a sala de jantar pareceu ter ganhado vida outra vez. O lugar estava lotado de gente. Cada família sentou-se perto de sua parente, menos as famílias de Brittany e Júpiter, que se misturaram – acho que eles se deram tão bem quanto suas filhas.

 Tudo caminhou perfeitamente bem. Da entrada a sobremesa, todos os convidados pareciam plenamente satisfeitos com suas refeições. Não pude esconder minha felicidade quando notei que a família de Harper parecia ainda mais agradecida.

 Mamãe se levanta e automaticamente ganha a atenção de todos. A taça de cristal com vinho branco reluz em sua mão direita.

 ─ Primeiro eu gostaria de agradecer a todos pela presença – Ela diz. – É importante para Benjamin que nós criemos esse laço tão bonito entre nossas famílias. Hoje, quem representa o povo sou eu e meu marido, o Rei Triston, mas num futuro próximo, meu filho será responsável por dar a voz necessária a toda Illéa juntamente de uma dessas formosas garotas.

 Ouço umas risadinhas e uns murmúrios que cessam rapidamente.

 ─ Então eu gostaria de solicitar três brindes em um só – Completa. – Ao futuro. A Nação. E ao Príncipe.

 Sinto uma mistura de emoções. Ver todas aquelas taças, refletindo a luz vinda dos lustres, erguidas em diferentes alturas, foi uma das cenas mais bonitas da Seleção. Cada uma das pessoas que estavam naquele cômodo me assistiam sorrir. Eu podia sentir que elas me enviavam diferentes energias. E, em uníssono, todos repetem as palavras ditas por minha mãe.

 ─ Ao futuro. A Nação. E ao Prínci...

 E então os próximos acontecimentos transcorrem muito rápido, mas quase consigo vivenciá-los em câmera lenta. Assim que mamãe ergue sua taça, um pequeno projétil atravessa a janela atrás de si, estilhaçando o cristal, passando rente a pele do ombro de um criado e acertando em cheio seu destino final: o lado esquerdo do meu peito.

 Consigo ouvir a chegada dos guardas, os gritos, o choro de desespero das crianças e das mulheres. Presencio tudo aquilo sem fazer nada, pois, sem que eu perceba, meus joelhos me traem. Meu corpo sofre um leve choque térmico quando vai de encontro ao chão. Minha visão fica turva e então... Nada.


Notas Finais


foi tiro porrada e bomba (literalmente), mas tudo bem né a morte é uma parte normal do ciclo da vida (um ciclo sem fimmm que nos guiará). meu digam se gostaram, me digam o que esperam, comentem sobre a escolha da elite e sobre a posição que o benjamin tomou.......... comentem sobre tudo, basicamente.
toma aqui o link da playlist: https://spoti.fi/2KsCVBq
se vcs ainda sabem, eu tô com um interativa nova bem aqui: http://bit.ly/2AKV79C e tô precisando de uns personagens lá (tudo especificado nas notas finais do último capítulo postado), deem uma olhadinha caso se interessem sz
acho que isso é tudo hein. mil desculpas pela demora de meses para atualizar a fanfic e por nem avisar nada, foi micão meu. no mais:

nos vemos por aí,
- vine.


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