História A sensual con artist (Possessive) - Capítulo 53


Escrita por: e Karol_93


Notas do Autor


Boa Leitura!
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Capítulo 53 - 53


Fanfic / Fanfiction A sensual con artist (Possessive) - Capítulo 53 - 53

            Park ___________.



— ____________? - Me olhou com os olhos levemente arregalados. Sua pele estava pálida e ela parecia estar enfraquecida. Suas íris brilharam ao me ver, mas logo ela fechou a cara. É como se eu fosse uma aberração.

— Mãe.

— Não me chame assim! - abaixei a cabeça. — Eu tive uma filha um dia. Mas você não é ela!

— Mãe, eu posso entrar para conversarmos?

— Você não é bem-vinda na minha casa, ____________. - engoli em seco.

— Senhora Min, o assunto que a ___________ tem para falar é sério.

— O que eu acabo de dizer por acaso parece não ser sério? Eu pareço estar brincando?

— Mãe. - Yoongi apareceu atrás dela. — Você tomou o remédio hoje? - ela assentiu. — Vocês podem entrar. - adentramos a minha antiga casa e nos sentamos no sofá. Minha mãe preferiu ficar em pé, e me encarava como se quisesse decifrar os meus pensamentos... ou me dar uma surra.

— Eu vim até aqui para pedir...

— Depois de tanto tempo sem ligar ou dar notícias, você tem coragem de aparecer aqui para pedir algo? - aumentou o tom de voz.

— Eu preciso de ajuda, mamãe.

— Sabe o que é hilário? - olhei-a. — Você só me chama de mamãe quando quer alguma coisa!

— ...

— Dessa vez o pedido não é direcionado à mim.

— De que se trata, irmã?

— Eu vou começar uma reforma em um orfanato da igreja do Jimin. - ele sorriu. — Eu não confio nas pessoas que estão administrando. As crianças não estão sendo bem-cuidadas. Preciso de alguém que tome conta delas.

— Como uma pessoa que não apresenta nenhuma confiança, pode dizer que não confia em outro alguém?

— ...

— Yoongi, você sempre esteve no comando daquela oficina quando o dono não estava, e tem conhecimentos em administração, certo?

— Certo.

— Você pode me ajudar com as crianças? - assentiu. — É sério?

— Sim, tudo porque estou percebendo que você está mudando. - sorriu ladino.

— Já não era hora!

— Mãe...Você pode me ajudar?

— ...

— Eu lhe pagarei para ficar com as crianças. Elas precisam de alguém que dê atenção à elas.

— Não quero o seu dinheiro sujo! - apertei a mão do Jimin com força. — Procure outra pessoa para te ajudar com os órfãos!

— ...

— Mãe...

— Não adianta, Yoongi! Quando ela era solta demais você reclamava comigo, não é? Agora que estou fazendo a minha parte de "mãe" dela você está reclamando?

— Não estou reclamando, só acho que não é necessário toda essa discussão. Somos uma família. Ela está mudando e precisa do nosso apoio.

— ...

— Você é enfermeira, mãe. Eu gostaria que você ficasse com as crianças. Eles não costumam as levar até o hospital.

— Sou enfermeira, não sou uma médica! O que você acha que eu vou fazer? Prescrever remédios?

— Não, mas acho que você pode ajudar em algo. Você tem conhecimento de anos trabalhando naquele hospital.

— ...

— Perdão, mãe. - me ajoelhei em sua frente e olhei nos seus olhos. — Perdão pelas dores que te fiz passar. Perdão por te fazer adoecer. Eu me arrependo, eu juro.

— ...

— Mãezinha... - me levantei e a abraçei, ela retribuiu. — Me desculpa. - afagou os meus cabelos.

— Onde você estava com a cabeça quando foi roubar uma pessoa, ___________? - segurou os dois lados do meu rosto. — Eu nunca te deixei faltar nada nessa casa, filha.

— Perdão, mãe.

— Você está disposta a seguir uma vida corretamente dessa vez? - assenti. — Você afirma que criou juízo?

— Sim.

— Então eu vou te ajudar. - beijou a minha testa. — Meu coração de mãe diz que pela primeira vez na sua vida você está falando à verdade. - doeu ouvir aquilo.

— Obrigada, mãe. - sequei as lágrimas.

— Como você quer que eu trabalhe lá?

— Você pode trabalhar por lá durante o dia. Caso alguém adoeça durante a noite, você pode ir até lá.

— Concordo. - ela também secou as lágrimas. — Será uma boa ocupação agora que deixei o hospital.

— Você saiu de lá? Por que?

