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História A sensual Con Artist (Possessive) - Uma Vigarista Sensual. - Capítulo 39



Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 39 - Thirty nine.




Kim Seokjin. 


— Eu quero fazê-la pagar de alguma forma por ter mentindo para mim mas, eu preciso dela, Camille. Eu espero que você entenda que o que ela e eu temos, não pode ser desfeito tão facilmente.

— Eu entendo. Sei que assim como a _________ não é capaz de corresponder às suas expectativas, você também não é capaz de corresponder às minhas.

— ... Estou preocupado.

— Com o que? – perguntou.

— Como é que vamos enganar a __________? Ela não é boba, Camille.

— Você não precisa fazer nada, chefe. Pode confiar em mim, farei tudo se encaminhar corretamente. – assenti.


Park ________. 


A minha sorte é que eu tenho dois assistentes à minha disposição para absolutamente tudo, e o melhor ainda é que eu posso chamá-lo a qualquer hora do dia!
Mas se não fosse pelo Lay, que é o meu segundo assistente além da Kath, eu não estaria nessa sala de conferências agora.
Não há uma mulher sequer além de mim.
Todos são homens, e para falar à verdade, eu não tenho o respeito de nenhum deles. – Seok está sentado ao meu lado, mas não me olha nem conversa comigo.
Nunca pude imaginar que reuniões com os acionistas fossem tão chatas! – só não me joguei sobre a mesa porque quero manter a postura.

— Patroa...

— Lay, olha, pare de me chamar assim. Eu não gosto disso. – cocordou. — Aquele ali... – apontou disfarçadamente. — É o senhor Choi. Ele é um dos principais acionistas, e costuma ser completamente arrogante. Pelo menos dentro da empresa. – analisei-o por completo. Choi não deve ser tão mais velho que eu. – pelo menos não aparenta.

— Qual a idade dele?

— Deve ter em torno de trinta e dois a trinta e cinco anos. – tão novo? – É bonito, faz o meu tipo. – mordi o canto do lábio.

— Ele é solteiro?

— É, sim senhora. – olhei-o novamente e dessa vez os nossos olhares se cruzaram. Ele sorriu minimamente, sem deixar que alguém além de nós dois tivéssemos percebido. Bom, pelo menos é o que pareceu. Mas não foi o que aconteceu, porque o Kim mais velho, que está ao meu lado, fechou a cara e bufou.

— Já está acabando? – Sussurrei.

— Está sim. – Jin respondeu. Não foi para ele que direcionei minha pergunta.

— Obrigada por finalmente falar comigo, Kim Seokjin! – disse como se estivesse prestando a atenção no velho homem que discursava a aproximadamente vinte minutos.

— De nada. – piscou disfarçadamente.

— Vejo vocês na semana que vem. – e por fim aquilo acabou!

— Graças a Deus! – franzi o cenho. –não acredito que peguei o mesmo costume idiota do Jimin de agradecer a um Deus inexistente. — Mas era sol o que me faltava! – bati a mão na testa.

— Posso ajudar em algo, patroa? – neguei.

— Com licença. - e esse é o senhor Choi, que acaba de se aproximar de nós.

— Posso falar com a senhorita um minuto?

— Certamente. - concordei. - Lay fez uma reverência e se retirou, nos deixando à sós.

— O meu nome é Choi Eunbi. - apertou minha mão.

— Park _________. - gostei da compostura séria dele.

— É a primeira vez que participa de uma reunião como essas, senhorita Park?

— É sim.

— Imaginei que fosse. - colocou as mãos nos bolsos da calça social.

— Por que? - perguntei.

— Se me permite dizer, a senhorita não ficava quieta por um minuto sequer. - riu ladino, fiz o mesmo.

— É questão de tempo até se acostumar.

— Pode me ajudar com isso, senhor Choi? - Me olhou. — Pode me ajudar a me portar corretamente, de uma forma que faça os homens presentes à me respeitarem?

— Seria um prazer. Pode me passar o seu número? - assenti e disse à ele, que salvou em seu aparelho celular rapidamente. - fez reverência antes de sair.

— O que o Eunbi fazia conversando com você? - apertou meu braço com força. Por sorte ninguém notou.

— Eu agradeceria se você me soltasse, Seokjin! - me soltou e adentrei a minha sala, ele entrou junto e trancou a porta.

— Não vai responder a pergunta que fiz? - jogou alguns papéis sobre a mesa. - rolei os olhos. - não é possível que vou começar a enfrentar outro homem ciumento!

— Ele estava se apresentado, só isso. - despejei chá na xícara.

