História A Serpente e o Leão - Scorose (GRCPNR - Temporada II) - Capítulo 44


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Astoria Greengrass, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hugo Weasley, Lílian L. Potter, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Amizade, Amor, Harry Potter, Romione, Scorose
Visualizações 397
Palavras 3.059
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 44 - A dica


Fanfic / Fanfiction A Serpente e o Leão - Scorose (GRCPNR - Temporada II) - Capítulo 44 - A dica

POV Scorpius

 

Rose não me enganava, sabia que ela tinha se derretido com aquele beijo na sala precisa, sai de lá assobiando sem me importar com os comentários e olhares ao redor, tomei um banho relaxante e em seguida fui jantar.

- Que história é essa que carregou Rose no colo por todo castelo? – Alvo perguntou quando me sentei ao seu lado.

- Ela viu uma aranha menor que um feijãozinho e pulou no meu colo, não ia jogar a garota no chão – Dei de ombros fingindo inocência.

- Ela e meu tio são apavorados com aranhas, como pode um homem de quase quarenta que já enfrentou os maiores perigos e é um auror treinado ter medo de uma aranha? – Alvo revirou os olhos.

- Sério? – Perguntei surpreso – Nunca li nada a respeito nos livros e reportagens de sua família – Comentei pensativo tentando recordar de algo.

- Esses detalhes nunca seriam contados, imagine tio Ron em uma missão e os comensais usando aranhas? Seria complicado – Alvo disse rindo.

- É faz sentido, mas isso quer dizer então que tem muitos detalhes que desconheço e olha que já pesquisei sua família a fundo quando vi Rose pela primeira vez – Sorri convencido.

- Esqueço que você tem esse lado psicopata e que nos vigiava – Alvo me olhou indignado – Às vezes você me da medo Malfoy – Ele disse com sinceridade.

- Sou um Malfoy, sei utilizar todos os recursos que tenho para chegar onde quero e nunca usei nenhuma informação para te prejudicar e olha que sua primeira experiência em magia foi realmente ridícula – Ri.

- Ah cala a boca, não sei como ainda te aguento – Alvo respondeu mal humorado.

- Porque sou o melhor amigo que alguém poderia ter e você sendo o segundo melhor precisa  me ajudar com a dica de Rose – Insisti.

- Ah não por Merlin, já passou a noite me perguntando disso, nem sei como conseguiu levantar para ir a essa detenção eu passei o dia dormindo – Ele bocejou – Nem a Hogsmeade fui, perdi meu sábado por sua culpa, já revisamos todos os livros e seu histórico de pesquisa da minha família, acho que nunca os conheci tão bem como agora – Alvo reclamou.

- Sim, mas estávamos vendo pelo ângulo errado, Rose é esperta não me daria uma dica que qualquer um pudesse descobrir olhando um simples livro ou pesquisando um pouco – Disse pensativo.

- Um pouco? Você sabia até da cor da minha primeira cueca – Alvo protestou.

- Esses detalhes saíram em revistas de fofocas, sua família é a mais famosa da Inglaterra atualmente – Disse distraído – Deve ser algo de quando não eram tão famosos, quando nem tudo era retratado – Sentia que estava chegando lá.

- Rose deu mais alguma dica? – Ele perguntou um pouco mais interessado.

- Eu andei pensando, ela falou dessa dica quando ajudei Hugo a mostrar a Lily o segredo do pomo – Prossegui – Deve ser alguma coisa com duplo sentido. Quem sabe algo com a linguagem medieval das flores, entreguei um livro de runas sobre flores pra ela e nele tinha algumas frases que rasurei nas páginas significativas com mensagens nessa linguagem para ela – Comentei.

- Nossa cara você e ela são igualmente doentes, quem tem tempo para isso? Usou dois códigos para dizer uma coisa? Pegou uma linguagem do tempo dos nossos sei lá bisavós? E ainda a traduziu para runas? Isso não pode ser normal – Alvo continuava com seu mau humor.

- Mas acho que ela não chegou até as mensagens e a conhecendo bem deve ter guardado o livro com raiva, ela não o jogaria fora e se tivesse lido teria me falado alguma coisa, então não é isso. Tive essa ideia com seu pai, uma vez li uma reportagem dele defendendo o diretor Snape comentando sobre a primeira pergunta que ele fez ao Sr. Potter na primeira aula de poções, foi genial ele usou a linguagem das flores em uma pergunta, mas na verdade queria dizer que sentia muito pela morte da sua avó e que também sentia sua falta – Comentei admirado.

- Ah papai já me contou isso, quando tentou me convencer que tinha o nome de um grande sonserino em um dia em que Tiago estava rindo da minha cara e falando para Fred que tinham que fazer uma versão minha de Snape explosivo – Ele disse chateado.