— A minha condição não deixava eu trabalhar. Mas agora que me resolvi com a minha filha, creio que estarei bem logo logo.

— Amém. - eu disse e eles franziram o cenho. — Agora sou uma pessoa religiosa.

— Realmente isso é um milagre! - gargalhou. — Sua tia está desempregada. Você deveria contratá-la para ajudar com as crianças. Você não vai precisar de ajuda com a limpeza?

— Vou sim. - assenti.

— Vai ser uma boa oportunidade para a sua tia.

— Resolvemos isso mais tarde. Agora pretendo resolver somente coisas urgentes.

— Quer dizer que dar um emprego para uma pessoa desempregada não é urgente?

— É, tem seu nível de emergência. Mas o que eu quis dizer é que, não há como o orfanato funcionar sem uma boa administração, por isso vim até vocês dois. Agora, funcionários para as demais áreas nós encontramos em qualquer local.

— Você não pode ser uma pessoa fria quando se trata de seus familiares, ______________.

— Não gosto dela, e a senhora sabe, mãe.

— Não gosta por que? - Jimin perguntou.

— Porque ela contava para o meu pai as atitudes de uma pessoa sem valores que a minha irmã tinha. - sorriu forçado.

— Ela deveria guardar aquela língua muito bem. - me levantei. — Mãe, me desculpa mas eu preciso ir para a casa agora. - vi trocas de olhares suspeitas entre meu irmão e marido.

— Antes de ir, eu gostaria de dizer que quero conhecer o local onde vivem os órfãos.

— Posso levar a senhora até lá quando precisar. - Jimin disse.

— Obrigada, Jimin. - nos despedimos e saímos do bairro.

— Que olhares eram aqueles entre você e o Yoongi? - dei partida.

— É impressão sua, meu amor.

— ...

— Para onde vai agora?

— Para a casa. Ainda é cedo para ir trabalhar.

— Eu quero te levar até um local.

— Que local?

— Uma clínica. - olhei torto. — Para uma consulta com o psicólogo.

— Por que eu iria até o psicólogo?

— Você não está passando pelo luto, __________. Você precisa passar por essa fase da vida, por mais que ela não tenha nenhum encanto.

— Me sinto bem reagindo dessa forma.

- dei de ombros.

— Você não está bem, você está fingindo. Você sorri mas não tem verdade nos seus sorrisos, somente tristeza e agonia.

— Eu estou bem, Park Jimin.

— _____________, olha pra mim. - parei o carro no sinal. — Você sabe que eu sou um advogado formado e atual delegado, não sabe?

— Sei, o que isso tem haver?

— Tem haver que eu estou acostumado a lidar com vários tipos de mentirosos todos os dias. - voltei a dirigir. — Eu sei que você está mentindo.

— Não estou mentindo.

— ...

— Se não quer fazer essa consulta por si própria, será que pode fazer por mim?

— Não. Chantagem emocional não costuma funcionar comigo.

— ... Que ... droga! ... Eu só estou tentando encontrar uma forma para te ver bem. Custa entender isso?

— Quer me ver bem? - assentiu. — Ótimo! Então eu lhe peço que pare de tocar nesse assunto e respeite o tempo que a minha cabeça precisa! A minha cabeça não é fraca como a das pessoas que você costuma lidar!

— Tudo bem. - estacionei o carro em casa. Ele saiu antes de mim e bateu a porta com força.

Em casa, eu o encontrei jogado de bruços sobre a cama. Me deitei ao seu lado e encarei o seu rosto vermelho e coberto por lágrimas.

— Por que você é tão sensível? - toquei seu rosto.

— Porque você não escuta oque eu tenho para lhe dizer. Você não entende que o que eu quero é o seu bem.

— Eu estou bem, Park. Só preciso que você respeite e entenda o meu lado. Eu estou sim em luto, mas diferente da maioria das pessoas, a minha forma de superar lembranças é fixando em meu pensamento que isso é uma coisa normal, afinal a vida é assim, né? Tudo que nasce tem que morrer algum dia, e infelizmente, o dia da Camille chegou.

— ... - ele me olhou com o cenho franzido.

— Pode respeitar isso?

— ...

— Jimin?

— Eu tenho medo que você faça algo, ____________.

— Tem medo que eu tire a minha própria vida?

— ...

— Eu nunca faria isso! Sou uma milionária, tenho muito dinheiro para gastar antes de morrer! ... E tenho que ajudar os baby's e children's do orfanato.

— Isso não conforta o meu coração, ____________. - deitei-o da forma correta e sentei sobre seu colo.

— Tenho que sentar sentar muito no seu pau.

— ______________, estávamos falando de um assunto sério.

