História A Semente do Amor - Capítulo 2


Escrita por: e Siegrein

Postado
Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Kankuro, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari
Tags Aliança Shinobi, Casamento, Drama, Gaara, Gaasaku, Kazekage, Naruhina, Narutom, Pos-guerra, Romance, Sakura, Sasuke, Shikatema
Visualizações 66
Palavras 2.686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal. Siegrein falando. L deu a largada, agora é minha vez de dar também.
Cap2, acabadinho de escrever. Aproveito para agradecer à quem deu uma oportunidade à fic, leu, favoritou e/ou comentou. É muito importante para nós!
Não vou mais vos encher o saco. Por agora.
Boa leitura, e nos vemos lá em baixo!

Capítulo 2 - Reunião


Fanfic / Fanfiction A Semente do Amor - Capítulo 2 - Reunião

Sakura encarou a amiga. Temari acabara de descrever, nos mínimos detalhes, a situação em Suna, assim como  a agonia a que o povo estava submetido. Pessoas adoentadas eram postas em quarentena, em laboratórios caseiros montados ao longo de um Distrito inteiro... com uma taxa de morte de 100%, quem era levado para esse sitio agonizava e morria lá, longe dos familiares.

- Com sorte, a incidência é menor em crianças, embora... – Temari se calou nessa altura, deixando a conclusão lógica e dolorosa para cada um deles. Algumas crianças, mais azaradas que outras, já tinham sido pegas.

Sakura tentou imaginar os familiares dessas crianças lidando com a perda. Tinha presenciado muito disso nos anos que se seguiram a guerra. Não era uma imagem bonita, uma mãe chorando pelo filho morto. E para quem tinha mais de um filho, o pior certamente era saber que a epidemia continuava à espreita, pronta para levar o outro ou, que sabe até, pronta para levar a própria mãe.

E então seria um filho chorando pela mãe. Outra imagem nada encantadora.

Sakura cerrou os punhos, ouvindo mais e mais trechos acerca do que se passava em Suna. O que Temari relatava superava em muito os rumores que tinha escutado: tratava-se de uma doença completamente nova, sem causa conhecida. Os ninjas médicos limitavam-se a tratar os sintomas mais visíveis e aliviar as dores dos moribundos, mas nem isso estavam sendo bem sucedidos. A esperança de melhoria era parca. Toda ajuda que Suna pudesse receber era bem-vinda.

Sakura olhou para Naruto, interrogando-se o que estaria passando na cabeça dele ouvindo aquilo tudo. Faria alguma coisa, ou seguiria o “plano” conforme lhe instruiu que também fizesse?

- Nosso maior medo é termos de evacuar a Vila inteira. Vai ser uma confusão direcionar todos os habitantes para locais seguros. – Temari acresceu. Sakura se perguntou se com “nosso”, ela estaria se referindo à Gaara, que permanecera calado até então, apenas escutando, e vez a outra lançando à Sakura olhares demasiado longos e constrangedores, plantando nela a questão sobre o que estaria pensando.

Temari, então, se dirigiu à ela:

- Precisamos de ti, Sakura. – suplicou.

O olhar de Temari insistia, mas não havia nada que Sakura pudesse fazer. Não podia dizer sim, por mais que quisesse ajudar. Tinha as mãos atadas, expressamente proibida de sair da vila, quaisquer que fossem as circunstâncias.

- Me perdoe, Temari. – Sakura disse, com ar solene. Sua voz não soou forte, e por alguns segundos, constrangida com a incredulidade no olhar de Temari, temeu não poder terminar “sua” frase. – Não vejo como posso ajudar numa situação dessas.

Temari parecia alguém que acabara de ser banhada com água fria no inverno. Inquieta com a expressão no rosto da amiga, Sakura desviou o olhar para Gaara, cuja expressão era a mistura perfeita de calma e serenidade estóica, quase como se o que ela acabara de dizer não o afetasse nem um pouco. Sua recusa não o impressionava, e vendo bem, Sakura desconfiou que ainda que dissesse sim, Gaara permaneceria igual, frio e impassivo.

Era famoso por isso, Sakura pensou, esforçando-se por retribuir o olhar que Gaara lhe dirigia, embora fosse muito dificil e constrangedor fazê-lo. Desde o inicio que estava pouco à vontade com o exame minucioso que o Kazekage fazia dela. Mas apesar da tensão do momento, Sakura não pôde deixar de notar como os olhos dele eram interessantes, de um verde esmaecido, muito bonitos, um detalhe ao qual jamais prestara atenção. Só o olhar já dizia o por quê de ser tão cobiçado pela elite feminina, Sakura refletiu. Salvo erro, Gaara faria 30 anos dali há um mês... só o que a idade fazia era conferir maturidade à sua beleza.

