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História A Serpente entre os Leões - Capítulo 12


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Notas do Autor


Agradeço a todos que estão lendo e comentando essa fic: @Izzyprince_ , @LuliRS e @Snowflake025

Capítulo 12 - Uma vingança alaranjada


Sábado, dia 8 de dezembro de 2017

Albus, Scorpius e seus colegas de quarto entraram ansiosos no dormitório após uma tarde intensa de treinos e estudos na Casa dos Barcos. Assim que entraram no dormitório, eles se depararam com suas roupas amontoadas no chão e cobertas por um líquido vermelho. As paredes estavam escritas “Traidores de Sangue” com o mesmo líquido avermelhado. Brutus logo reconheceu a letra como sendo do seu irmão mais velho Tiberious.

-Bem que eles ficaram um bom tempo sem fazer nada- falou Scorpius cabisbaixo.

-A conta sempre chega para pagarmos, eu avisei- lamentou Brutus.

-Graças à Deus é tinta vermelha- falou Albus aliviado- Fiquei com medo de ser sangue...

-Avisaremos ao diretor?- questionou Scorpius.

-E o que ele faria de útil?- retornou a pergunta Albus.

-Nada- respondeu Scorpius.

-Vingança, é o que faremos- falou Albus com um pequeno sorriso- E ao contrário deles, farei questão de que todos saibam que fui eu!

-Conte comigo!- disse Brutus determinado.

-Comigo também- falou Scorpius sorridente.

            Simon e Markus não quiseram se envolver, se limitaram a chamar os elfos domésticos para lavarem as roupas que estavam sujas de tinta. O que o trio achou útil e agradeceu.

-Eles gostam de tinta, não é mesmo?- riu Albus- Eu sei muito bem o que podemos fazer e quando seria perfeito- gargalhou Albus.

-Cara, não sei o que você está planejando, mas pela sua gargalhada, eu sei que vou amar- falou Brutus empolgado.

-Agora, finalmente, entendi como um Potter veio parar na Sonseria- riu Scorpius- Espírito vingativo, confere.

            Albus e Brutus riram do deboche.

-Primeiro passo, precisamos pegar uns ingredientes no estoque do Slughorn para eu poder preparar a poção; segundo, preparo da poção; terceiro, precisamos fazer uma cópia da chave que leva para a caixa d’água; quarto, dia da vingança- falou Albus com seus olhos azuis brilhando.

-Faça sua lista, pois vamos ao mercado- falou Scorpius sorridente.

            Albus, Brutus e Scorpius sabiam que para a vingança ser perfeita, ela precisava ser bem planejada e executada. Para não causar suspeitas, os ingredientes foram pegos aos poucos, de modo que Slughorn não se assustasse, sendo assim no terceiro, Albus, finalmente iniciou o preparo da poção que levava 48 horas para ser preparada. Enquanto, Albus preparava a poção, Brutus e Scorpius estudaram os horários do zelador, a fim de verificar o melhor momento de invadir sua sala e fazer a cópia da chave que ocorreu na quinta-feira.

Na sexta-feira, Albus, Scorpius e Brutus alertaram a Irmandade do Snape sobre a sabotagem na caixa d’água.

-Não tomem banho amanhã de manhã- concluiu Albus ao final da explicação- Os veteranos irão aprender uma lição que durará 48 horas- gargalhou Albus enquanto imaginava os veteranos alaranjados do cabelo aos pés.

-Bem feito, eu apoio, em que posso ajudar?- quis saber Violet.

-Nós podíamos colocar um poção do sono no ponche e no barril da cerveja amanteigada, hoje à noite, assim podíamos sabotar as roupas deles como eles fizeram com as nossas- sugeriu Nathalie com um pequeno sorriso.

-As meninas sabotaram as roupas de vocês também- inferiu Brutus surpreso.

-Sim, elas adoram fazer isso- suspirou Nathalie- Por que a surpresa?

-Por que vocês não falaram nada?- quis saber Albus.

-Te fazemos a mesma pergunta- retrucou Violet- E essa ideia da Naty era nossa vingança, nós temos um litro de poção do sono para hoje à noite.