— Amor... Você me comer não é sério? - beijei seu pescoço.

— ...

— Eu senti sua falta, Jimin. - lambi seus lábios. — Deixa eu acabar com a saudade que sinto do seu corpo, huh?

— ...

— Estou com saudades. - tirei a camiseta e o sutiã.

— ... - a saia e a calcinha.

— O que você está fazendo não vai dar certo, ___________.

— Já deu mais que certo. - apertei seu pau coberto pela calça. — Você está duro por mim, não é? - abri os botões da camisa dele.

— Você está tentando me fazer mudar de ideia. Isso não vai rolar! - rolei os olhos. — Você vai sim se consultar.

— Então quer dizer que não vai me comer? ... Olha, eu posso ir até o Choi, viu? - inverteu as posições ficando por cima e apertou a minha garganta com força.

— Eu vou te comer sim. - mordiscou meu lábio. — Vou te comer gostoso, para que você saiba que nunca, jamais vai precisar correr para outro homem e se satisfazer.

— ...

— A próxima vez que você me disser que vai até outro homem, eu te mato, ___________. - apertou um pouco mais. — Você tem um homem, não precisa de outro! - me soltou.

— Então me mostra que você é o homem que está dizendo.

— Você esta me provocando? - puxou meus cabelos.

— Não sei, eu estou?

— _____________, ______________, _____________. Você não quer que eu te repreenda, quer?

— Quero. - elevei o tronco e beijei seus lábios. — Quero muito.

— O que eu deveria fazer com você dessa vez? - passou o dedo em minha entrada.

— Me dê prazer.

— E dor?

— Também quero. Quero muito.

— Okay. - só foi o tempo de nossos lábios se encostarem para o celular dele começar a tocar.

Decidi não reclamar, eu sabia que era assunto de trabalho, e entendo que há pessoas precisando dele agora.

Me levantei da cama e vesti as minhas roupas. Eu sabia que já tinha "perdido" o meu marido para o trabalho dele. - fui para a cozinha comer algo.

— Eu tenho que sair agora. - assenti sem o olhar. — Você está chateada?

— Não.

— Amor v...

— A gente pode continuar quando você voltar. - o olhei, ele assentiu. — Se cuida.

— Você também... Eu te amo. - saiu.

Na ausência de funções a serem feitas naquela casa, decidi ir para o trabalho e adiantar os trabalhos para hoje.

Evitei ao máximo falar ou pensar na Camille. Até as nossas fotos eu coloquei em um outro lugar para não as olhar. Direcionar meus olhos para aquilo não me fazia sentir saudades, apenas raiva de mim mesma.

— Patroa.

— ...

— A reunião que você marcou começa em cinco minutos. Eu vou lhe fazer companhia.

— Está bem. - me levantei.

— O senhor Choi está aí fora, e pede para conversar com a senhorita.

— Peça que ele entre. - fez reverência e saiu.

— Boa tarde, ___________. - sorriu galanteador.

— Boa tarde, Eunbi.

— Como está hoje?

— Estou bem.

— Soube que um infortúnio aconteceu em sua vida. Meus pêsames. - se curvou.

— Obrigada. A rosa que está atrás de você é para mim?

— É sim. - me estendeu. — Quer saber o significado dela?

— Rosas têm significado?

— Claro que sim. - se aproximou. — Rosa claro significa admiração e simpatia. É o que sinto por você. - sorri ladino.

— Obrigada. - o abraçei. — Podemos ir? - deixei a flor sobre a mesa e o segui para a sala se conferências. - os que estavam presentes me receberam com olhares não convidativos.

Fingi desimportância e me sentei na minha cadeira, esperando que o porta-voz se pronunciasse.

Por estar incomodada com a situação de ter que substituir a minha melhor amiga, acabei ficando em silêncio a maior parte da reunião. Concordei com o que pensei ser certo e neguei algumas atitudes intoleráveis.

Dois candidatos foram apontados como vice, e começaram uma votação para os escolher.

Há um empate. Ambos têm sete votos.

Será a minha opinião que mudará o sentido e rumo dessa empresa.

— O meu voto vai para o candidato número dois. - não gostaram.

— A senhorita por acaso sabe que eu estou nessa empresa há nove anos?

— Não sei, e não me importo. O que te faz pensar que eu o escolheria por mais tempo de trabalho?

— Eu sou competente para preencher a vaga de vice-presidente dessa empresa por estar aqui a muito mais tempo! Esse moleque não entende nada de negócios! - analisei por inteiro o outro candidato. Ele parecia ser bem novo. Muito novo, para falar bem à verdade.

— Qual é a sua idade, Hejal? - perguntei.

