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História A sensual con artist (Possessive) - Capítulo 92


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Notas do Autor


Boa Leitura!
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Capítulo 92 - 92


Fanfic / Fanfiction A sensual con artist (Possessive) - Capítulo 92 - 92


Min ________________.


Enfim hoje é segunda-feira de manhã. São exatamente seis e quarenta e cinco.

Me levantei da cama praticamente me arrastando para ir ao banheiro. Se não tivesse que trabalhar hoje, eu teria acordado próximo do meio-dia.- Foi assim que eu fiz durante a semana que se passou. Acordava somente quando o Jeon estava prestes a sair para fazer seu horário de almoço.

— Jeon, acorda. - abri as cortinas para facilitar que ele levantasse.

— ... - resmungou algo indecifrável e cobriu a cabeça com o edredom.

— Levanta da cama, Jeon JungKook! - retirei o edredom de cima de si e ele me puxou para a cama, me prendendo em seus braços. — Ah, não!

— Ah, sim! - distribuiu beijos por todo o meu rosto. — Bom dia, meu anjo.

— Bom dia, preguiçoso!

— Não é preguiça, é cansaço. Nós chegamos da viagem ontem à noite, e estou muito cansado.

— Sim, eu sei. Mas você precisa trabalhar se quiser ter um emprego.

— Bom dia, anjo. - suspirou pesado.

— Te espero lá embaixo, bebê. - beijei seus lábios e desci até a cozinha.

Agora que a minha rotina de trabalho irá ser retomada, talvez eu precise de uma funcionária para lavar a roupa e organizar a casa, que eu sozinha consigo bagunçar.

— Eu adoraria te deixar no seu trabalho hoje. - beijou meu ombro.

— Não, não, não. - olhei-o. — Mas eu sim posso te deixar no seu se você quiser. - ele sorriu maroto e beijou meus lábios.

— Você está linda. - sorri. — Por acaso vamos almoçar juntos hoje?

— Eu não sei. Depende da quantidade de tarefas acumuladas que eu tenho no trabalho. - sentei na cadeira. — Porque se for muita, irei almoçar dentro da minha sala.

— Tudo bem. - entortou a boca. — Bom, ao menos tomaremos café juntos, não é?! - assenti.

— Não fica tristonho, bebê. - ele sorriu sem ânimo. — Ah, Jeongukk. - me levantei e me encostei em seu corpo, que está apoiado no mármore da bancada. — Seus olhos estão vermelhos. Por que está chorando?

— Eu não estou. É alergia. - disfarçou. — Você não vai comer? - bebeu o café da xícara.

— Somente quando você for comer.

— Não estou com fome.

— Eu também não.

— O que nós dois deveríamos fazer? - perguntei.

— Transar. - me abraçou. — Bem rapidinho.

— Não vai dar não. - sorri forçado. — Está quase na hora de sair.

— Prometo que farei rápido e gostoso. - beijou meu pescoço. — Você poderia me compensar, não é?!

— Compensar pelo o que? - arqueei uma das sobrancelhas.

— Ontem, quando nós chegamos. Você não me deixou te tocar. E até onde eu sei, você é maluca por sexo. ... Aconteceu alguma coisa... ou você não gosta mais de mim?

Aconteceu sim uma coisa. Estava me sentindo estranha por depois de tanto tempo receber toques que não fossem do Jimin. - no sábado, lá na praia, eu nem me importei. Mas na manhã do domingo, o meu pensamento veio à tona e eu me senti culpada perante ao que o Sunwoo me disse. - o meu irmão tem razão.

— Talvez nós façamos durante a noite. - sorriu negando.

— Tudo bem, mocinha.

— Vai dormir comigo hoje? - perguntei.

— Bom, se você quiser eu estarei sempre à sua disposição.

— Você se parece com um garoto de programa falando assim! - gargalhei.

— Eu posso ser o seu garoto de programa. - umedeceu os lábios. — Mas não quero meu pagamento em dinheiro.

— Qual a forma de pagamento que você deseja, senhor Jeon?

— Você todinha só para mim. - apertou minha bunda. — Quero que os seu carinhos e toques sejam somente para mim. - beijou minha mão.

— Eu não imaginava que você fosse ciumento.

