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História A sensual Con Artist (Possessive) - Uma Vigarista Sensual. - Capítulo 38



Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 38 - Thirty eight.


Fanfic / Fanfiction A sensual Con Artist (Possessive) - Uma Vigarista Sensual. - Capítulo 38 - Thirty eight.

Park Jimin. 


— Me matar? Tsc...

— Por que você está tirando onda do que eu disse? – Me aproximei dois passos.

— E por que você me mataria? Por eu ter tido uma noite com a sua esposa?

— Por você tê-la machucado!

— Mas foi gostoso! Foi muito gostoso sentir o quão quente e macia é a pele dela. – cerrei os punhos com força. — Sabe, Jimin. – puxou uma grande quantidade de fumaça para os pulmões e jogou o cigarro no gramado. — O corpo dela continua tão igual quanto à primeira vez que eu a toquei. Ah! E os gemidos... - fechou os olhos. — Os gemidos dela são iguais aos que ela emitiu quando perdeu a virgindade comigo. - sorriu ladino.

É doloro escutar que a minha mulher fez sexo com outra pessoa. Dói saber que alguém além de mim já tocou e ainda toca o corpo que pertence a mim. O corpo que pertence somente a mim. - engoli seco. - Talvez o que mais tenha doído foi saber que ele foi o primeiro homem que a tocou.
Eu deveria ter sido o primeiro e único homem a tocá-la. Era pra ela ter permanecido intocada até o dia em que nós nos casássemos. - deixei as lágrimas rolarem.

— A __________ é uma delícia de mulher! ... Eu não poderia escolher pessoa melhor pra ser a mãe do meu filho. - a raiva era tamanha que fazia o meu corpo tremer por inteiro.

— É uma pena que ela tenha tomado a pílula do dia seguinte, Taehyung. - tentei dizer sem demonstrar que suas provocações estavam surgindo efeito em mim.

— Não há problema, posso procurá-lá novamente... e de novo, de novo...

— Você será incapaz de fazer isso! - aumentei o tom de voz.

— E por q... - atirei no pé dele e ele caiu no chão, gritando alto e com a voz grossa. Tão alto que pensei ficar surdo.

— Não poderá estuprar a minha mulher se perder o pé! - ele riu. - passei a língua na bochecha. - quem ele pensa que é?

— É aí que você se engana. Não é o meu pé que vou usar pra entrar na bocetinha dela. - mordeu o canto do lábio. - deixei a arma no chão, segui pra cima dele e desferi socos no rosto dele. - ele estava sentindo dor, mas continuava gargalhando alto. — Você é patético, Park Jimin! - recebeu mais um. - me afastei do corpo dele e segui para pegar a arma que estava jogada sobre o gramado verde. — Me matar vai mudar o fato de eu ter tocado o corpo dela? - Ele ascendeu outro cigarro. - fumava aquilo com a maior tranquilidade, como se nada estivesse acontecendo a sua volta, e que muito menos estivesse doendo o seu ferimento de bala.

— Não, mas vai impedir que você faça outra vez. -  apontei a arma em sua direção, mas foi nessa hora que o JungKook entrou em sua frente, me impedindo de atirar nele.

— Eu não vou deixar que você o mate, Jimin!

— Saia da minha frente ou quem vai morrer será você! - rebati.

— Você prometeu não pecar contra os dez mandamentos, Jimin! Você prometeu não assassinar!

— A minha promessa não vale pra ele. - posicionei o dedo sobre o gatilho. — Saia da minha frente agora, JungKook!

— Você está encaminhando a sua alma para o inferno, Jimin! ... Você não pode tirar uma vida somente por amar aquela... - calou-se.

— É uma pena que você tenha saído do meu lado, Jeon JungKook. - atirei.



Park __________. 




— Patroa. – ainda não me acostumei em ser chamada assim por ela, Kath, a minha assistente.

— Sim? – levei os olhos rapidamente à ela e depois os retornei até o balanço das contas que estava fazendo.

— Há um homem aqui fora que quer falar com você. – tirei os óculos.

— Homem? – Me levantei e fui para a frente da mesa, onde me encostei. — Que homem, Kath?

— Park Jimin. – o coração chegou a acelerar. Há muito tempo eu não o vejo, e recebê-lo aqui, justamente agora, me faz sentir um medo enorme.  — Patroa?

— O que?

— Eu posso ou não deixá-lo entrar? – assenti.

— Pode sim. – retirei a aste do óculos da boca e o coloquei ao meu lado na mesa de vidro.

