História A sentimentalista - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter, Severus Snape, Snape
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Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui o próximo capítulo! Obrigada pelo apoio! Prometo responder os comentários! Espero que gostem!

Capítulo 3 - 3


O dia surgiu com um lindo sol em Hogwarts. Sherazade acordou e colocou as roupas deixadas encima de sua cama. Ao lado havia um bilhete e um papel em branco:
“Siga este mapa, ele te levará ao salão principal onde servirá o café da manhã.
-Dumbledore”
Ela tocou os dedos no papel em branco e misteriosamente ele foi preenchido com um mapa que apontava a direção que deveria ir.
Ela caminhou tentando ignorar o retrato de uma senhora gordinha bonita que lhe chamava para conversar, não entendendo porque os quadros falavam.
Chegou então ao salão principal, mesmo tendo uma curiosidade imensa de entrar nas outras portas do qual desconhecia. 
Lá estava Dumbledore e os outros três professores.
-Sherazade! Venha comer!-Exclamou Hagrid na ponta distante de uma das grandes mesas compridas, do qual dariam para mais de 300 pessoas.
Ela se sentou ao lado de McGonagall e Snape. Imediatamente um bule flutuante veio servir a xícara que estava a sua frente.
-Muito Obrigada.-Ela disse para o bule, sem saber se ele entenderia ou não.
Pratos com diversos tipos de pão, ovos mexidos, bacon, chás de todos os sabores e tudo para um café da manhã completo voavam ao seu redor.
Ela nunca tinha visto tanta comida em sua vida, nem quando ela espiava nas janelas de algumas famílias no Natal.
Após o desjejum de todos, Dumbledore explicou o papel de cada professor, que cada um cuidaria dela até às aulas começarem.
-Há tantos alunos assim para essa mesa lotar?-perguntou timidamente.
-Há escolas de bruxaria em todo o mundo e Hogwarts é uma das mais famosas e procuradas.-respondeu Mcgonagall.
-Senhorita Sherazade, suas aulas vão começar hoje. Seu primeiro tempo será com o Hagrid do qual ele explicará sobre a escola e depois uma aula introdutória de magia com o professor Snape e após isso poderá descansar.-Falou Dumbledore.
Fazia tempo em que ela não frequentava uma escola. Não sabia como seria retornar para uma, principalmente uma mágica.


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Hagrid tratava Sherazade como uma grande amiga. Mencionava todos os cantos da escola do qual ela devia ir e não devia ir.
-Como eu te falei. Não vá nas florestas proibidas, lá fica muito escura de noite e é cheia de criaturas não tão amigáveis.-Já lhe deixava desconfiada pelo nome, ficou imaginando pelo caminho que tipo de criaturas ficavam por lá.
Hagrid cumprimentava todos os retratos amigavelmente, ele lhe mostrou os fantasmas que eram criaturas que de início eram assustadoras, mas não faziam mal a ninguém.
Ele pegou o mapa dela e encostou nas áreas que ela não podia acessar, as áreas magicamente ficavam com um X vermelho.
-Se quiser passar em minha casa, ela não fica longe do castelo, você pode passar um intervalo conversando e tomando chá comigo, fique a vontade!
Ele mostrou como se comportar diante as escadas que se movimentavam, aonde ficava os banheiros, bibliotecas e salas de lazer onde ela poderia descansar.
A tarde tinha sido confortável ao lado de Hagrid, ele sempre a fazia se sentir bem vinda.
Entretanto tinha uma pessoa que ela dúvida se esta realmente gostava da presença dela aqui.
Severus Snape, o professor que daria as aulas de magia para ela. Desde que ela chegou ele foi o único que não demonstrou grandes sentimentos com a sua chegada.
A aula com ele foi em uma grande sala, cheia de vidros com líquidos de várias cores e caldeirões.
-Boa tarde, não estivemos a sós. Sou o professor Severus Snape, responsável pela Sonserina e pela matéria de o uso de poções em Hogwarts.-Ele falou sem expressão.
-Bom, consigo ver que você não sabe nada do mundo mágico. Espero que eu consiga te ensinar a tempo tudo, mas claro, o sucesso disso não será apenas responsabilidade minha como também sua.-Ele respirou fundo.- Sou uma pessoa que gosta de comprometimento e já que aceitou entrar para Hogwarts terá que ter isso.
Ela concordou com a cabeça, ele era tão rígido nos olhos dela, mas ela não ia falhar de jeito nenhum, Hogwarts era a oportunidade da vida dela.
-Vamos começar: Este mundo é dividido em diversas criaturas, sendo muitas delas desconhecidas por trouxas.
-O que são trouxas?- Sherazade perguntou curiosa, Snape revirou os olhos e disse:
-Da próxima vez não me interrompa. Trouxas são seres humanos que não possuem a habilidade de controlar magia, são diferente de bruxos e bruxas, estes que podem controlar esse poder.
Ela não se importou de interromper mais uma vez:
-Então, o que eu sou?
Snape não sabia responder à pergunta, mas achou curioso a garota perguntar isso.
-Não sabemos o que você é. Se fosse uma bruxa deveria ter pelo menos alguém mágico em sua família e ter liberado magia mais jovem, se fosse trouxa não poderia ter feito o que fez nos becos de Londres.
Ela pensou no que aconteceu no outro dia e sorriu. Então era aquilo. Era magia. Bem que das poucas lembranças que tinha de sua mãe, uma delas era sobre magia quando era bem pequenina.
“-Minha filha, você é mágica, precisa acreditar em você.-dizia sua mãe baixinho em seus ouvidos.
-Mágica como as fadas?-Perguntou a menina. 
-Não esse tipo de magia. Todos nós de certa forma somos mágicos por dentro. Cada pedacinho de nós é mágico.”
Ela se sentiu especial no dia em que sua mãe lhe disse aquilo, mas depois de tudo que lhe aconteceu, ela se sentia tudo menos mágica.
-Sherazade se concentre!-Exclamou Snape.
-Isto aqui é uma varinha.-Ele apontou para um pedaço de madeira fino.-Todos os bruxos possuem uma e elas são únicas, afinal são as varinhas que escolhem o bruxo.
-Sendo você bruxa ou não, ganhará uma varinha após algumas aulas, iremos ao beco diagonal para que alguma escolha você.-comentou Snape.
Seus olhos brilharam, não podia negar. Mesmo com o mau humor de Snape ela ficava encantada com tudo que ele dizia sobre esse lado mágico do mundo, principalmente de saber que talvez fazia parte dele.

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Após a aula com Snape, ela se sentiu imensamente feliz. Mesmo tendo apenas uma pequena introdução no mundo da magia, ela se sentiu fascinada por esse universo.
-Por favor Senhor me ensine mais.-Ela disse no fim da aula.
-Senhor não, Professor.-ele corrigiu-a. Achava engraçado e fofo, o jeito que ela se portou na aula, mas nunca demonstraria isso.-Você terá muitas aulas, fique tranquila.
Ele deixou-a sozinha na sala. Ela foi andando para ir na biblioteca aonde poderia descansar.
A biblioteca, sinalizada no mapa, fascinou a menina. Imensas prateleiras do qual poderia ler tudo que gostaria de saber desse lugar.
Dumbledore estava sentado em uma das poltronas, ao seu lado havia um bibliotecário ranzinza que não parecia feliz em vê-la.
Ele perguntou sobre o seu dia. E ela não tinha palavras para descrever. Mas que dia!

 


Notas Finais


Espero que tenha gostado! Daqui a pouco eu posto o próximo! Seus comentários me deixam bem feliz!
Obrigada!


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