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História A sensual Con Artist (Possessive) - Uma Vigarista Sensual. - Capítulo 155



Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 155 - 155




Park ______________.

— Amor.

— O que?

— Você pode por favor voltar até a sala e pedir que meu irmão vá para a cama?

— Ele já está lá, não se preocupe. – passou a mão sobre a nuca.

— Já? Quando ele foi?

— Quando cheguei.

— Jimin.

— ...

— Você está cansado, não está?

— Estou. – suspirou. – me entregou uma colher e deixou o pote de sorvete entre nós dois.

— ... – assenti levando até os lábios um pouco do sorvete. — Por que está me olhando assim? – questionei.

— ... – o olhar dele era tão sério que nem chegava a piscar.

— Jim...

— Você por acaso está me escondendo alguma coisa, ______________?

— Eu? Por quê?

— Eu não sei. – encostou as costas na cabeceira. — Me diz você.

— Eu estou nervosa. É que... é estranho estar em casa outra vez.

— Sei que sim.

— Mas há um lado bom nisso. Você poderá descansar. – sorri mínimo.

— Nós dois. – me corrigiu. — Venha aqui. – me sentei sobre seu colo e encostei o rosto em seu peitoral. — Não precisa ficar nervosa, eu sou seu esposo. Estou aqui e sempre vou estar. – beijou o topo da minha cabeça.

— Promete?

— Eu prometo. Você está insegura?

— Acho que sim.  – segurou meu rosto para me beijar.

A chama acendeu.

— É a primeira vez que você me beija assim depois de tudo. – deslizei o dedo sobre seu lábio gordinho e rosado. — Por quê?

— Uma coisa leva à outra. – beijou minha mão e a encostou sobre sua bochecha, fechando os olhos em seguida.

— Quer me explicar?

— Beijos como esses levam ao sexo. – ri. — E você está machucada e fraca demais para isso.

— Não me importo.

— Mas eu sim. Não faremos até que se recupere.

— ... – não quis contestar e arrumar discussão. — Tudo bem. – me mirou.

— Seu coração está acelerado.

— Ele fica assim sempre que estou com você. Ainda mais quando... estou ... excitada.

— ... – sorriu tendo seus olhos fechados. — O meu também.

— E se a gente fizesse uma loucura agora?

— Sunwoo está dormindo. Você está doente, não insista.

— Não é esse tipo de loucura! Me leva até a praia?

— Quando se recuperar, sim.

— Ah, Jimin! Eu quero ir agora!

— É noite, está tarde.

— Sim, e podemos relembrar o que fizemos na piscina na casa dos seus tios, não é, meu amor?

— ... – cerrou os olhos. — Você não tem juízo, não é? – Neguei. — Eu sei. – sorriu concordando. — Podemos dormir?

— Não sei se consigo dormir ao seu lado. – desenhei com a ponta do dedo algo qualquer em seu abdome.

— Por que?

— Eu quero transar.

— Eu também.

— ...

— Não faça esse bico.

— Por que?

— Amanhã falamos sobre. – me deitei.

— Você vai estar aqui quando eu acordar?

— Vou. Mas primeiro, preciso levar seu sorvete para a cozinha. – saiu.

Dizer sobre o Taehyung ou não?

É algo que preciso pensar com clareza. Jimin não se engana facilmente, e sempre que percebe algo errado, cava até onde der para encontrar o problema. – temo que a descoberta nos afaste e leve à ruína nosso casamento.

— ... – se deitou atrás do meu corpo e me abraçou. — Boa noite, meu anjo.

Eu não sentia um pouquinho sequer de sono. Somente o deixei dormir porque sabia o quanto estava cansado por me procurar e passar dias sem dormir. – o cansaço é nítido em sua face.

No dia seguinte, Jimin levantou bem cedo e foi até a delegacia resolver algo "urgente". – assim disse o "chefe intrometido".

Eu faltei implorar para não ficar sozinha em casa, e mesmo sabendo do meu medo, ele foi. – mas, pediu que o Yoongi viesse até aqui.
Porque segundo ele, era algo tão urgente que eu não poderia ficar na mesma sala em que eles, e, muito menos me deixaria sozinha em um canto qualquer. – rolei os olhos.

A presença da minha família ainda sim é melhor do que nada. Mesmo que meus irmãos acabem com a minha paciência.

Soonae ligou hoje. Ela e Dean prometeram vir me visitar amanhã, e junto deles vem os pais do Jimin.


— ______________. Eu acho que o seu marido disse algo sobre não fazer serviços domésticos. – franziu o cenho. — Ou estou enganado?

— Não quero ficar parada, me estressa.

— Ah, que engraçado! Porque me lembro que alguém costumava pagar o Sunwoo para lavar louça. – levantou uma sobrancelha duas vezes.

— Isso é diferente.

— Imagino que sim.

— ...

— ... – verificou todos os lados.

— O que, Yoongi?

— Hm?

— Você quer dizer algo, diga.

— Preciso te dizer uma coisa importante. – sorriu forçado.

— Estou ouvindo. – se aproximou.

— Jimin conversou sobre o dia em que te encontraram?

— O que exatamente você quer saber?

