História A sereia - Lutteo - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Benício, Emília, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Rey, Sharon, Simón
Tags Aguslina, Amizades, Amor, Gastina, Lutteo, Michaentina, Niric, Paixões, Ruggarol, Sereia, Simbar, Sou Luna
Visualizações 72
Palavras 1.437
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é a minha primeira fanfic de Sou Luna no spirit, espero que gostem

Capítulo 1 - Onde tudo começou


Fanfic / Fanfiction A sereia - Lutteo - Capítulo 1 - Onde tudo começou

Luna Valente

- Amiga o que você vai fazer agora que o colégio acabou? - Nina pergunta enquanto saímos da escola.

- Ainda não sei Nina, vamos com calma né? Hoje foi só o último dia de aula, ainda temos muito tempo pra pensar nisso... - Digo enquanto pego meu celular.

- Você tem razão. Mas você continua com aquele sonho de ser professora? - Ela pergunta.

- Claro que sim Nina, você sabe que quando eu tenho um sonho, vou até o fim! - Digo enquanto andamos.

- Não sei como você consegue ter paciência com crianças... Essas pestes me deixam maluca! - Ela diz e eu começo a rir.

- Aí Nina, pra ser professora é preciso ter paciência... - Digo olhando para o céu e sorrindo.

- Pois é, uma coisa que eu nunca vou ter! - Ela diz, e quando percebo já estou na porta da minha casa.

- Tchau Nina, depois a gente se fala mais... - Dou um beijo na bochecha dela e entro em casa. - Mãe, pai?


Ninguém me responde e eu começo a andar pela casa procurando eles, até que acho um bilhete encima da geladeira.


Luna, a sua mãe passou mal e eu precisei levar ela para o hospital. Assim que você ler isso, vá para o hospital correndo.


- Meu Deus! - Começo a entrar em desespero e vou correndo para o hospital.


Eu estou com medo. Faz alguns dias que a minha mãe está estranha... Ela fica falando como se fosse me deixar, não gosto desse papo! 

Assim que chego no hospital, vejo o meu pai na recepção e vou correndo até ele.


- Como ela está? - Pergunto nervosa.

- Muito mal, a doença dela se agravou... - Meu pai diz, e eu fico sem reação.

- Doença? Pai, que doença? - Pergunto ficando mais nervosa ainda.

- Há alguns meses atrás a sua mãe descobriu que estava com câncer. Ela não te falou isso antes pq não sabia como te contar... - Meu pai explica.

- Vocês não podiam esconder isso de mim! - Começo a chorar. - Eu quero ver ela!

- Ela está no quarto Xxxx... - Meu pai me mostra o quarto.


Em seguida vou até o quarto que o meu pai indicou. A minha mãe está lá, respirando com ajuda de vários aparelhos. Aquela foi a pior imagem da minha vida, eu jamais imaginava ver ela assim...


- Mãe... Como você tá? - Seguro a mão dela e deixo várias lágrimas caírem.

- P... Péssima. Luna, me desculpa por esconder isso de você, eu não sabia como te falar isso... - Ela diz bem fraca.

- Tudo bem, tenta descansar, você precisa descansar, pra ficar bem logo! - Digo segurando a mão dela.


Depois de alguns minutos, os aparelhos começam a apitar e ela vai fechando os olhos lentamente. Os médicos entram no quarto


- Eu sinto muito mais ela morreu! - O médico olha pra mim e eu começo a chorar.


Agora eu entendo pq ela estava estranha, e não queria me falar nada!


- Minha mãe morreu pai, ela morreu! - Abraço ele e continuo chorando.


[...]


Já se passaram 6 meses desde a morte da minha mãe. Faz alguns dias que o meu pai se casou com a Sharon, uma mulher insuportável... Eu sei muito bem que ela não gosta de mim.


- Filha você não vai jantar? - Meu pai pergunta enquanto me vê sentada no sofá.

- Aquela mulher também vai jantar com a gente? - Pergunto com a cara fechada.

- O nome dela é Sharon. E sim, ela vai jantar com a gente! - Meu pai responde sério.

- Então eu me recuso a jantar no mesmo lugar que ela! - Digo enquanto pauso a música que eu estava ouvindo.

- Luna, até quando você vai agir assim? - Ele pergunta decepcionado.

- Assim como pai? O que você quer? Que eu aceite a Sharon, e finja gostar dela? Parece que você nem sente a falta da minha mãe! - Digo ficando de pé

- É claro que eu sinto a falta dela, mas a vida precisa continuar! - Ele diz

- Quer saber, faça o que você quiser. Mas eu jamais vou aceitar ela. - Digo

- Para de ser mimada garota, a sua mãe está morta! - Sharon se aproxima.