Em nada alguém o tomaria por ingénuo, Sakura pensou. E era verdade, ainda mais quando Gaara envergava seu manto de Kage e adotava aquela expressão, a de quem conhecia os truques todos.

Com o olhar preso no dela, Gaara se pronunciou pela  primeira vez:

- É sua última palavra? – perguntou, o tom brando e suave.

Pega de surpresa, Sakura hesitou um pouco, depois disse:

- Sinto muito, Kazekage-sama – e baixou o olhar.

Gaara assentiu em resposta, dirigindo o olhar para Naruto.

- Suponho que também seja a sua? – disse.

Naruto se ajeitou em seu assento, parecendo desconfortável. Não é para menos, Sakura pensou, Está negando ajuda à um amigo.

- Não posso obrigá-la à nada, Gaara. – Naruto respondeu, com ar consternado. – Poderia muito bem escalá-la para uma missão em Suna, mas teria que ser por tempo determinado. Agora, mudar-se definitivamente para Suna, é uma decisão que cabe somente à ela.

Cabe somente à mim, mas me obrigaram a dizer não.

Gaara voltou a encará-la, e por  um momento, Sakura pensou que ele voltaria a perguntar se era realmente sua última palavra. Gaara, porém, não o fez. Apenas assentiu.

- Creio que está tudo dito, então. – disse. A ausência de resignação na sua voz deixou todos estupefactos, incluindo Temari, que indagou se ele estava falando sério. – Não se preocupe. – Gaara a tranquilizou com um sorriso (um sorriso bonito, diga-se de passagem) e se levantou. Embora relutantes, Temari, assim como Naruto, o acompanharam. Sakura, que já se encontrava de pé, seguiu o movimento dos três com os olhos, genuinamente interessada no que seria dito a seguir.

- Espero que não tenha nos entendido mal, Gaara. – disse Naruto. Havia um apelo em seu tom. – Sabe que se pudessemos ajudar, não hesitariamos em fazê-lo.

Gaara sorriu e algo em seu sorriso alertou Sakura para que não se fiasse no significado literal das suas palavras.

- Sei que sim e sou eu quem pede para não ser mal interpretado. É dito popular em Suna, e eu só vou repassar: “jogando com o que temos...

- Pagamos os favores que nos fazem...” – Naruto concluiu. Sakura se esforçou para entender o que o adágio significava, sem sucesso. Nunca o tinha ouvido antes.  O único indicio de que não era uma coisa boa era a expressão contraida no rosto de Naruto.

- Partimos hoje, ao pôr-do-sol. – Gaara avisou, e se virou para Sakura. – Foi bom te ver, Sakura. – Sakura não conseguiu pensar em algo coerente para dizer, por isso se limitou a assentir com a cabeça, rezando para não estar corada.

Gaara voltou a sorrir, e então partiram, desintegrando-se em partículas de areia. Excepto o calor da presenças deles, não restava no cômodo qualquer indicio de que lá tinha estado.

Naruto se sentou, apoiando os cotovelos na mesa, as mãos juntas à frente do nariz. Sakura notou que já não a percebia ali, por isso saiu atrás dele e tomou, apressada, o lugar outrora ocupado por Temari. Esquivou a cadeira de Gaara, apesar de estar mais próxima; por alguma razão desconhecida, não lhe pareceu apropriado sentar-se onde ele havia sentado.

Naruto tinha o cenho franzido.

- O Kazekage disse uma coisa... – Sakura chamou sua atenção. – O que queria dizer?

Naruto pareceu perdido por uns instantes. Arqueou os sobrancelhas, os olhos muito aberto, sem entender direito o que Sakura queria saber. Então, percebeu; se recostou na cadeira e bufou, cansado.

...pagamos os favores que nos fazem” – recordou, e seu semblante voltou a ficar contraido. – Significa que todos os contratos entre Konoha e Suna estão terminados: a Guarda de Suna deixará de estar ao dispor da Aldeia Oculta na Folhagem.

Foi a vez de Sakura franzir o cenho.

- Julguei que isso era partedo acordo pós-guerra, em prol da paz!

- E é, mas nós quebramos o acordo primeiro... acabamos de fazê-lo. – disse Naruto. Sakura não gostou muito de estar inclusa na trama. – Nossa parte do acordo era ceder ajuda médica à Suna em troca deles assegurarem a integridade territorial da Nação do Fogo. Eles cumpriram a parte deles, nós não.

E têm espiões lá.