- Seu irmão é um babaca, mas concentre-se na dica – Disse tentando trazer ele de volta ao foco – Não lembro dela dizer nada com essa linguagem.

Passei o domingo quase todo analisando cada detalhe que poderia ter passado despercebido, Alvo me ajudava a anotar meus momentos com Rose e fazia caretas com minha narração.

- Rose vai ficar diabética com tanta melação – Ele disse.

- dia o que? Ah aquela doença trouxa, são facilmente curadas em nosso mundo, papai sabe uma poção para isso – acenei desfazendo a distração.

- Scorpius pelo amor de Merlin vamos jantar! Você já me proibiu de almoçar hoje para ficarmos nisso e ainda nem saímos do lugar, o estoque que trouxemos do café já acabou faz quatro horas – Ele reclamou faminto, senti meu estomago protestar junto em um longo ronco.

- Está bem, mas não vamos perder tempo e fique de olho nela, vai que solta alguma dica – Comentei.

- Vou ficar de olho é na carne com batatas e no pudim de caramelo, poderia comer um pudim inteiro – Ele se levantou animado e partimos para o salão principal.

- Isso está ótimo! – Alvo falava de boca cheia de pudim enquanto tentava abocanhar mais uma colher. Observava Rose como uma águia, percebi que ela começou a discutir com Tiago, todos os observavam e para minha surpresa ele saiu a puxando pelo braço, não pensei duas vezes sai igual um maluco atrás dos dois.

- Solte ela Potter! – Gritei quando os alcancei, ele me provocou e o soquei, Tiago era bom de briga, mas eu também não era um completo inútil naquilo e conseguia acertá-lo tanto quanto ele me acertava. Ouvia os gritos de Rose e passos, mas queria acabar com a raça daquele babaca, de repente senti alguém me erguendo, não sentia o chão, era o Profº Hagrid. Percebi que estava ferrado quando ouvia voz da diretora.

- Na minha sala os dois! – Ela ordenou e a seguimos assim que o professor nos soltou – Francamente os dois brigando de novo, cansei de fazer vista grossa com as provocações, como pode Sr. Malfoy ser tão amigo de um Potter e inimigo de outro? – Ela perguntava.

- Alvo nem Lily são idiotas como esse babaca senhora – Respondi com sinceridade.

- Quer dizer que Alvo é maricas demais para te enfrentar quando fica se metendo com nossa prima – Potter respondeu quase rosnando.

- Já chega os dois! Sentem-se – A diretora indicou duas cadeiras à frente de sua mesa – Não tenho outra escolha a não ser suspender os dois do quadribol até o fim do ano e estou sendo muito gentil considerando que estamos encerrando o ano e teremos apenas a final agora- Ela disse séria.

- Mas professora é a final clássica entre grifinória e sonserina e... eu só tenho mais um ano pra bater o recorde de vitórias como capitão e sem essa só me resta mais uma chance – Tiago reclamou.

- Devia ter pensado nisso antes, estão dispensados – Ela acenou para sairmos.

- Qual o seu problema? Nunca faria mal a minha prima – Tiago disse indignado quando saímos.

- Não se segura um braço de uma mulher daquela forma – Falei secamente.

- Não se meta mais com a minha família Malfoy, está me seguindo? Sua sala comunal fica do outro lado idiota, vai pegar mais uma detenção pra sua coleção, quem sabe seja expulso já tá carregando duas nas costas – Ele riu.

- Não me importo quero garantir que Rose está bem – Continuei meu caminho em direção à torre da grifinória ignorando os olhares tortos dele.

- Ah que pena não pode entrar! – Ele cochichou a senha para o quadro que sorriu com seu galanteio e abriu à passagem ele passou e tentei segui-lo, mas o quadro se fechou na minha cara.

- Nada de serpentes na casa dos leões – Uma mulher imensa cantarolou no quadro.

- Mas é uma emergência – Disse furioso.

- Isso é problema seu! Sem professor você não entra – Ela continuou com a cantoria de forma irritante.

- Ótimo daqui não saio até Rose aparecer – Ameacei.

- Durma bem nesse chão frio então – Ela riu.

Fiquei esperando quase uma hora e sempre que alguém saia ou entrava por mais que corresse ela fechava a passagem, já sabia até a senha “Ordem da fênix”, mas ela ria e dizia que sabia que eu não era um leão, que era um quadro, mas tinha cérebro. Estava discutindo com a maldita mulher gorda quando Tiago saiu e me provocou, ele parecia ter superado o soco que recebeu há poucos minutos, ia revidar, mas Rose saiu e meu rosto se iluminou, ela reclamou que a defendi e em um impulso a beijei e ela me correspondeu. Assim que a soltei Rose reclamou, mas a espera tinha valido a pena, confirmei que ela estava segura e ainda nos beijamos. Voltei com as energias renovadas para continuar com a pesquisa, mas infelizmente Alvo já estava roncando e acabei apagando sem muitos resultados.