Jimin parece mais magro. O rosto dele aparenta estar mais fino, mas o físico continua igual. Os cabelos negros estão brilhosos como sempre. – a única coisa que eu não imaginava é que ele já tivesse assumido o cargo de delegado. Há um distintivo sendo pendurado por uma corrente em seu pescoço. – sorri disfarçadamente. – estava feliz por ele.
Me lembro do quanto ele se esforçou para chegar onde está, e o quanto sonhou também.

Fora que ele está super sexy com a camiseta preta com a logo da delegacia. – roupas formais não fazem o estilo dele.

— Bom dia, __________. – ficou a centímetros do meu corpo, olhando fixamente os meu olhos. – ele não deveria ter se aproximado tanto de mim.

— Bom dia, Jimin. – cruzei os braços.

— Como tem passado os dias? – umedeceu os lábios.

— ... – eu não poderia dizer a ele que eu estou triste porque sinto a sua falta, não é? — Bem. ... E você? – procurei a aliança em seu dedo e não encontrei.

— Eu levei para polir. – franzi o cenho.

— Perdão?

— A aliança. Eu a levei para polir. – eu estava comemorando internamente. Comemorando por saber que ele não se esqueceu de mim. Mas eu estou sendo egoísta em pensar dessa forma. Eu o abandonei e estou comemorando o fato dele ainda se lembrar de mim. – abaixei a cabeça. — A sua continua aí. – se aproximou ao ponto de eu sentir o seu hálito de hortelã. — Você não a removeu?– neguei. – depositou um beijo sobre a aliança no meu dedo.

— Na verdade, eu uso tantas jóias que nem percebi que este anel estava aqui. – entristeceu-se.

— Eu... soube que você tem "metade" da posse da empresa. – olhou em volta.

— Sim. – tirei sua mão de mim. – ele as colocou no bolso da calça jeans.

— Está feliz agora?

— ...

— Está feliz por ter conseguido tudo o que queria?

— Estou. – disse confiante da minha resposta.

— Tem certeza? – eu não conseguia olhar nos olhos dele. Tinha medo de que seus olhos escuros me fizessem recordar o passado.

— Absoluta. – olhei seu par de olhos por milésimos e retornei a atenção no distintivo dele. Não que aquilo me interessasse, era somente um ponto fixo como outro qualquer.

— Não parece.

— Mas é a verdade. – se aproximou novamente e segurou meu rosto.

— Eu te amo. – engoli em seco. — Eu te amo muito e, sinto tanto a sua falta... – fechou os olhos.

— ...

— Você realmente está feliz com todo o dinheiro que tem agora?

— Estou.

— Fala para mim... – aproximou a boca perto do meu ouvido. — Fala para mim que você não me esqueceu. – sussurrou. – arrepiei. — Fala para mim que eu ainda sou o homem que você ama. – beijou meu pescoço. – fechei os olhos. — Confessa que você sente a minha falta quando se deita ao lado dele para dormir. Confessa que sente a minha falta quando ele te abraça e não tem o meu cheiro.
Confessa que sente saudades do meu beijo. – subiu encostando seus lábios pelo meu pescoço até chegar na minha boca, onde me beijou profundo e necessitado.

Quando eu pensei que estivesse me livrando dessa doença, ele reaparece e me mostra que eu, Min _________, sou incapaz de esquecê-lo. Que eu sou incapaz de deixar de amá-lo. E que eu sou incapaz de deixar de sentir a sua falta em qualquer coisa que eu faça.

Nós dois sabemos que eu o amo muito, e que sinto a falta dele em exatamente tudo.
O problema é que ele sabe tanto quanto eu que, eu não tenho coragem o suficiente pra admitir que necessito da presença dele na minha vida.

— Confessa pra mim que ele não te satisfaz da forma que eu faço. – disse com sua testa colada na minha. – estávamos com os olhos fechados. — Confessa. – colocou a palma da minha mão sobre o seu coração acelerado. – sorri feito boba. — Confessa que você é minha, meu amor. – me deu um selinho. — Olha para mim, _________. – olhei-o. — Volta para mim. – beijou minhas duas mãos.

A palavra "Voltar" despertou em mim uma enorme negação. E junto com a negação, veio também o medo de perder tudo o que tenho, o medo de ficar presa dentro de casa e inclusive, o medo de apanhar por fazer minhas próprias escolhas.
Entretanto, a mesma palavra despertou também em mim a tristeza. Tristeza por estar agindo contra a minha vontade, pois o meu emocional sabe que é perto dele que eu quero ficar.

— Vamos voltar, ________. Por favor. Eu não estou suportando ficar longe de você.

— ...