-Um litro!- assustou-se Brutus.

-Questão de matemática básica, meio litro para o ponche e meio litro para a cerveja- explicou Nathalie- Se temos dois litros de ponche e cerveja, precisávamos de uma quantidade que surtisse efeito ao ser misturado. Testamos com nossos animais.

-Nem me lembre, foi bem trabalhoso, encontrarmos a proporção correta- lembrou Violet suspirando- Sem contar o assalto no estoque do Slughorn.

-Hoje, percebemos o quanto trabalhamos melhor quando planejamos e coordenamos nossos planos- demarcou Albus.

-Sugiro escrevermos ignorantes nas paredes- disse Scorpius pensativo.

-Gente- falou Brutus enquanto aplaudia- Esse cenário que construímos está impecável.

-Quanto a sua sugestão, Scorp, receio que eles não compreendam o que seria ignorante- debochou Albus, provocando risadas dos amigos.

-Diante desse plano esplêndido, todos concordam em ajudar?- quis saber Brutus, enquanto olhava para os seus colegas. Contudo, dessa vez todos concordaram em ajudar.

            O plano foi executado com maestria durante a festa dos veteranos que celebravam o fim das provas finais do primeiro semestre. Logo, assim que todos apagaram no salão comunal, Albus, Scorpius e Brutus invadiram a caixa d’água aonde despejaram os três caldeirões que Albus preparou com uma poção incolor e indolor que ao entrar em contato com a pele a deixa alaranjada, provocando coceira devido a irritação. E caso a pessoa beba, ela fica com soluço. Uma poção que ele inventou justamente para aquele momento.

Sábado, dia 15 de dezembro de 2017- Jogo Grifinória versus Corvinal

            A Irmandade do Snape amanheceu com gritos de susto que se tornaram gritos de pavor quando os veteranos saíram do banho. Albus e seus amigos gargalhavam trancados em seus quartos cuja porta estava sob o efeito de um feitiço protetor.

-Seus vermes! Iremos acabar com vocês!- ameaçou Tiberious.

            Por causa da poção que Albus preparou, a maioria dos estudantes da Sonserina estavam alaranjados do cabelo aos pés e com coceira. Alguns ainda soluçavam. Assim que os estudantes do primeiro-ano resolveram sair dos seus dormitórios, eles se depararam com parte dos veteranos no Salão Comunal.

-Agora, vocês pagarão!- ameaçou Tiberious com um grande sorriso.

-Podem vir!- falaram juntos a Irmandade do Snape. Todos estavam com suas varinhas preparadas para o duelo.

            A Irmandade do Snape, apesar de estar na minoria, eram os únicos que não estavam com coceira pelo corpo nem soluço. Além disso, eles vinham treinando diariamente para aquele momento, logo pegaram os seus adversários de surpresa (pois eles nunca imaginaram que alunos do primeiro ano seriam capazes de duelar). Consequentemente, eles acabaram derrotando os seus adversários que eram incapazes de pronunciar um feitiço direito.

-Lembrem-se desse dia antes de sabotarem nossas roupas, nosso material e nos atacarem!- falou Albus com firmeza- Ou juro por Salazar Slytherin que vocês sentirão falta dessa coceira, desse soluço e dessa surra!

-Quanta humilhação ser derrotado por calouros- debochou Scorpius- Al conte para eles, quanto tempo eles ficarão assim.

-48 horas- falou Albus rindo.

-Nós temos jogo amanhã!- falou um atacante do quinto-ano com dificuldade por causa do soluço e coceira.

-Isso não é problema nosso, somos traidores, não é mesmo?- falou Violet secamente- Essa Sonserina que joga, não nos representa, isso ficou muito claro desde o nosso primeiro dia.

-Vamos, cansei de olhar para a cara deles- falou Nathalie- Parecem uma plantação de cenoura.

            A Irmandade do Snape saiu do Salão Comunal gargalhando, apenas pararam de rir quando Slughorn os encontrou no Salão Principal e deu um esporro que Albus não tinha dúvida que podia ser ouvido no Palácio de Buckingham. Todos os estudantes e os professores se assustaram diante da fala do Slughorn.