— Vinte e cinco.

— Claramente não entende de nada!

— Eu sou a presidenta da empresa! Ela é minha! É a minha opinião que vale à cima da de vocês aqui dentro!

— Estará cometendo um grande erro se colocar ele.

— O senhor sabe muito bem qual é a minha idade, e até agora a empresa não sofreu nenhuma consequência por eu estar no comando dela. Em um trabalho, não se trata de ter um mais velho ou outro mais novo. O que vale é competência.

— ...

— Eu não gostei da forma como se referiu ao Hejal, com sua arrogância e falta de educação. Como estão dentro da minha empresa, deveriam saber que eu detesto que humilhem as pessoas.

— Hejal, o cargo de vice-presidente é seu. - o porta-voz disse.

Saí da sala indo em direção ao meu carro, que estava no estacionamento. Por passarmos horas lá dentro, agora já são seis da tarde. Eu só quero tomar banho, deitar na minha cama e dormir. Dormir até amanhã quando o relógio despertar.

Meu corpo todo dói. Eu não comi nada, e mesmo assim estou sentindo enjoo. - coloquei a mão sobre o lábio e respirei fundo. - espero não dar vexame na frente dos funcionários.

— Talvez algum remédio possa me ajudar. - desativei o alarme do carro e guardei lá dentro a minha bolsa e uma pasta com documentos que a Camille guardou em sua sala. - senti uma presença se aproximando e me movi para ver quem era.

— Filho de Lúcifer, você aqui? - fechei a porta do carro.

— Oi, ___________.

— ___________? - ri sem entender. — O que houve com "cria do inferno"?

— Será que a gente pode conversar? - coçou a nuca. — Em um outro local.


"A partir de hoje, eu não quero você perto dele. "


Se Jimin souber que ele e eu nos encontramos, vou estar ferrada. Meu relacionamento com ele chegou em uma estabilidade que eu jamais pensei que chegaria. Uma discussão com meu marido agora o faria perder o restante da confiança que tem em mim, que por sinal é bem pouca. Mínima, eu diria.

— Claro, JungKook. - por que será que eu gosto de fazer o contrário do que me dizem?

— Tem uma loja de doces aqui perto. Você poderia me acompanhar até lá?

— Sim, você está a pé?

— Meu carro já está lá.

— Então você vem comigo no meu carro. - ele assentiu meio desconcertado antes de adentrar o carro junto à mim.

Não era grande a distância entre a empresa e a tal loja que ele dizia, mas o trajeto foi em total silêncio.

Ele parecia estar nervoso, e aparentava suar no momento.

Descemos do veículo e entramos no estabelecimento, que ao abrirmos a porta, fez o sininho soar. Nos sentamos na mesa mais afastada e aguardamos até que alguém viesse nos atender.

— Boa tarde. - uma garota sorriu simpática. — O que desejam?

— Um café para mim. - pigarreou e me olhou. — E você, __________?

— Eu quero somente um suco... de uva. - saiu.

— ... - ele não olha nos meus olhos, e está inquieto por alguma razão que estou super curiosa para descobrir.

— E então, JungKook. - me olhou com os olhos arregalados. — Por que me chamou até aqui?

— Podemos esperar o café chegar? - disse e sorriu forçado. Confirmei e aguardei fazendo o uso do meu aparelho celular.

O Park estava online, provavelmente me aguardando enviar alguma mensagem, ou até mesmo tentando descobrir com quem eu conversava no momento. - guardei o celular na bolsa no momento em que nossos pedidos chegaram.

— Fala. - ele tomou um longo gole do café. — Vai se queim... - a tampa do copo se abriu e despejou café sobre seu colo. Ele gemeu baixinho de dor. — Eu te disse! - fui para perto dele e o ajudei se secar com a toalha que a garçonete trouxe. — Por que você está tão nervoso, em? - olhei em seus olhos que me fitavam marejados. — Jeon?

— ____________.

— O que é? - rolei os olhos devido a impaciência.

— Eu gosto de você.

— Eu também gosto de você, apesar que você me faz te odiar. Não sei explicar, mas ao mesmo tempo que eu gosto já não gosto mais. - sorriu. - terminei de limpar. — O que você quer me dizer?

— Eu ...

— Você...? - bebi um pouco do suco. — Fala de uma vez, Jeon JungKook!













































— Eu te amo, ___________. 


Notas Finais


E ainda piora, viu?!😔😏
Eu não darei certeza, mas talvez eu fique fora por alguns dias novamente. Eu não estou bem, desculpem💛
Espero vocês nos comentários. 💜
VOCÊS SÃO MEUS ANJOS ❤🌹


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