— E por que você deu o seu telefone a ele?

— Para discutirmos assuntos empresariais. - dei de ombros. - queimei a ponta da língua.

— Ok, mas isso não justifica você passar a reunião toda o olhando! - me sentei e cruzei os braços.

— Eu estava olhando ele? - fingi desentendimento. — Eu não percebi.

— ... - que fofo ele fica quando está irritado.

— Eu vou viajar está noite. - arqueei uma das sobrancelhas.

— Hum. - respondi analisando as unhas.

— Preciso ir até a Tailândia.

— Fazer o que? - direcionei meu olhar pra si. - ele se sentou de frente pra mim.

— Resolver assuntos empresariais! - semi-cerrei os olhos.

Não brinca comigo, querido!

— Ficarei cerca de três dias, no mais tardar quatro.

— ...

— Como eu vou, a empresa não pode ficar sozinha. Isso significa que você deve ficar e cuidar de tudo! - como se eu já não soubesse! - rolei os olhos.

— ...

— E já que você não pode ir, levarei a Camille para me ajudar. - assenti.

— Concordo. - me levantei e sentei sobre a mesa, ao seu lado.

— A que horas você vai?

— As três da tarde tenho que estar no aeroporto. - mordi o canto do lábio.

— Ok. - olhei no relógio de parede. — Já são meio-dia e cinquenta e sete. Creio que você deva ir para a casa e arrumar suas coisas.

— Farei isso. - se levantou. Me beijou carinhosamente e fez carinhos sobre minhas bochechas e cabelos.

— Se cuida, _________. - assenti. — Cuidado, criança. - me deu um último selinho antes de caminhar até a porta.

— Boa viagem, Seok! - se virou para mim e sorriu.

— Obrigado, criança. - saiu.

Suponho que a ausência do Seok seja boa para mim também.
Talvez eu possa aproveitar isso para sair com o Choi. Isso seria uma ótima oportunidade!

— Lay! - usei o telefone para o chamar.

— Sim?

— Ligue para o senhor Choi e veja se ele pode jantar comigo hoje à noite.

— Agora mesmo. - desliguei e desci até a cozinha.

Geralmente espero que eles façam o convite, mas como a antiga _________ morreu, essa minha personalidade deve ser enterrada junto à ela.

— Pode entrar.

— Eu passei o seu endereço pra ele, e ele disse que passa no seu apartamento as sete e meia. - assenti. — O meu turno encerrou.

— Bom descanso.

— Obrigado. Tenha um bom jantar, patroa. - sorriu e deixou a sala.

Ah, eu vou ter sim, pode apostar!






Park Jimin. 



— Você resolveu me dar uma outra chance, Jimin?

— Sim. – sorri. — Pode ser que daremos certo dessa vez. – bebi um pouco da água que estava na taça. Na verdade eu duvido que eu e ela possamos dar certo.

— Como tem passado os dias? – eu sabia muito bem que ela queria saber se eu estava bem sem a presença da _________.

— Melhor impossível, e você?

— Normalmente. – bebeu um pouco do vinho.

— Boa noite, casal. – me senti incomodado com essa frase. Ela sorriu largo. – bebi um longo gole da água. — Já querem fazer o pedido? – deixei que ela fizesse o dela primeiro para que depois fizesse o meu.

— ... – me parece que ela tentou cobrir a cicatriz com maquiagem. Não deu muito certo. – me lembrei da cena em que a minha ex-mulher tentou matá-la diante de meus olhos. A sorte da Hae é que ela teve um pouco de misericórdia e não levou-a para o túmulo.

— E o senhor? – fiz o meu pedido e aguardei.

— Ficou horrível, não é? – olhei sem entender. — A cicatriz. Ficou horrível...

— ...

— Ela quase me matou, Jimin! – disse com os olhos cheios de lágrimas.

— Eu entendo que você esteja chateada por ter passado por aquela situação. Mas vamos deixar a _________ de lado e focar no presente?

— Claro, bebê.

Ela amadureceu e se tornou uma mulher pouco mais interessante do que costumava ser comigo no passado. Talvez a idade dela tenha compartilhado para o seu amadurecimento.
É estranho sair com uma mulher de vinte e sete anos. Dias atrás eu estava com uma de dezoito. – balançei a cabeça negativamente.
Tudo me lembra ela, exatamente tudo. Espero que seja passageiro.

— Você está gostando de dar aula, Hae?

— Eu amo! Amo a forma como os adolescentes se interessam por biologia. – franzi o cenho. Não é uma matéria muito interessante. Pelos não na minha opinião.