-Professor Slughorn, os alunos do primeiro ano fizeram o que?- questionou Minerva atônita.

            Albus subiu em cima da mesa da Sonserina.

-Diretora MacGonagall, tenho muito orgulho em informá-la que sabotamos a caixa d’água da Sonserina com uma poção belíssima de minha autoria, muito obrigado- falou Albus enquanto fazia uma pequena reverência diante dos aplausos da Irmandade do Snape- Que tem o único objetivo de deixar a pessoa alaranjada com coceira e soluço. Belíssima não é mesmo! E tem o efeito de 48 horas, logo a Lufa-Lufa irá jogar contra cenouras amanhã.

-Sr. Potter, essa postura é inaceitável!- repreendeu Slughorn- Os seus colegas da Sonserina são a sua segunda família! Eles são os seus irmãos!

-Não, eles não são minha família, muito menos os meus irmãos!- retrucou Albus- Nós aqui somos traidores de sangue com muito orgulho!- falou Albus então a Irmandade do Snape o aplaudiu- O que é aceitável para o senhor, nós sofrermos bullying de braços cruzados até esses ignorantes formarem? Diretor Slughorn, com todo o respeito, não seríamos sonserinos se não soubéssemos apreciar o doce sabor da vingança. Um brinde à Irmandade do Snape!- disse Albus erguendo o seu suco de abóbora no final.

-Tio- falou Nathalie subindo na mesa logo em seguida- O que o Al quis dizer é que nós temos muito orgulho do que fizemos ontem, se formos expulsos sairemos daqui de cabeças erguidas, pois não nos rebaixamos para essa ideologia estúpida que eles seguem, nós nos defendemos até o fim e hoje, podemos dizer que dez calouros da Sonserina derrotaram um grupo de veteranos em um duelo no nosso Salão Comunal!

            Ao final da fala de Nathalie a Irmandade do Snape batia na mesa e gritava: Snape! Snape! Snape! Para a surpresa de Albus, os estudantes das demais Casas repetiram o gesto e para a sua felicidade e orgulho, o seu irmão e seus primos estavam em pé em cima do banco enquanto aplaudiam.

-Silêncio!- ordenou Minerva com firmeza- Todos sentados em seus lugares! Estudantes da Grifinória e Corvinal vocês precisam se preparar para o jogo hoje. Primeiro ano da Sonserina e professor Slughorn, me acompanhem.

            Um tempo depois, após um sermão que durou 50 minutos, a Irmandade do Snape permaneceu em silêncio, pois nenhum dos seus membros estavam arrependidos do que tinham feito, pelo contrário, eles estavam orgulhosos.

-Os senhores e as senhoritas irão se desculpar para todos os seus colegas diante do Salão Principal após o jantar- sentenciou Minerva.

-Com todo o respeito, diretora, nem fudendo- falou Albus com firmeza.

-Professor Slughorn, os alunos do primeiro ano cumprirão detenção durante a partida da Grifinória contra a Corvinal, após esse período acredito que mudarão de ideia- decidiu Minerva- Irei retirar 400 pontos da Sonserina pela sabotagem da caixa d’água e pelo duelo que ocorreu no Salão Comunal. Os seus pais serão informados do ocorrido.

-Não se esqueça de informar que foi uma retaliação ao bullying sofrido desde o nosso primeiro mês em Hogwarts- pediu Scorpius cortando a fala da professora.

-O que faremos a seguir dependerá da escolha dos senhores durante a detenção- falou Minerva com firmeza- Pensem que a Sonserina está com 300 pontos agora, em quarto lugar, não terei dó de deixá-los com zero, caso não se desculpem. Dispensados.

            Enquanto seguiam Slughorn até a sala de Poções. Albus contabilizava mentalmente o que era mais importante, os pontos da sua Casa ou o seu orgulho. Para ele, essa resposta era muito simples. Durante a detenção, Slughorn fez a Irmandade do Snape escrever 200 vezes: “A Sonserina é a minha família, os sonserinos são os meus irmãos”.

