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História A sensual Con Artist (Possessive) - Uma Vigarista Sensual. - Capítulo 156



Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 156 - 156


Acredito que precisava dar a ele o perdão que tanto insistiu para conseguir.
Me sinto até mais aliviada, e espero que não surja problemas futuros entre nós dois.

— Amor. – sorriu e me abraçou ao encontrar-me no corredor. — O que faz aqui?

— Vim... – nos beijamos. — Ver você. – separamos com selinhos.

— Te disse para permanecer em casa.

— Você diz muitas coisas. – rolei os olhos. — Eu nem sempre ouço.

— Uhum, eu sei disso. – levantou uma sobrancelha. – Veio só?

— Meu irmão me espera lá fora. – apontei.

— Você se alimentou? Tomou café?

— Yoongi fez algo... mas não tenho apetite.

— Quando eu chegar em casa, vou comer você...

— ... – puxei ar entre os dentes com um sorrisinho no rosto. — Ai, que delícia!

— NÃO foi o que eu quis dizer. – arregalou os olhos. — Saiu meio que... instantaneamente.

— Isso significa que você quer tanto quanto eu, amor. – passei meus braços em volta do seu pescoço.

— Eu prec... – pigarreou logo tentando afastar o pescoço de perto dos meus lábios.
Eu fui mais rápida e acabei o segurando e deslizando a pontinha da minha língua na sua pele. — ... – sua respiração falhou. — Preciso de você. – apertou minha cintura com força, quase me arrancando um gemido.

— E eu, de você. – mirei-o nos olhos. — Muito...

— ... – me olhava como um animal prestes a atacar sua presa, e isso me deixava ainda mais molhada.

— Posso entrar, amor?

— Se você soubesse o que eu gostaria de fazer agora... – me beijou amassado.

— Então me mostre.

— Clar...

— Bom dia doutor. – quando notei que se tratava de uma voz feminina, me virei rapidamente procurando pela pessoa.
Não foi algo que eu pudesse controlar, apenas fiz. – talvez instinto.

— Bom dia. – ao olhar para ele, notei que o mesmo havia franzido o cenho e parecia não só incomodado mas também confuso com a presença da ruiva.

— Nós podemos conversar? – em nenhum momento, desde que ela se pronunciou, me deu alguma saudação ou sequer me olhou. Apenas manteve o foco no meu marido.

Ela não parecia com uma policial, e muito menos alguém que veio prestar queixa. – a partir dali o meu "sensor" começou apitar e o sangue ferveu.

— Sobre o quê? – perguntou.

— Sobre seu pé.

— ... – pisquei algumas vezes para ter certeza do que ouvi. — Como assim? – questionei.

— ... – me olhou com indiferença e nada respondeu.

— ... – pigarreei mirando o Jimin e aguardando pela resposta.

— Quando eu estava te procurando na represa, eu escorreguei e acabei torcendo o pé. O JungKook quem a chamou para ver o ferimento. Eu disse que não era nada demais.

— Sim, de fato não era. – comentou com um sorriso.

— E o que você está fazendo aqui? – aumentei o tom de voz sim porque já havia ultrapassado a linha da razão.

— ______________... – apertou minha mão devagar, como um alerta.

— Se não era nada demais, qual é o motivo da sua vinda? – arqueei uma sobrancelha. — Porque se for queixa, primeiramente você deve passar pela recepção, que não deixaria você vir até aqui sem comunicar ao meu marido. E muito menos desacompanhada, estou certa, Jimin?

— Está.

— E então, você não vai responder o que eu perguntei?

— O assunto que eu tenho para tratar, é somente com o seu marido, não com a senhora. – sorriu sem mostrar os dentes.

— Como é q...

— Eu a deixei entrar. – JungKook apareceu do nada, se encostando na parede atrás dela e cruzando os braços.

A raiva foi tamanha que meus olhos se encheram de lágrimas. 
Eu estava pronta para dar umas bofetadas na cara dos dois!

— ... – engoli o choro e sorri. — Ah, você deixou, JungKook?!

— ...

— Eu sei que você sente ciúmes, mas eu preciso fazer o meu trabalho. – sussurrou ao me virar de frente para si.

— Então eu vou ficar lá dentro com vocês! – cruzei os braços.

— Desculpe, o quê? – rolei os olhos. — Porquê eu quero sigilo, não vou dar satisfações para o senhor com sua mulher presente!

— Vad...

— Shh. – suspirei. — Confia em mim.

— Confio, só não confio nela.

— Você é casada comigo. Não precisa confiar em outra pessoa. – beijou minha mão. — Me espere na recepção.

— Está bem. – passei por ela quê sorriu vitoriosa.

Ah, vadia! Logo eu acabo com essa sua marra!

— Onde vai? – me puxou pelo braço. — Vai sair assim sem mais nem menos?

— Vou para a casa. – desviei o olhar para ele não notar as lágrimas.

— Por que? Você concordou em esperá-lo.