Sakura pensou depressa e respondeu:

- Não é muito tarde para ajeitar as coisas. É só consentir que eu parta para Suna. A epidemia é recente, posso...

Naruto fez que não com a cabeça, interrompendo-a.

- Isso está fora de questão.

- Porque não? – quis saber Sakura, pondo-se em pé.

- Não cabe à mim consentir. – Naruto respondeu. – Nem à ti.

Sakura franziu o cenho, irritada.

- Cabe à quem, então?!

Naruto voltou a balançar a cabeça, dizendo, explicitamente, que não responderia àquilo. Sakura cerrou os punhos, rangindo os dentes, mas Naruto não pareceu impressionado, sequer preocupado. Sabia que ela não faria nada.

- Fiquei de me encontrar com a Hinata. Preciso ir. – soava como uma despedida. A tentação para protestar era grande, mas Sakura conseguiu se conter. Engoliu parte da raiva que sentia, deu meia volta e se retirou do escritório dele.

Uma vez fora do edificio, Sakura pôde respirar em paz e afogar os resquicios da raiva que sentia. Sua cabeça estava inundada de perguntas, e se tinha algo que odiava terrivelmente era estar desinformada sobre os assuntos sérios da Aldeia, ou do mundo ninja em geral.

Mas ao menos sabia que a Aliança Shinobi não existia mais. Havia quem pudesse discordar, mas do ponto de vista dela, sem Suna, aquilo deixara de ser a Aliança. E tudo porque, finda a guerra, velhas desconfianças foram ressuscitadas.

No principio, eram só sussuros, fofocas, boatos e rumores instigados por gente amargurada... depois, acuações começaram a ser feitas em alto e bom som, cada Nação exigindo uma explicação sobre como as outras sairam ilesas em determinado aspecto. Toda ligeira diferença era questionada, até chegarem na maior de todas, que abalou os alicerces da paz pela qual tinham lutado: Suna possuia 3 vezes mais jounins que o total das outras 4 Nações juntas.

O primeiro homem a acusar Gaara abertamente de ter “viciado” a guerra foi Kenji Yamauchi, Daimiô do País da Terra, acusação que foi prontamente rebatida pelo Daimiô do País do Vento, Shingeku Kikumoto. Só então os Kages emergiram.

Uma reunião foi convocada, durante a qual, como uma espécie de roda viva, Gaara foi interrogado. Como Kazekage, Gaara manteve uma postura a altura do seu título, dando as respostas solicitadas até mesmo quando o tom das perguntas sugeria faltas de respeito.

Gaara foi sucinto em destacar suas responsabilidades durante a guerra: desempenhara dois papeis fundamentais, como Comandante do Regimento da Força de Combate Primário  e líder do Quarto Esquadrão, especializado em ataques de longa distância. Foi à campo aberto com todos os ninjas ao seu dispor: enfrentou seu próprio pai, o segundo Tsuchikage, o segundo Mizukage, e por último, mas não menos importante, esteve em confronto direto com Madara Uchiha, auxiliado de perto pelos demais Kages. Diante disso, concluiu, tudo de que era acusado não passava de bobagem!

Sakura tinha suas próprias (e boas) razões para concordar com Gaara. Shikamaru tinha feito parte do Quarto Esquadrão, sob as ordens de Gaara. Se alguma coisa estivesse mal, Shikamaru teria notado. Era dos ninjas mais capazes que existiam, e se ele se levantava para dizer que as acusações que pesavam contra Gaara eram infundadas, então as dúvidas de Sakura a respeito estavam sanadas.

Mas isso não servia de nada naquele momento. Suna estava a beira do colapso, e por mais que ela quisesse ajudar, não havia nada que pudesse fazer.

Sakura suspirou, cansada e com fome.

- Melhor comer alguma coisa. – decidiu.

Comeria primeiro e só depois voltaria ao Hospital. E para não perder mais tempo indo para casa, decidiu-se por uma churrascaria que ficava ali perto. Mas ao cruzar a esquina que dava para a churrascaria, se deparou com Temari.

Não foi bem se deparar. Sakura apenas a viu: Temari seguia alguns passos à frente, levando consigo uma sacola branca transparente. Muitos homens, alguns mais discretos que outros, viravam a cabeça à sua passagem e a olhava com luxúria e lascivia. Temari não tinha propriamente um andar feminino, mas seus atributos valiam por si sós, destacados no quimono preto, ligeiramente justo e com fenda lateral.