O jogo entre a Grifinória e a Corvinal durou duas horas e meia, foi intenso ao longo de toda a partida, durante a qual os times jogaram em pé de igualdade, culminando com a vitória da Grifinória por 750 pontos contra 600 pontos. Portanto, ao final do jogo, Minerva estava de bom humor. Então, após parabenizar os jogadores da Grifinória, ela andou calmamente até a sala de Poções, aonde encontrou Slughorn conferindo os pergaminhos.

-Professor Slughorn- chamou Minera com um tom de voz sério- O senhor deseja mais tempo com os seus alunos?

-Não, diretora MacGonagall, todos cumpriram a minha detenção- informou Slughorn francamente.

-Senhores e senhoritas, darei vinte minutos para vocês decidirem se todos irão se desculpar ou deixarão a Sonserina com zero pontos- informou Minerva séria.

            Assim que Minerva e Slughorn saíram da sala de aula. Albus foi para o centro da sala, de modo a olhar todos os seus amigos. Ele como os demais estava cansado, com seus dedos e punho doloridos de tanto escrever.

-Acredito que não há dúvida, essa decisão é muito séria e devemos tomá-la com muita cautela- falou Albus sério- Então, meus amigos, meus irmãos, proponho que a gente decida por votação.

            Todos concordaram com a fala do Albus.

-Acredito que estamos sendo severamente castigados, pois seria loucura expulsar todos os alunos da Sonserina, principalmente quando o corpo docente foi omisso diante do bullying que sofremos- falou Violet pensativa.

-Nós erramos em não informá-los o que estávamos passando- interveio Nathalie- Eles também não podiam adivinhar, enfim acredito que o objetivo disso tudo é nos fazer pensar que não podemos agir “olho por olho e dente por dente”, ou seja, não poderíamos ter feito justiça com nossas próprias mãos.

            Todos olharam para Nathalie atônitos diante da sua fala, pois há duas horas e meia atrás ela estava visivelmente orgulhosa do que tinha feito.

-Essa foi a minha fala tentando compreender a diretora e o meu tio- falou Nathalie séria, assim que percebeu os olhares dos amigos- Para mim há uma distância entre compreender os nossos erros e arrepender de fato do que fizemos.

-Você se arrepende?- quis saber Albus curioso.

-Como você disse na diretoria: nem fudendo- respondeu Nathalie, provocando risadas dos amigos- Mas posso fingir, se assim vocês desejarem.

-Eles já nos desprezam, então zerarmos o placar ou não, não altera em nada- demarcou Brutus pensativo.

-Seremos diretos, quem aqui deseja pedir desculpas no meio do Salão Principal para um grupo de trasgos que nos humilhou até agora?- questionou Albus sério- Eu não sei vocês, mas o meu orgulho é incalculável. Estou disposto a bancar sozinho à não ir lá naquele maldito púlpito e me fazer de ridículo.

-Eu também!- falaram Scorpius, Violet, Nathalie e Brutus.

-Então, é isso, vocês estão fora?- quis saber Albus sério, olhando para os cinco nascidos trouxas que eram contra à não pedir desculpas.

-Sim- responderam Markus, Simon, Emma, Thyra e Bertel.

-Nós temos nosso orgulho, mas não somos nascidos bruxos ou mestiços como vocês- explicou Markus.

-Vocês possuem sobrenomes fortes, já a gente, nós podemos ser expulsos, então para onde iríamos?- questionou Emma.

-Não seremos expulsos- demarcou Violet.

-Você tem certeza? Não há como ter certeza- retrucou Thyra.

-Sinceramente acredito que a mensagem que queríamos passar foi dada, não há necessidade em deixar nossa Sonserina à mingua- falou Simon com firmeza- A Sonserina é nossa Casa, seria vergonhoso vê-la com zero pontos.

-Temos um impasse- deu-se conta Albus.

