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História A Senadora (Entre o Amor e o Poder Livro 2) Adaptação Carmen g!p - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Capítulo 4


Camila não poderia chegar perto de Ian e Megan, eu jamais permitiria que ela se envolvesse com a sujeira daqueles dois. Porém, como conhecia muito bem minha mulher, teria que ser dura com ela, mas ao fazer isso a magoei, a ponto dela sumir no meio da festa me deixando desesperado à sua procura.


— Laur! — Alexa me chamou assim que terminei de conversar com um aliado político. Não poderia dispensá-la, acima de tudo tivemos uma história juntos.


— Olá, Alexa— sorri educadamente para ela.


— Você está tão bem! — ela tocou meu braço e me afastei por instinto.


— Obrigado. Você também continua magnífica — Alexa sorriu usando todo seu charme, que já conhecia há anos.


— Estou feliz por você conseguir chegar ao topo, como sempre desejou. Pena que não pude estar ao seu lado.


— Alexa, nós nunca daríamos certo. Nossos pensamentos são completamente diferentes e na verdade, sempre fomos amigos — respondi e ela sorriu fracamente.


— Você a ama, não é? — não tinha como negar meu amor por Camila, era mais forte que qualquer sentimento que já tive um dia.


— Sim, Alexa eu a amo.


— Que bom.


— Você também vai encontrar alguém que a faça feliz, pode ter certeza — sorri para aquela que um dia esteve ao meu lado, porém, nunca no meu coração. Avistei Normani passando ao meu lado com Dinah e os chamei. — Alexa, você me dá licença?


— Sim, meu amor, foi um prazer.


— O prazer foi todo meu.


— Normani, você viu a Camila? — aproximei-me deles já perguntando.


— Ela o viu conversando animadamente com sua ex, Senadora! — Dinah respondeu com a cara fechada.


— Dinha! — Normani a repreendeu.


— Mas é verdade! Vocês brigaram?


— Não, Dinah, nós apenas…


— Deixa pra lá, Lauren, só vá atrás dela — ela indicou o palácio. Saí correndo e quando olhei pra cima sorri, vendo seu corpo escultural do alto da sacada. Subi as escadarias correndo, chegando lá a tempo de escutá-la pensar alto.


– Esse sorriso que era para ser apenas meu! Mas que um dia também foi dela.


— Nunca com o brilho de hoje — mexi nervosamente nos cabelos, assim que ela se virou, percebendo que havia feito minha princesa chorar. — Me perdoe, meu amor — tentei encontrar alguma maneira de lhe pedir desculpas. — Achou que eu demoraria quanto tempo para sentir sua falta ao meu lado, Karla Camila? — me aproximei tocando seu rosto.


— Pela animação que estava ao lado da sua ex-namorada de vermelho, pensei em uma noite inteira — ela ficava linda com ciúmes.


— Seu ciúme me deixa louco, sabia? — a apertei entre meu corpo e a sacada, porém, Camila desviou seu olhar. — Olhe para mim, Camila.


— O que você quer, Lauren Michelle? — ela estava realmente chateada. — Já não basta o que me fez? — peguei seus pulsos e beijei carinhosamente.


— Me perdoe, meu amor, eu apenas quero você longe daqueles dois — acariciei novamente seu rosto.


— Por quê? — perguntou, praticamente entregue e com os olhos fechados, que denunciavam ainda algumas lágrimas.


— Porque não quero você envolvida com esses assuntos da Jauregui's, princesa. Por favor, não queria magoá-la, eu preciso tanto de você, amor.


— Não sei se precisa. Principalmente com uma loira escultural se jogando no seu pescoço — Camila fez uma careta engraçada, fazendo-me rir e beijar cada uma de suas lágrimas.


— Sabe qual é o problema?


— Não vejo problema nenhum aqui, Senadora— lhe dei um selinho.


— Você estragou completamente as loiras para mim, Karla Camila— ela sorriu vitoriosa, mas disfarçou.


— Só as loiras? — recebi um beliscão e gargalhei, contorcendo-me.


— Desde quando encontrei uma linda dama de vermelho, na festa de lançamento da minha campanha, todas as mulheres perderam o brilho para mim — beijei o lóbulo da sua orelha, subindo o tecido do vestido, acariciando sua coxa.


— Mas você estava tão à vontade com ela — Camila travou as pernas com minha mão ainda no meio delas. — Ela está de vermelho, Lauren!— disse com raiva, fazendo-me disfarçar um sorriso.


— Em primeiro lugar, Alexa foi uma pessoa muito importante na minha vida, princesa, mas hoje, ali, durante aquela conversa ela percebeu como eu nunca a amei, pois ela me viu com você — aspirei seu perfume gostoso. — E quando estou com você, Camila, nada mais faz sentido. E o vermelho — sorri no seu pescoço —, começou a ter importância para mim somente no dia que a vi pela primeira vez.


— Mas ela foi uma pessoa importante... — disse ciumenta.


— Foi. Karla Camila, mas você é a peça principal de tudo, mesmo que ainda seja um problema — afastei-me sério. — Essa sua mania de se intrometer em tudo o que planejo para nós dois — sorri virando de costas para ela.