— Eu prometo que não serei mais tão ciumento se você me der um voto de confiança. O que você acha? – colocou uma mecha de meu cabelo atrás da orelha.

— O que eu acho, Park Jimin, é que passou da hora de encerrar essa relação! – me afastei e fui para a parte da janela, olhar a vista da cidade.

— Por que? – se pôs ao meu lado.

— Porque eu não te amo, e muito menos sou o tipo de mulher que você quer que eu seja. Eu quero ser independente, livre. Mas você não quer que eu seja assim, não é? – abaixou a cabeça e a levantou assim que resolveu se pronunciar novamente.

— Eu estou disposto a não implicar com você. Posso deixar você trabalhar e fazer o que quiser. Não vou me intrometer nos seus assuntos outra vez.

— "Deixar"? – ri soprado. — Você não tem que me deixar fazer coisa alguma! Você não manda em mim! Enqunato você possuir esse pensamento, nunca teremos mais nada.

— ...

— É melhor nos separarmos de vez. Vai ser melhor para nós dois, principalmente para você.

— ...

— Você está perdendo tempo correndo atrás de mim. Deveria correr atrás de uma pessoa que te ama e que realmente está disposta a se prender por você.

— Não faz isso, por favor. – deixei que ele segurasse os dois lados do meu rosto com suas mãos. Fechei os olhos para não ceder ao choro dele. — Não diga que é o fim para gente. Eu te amo tanto... – encostou a lateral do seu rosto no meu.

— E é por esse motivo que você é fraco! – me olhou surpreso. — Está se deixando levar por emoções abstratas! Eu te traí, enganei... E mesmo assim você se obriga a correr atrás de mim e implorar pelo meu amor. Tudo isso por estar sendo fraco demais. Você está se humilhando, Park Jimin! Você está se humilhando e não quer ver. ...  Mesmo que eu volte com você hoje, você acha que encerraria tudo o que consegui? Acha que eu iria desistir de tudo?

— Não. – se afastou e começou a caminhar em direção à porta.

— Então por que você insiste em uma "doença"? ... Por que insiste nessa droga de amor? – parou e me olhou

— Porque eu te amo, _________.

Eu acho melhor você seguir a sua vida. – Eu posso afirmar que doeu mais em mim do que nele.

— A minha vida é você, eu só estou tentando te trazer para perto de mim. – abaixou a cabeça. — Se cuida, _________. – atravessou a porta andando em passos largos.

Me sentei na cadeira e me permiti chorar.
O meu peito doía tanto. Eu sei que o amo, só estou tentando me convencer do contrário, para que esse meu amor por ele não me faça perder a cabeça e realizar alguma besteira.

— Jimin... – alisei o seu rosto sobre a tela do meu celular. Algumas gotas de lágrimas caíram sobre o seu rosto na tela. — Eu também sinto a sua falta, meu amor. Principalmente quando chega à noite. Não consigo dormir por sentir a sua falta. Eu não consigo me desfazer do sentimento que tenho por você. Eu te amo tanto...

— Preciso que... – girei a cadeira dando de cara com o Seok em minha frente. Ele escutou o que eu disse sobre o Jimin. — Preciso que você assine. – colocou sobre a mesa. — São os relatórios de reuniões.

— ...

— Por que você mentiu pra mim? Por que você mentiu dizendo que deixou de amar o seu ex? Por que você me enganou?

— Eu não... não te enganei.

— Sim, você me enganou! – respirei fundo.

— Pense o que você quiser, não tenho o controle da sua mente! – li, assinei os papéis e entreguei-o. – Jin saiu da sala andando de cabeça baixa.

Não posso fazer nada.


Kim Seokjin. 


— Chefe? O que há de errado? – Camille me encontrou em minha sala, debruçado sobre a mesa e chorando como uma criança.

— Eu a ouvi falando que ama o ex. – ela se entristeceu. — Ela não me me respeita, Camille! – aumentei o tom de voz.

— Eu lhe disse que ela nunca deixaria de amá-lo. – acariciou meu rosto.E se você se vingasse?

— Como assim?

— Eu estou disposta a te dar o meu único e verdadeiro amor. Coisa que a __________ não está sendo capaz de retribuir.

— Onde quer chegar?

— Tire a empresa dela, chefe. Deixe-a na ruína, como uma punição por ter te enganado.

— ...

— Você deveria machucar o coração dela da mesma forma que ela fez com o seu.

— Você tem razão, Camille. 


Notas Finais


Eita que o circo vai pegar fogo!😳
Ai, olha, não vejo a hora do Jeikei aparecer de novo😍
Até amanhã, vida's❤💋


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