— Eu não sou ciumento. Você faz o que quer e na hora que quer, afinal, a vida é sua e você já tem idade suficiente para controlar seus passos. - a outra pessoa nunca me diria algo assim. — Porém, eu quero todo o amor e carinho que você está disposta a me oferecer. Concorda? - assenti.

— Concordo bebê.

— Humm, eu gosto desse apelido, mas...

— Mas...?

— Quando você namora uma pessoa, é perfeitamente normal que um chame o outro de 'amor'. - engoli em seco. — Mas até agora você não me chamou dessa forma.

Como é que eu vou dizer para ele que não o chamo assim porque é a forma que eu me referia ao Jimin?

— Eu até já te chamei de Jagiya.

— Não me chame assim. - me deu dor de cabeça, e acabei por massagear as têmporas.

— Tudo bem, desculpa. - eu o deixei chateado. — Me dê uma carona até a delegacia. - assenti.

— ... - peguei a bolsa sobre o sofá.

— Eu dirijo até lá. - rolei os olhos. — Mal educada!

— Uhum, e você gosta. - pisquei.

— Oh, sim! Eu amo! - me beijou. — Te amo. - sorri. — Vamos, senhorita Min?

— Claro, senhor Jeon.

Eu acho que depois que disse para ele não me chamar daquela forma, ele ficou chateado. Ele está apenas dirigindo. Sem conversar comigo, sem repousar sua mão sobre a minha coxa, sem me olhar nos olhos. Apenas dirigindo.

— Quando... quando eu disse para você não me chamar daquela forma, foi porque o Taehyung me chamava assim. - me olhou pela primeira vez.

— ...

— Eu levei muito tempo até que conseguisse parar de me sentir culpada pela morte dele. Então, se você me chamar assim, fará com que eu me sinta culpada sempre.

— Desculpe. - sorriu sem humor. — Vou encontrar outra forma de me referir à você, anjo.

— ...

Mais alguns minutos e chegamos frente ao lugar que ele trabalha. - alguns policiais fardados entram e saíam sempre em duplas, cumprimentando uns aos outros. - sorri os observando.

— O que está vendo aí? - Me cutucou. - soltei o cinto quando percebi que ele fez o mesmo.

— Estava olhando os policiais. Jeon, qual sua função dentro da delegacia? - ele sorriu.

— Por que, anjo?

— Eu nunca te vi usando uma farda.

— Quer me ver usando uma farda? - perguntou sacana.

— ... - não o respondi.

— Eu não uso farda, anjo. Esses policias que você está vendo, são externos. Consegue me entender?

— Mais ou menos.

— Eles cuidam do bem estar dos civis, e por isso, andam em meio a eles. A farda é para se destacar.

— E você? - ele retirou a jaqueta.

— Eu uso somente essa camiseta preta com a logo da delegacia. - idêntica à que o Jimin usa.

— Qual é a sua função?

— Perito criminal. Somente saio da delegacia quando há necessidade, e ainda sim não preciso usar uma farda.

— Que triste. - fiz biquinho.

— Bom, se eu não entrar agora, terei mais problemas. - saímos do carro. — Se você puder almoçar comigo hoje, me mande uma mensagem. - assenti e ele me beijou profundamente.

— Até depois, garoto de programa particular. - pisquei.

— Até depois, senhorita Min. - jogou beijo no ar. - o observei até entrar dentro do estabelecimento.

Entrei no meu carro, dei partida e comecei a dirigir. - quando eu estava descendo a rua, o carro do Jimin estava subindo. - o meu coração acelerou.

Embora eu quisesse o ver, não tive oportunidade para isso. - Os vidros do seu carro estão ainda mais escuros. Assim como eu não o vi, ele também não viu meu rosto. - meus vidros são escuros para evitar que vejam o meu rosto.

Sequei as lágrimas e continuei o meu percurso.

(...)

Cheguei em casa por volta das sete da noite. As luzes estavam todas apagadas, então significa que o Jeon não está aqui. - subi as escadas e entrei no meu quarto. - a luz do abajur estava acesa.

— Não acredito que esqueci de apagar!