— Sobre o qual assuntos eles mais se interessam? – perguntei.

— Sexo. – ri de canto. Creio que nas outras matérias eles não se interessam tanto.

— Entendi.

— E como estão as coisas na delegacia?

— Ultimamente tenho tido muito trabalho. O antigo delegado se aposentou, e como isso aconteceu, tive que pegar os casos dele e acrescentar aos meus.

— Você tem muitas investigações?

— Bastante.

— Quais tipos de caso você gosta mais para estudar?

— Assassinato e tráfico. – engasgou com o vinho.

— Está tudo bem?

— Está. – passou a costa da mão sobre o lábio. — Me desculpe. – assenti.

(...)

— Aquela ali não é a sua ex? – só foi ouvir isso para eu sentir um frio na barriga.

— ... – olhei para onde ela estava apontando e, realmente era a ________. Ela estava linda! Agora estava com os cabelos loiros e uma franja quase cobrindo os olhos. Ela está acompanhada de um outro homem. – eles estão checando as reservas e ainda não notaram a minha presença.
É a primeira vez que eu a vejo vestida comportavelmente perto de um homem.
Só queria entender o motivo de estar toda vestida de preto.

— É. – tentei não demonstrar que a presença dela neste mesmo restaurante em que estou, está me deixando nervoso. Ainda mais depois de vê-la ao lado de um homem. – não tenho mais direito algum para sentir ciúmes. – respirei fundo.

— Jimin?

— O que?

— Eu posso te beijar?

— ...

— Jimin?

— Em um local público? – assentiu. — Está bem. – não senti nada ao beijar os lábios dela. Exatamente nada. – suspirei.


A _________ nos viu. Ela está me olhando sem expressão. – mas ao notar quem é a mulher que está comigo, aquele olhar assassino retornou à sua face. – Deus!

E para a minha desgraça, a mesa que ela iria se sentar era justamente a mesa da frente. E ainda por cima sua cadeira era de frente com a minha, então ela estava me encarando. – Hae estava de costas para ela, por isso não notava a nossa troca de olhares constante.

— ... - olhei-a. — Pode me levar para a casa? Não estou me sentindo bem.

— Você mal tocou a sua comida, Hae.

— É que... estou me sentindo enjoada.

— Entendi. Bom, se você não está bem então vamos para a casa. – vi a loira a minha frente passar a língua na bochecha e desviar o olhar para o seu acompanhante.

— Boa noite, Park Jimin. – disse após eu passar ao lado dela. – parei e olhei em seus olhos. Passeando com a bruxa?

— Não, SENHORA Park. – Dei ênfase.  — Estou passeando com a princesa. – não gostei nenhum pouco do olhar dela.

— Vamos, meu amor. – Hae disse. – __________ apertou o talher com força.

— Tenha uma boa noite, senhor Park.

— Igualmente, - olhei o homem que estava acompanhado-a. — Senhora Park.

Paguei e saímos de lá em silêncio. Dirigi em silêncio a maior parte do caminho. - eu estava enfurecido demais pra dizer alguma coisa. Eu estava com ciúmes da minha ex-mulher. - balançei a cabeça diversas vezes seguidas.

— Está tudo bem, Jimin?

— Está.

— O que foi aquilo no restaurante?

— ... - preferi não responder.

— Acho que entendi. - estacionei o carro frente a casa dela. — Você não quer entrar?

— Vou direto para a casa, já está tarde. - olhei-a.

— Posso te beijar? - assenti. E novamente não senti nada com o beijo dela.

— Boa noite, Jimin.

— Boa noite. - ela entrou e fui pra casa.

"

— Você está grande demais pra ficar no colo! E pesada demais também! - brinquei com a Alaxy.


Fui para o quarto trocar de roupa para dormir. Mas no momento em que segurei o botão da camisa, ouvi batidas na porta. - franzi o cenho. - No relógio de pulso marcavam exatamente meia-noite. - caminhei até a porta e dei de cara com a atual loira me encarando.

— Boa noite, senhor Park. - umedeceu os lábios desenhados por vermelhos intenso.

— Boa noite, senhora Park. ... Quer entrar? – dei espaço e ela entrou.

— Oi, meu amor! - abraçou o cachorro. — Como você cresceu! - brincou com o animal que pulava nela.


Era bonito ver a cena dela e o animal brincando alegremente. Bonito demais pra falar bem à verdade. - mas teria que ir direto ao ponto.

— E então. O que veio fazer aqui? - cruzei os braços. — Deseja algo?

— Sim.

— O que deseja? - Me aproximei.