No dia seguinte acordei cedo para tomar café quando vi Pirraça discutindo com a diretora e preso na porta do salão, a ouvi anunciando que o café seria nos terrenos e me aproximei sorrateiro de Rose, ela permitiu que tomasse café com ela e soltou a frase “eu não disse que foi uma dica falada”, aquilo era a última peça que precisava, então toda minha teoria da linguagem das flores caiu por terra. Enquanto conversava com Hugo, minha mente analisava cada gesto de Rose, percebi que na conversa quando mencionamos seus pais  ela me olhava de uma forma diferente como se estivesse analisando minhas reações, disfarcei e continuei a conversa, tinha então algo a ver com os pais dela e ela demonstrou com um gesto. Rose era genial e não seria algo muito óbvio como um ato de afeto que repetiu dos seus pais enquanto estávamos bem, lembro que ela comentou também que a dica podia não ter ocorrido no dia da festa de Lily, mas antes disso a única interação mais recente que tivemos foi na briga da sala precisa, depois disso ela me ignorou por semanas.

Seria na sala precisa? Qual gesto? O anel? Vi Rose se despedindo e indo para a biblioteca, Lily e Hugo foram para o lago aproveitar o domingo ensolarado. Alvo continuava comendo tudo com pressa antes da comida ser retirada das mesas.

- Alvo seu tio deu um anel para sua tia? Os pais de Rose - Perguntei.

- Sim ele a pediu em casamento quando voltou de uma missão, meu pai que fez o pedido porque tio Ron estava hospitalizado – Ele informou de boca cheia, não tinha nada haver com o anel, as histórias não pareciam bater só o fato dela tentar me deixar hospitalizado quando me atacou, mas não devia ser isso.

- Naquele dia na sala precisa viu Rose fazer algo familiar? – Insisti.

- Ah ela usou um feitiço que aprendeu com tia Mione – Ele riu – Ela também conjurou pássaros e atacou meu tio quando ele estava com uma namorada, ela já gostava dele, mas só assumiram uma relação depois da guerra, você sabe a história a revisamos faz dois dias, eles se beijaram pela primeira vez na batalha de Hogwarts... Ah cara já está sumindo a comida, segura o pão... Ah esquece já foi – Ele disse decepcionado vendo a comida sumir – Acho que consigo aguentar até o almoço – Alvo falou pensativo.

- Acho que se comesse mais um pão explodiria – Falei rindo e de repente minha ficha caiu – Alvo é isso! Os pássaros, a garota, os ciúmes e eu não entendendo o que ela quis dizer! Eu consegui! – Pulei animado.

- Graças a Merlin, nunca estudei tanto e ainda minha família! Se isso pelo menos fosse me ajudar em feitiços – Ele disse rabugento.

- Vamos temos muito a fazer! – O apressei.

- Que? Não acabou? Santo deus... – Ele reclamou, mas me seguiu.

- Vá chamar Hugo preciso dele, tive uma ideia e acho que só o pequenucho pode me ajudar com algumas coisas – Falei animado, ele concordou e partiu para o lago.

- Key! – Me aproximei dela e de Potter que se beijavam como se suas vidas dependessem daquilo, Tiago a segurava apoiado em uma árvore dos terrenos da escola.

- Oi Scorpius, tudo bem? – ela perguntou com uma simpatia que contrastava com a cara de trasgo do namorado.

- Tudo bem, eu preciso de ajuda, descobri o enigma de Rose! – Contei animado.

- Já falei para ficar longe dela – Tiago rosnou.

- Quieto Potter, me conte, precisa da nossa ajuda? – Ela perguntou animada, Tiago ia protestar, mas ela o cortou – Tiago ficará feliz em ajudar já que será muito bem pago para isso – Key o observou séria.

- Nem por todo ouro do mundo, ainda mais vindo de um Malfoy! – Ele disse orgulhoso.

- Estufa! – Key falou o olhando de forma significativa, devia ser algum código dos dois.

- O que não faço por isso Chang... diga Malfoy – ele se rendeu.

- Estufa? – Perguntei a Key perdido – Ele quer uma? Acho que consigo comprar – Disse pensativo, Tiago riu.

- Como vai se sair com essa agora Chang? – Ele riu zombando da namorada.

- Não vai te custar nada, isso basta? – Ela perguntou e concordei – Bem nos explique -. Contei o que cada um deveria fazer, Key se apressou em ir para a biblioteca, sua missão era segurar Rose por lá e disse que passaria lá constantemente para atualizá-la da missão, precisava confirmar o resto para saber se conseguiria fazer tudo.