Sakura hesitou em chamá-la, temendo que os eventos da reunião tivessem prejudicado sua amizade. Considerava Temari uma das suas melhores amigas. Sempre que estava na Vila, ela e Temari marcavam encontros, nos quais falavam sobre tudo. Aconselhavam uma a outra sobre decisões que planeavam tomar. Por exemplo, Temari tinha opinado sobre sua separação com Sasuke e Sakura a incentivara a aceitar se casar com Shikamaru, o que só não acontecia porque Temari relutava em deixar seu cargo ao lado de Gaara.

Reunindo coragem, Sakura correu alcançá-la.

- Temari! – chamou, perto o suficiente para a outra ouvi-la. Temari estacou o movimento e se virou para encará-la. – Podemos conversar?

- Claro. – respondeu Temari. – Mas temos que ser rápidas. – ergueu a sacola, que de perto permitia ver as iguarias que levava, lacradas em pequenas marmitas. – Fiquei de comprar a comida. O Gaara não gosta da comida da pensão e ele quando não come, fica rabugento.

Sakura não pôde conter o sorriso.

- É dificil de imaginar. – confessou.

- É dificil imaginá-lo fazendo o que quer que seja, mas ele faz. – Temari piscou para ela, com um sorriso travesso nos lábios. Sakura corou, apesar de não entender bem o que Temari queria dizer com aquilo.

Resolveu mudar de assunto:

- Partem mesmo hoje?

- Não há mais nada para fazermos aqui. – disse Temari, com uma nota de resignação na voz. Sakura sentiu o coração apertado.

- Eu não queria...

- Sei que não. – Temari a interrompeu. – Não tens que me explicar nada, Sakura.

- Sinto que preciso. – Sakura disse, e mesmo Temari negando com a cabeça, decidiu contar a verdade. – Disseram que não posso sair da Aldeia.

- Não devias me contar isso, Sakura.

- Não vejo como isso possa influenciar em alguma coisa. Naruto me contou que a Guarda de Suna deixara de estar ao disport da Aldeia e que, por conta disso, todos os outros contratos entre Suna e Konoha ficarão sem validade.

- Por iniciativa dele, não nossa. Nós tratamos de cumprir a nossa parte e cedemos ajuda à Konoha o máximo que podemos. Agora, se Konoha não cumpre o que promete, não há porquê Suna fazê-lo.

Sakura assentiu, embora tivesse algumas ressalvas.

- O Naruto não é de voltar atrás com a palavra dele. – disse, imaginando que Temari retrucaria que, no final, havia uma primeira vez para tudo. Mas não. Temari se limitou a assentir.

- Sei que não, mas isso não muda o que vai acontecer. Decisão dele ou não, é uma quebra de contrato na mesma, e Suna tem que reaver os seus recursos para negociar com quem estiver mais disposto a colaborar.

- Eu sei, só queria... – Sakura sentiu as palavras escapando da sua boca. Disse as primeiras que lhe vieram à cabeça: - Explicar o que aconteceu... para o caso do Kazekage ter ficado com uma má impressão. Podes lhe dizer isso? – Sakura acabou corada, sem entender bem por quê.

Temari a examinou, estreitando os olhos.

- Má impressão de quem?!

Sakura se sobressaltou com a pergunta, ouvindo seus pensamentos se atropelarem uns aos outros, na ânsia de serem ditos e fazerem dissipar qualquer mal entendido. O rubor em seu rosto duplicava a cada segundo que ficava sem responder.

- Minha, do Naruto... de Konoha! – disse por fim, optando pela resposta conveniente.

- E porque te preocupa a impressão que o Gaara possa ter de ti?

Dessa vez Sakura não demorou a responder. Estava na ponta da língua.

- Ele é o Kazekage. – disse.

- Só por isso?! – indagou Temari, soando incrédula.

Sakura fez que sim com acabeça.

- Só. – disse e sorriu, feliz por coisa alguma. – Agora preciso voltar ao Hospital. Tenho uma longa lista de pacientes para atender. Espero que façam boa viagem!

Temari agradeceu e as duas se abraçaram em despedida. Após isso, Sakura girou sobre os calcanhares, caminhando na direção oposta. Enquanto caminhava, perguntou-se se Temari estava olhando... e se sorria daquela maneira travessa, como se tivesse percebido algo mais que ela não dissera.

Sakura não via a hora de cruzar a esquina e desaparecer. Mas antes de fazê-lo, a curiosidade falou mais alto e ela estacou, olhando para trás. Temari não estava mais ali.

Sorriu, se sentindo um bocadinho tonta, e seguiu seu caminho. Tinha a cabeça tão ocupada que até se esqueceu de comer.

... por que outra razão seria?, se perguntava enquanto caminhava.

 


Notas Finais


Está ai, Capítulo 2.
Espero que tenham gostado.
Até o próximo capítulo.


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