— Você. Desejo você, seu corpo.

Alguém se animou aqui embaixo.

— Você veio até a minha casa para transar comigo quando tinha um homem ao seu lado?

— Era um jantar de negócios, nada além disso.

— Mas mesmo assim tinha um homem ao seu lado.

— Eu não tenho o menor interesse naquele homem, meu amor. - deslizou as unhas compridas sobre o meu abdome por baixo da camisa. - engoli em seco. — Eu estou com saudades, Park.

— ...


Park _________. 


— Por que você escolheu esse restaurante? - perguntei.

— Eu costumo vir aqui às vezes. Não gostou? - nos sentamos na mesa.

— Não é isso. Eu só... quis perguntar. - olhei o Jimin que também me olhava.

— Entendo. - abriu o cardápio. — Não vai escolher o seu jantar, senhorita? - arqueou uma das sobrancelhas. - abri o cardápio.

— Você precisa manter a calma, fica calma. - respirei fundo dizendo pra mim mesma.

— Boa noite! O que gostariam de beber?

— Pode me trazer esse vinho aqui e... - não estava nenhum pouco interessada na conversa dos dois sobre qual seria o melhor vinho.
Só estava interessada no meu marido do outro lado, que mantinha os seus olhos negros em mim e, que evitava piscar ou desviá-los. O engraçado é que eu estou agindo da mesma forma.

Por que eu tinha que te encontrar aqui? - mordi o canto do lábio.

Por que você tem que estar acompanhado por essa aí?

— Senhorit...

— Me chame de _________. - sorri, ele também.

— Eu aprovo esse seu novo visual. - sorriu e estendeu o guardanapo sobre o colo.

— Que bom que gostou, senhor Choi.  - retribuiu o meu sorriso.

— Estou curioso, _________. - me ajeitei na cadeira. — Qual o motivo que fez Namjoon deixar você e o irmão no controle da empresa? - bebericou um gole do uísque, e logo ofereceu a mim, que tratei de aceitar. Estava frio mesmo.

— Ele certamente achou que somos competentes para isso, senhor Choi. - passei a língua nos lábios.

— E por falar nele, onde se encontra? - fez círculos imaginários sobre a toalha da mesa.

— Em algum lugar da Suíça. - ele assentiu.

— ...

— Como acha que posso conseguir o respeito daqueles homens?

— Seja gentil, mas não dê lado para nenhum deles.

— Só isso?

— Não. Mas é o princípio básico, minha querida. - sorriu.

— Aprenda sobre as finanças da empresa e mostre à eles que você tem tanto direito de estar naquela sala quanto eles têm.

— Obrigada, senhor Choi.

— Não há de quê, __________. - sorrimos. - meu sorriso se desfez quando vi o Jimin se levantar acompanhado da megera.


— Boa noite, Park Jimin. - parou ao meu lado e encarou meus olhos. Senti saudades desse olhar sobre mim.

— Passeando com a bruxa? - perguntei em tom de sarcasmo. - Choi semi-cerrou os olhos ao notar o meu comportamento.

— Não, SENHORA Park. - Deu ênfase, o que fez o homem ao meu lado estranhar ainda mais a situação.

— Estou passeando com a princesa. - eu lançei um olhar para ela, como se dissesse subliminarmente que iria matá-la. - mas dessa vez ela não aparentou sentir medo como as outra vezes, o que me deixa ainda mais enfurecida. - vaca!

— Vamos, meu amor. - Ela o chamou. - apertei a faca com força. - Se estivéssemos em um local mais reservado, a essa hora ela estaria com a faca presa entre as cordas vocais!

— Tenha uma boa noite, senhor Park. - disse e bebi um gole do vinho na taça do Choi. - Jimin sentiu ciúmes por ter me visto fazer isso.

— Igualmente, Senhora Park. - fechei os olhos quando senti sua presença se afastar. - o coração doeu e eu senti vontade chorar. Isso só não aconteceu porque tenho alguém do meu lado, mas se estivesse sozinha, era provável que tivesse um rio à minha volta.

— Posso perguntar de onde se conhecem? - puxou sua taça novamente.

— Ele é um antigo amor.

— Só isso? ... Parece que há sentimentos entre vocês dois.

— É complicado.

— É uma coincidência vocês dois terem o mesmo sobrenome?

— É.

— ...

Por sorte ou não, minutos depois ele recebeu uma ligação de sua mãe dizendo pra que ele fosse para a casa dela, pois esta estava sozinha e passava mau no momento da chamada. - eu disse que ele poderia ir para a casa, ele me deixou no meu apartamento, pediu milhões de desculpas e saiu.