— JungKook ajudou. – suspirei fundo por temer o rumo que a conversa poderia tomar.

— Não falamos sobre isso.

— Eu acho que você deveria conversar com o Jeon. Ele estava triste quando nos avisou que o Park estava com você no hospital.

— Triste? Não deveria estar feliz? Tipo, eu sei que não estamos mais juntos, mas eu pensei que, sei lá. Talvez ele ficasse feliz por me ver bem.

— ... – olhou para os lados novamente. — É mais complicado do que parece.

— Fala.

— Ele estava triste por saber que não faria parte da felicidade da família, nem da sua.

— Espera... o que?! Eu não entendi.

— Talvez por medo que Jimin perdesse a cabeça por encontrá-lo próximo a você.

— Droga! – respirei fundo.

— Ele me pediu para te entregar uma coisa.

— O que seria?

— Um beijo.

É como se alguém tivesse pausado a minha vida. Tudo parou.

— Um beijo?!

— É. – se aproximou do meu rosto para deixar o selar sobre a minha bochecha. — Está entregue.

— Vou procurá-lo. – sequei as mãos.

— É loucura!

— Eu sei. Mas ele pode me dar o beijo pessoalmente. E você, vai me levar até aquela delegacia.

— Se o Jimin descobrir...

— Se ele descobrir, então conversaremos como sempre.

Eu não gosto do Jk como gostava antes, mas não sou egoísta ao ponto de não agradecer pela ajuda prestada.

(...)

— Bom dia. – sorri.

— Jimin está em uma reunião agora. – voltou o olhar para a tela do computador.

— Ah, ok. Eu aguardo. – olhei em volta. — O JungKook está?

— ... – franziu o cenho. — Está, no laboratório.

— Laboratório?

— Sim, a sala quatro. Você pode ir até lá, se quiser.

— Obrigada.

Apenas três batidas na porta de madeira foram o suficiente para me deixar de pernas bambas. – e só piorou quando ele me atendeu.

— ______________. – sorriu.

— Oi, JungKook.

— ...

— Posso entrar? – assentiu. – entrei e encostei a porta.

— O que fizeram com você...? – se aproximou de mim e me encarou em detalhe. Olhou-me por inteiro, tintim por tintim.

— Eu já estou bem.

— ... – eu o abraçei e ele retribuiu com força.

— Eu perdoo você pelo o que fez e peço perdão por não te amar como deveria. Você merece muito mais do que o amor que eu te dei.

— Não chore, vai me fazer chorar também.

— Obrigada por ajudar na busca por mim. – nos afastamos para nos olhar. — Eu agradeço de todo o meu coração por tudo. – juntei suas mãos e as segurei.

— Não fiz tudo o que estava em meu alcance. Deveria ter feito mais, muito mais.

— ... – Neguei. — O importante é que eu estou aqui agora. – segurei os dois lados do seu rosto.

— Sinto muito... – engoliu seco enquanto chorava. — Eu não queria que tivesse acontecido.

— Você diz como se a culpa fosse sua. – sequei nossas lágrimas.

— ...

— O beijo que você pediu que o Yoongi me desse, pode ser entregue por você mesmo. – se surpreendeu.

— Eu posso?

— Sim.

— ... – seus lábios gelados encostaram na minha bochecha quente e me arrepiei. – fechei meus olhos.
O selar foi tão demorado que pensei que não encerraria mais.

— Obrigada.

— Pelo o quê? – deslizou a mão sobre meus cabelos.

— Por ter feito parte da minha vida.

— Se você deixar, eu ainda posso fazer.

— ... – arregalei os olhos.

— Podemos ser amigos outra vez.

— Eu nunca me tornaria amiga de um ex-namorado. – exceto o Kim.

— Abra uma exceção para mim.

— Eu já abri.

— Não nos deixe mais.

— Prometo que não.

— ... – na ausência de assunto, o clima pesou e constrangeu os dois.

— É para você. – estendi a sacola.

— Para mim? – sorriu maroto. — E o que é?

— Abra e descubra. – me sentei em uma cadeira.

— É comestível?

— É sim.

— Devo abrir de uma vez ou... adivinhar?

— Feche os olhos. – sentou-se em uma cadeira antes de fechar os olhos.

Eu retirei a tampa do recipiente, tomei um pedaço do bolo e levei aos lábios dele.

— Hmm! – resmungou ainda mastigando. — É tudo o que eu queria!

— Realizei seu desejo?

— Com certeza! – os nossos olhares se cruzaram e eu os desviei quando notei que não suportaria a intensidade contida em suas órbes.

— Preciso ir agora.

— Eu te acompanho.

— Agradeço a gentileza mas é melhor que eu recuse.

— Jimin. – rolou os olhos.

— O próprio. – ri.

— Me deixe agradecer pelo bolo. – abriu os braços aguardando pelo abraço. — Te vejo em breve, chérie. – mordi o lábio com força.

— ... – apenas assenti, acenei e saí da sala. 


Notas Finais


"Eu não queria que tivesse acontecido.
Você diz como se a culpa fosse sua." 🤨🤫
Chérie, é?! 😬🤔
Espero vocês nos comentários. 💜


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