- O meu assunto não é com você tá? E vê se vai cuidar da sua vida! - Digo e subo para o meu quarto.


As vezes eu sinto ódio do meu pai. Nem parece que ele gostava da minha mãe, até já se casou com outra... Fico em meus pensamentos e logo em seguida viro para a parede e durmo.

No dia seguinte, acordo 8:30 da manhã e vou até a sala de jantar. Meu pai está lá, tomando café sozinho...


- A sua querida mulher não ficou pra tomar café com você? - Pergunto debochando enquanto pego uma maçã.

- Ela precisou sair cedo... Luna, eu não queria que as coisas entre vocês fossem assim... - Ele diz.

- Mas não podem ser de outro jeito pai... A sua mulher me odeia, assim como eu também odeio ela. Olha e eu não tô afim de discutir logo cedo tá? Eu vou na casa da Nina... - Dou um beijo na bochecha dele e saio de casa.


Fico andando pela rua com um péssimo pressentimento. É como se algo muito ruim fosse acontecer! Até que vejo um carro parando perto de mim e sou empurrada pra dentro dele. Eu só lembro disso, e daí fica tudo escuro.

Depois de um longo tempo o carro para e dois homens seguram meus braços. Só aí eles tiraram o pano da minha cabeça e eu percebi que estava na praia. Mas pq me trouxeram aqui?


- Bom trabalho... Me deixem a sós com ela! - Soa uma voz que eu conheço muito bem. É a vadia da Sharon

- Sim senhora! - Os homens se afastam e me deixam na praia com ela.

- Posso saber pq mandou me trazerem aqui e logo desse jeito? - Pergunto com a cara fechada

- Pq se eu pedisse para você vir por conta própria, certamente você não viria! - Ela dá um sorriso debochado.

- Olha fala logo o que você quer pq eu não tenho o dia todo! - Digo enquanto coloco os meus pés no mar


Sharon fica em silêncio por um longo tempo, que estranho... Depois de alguns minutos, começo a perder o equilíbrio das minhas pernas, e caio. Assim que olho para elas, percebo que as minhas pernas sumiram; eu estou igual.... UMA SEREIA!


- O QUE ACONTECEU COMIGO? - Pergunto desesperada.

- Isso é muito simples, eu só quero fazer isso para te tirar do meu caminho! - Sharon começa a debochar e rir.

- O QUE VOCÊ FEZ COMIGO SUA DESGRAÇADA? - Contínuo nervosa.

- É simples, eu sou uma feiticeira. E transformei você em uma sereia, e você só vai voltar ao normal quando algum homem se apaixonar por você. Mas isso jamais acontecerá! - Sharon começa a rir bem alto.

- DESGRAÇADA EU TE ODEIO! - Começo a chorar.

- Aceite que o seu destino é esse, e fique no mar! E nem pense em tentar fazer algo, eu posso te transformar em algo pior! - Sharon sai rindo.


Isso só pode ser um pesadelo, e eu preciso acordar logo... Como assim, do nada aquela vadia me transforma em uma sereia? Não seja idiota Luna, esqueceu que ela é uma feiticeira?

Não tenho outra opção, quem se apaixonaria por mim? Preciso me conformar e ficar nesse mar para Sempre!

Então mergulho para o fundo do mar ainda chorando. Não posso acreditar, eu consigo respirar no fundo do mar, é como se fosse tudo um sonho! Eu só via isso em desenhos quando eu era criança, sempre me falaram que as sereias não existem.

Eu sempre soube que tinha algo de errado com aquela maldita, mas o meu pai não quis me ouvir!


- Você é nova por aqui né? - Escuto uma voz e assim que olho para trás vejo uma sereia loira.

- S... Sim... - Quase desmaio ao perceber que consigo falar no mar. Tento me posicionar no chão, mas não consigo por conta da minha cauda.

- Você está nervosa igual eu quando me tornei uma sereia. Me chamo Emília, e você? - Ela pergunta.

- É... Eu sou a Luna. Mas não era pra mim estar aqui. Eu não sei se você vai acreditar, mas a minha madrasta é uma feiticeira, e me transformou nisso! - Digo um pouco mais calma

- Nossa... Eu me tornei uma sereia depois que tentei salvar o meu namorado Benício. Ele estava se afogando, e assim que entrei no mar me tornei uma sereia... Mas nunca consegui encontrar ele! - Ela diz um pouco triste.

- A minha madrasta disse que eu só vou voltar ao normal quando alguém se apaixonar por mim... 


Notas Finais


Paro ou contínuo?

Espero que gostem


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