Olhar a cama vazia causa um buraco no meu peito. - me encostei no batente da porta.
É estranho olhar para o colchão e não ver a pessoa que eu mais queria sobre ele.

— Jimin. - desci até o estacionamento do prédio, para pegar o carro do Seok e ir até a nossa antiga casa.
Quando cheguei lá, todas as luzes estavam apagadas, e imaginei que ele ainda não estivesse em casa.

Espero que você não tenha ido pra cama com aquela vaca, Jimin! - soltei o cinto e decidi esperar que ele chegasse.
Não demorou para que isso acontecesse. - esperei alguns minutos antes de sair do carro e bater na sua porta.


— Boa noite, senhor Park. - umedeci os lábios. Ele estava exalando o perfume que eu mais gostava.

— Boa noite, senhora Park. - como eu senti falta dessa arrogância! - faltei amolecer com a frase dele.


— Quer entrar?


— E então. O que veio fazer aqui? - cruzou os braços. — Deseja algo?

— Sim.

— O que deseja? - Se aproximou.

— Você. Desejo você, seu corpo. - me aproximei ainda mais.


— Você veio até a minha casa pra transar comigo quando tinha um homem ao seu lado? - perguntou em um tom sarcástico.

— Era um jantar de negócios, nada além disso. - riu soprado.

— Mas mesmo assim tinha um homem ao seu lado.

— Eu não tenho o menor interesse naquele homem, meu amor. - adentrei minha destra por baixo da sua camisa e arranhei o seu abdome. - sua pele se arrepiou. — Eu estou com saudades, Park.

— ...

— Ultimamente tenho sentindo muito a sua falta. - mordisquei seu lábio superior.

— Por que você sente a minha falta? - apertou a minha cintura.

— Porque eu te amo. - me pegou no colo e me levou para o quarto, me deitou na cama e me beijou gostoso. Rápido e quente, do jeitinho que eu gosto. - desci minha mão para a sua calça e abri o botão e zíper da sua calça.

— Me ama? - assenti. - sua boca estava marcando com força o meu pescoço. — Sente a minha falta?

— Sinto. - gemi por sentir sua mão apertar meu seio direito.

— Muito? - adentrou a minha calcinha e ameaçou enfiar um de seus dedos.

— Muito!

— Quando você sente a minha falta?

— Eu sinto a sua falta o tempo todo! - ele se afastou com um sorriso maroto nos lábios. - franzi o cenho. — Por que você parou? - Me sentei na cama ao ver que ele subiu o zíper e abotoou o botão da calça.

— Não achou que iríamos transar, não é, senhora Park? - deu as costas pra mim enquanto fechava os botões da camisa.

— Como assim? - Me levantei. — Pensei que...

— Pensou o que? - se virou para mim com os olhos vermelhos. — Pensou que chegaria até aqui e eu estaria te esperando com os braços abertos?

— ...

— Acha que pode me ter quando bem entender? ... QUANTAS VEZES EU TE DISSE QUE SEXO SÓ DEVE SER FEITO DENTRO DO CASAMENTO?!

— ... Por que você me fez dizer que sinto a sua falta?

— Para que você saiba que não pode viver sem a minha presença!

— Eu menti, Jimin. - ele debochou.

— Mentiu, é? - passou a língua nos lábios. — Não parece que mentiu minutos antes, quando estava gemendo baixinho bem rente ao meu ouvido. - senti meu sexo se contrair.

— Menti sim.

— Você está mentindo para si mesma, isso sim! - passou a mão nos cabelos.

— Eu vou embora. - caminhei até a porta, mas ele estava bem atrás de mim.

— Estou desistindo de você, __________. - paralisei no mesmo lugar. - engoli em seco e controlei pra não chorar.

— Você está desistindo? - o olhei. - ele assentiu.

— Já te dei muitas chances para seguir feliz ao meu lado, e você as desperdiçou todas. - uma lágrima solitária escorreu.

— Jimin...

— O dia que eu fui até aquela empresa, foi a última tentativa que fiz pra te reconquistar.

— Não fala assim.

— A partir de hoje, você pode seguir feliz e sozinha com toda a sua ambição, e pode fazer o que bem entender.

— Amor, espera. Vamos...

— Adeus, __________. - fechou a porta na minha cara. - saí de lá quase correndo e segui para o carro do Seok, para desabar quando estivesse bem longe daquele lugar, dele. 


Notas Finais


Poxa, que triste.
Só queria estar nesa hora pra dar uns tapa na (S/N)
😡😡


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