- Vou estar na sala precisa com Fred e Rox, sei que sabe onde é, mande Alvo lá quando estiver tudo pronto, ele nos explicará nossa parte e faremos, mas não se acostume – Tiago disse se retirando.

- Diz ai cunhadão! – Hugo bateu em meu ombro – Finalmente descobriu? – Ele perguntou animado e narrei todo meu plano e o enigma – Nossa Rose foi genial, papai demorou anos para entender que mamãe gostava dele, até que você tem um cérebro Malfoy – Ele zombou – Tenho uma forma de falar com a Dinda, mas já aviso que ela vai pedir algo em troca – Ele riu e concordei. Segui Hugo até a entrada da direção e o vi usando uma moeda, aguardamos uns dez minutos e ela nos atendeu. Precisei contar toda a história e vi a surpresa nos olhos dela.

- Não devia te ajudar Sr. Malfoy, esteve ainda ontem me dando trabalho – Ela suspirou e concordei – Mas tenho grande carinho por Hermione e por seus filhos, em troca nunca mais vai aprontar nada nessa escola, isso inclui brigas, traquinagens e uso de artigos proibidos – Ela foi clara e severa, prometi e ela abriu um sorriso bondoso – Pode usar o salão principal após o jantar, Hugo use minha lareira para chamar seus pais, Hermione é ótima em transfiguração e pode me ajudar com essas tais montanhas. Sr. Malfoy, se tudo der certo encontre conosco na sala de transfiguração dentro de uma hora, levarei a penseira e chamarei seus pais – Ela informou, concordei e sai.

- Onde estava? – Alvo perguntou.

- Não tenho tempo, peça a seu irmão e primos para irem com você para a sala de transfiguração daqui uma hora. Eu vou para a biblioteca falar com Key, Tiago e os gêmeos estão na sala precisa, ache o resto da sua família e os leve pra lá, Hugo já sabe. – Ele concordou e partiu e sai correndo para a biblioteca.

Key estava quase entrando nela quando virei o corredor – Tiago me parou no caminho – Ela explicou corando – Mas não se preocupe que Rose não deve ter saído, a conheço bem e sei que esperaria, olhe está ali – Ela indicou e sorri vendo Rose cochilando em cima dos livros pela primeira vez – Contei rapidamente o plano para Key, ela ficou muito animada – Ela vai adorar se tudo der certo.

- Só preciso pegar um livro, não lembro como conjurar pássaros – Confessei.

- Ah pegue o de transfiguração do segundo ano, capítulo 4 – Ela sorriu e agradeci, estava pegando o livro na estante ao lado da mesa onde Rose cochilava, Key a sacudia delicadamente tentando acordar ela quando ouvi seus murmúrios, meu coração se aqueceu ainda mais com aquilo, a dica era clara que ela me amava, mas ouvi da boca dela foi ainda melhor. Rose acordou assustada e me olhou perdida, não consegui me segurar e a provoquei, Key riu, adorava ela com cara de brava, parti antes que ela pudesse me azarar.

Treinei com o livro em um corredor vazio e quando os pássaros estavam perfeitos percebi que já era hora de ir para a sala de transfiguração e corri para lá. Bati na porta.

- Entre querido! – A Sra. Weasley abriu a porta, todos os familiares de Rose, meus pais, a diretora, os professores Hagrid e Longbottom, os Scarmanders e alguns amigos, Caio Jordan e Carina Bell estavam lá – Fiquei emocionado com sua ideia ela vai amar! O pequenucho nos contou, vi Hugo se afundando em uma cadeira e seus primos rindo – Entrei na sala e meu queixo caiu vendo enormes montanhas – Disse a minerva que podemos encantar o céu de lá para parecer que são infinitas – A Sra. Weasley sorriu.

Ela mostrou a memória a todos projetando as imagens da penseira e muitos riram da situação, mamãe também compartilhou uma sua, tinha decidido fazer uma peça por saber como Rose gostava de ir a teatros trouxas com a avó quando ela ainda era viva. Pensei em cada detalhe, passamos o resto da tarde ensaiando e quando escureceu todos foram jantar, eu esperaria Rose, Tiago jantaria mais tarde também, levaria Key para a cozinha do castelo quando tudo acabasse e jantariam juntos. Todos ajudaram, assim que o jantar acabou rapidamente trancamos o salão e em minutos e com muitos feitiços de todos o salão ficou pronto, todas as luzes foram apagadas, cada um ficou na sua posição, com o silêncio foi possível ouvir Key e Rose conversando do outro lado da porta, até que ela se abriu e Rose foi lançada para dentro, meu coração parecia que ia sair do peito, foi quando tudo começou.



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