— Não entendi, Lauren Michelle. Qual seria meu problema? Não sou bonita ou tão engraçada como Alexa? — tinha certeza que naquele momento Camila estava com os braços cruzados e respirado fundo. Amava suas cenas de ciúmes, por isso daria corda. — Na verdade, podemos pensar que os Alpes Suíços também lhe trouxeram lembranças interessantes — não aguentei e me virei, rindo, encontrando-a do jeito que eu imaginei. — Do que está rindo? Não vejo nenhuma graça aqui!


— A graça está inteira em você, princesa — segui novamente em sua direção. — Não sabia que sua memória era curta, Camila, já lhe disse hoje que prefiro a França. Paris sempre será mais apropriada para um casal apaixonado — ela não se moveu. — Porém, como sempre, você não deixou que seguisse com meus planos originais, já que não se enxerga com clareza, não consegue ver como é maravilhosa, linda, engraçada, muito inteligente e que nunca poderia trocá-la por nada, muito menos por uma pessoa que já não deu certo ao meu lado, por não me encantar.


— Lauren — resmungou. Pronto, havia ganhado o jogo.


— Eu gostaria de fazer isso aos pés da Torre Eiffel, como havia planejado para daqui uma semana, porém, eu preciso mostrar como eu a quero — ajoelhei-me aos seus pés, segurando suas mãos e olhei fixamente nos seus olhos. — Case-se comigo, Karla Camila!


— Oi? — ela estava com os olhos marejados novamente.


— Eu vou repetir, princesa — sorri, fazendo graça. — Camila, você me daria a honra de se casar comigo e me fazer a mulher mais feliz desse mundo?


— Ai, meu Deus! Eu amo você! — ela ajoelhou-se na minha frente, acariciando meu rosto. — Eu me caso! Claro que eu caso, eu te amo tanto! — não esperei mais nada para beijá-la apaixonadamente.


— Eu também te amo, princesa, preciso de você para sempre ao meu lado, como minha mulher — disse com nossas testas coladas.


— Mas, Paris ainda está de pé? — gargalhei nos levantando.


— Vou ter que pensar no seu caso, Karla Camila... — voltei minha mão hábil para sua coxa, fazendo-a gemer. — Já que estragou minha surpresa.


— Por favor! Eu quero muito ir para Paris com você e ser pedida em casamento lá sorri da sua persuasão.


— Nós vamos, meu amor! Não perderia esse brilho nos seus olhos por nada. Ah, outra coisa, seu anel de noivado ainda não está pronto — tinha encomendado com Stefan para um dia antes de nossa viagem.


— Tudo bem, acho que tenho que concordar com você, eu atropelei as coisas novamente, não é? — Camila deitou, manhosamente, a cabeça no meu peito.


— Com certeza. Porém, agora você poderia ficar quietinha porque vou comê-la nessa sacada, com a festa dos meus pais acontecendo ali — nos virei apontando a recepção lá embaixo.


— Será que não podemos ser um pouco mais românticos, pelo menos no dia do nosso noivado?


— Podemos deixar isso para Paris, onde ele se tornará oficial? — ela fingiu pensar e sorriu, agarrando meu pescoço, devassamente.


— Podemos! É claro que podemos, já que não conseguimos fazer amor nunca mesmo — deu de ombros. — O que está esperando, Senadora, não vai me comer agora? — gargalhei, virando-a novamente para mim, beijando-a furiosamente. Nossas línguas travavam uma briga sensualmente louca, enquanto minhas mãos passeavam por seu corpo pequeno. Ergui seu tronco, colocando-a sobre uma pilastra mais afastada do centro da festa e suas mãos voaram para meus cabelos, me puxando para mais perto.


— Eu preciso tanto de você.


— Eu também, princesa. Delícia! Sempre tão molhada — infiltrei dois dedos dentro da sua calcinha, fazendo-a arfar —, tão pronta para mim.


Subi mais um pouco seu vestido, com Camila abrindo as pernas e me recebendo entre elas.


— Sinta como nosso encaixe é perfeito, princesa — toquei nossos sexos, apesar dos tecidos que ainda nos atrapalhavam.


— Estou sentindo… Arhg! Eu preciso de você agora, Senadora — Camila rebolava loucamente nos meus dedos, enquanto trabalhava-os dentro dela.


Minha mão livre, que ainda estava em suas costas, subia e descia, ditando o ritmo e apertando sua bunda, trazia-a de encontro a mim. Ela arfava na minha boca, mas não paramos de nos beijar.


Tirei meus dedos dela, chupando-os deliciosamente, escutando-a gemer.


— Não judia, amor.


— Não vou — passei minha mão descendo o decote do seu vestido, enquanto conduzia minha boca até seu pescoço chupando e mordendo, Camila se apertava ainda mais a mim em resposta. Desci por seu colo e quando minha princesa jogou a cabeça para trás, me deu livre acesso para onde ansiava desde o princípio.