— Pelo visto ele está muito ocupado. – sorri e acabei molhando minhas bochechas. — Vou deixá-los em paz. – umedeci os lábios.

— ... – olhou para os lados. — Quer tomar um café comigo?

— A última vez que você me perguntou isso, Jimin quase nos matou.

— Dessa vez ele não vai saber.

— Não quero problemas.

— Eu também não, mas quero te fazer feliz.

— ... – não gostei de como essa frase saiu dos lábios dele.

— O que me diz?

— Não, obrigada.

— Qual é, ______________!

— Coma o bolo que eu trouxe.

— Eu comi, estava muito bom.

— ... Você conhece a mulher que está com ele?

— A Hojoon? Sim, conheço.

— E como ela é?

— Não sei se entendi.

— ...

— Tem medo que ela apronte contra o Jimin? Ela não é dessas. – não me convenceu. — Somos velhos amigos.

— Por que você a chamou até aqui sabendo que o Park não precisava?

— Somos amigos, eu faria o que qualquer outro faria.

— ...

— Venha tomar um café comigo. – mordeu o cantinho da boca.

— Vai ser rápido?

— Eu posso ser. – não pude não ver maldade naquilo.

— Como assim?

— Para fazer o café, dã!

Não seria certo. Se fosse um simples café como amigos normais, ok, o que teria demais?
Mas a questão é que eu e o Jk já fomos mais próximos no passado, e sinto que há uma chama acesa em seu peito.

— Eu preciso ir para a casa. – parou para me olhar. — Estou enjoada.

— Não quer se sentar?

— Não. Meu irmão está me esperando no carro então...

— Tudo bem. – coçou a nuca. — Te vejo... depois?

— É. – concordei.

— Tchau. – acenou e seguiu para uma sala, totalmente sem jeito.

Mas eu não seria tola o suficiente para deixar meu marido com aquela lá. – não estou fazendo a linha possessiva, mas tenho razão para desconfiar do comportamento daquela mulherzinha oferecida!

Por isso, me sentei no sofá da recepção, cruzei as pernas e tentei agir o mais naturalmente possível, como se não estivesse com raiva ou qualquer outro sentimento ruim que fosse transparecer no meu rosto.

Os funcionários que por ali passavam, me cumprimentavam e olhavam curiosos. – provavelmente se perguntando o que eu estaria fazendo sozinha naquele ambiente.

— ______________.

— Hm? – virei meu rosto em sua direção. — Cansou de me esperar no carro, irmãozinho?

— Taehyung precisa da minha ajuda.

— Com o quê?

— Com o bebê. – me levantei.

— Com o bebê Taehyung? – assentiu. — O que está acontecendo?

— Ele está febril, e o pai não sabe como agir.

— Eu acompanho você até lá.

— Jimin não...

— Não terei problemas, relaxa. Ele também é meu filho, não é?!

— Tem razão.

Dois passos que eu dei em direção à saída, escutei o barulho dos saltos altos finos se chocando com o chão.

— Com licença, eu preciso passar.

— Toda. – dei espaço.

— Seu marido já está livre, querida. – sorriu cínica. — Não demorei mais que o necessário. – sorri de nervoso. — Normalmente eles não precisam que eu demore.

— Você sabe com quem está falando?

— Sei, com a esposa do DOUTOR Park. – deu ênfase.

— Não sou somente a mulher dele.

— O que mais? A que carrega um filho dele?

— Dois. São dois bebês.

— Oh, meus parabéns! Não dou a mínima!

— Você não me conhece, não sabe como eu costumo agir. Então, eu peço que você desmanche esse sorriso cínico e cesse o deboche que tem comigo.

— ... – riu. — O que uma mulher grávida poderia fazer comigo? A recomendação médica é que você descanse, não é?

— É aí que você se engana. Gravidez não é doença, e não vai me impedir de ...

— ... – Yoongi pigarreou.

— Bom, se continuar me provocando e se atirando para o meu esposo, você vai descobrir mais rápido que pensa.

— ... – sem responder ou olhar para trás, ela seguiu o seu caminho de cabeça baixa.

Eu estava tremendo, totalmente nervosa e com raiva. – tanto que, meu interior sentia extrema necessidade de chorar. E isso fazia eu me sentir pior, porque não me lembro de agir dessa maneira antes.

— Quer que eu busque um copo de água?

— Não.

— Eu acho que você precisa se acalmar, está agitada demais. – saiu.

— ... – inspirei e suspirei de vagar. — Por que isso está acontecendo?

— São os hormônios da gravidez. – Jk.

— O que você está fazendo aí? – o olhei rapidamente.

— Hora do almoço. – se encostou na mesa próximo a mim. — Estava passando quando vi a discussão de vocês duas.

— ...

— Eu ainda tenho tempo para um café. 


Notas Finais


JungKook é um canalha sem noção alguma, não é?🙄
E eu que tô doida pra (S/N) dar na cara da Hoojon??😚


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