Passei para o banheiro e tomei um banho rápido. Vesti um vestido qualquer e me joguei na cama. - até agora o Jeon não havia chego, e se ele fosse vir, iria me encontrar dormindo, e perderia a oportunidade de transar esta noite. - fechei meus olhos e aguardei o sono chegar.

— Boa noite, senhorita Min. - sorri antes de me levantar e encarar a figura.

Jeon JungKook estava na porta do quarto, encostado e com os braços cruzados. Usava uma farda toda preta e um quepe na mesma cor.

— Quer saber em que eu estou pensando agora? - mordeu o canto do lábio.

— Em que? - Me aproximei e ele recuou.

— ... - retirou o quepe e jogou sobre a cama. — O que você acha que eu deveria fazer com você depois de ter me provocado durante a manhã, hum? - Me encurralou na parede.

— Humm, eu acho que eu mereço você. - roubei um selinho. — Pensa comigo, Jeon. Se você me "der" o seu corpo, eu não precisarei deitar naquela cama e te provocar pelo restante da nossa noite.

— Não sei não, anjo. - levei minhas mãos até o seu cinto e o desfivelei. — Sua proposta até me parece muito tentadora. - sussurrou.

— O que vai fazer, policial Jeon? - ele semi-cerrou os olhos.

— Quer que eu te prenda naquela cama, senhorita Min?

— Antes de me prender, o correto seria realizar outros tipos de procedimentos, não é?!

— Tem razão. - me virou bruscamente, me deixando com o rosto colado na parede e com a bunda empinada em sua direção. - ri baixinho. — Eu gostaria que você compartilhasse comigo o motivo que está lhe fazendo sorrir, senhorita. - sussurrou ameaçador. - me arrepiei.

— E se eu não disser? - apertou com força a minha bunda.

— Eu serei obrigado a lhe dar uma punição.

— Estou louca para saber qual será a sua punição, Jeon.

— É policial Jeon, senhorita Min! - apertou a minha coxa.

— Podemos foder agora?

— Hum, não sei. Ainda não realizei os princípios básicos de revista. - apertou delicadamente os meus dois seios, abaixou os meus braços e abaixou também as alças do meu vestido, descendo para a minha cintura até deixá-lo no chão. — Talvez eu deveria dar-lhe uma multa por não usar calcinha. - acariciou a minha bunda.

— Por que?

— ... - me virou de frente para si e me olhou de cima à baixo, com seus olhos negros brilhando.

Deixamos o clima de lado e, em total desespero pelo corpo um do outro, nós nos embolamos na minha cama e nos beijamos até que ele tirasse a sua camiseta ficando somente com a calça.

— Não tem algema? - ele negou. — Por que? - fiz bico.

— Porque não lhe entregarei minhas algemas para que você me prenda.

— Por que não?

— Porque eu prenderei você nessa cama. Que tal? - prendeu meus braços.

— Por que está me prendendo?

— Você foi uma moça desobediente. E agora, vem a sua punição. - passou a ponta da língua em minha barriga. — Eu vou sair por um instante, e espero que você possa ficar quietinha durante a minha ausência. - se retirou do quarto.

Não sei onde ele foi e muito menos oque foi fazer. - mas fiquei um tanto chateada com a sua ausência, poxa. Ele me provoca, me deixa com o corpo queimando e em seguida sai, me deixando frustrada, ansiosa e algemada na cama. - suspirei.

— Demorei, anjo? - sorri para ele que fez o mesmo quando notei alguns cubos de gelo dentro do copo em sua mão. — Espero que não tenha te chateado. - deixou minhas pernas retas.

— O que vai fazer com isso? - indaguei curiosa.

Ele colocou o cubo de gelo não tão grande em sua boca, se aproximou do meu pescoço e deslizou uma parte do cubo sobre a minha pele. - me contorci um pouco ao sentir meu corpo esfriar em uma pequena área. - passou o cubo por meus seios e gemi.

— ...

Ao mesmo tempo que eu queria o cubo dentro da sua boca passeando por meu corpo, eu já não o queria. - oque eu queria mesmo era ir direto ao ponto, ou seja, transar.

Ele me beijou e transferiu o cubo para a minha boca. - o cubo agora está menor do que antes. - abaixou sua calça juntamente com a cueca até os joelhos e, enfiou seu pau na minha boca. - ele gemeu alto. - os pelos do seu corpo se arrepiaram, assim como os meus por tê-lo ouvido gemer.