Minha boca devorou seu seio excitado e passei a me deliciar com os dois, vendo o desejo da minha mulher aumentando, através dos seus gemidos de prazer. Sabia que não aguentaríamos muito tempo, por isso, desci meu zíper juntamente com a boxer e tirando meu pau para fora, penetrei-a sem dó fazendo com que gritasse de excitação.


— Isso, Karla Camila, meu nome… Grite meu nome, como eu gosto de ouvir.


— Ah, Lauren, minha Senadora! — estoquei com mais força, vendo-a sorrir devassamente e morder meu lábio, puxando-me para mais perto. — Gostoso demais!


— Idem — gargalhamos, não demorando a cair no nosso abismo sem fim. — Te amo — disse sem fôlego, ainda dentro dela.


— Jesus Cristo, como eu te amo!


— Acho que ainda temos uma festa nos esperando, Senhora Jauregui — ela sorriu, tocando meu rosto.


— Repete.


— Ainda temos uma festa à nossa espera ainda, minha... — pausei — Mulher mais linda! Minha Senhora Jauregui— Linda me abraçou forte.


— Eu amo você.


— Eu também te amo, princesa. Vamos?


— Sim.


Desencaixamos nossos corpos gemendo pela falta de contato, porém, antes de descermos para a festa novamente Camila quis passar em nossa suíte para se arrumar, já que quando eu a comia, continuava impecável, enquanto ela…


Sorrimos e entrelaçamos nossas mãos, descendo para as bodas de trinta anos dos meus pais e dona Clara veio em nossa direção, nos abraçando.


— Estávamos procurando vocês, meus queridos. Chegou a hora do brinde e do discurso, precisamos estar juntos — sorrimos arteiros, seguindo minha mãe, que nos levou até perto do palco, onde meu pai já se encontrava com sua taça de champanhe em mãos.


— Agora com a família completa podemos começar nossos agradecimentos, na verdade, sei que sou melhor com discursos políticos, mas hoje estamos vivendo um dia muito especial — Michael tocou carinhosamente o ombro de minha mãe. — Hoje, Clara e eu, completamos trinta anos de uma relação que só nos trouxe alegrias. Alegria por ter ao meu lado durante todo esse tempo uma mulher espetacular, que com sua delicadeza consegue pontuar cada problema ou empecilho que encontramos na nossa rotina diária. Porém, meu maior agradecimento será por toda a minha vida para essa mulher meiga, forte e determinada, que gerou e criou maravilhosamente nosso maior orgulho, nossa única filha, Lauren Michelle — esse discurso conseguiu emocionar a mim, a Camila que chorava emocionada no meu peito e a Senhora Jauregui que era acariciada por papai, não menos carinhoso. — Obrigado pela presença de todos, vou conceder a vez à mulher da minha vida, Clara Jauregui.


— Mais uma vez agradeço à presença de todos os nossos amigos, que com todo o carinho do mundo, estão aqui reunidos conosco. Esse ano, meu agradecimento especial vai para o novo membro dessa família — eu já sabia de quem se tratava —, que apresentou a minha filha, o verdadeiro amor. Eu sempre sonhei para Lauren um amor de verdade, que o fizesse sentir o que eu e seu pai sentíamos — ela olhou apaixonada para Michael. — E hoje, aqui na frente de todos os nossos amigos recebo minha nora, Karla Camila, com os braços abertos em nossa família e digo que nesse momento estamos completos. Depois de trinta anos dentro de um lindo relacionamento, me considero a mulher mais feliz desse mundo, pois tenho o marido perfeito, diante de todas as suas imperfeições, a filha mais carinhosa e agora, a filha, que mais uma vez me fez acreditar que com apenas alguns ajustes femininos, os Jauregui's deixam de ser aquelas pessoas de ferro que todos conhecem — ela piscou para Camila — e se tornam os melhores e mais carinhosos do mundo. Vamos continuar nos divertindo, a pista de dança está aberta.


Meu pai a ajudou descer do palco e juntos abriram a pista de dança.


— Alguns ajustem então, Senhorita Cabello? — puxei-a para a pista também e Camila riu, tentando segurar as lágrimas que caíam pelo seu rosto perfeito.


— Sua mãe quer me matar, que homenagem maravilhosa — ela deitou no meu peito, enquanto nos embalávamos ao ritmo de Diana Krall em The Look Of Love.


— Você merece, meu amor — olhei diretamente nos seus olhos e pude enxergar o que a música dizia. O olhar do amor está nos seus olhos.


— Eu amo você.


— Não mais que eu, princesa.


Nossa noite não poderia ter sido mais perfeita. Camila e Clara ainda se abraçaram e choraram juntas, sendo amparadas por mim e meu pai. Nos divertimos muito com Dinah, Normani e Ally na pista de dança, deixando completamente para trás o episódio de Alexa e o casal Megan e Ian. Por fim, mais uma vez, vi a cumplicidade da família que havia nascido do nosso amor, com Clara e Sinu conversando animadamente enquanto Alejandro e Michael bebiam seus champanhes, seriamente ao lado.


O que nos restaria depois de uma noite encantadora como aquela?


Um romântico final de semana em Paris para oficializarmos nosso noivado.



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