Já que eu não poderia usar as minhas mãos, ele estava literalmente fodendo a minha boca. - sua mão segurando meus cabelos forçava meu rosto contra o seu pau, e assim, ele me fazia engolir até onde desejava.

— ... - eu me engasguei e ele aproveitou para o retirar da minha boca, dando tempo para eu respirar antes de o enfiar novamente de uma só vez.

— Você tem uma boquinha muito gostosa! - gemeu sôfrego. — E agora?

— Me fode. - pedi. — Me fode agora, me fode com força. - sua respiração está pesada e ofegante.

— ...

— Solta meus pulsos, me deixa te tocar e... - avançou nos meus lábios me beijando com fervura enquanto sua mão apertava a minha cintura.

— Eu vou te soltar sim, mas não é porque você pediu. - soltou-me. - pulei em seu colo e voltei a beijá-lo. — Ontem você fez a maior parte do serviço sozinha. - terminou de passar a roupa por seus pés. — Hoje é justo que eu faça isso contigo. - me deitou de bruços na cama.

— ... - sorri sapeca por saber exatamente qual seria o próximo passo dele.


Flashback:

Sentir o meu pau na sua bunda é oque você quer?

Sim... - respondi manhosa.

Quando nós dois transarmos pela primeira vez, eu prometo que faço isso. Mas por agora, vai ficar sentindo a minha ereção na sua perna.

Flashback.


Ele esfregou a cabecinha do seu pau entre as minhas duas entradas, e ao perceber que eu gemi em resposta, me introduziu rapidamente. - agarrei os lençóis da cama com força.

Enquanto se movia dentro de mim, fazia questão de morder e sugar a pele do meu pescoço.

— Estou esperando você gozar. - puxou meu rosto para o lado e passou a língua nos meus lábios. — E quero escutar você gemer quando estiver gozando.

— JungKook.

— ... - eu não o deixaria marcar meu pescoço sem que eu pudesse fazer o mesmo consigo. - ele se sentou na cama, me sentei no colo dele e me abraçou com força. - foi ali que eu percebi uma ótima oportunidade para avançar em seu pescoço e o marcar, como eu tenho certeza que ele fez comigo. - o melhor de tudo é que ele parece gostar do que eu estou fazendo.

— ... - alguns minutos depois e ele gozou. Dessa vez foi em meu interior, não me importei que ele fizesse isso.

— Prometo acordar bem cedo amanhã é comprar o remédio. - assenti.

— Não vai se esquecer? - negou.

— Não vou.

— ...

— Eu tenho um presente para você. - virei meu rosto para o olhar.

— Que presente? - Me sentei na cama quando ele fez o mesmo.

— Um que é simples e que eu espero que você goste.

Eu estava ansiosa para ver o presente. Mas lá no fundo, a minha mente dizia repetidas vezes seguidas:

Que não seja um anel! Que não seja um anel!

— Não se compara à todas aquelas joias que você tem, mas é de coração. - sorri encantada com a pulseira de prata. - nela haviam três pingentes. A inicial do meu nome, a do dele e no meio, um coração.

— Eu gostei. - prendi em meu pulso. — Obrigada, Jeon. - me sentei no seu colo.

— Você realmente gostou? - assenti. — Que bom. - sorriu. — Eu tive que procurar ajuda para escolher isso.

— Ajuda de quem?

— Da Hae. - fiz uma careta de nojo. — Não faz isso, anjo.

— Desculpa.

— Bons sonhos, anjo. - beijou minha testa antes de se levantar e ir para o banheiro tomar banho. 



—...


Notas Finais


Olha, eu acho que a S/N e o Jeon são muito fofinhos juntos. 😍
Embora algo esteja prestes à acontecer para acabar com essa união de ambos. ☹😏
A visita de vocês para o Kim mais velho será no próximo capítulo. 🤐😋
Espero vocês nos comentários. 💜
VOCÊS SÃO MEUS ANJOS E EU AMO VOCÊS!❤🌹

https://www.spiritfanfiction.com/historia/do-inicio-ao-fim--min-yoongi-18917287


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