-Não, cada um por si- retrucou Brutus sério- Por mim, nossa irmandade se desfez. Nós nos unimos com um único propósito e agora temos cinco Peter Pettigrew entre nós.

-Brutus, calma- pediu Violet.

-Nós éramos irmãos, um por todos e todos por um, e agora? O que somos?- questionou Scorpius sério- Cada um por si?

-Na verdade isso é bom- falou Albus assustando a todos- A Minerva falou que zeraria os pontos da Sonserina, caso não nos desculpássemos, bom cinco de nós irá se desculpar, portanto manteremos os nossos pontos.

-Questão de raciocínio lógico- riu Nathalie- Bem pensado, brilhante Potter.

-E a nossa irmandade não irá acabar aqui, continuaremos nos defendendo quando necessário- demarcou Albus com firmeza- Ninguém aqui estará sozinho. Podem ir informar a Minerva que vocês se desculparão.

            Assim que os cinco nascidos trouxas saíram.

-Você realmente confiará neles depois disso?- questionou Brutus indignado.

-Claro que não- riu Albus- De agora em diante, seremos nós cinco, mas isso não quer dizer que toleraremos que eles sejam maltratados pelos trasgos. 

-Ufa- suspirou aliviado Scorpius- Cara, o seu avô morreu por causa de um Peter Pettigrew, imagina cinco?- riu Scorpius.

-Da minha parte estou satisfeita, nossas colegas de quarto eram covardes, nem ajudaram no nosso plano de preparar a poção do sono- informou Nathalie.

-Os nossos colegas de quarto também foram covardes- informou Brutus.

-Como Salazar Slytherin disse é na dificuldade que conhecemos nossos inimigos e aliados- falou Violet séria.

            Assim que Violet terminou de falar, Minerva e Slughorn entraram na sala.

-Então, e vocês?- questionou Minerva séria que já sabia do posicionamento do grupo.

-Mantenho a resposta que dei na diretoria- informou Albus com firmeza- Diretora MacGonagall: o nosso orgulho não tem preço!

-Antes que a senhora comece a dar palestra para nós- falou Scorpius provocando risadas dos seus amigos- Gostaria de lembrá-la que a senhora já retirou pontos da Sonserina por nossas infrações, além disso como cinco pessoas do nosso grupo irão se desculpar no Salão Principal, não há sentido algum em retirar pontos da Sonserina.

-Sem contar que pedir desculpas sem estar arrependido, é mera atuação- falou Violet séria- A senhora quer mesmo que a gente finja arrependimento?

-Nós estamos sendo sinceros conosco e com vocês, a sinceridade é uma virtude- demarcou Nathalie- E o orgulho também, eu estaria me desrespeitando e me humilhando se tivesse que me desculpar. Há algum aprendizado no desrespeito e na humilhação?

-Senhores Potter, Nott e Malfoy; senhoritas Bulstrode e Slughorn como há uma clara recusa em pedir desculpas pelas infrações gravíssimas que foram cometidas, os cinco estão suspensos da escola por dez dias letivos, a partir do primeiro dia letivo de Janeiro. Vocês retornarão para casa imediatamente- falou Minerva severamente- Compreendo que vocês sofreram ao serem vítimas de bullying, mas nada justifica a violência que vocês cometeram contra aos seus colegas, graças a sabotagem na caixa d’água, o jogo de quadribol da Sonserina foi adiado, pois o time não tem condições de jogar, como não tiveram condições de se defenderam do duelo contra vocês. A Senhorita Eleanor Pomfrey cuidou dos 50 alunos da sonserina que foram vítimas dos senhores, vocês ficarão felizes em saber que ela conseguiu tratar a coceira e o soluço, infelizmente eles ainda estão com a pele laranja. Eu sinceramente espero que o período que vocês ficarem em casa ajude vocês a refletirem e assim, se arrependerem do que fizeram. Reflitam: todos esses 50 alunos foram cruéis com vocês? Todos eles mereceram passar por essa dor e humilhação? Alguém merece passar por essa dor e humilhação?

            Albus mirou o chão cabisbaixo e preocupado, enquanto escutava as palavras da diretora.

-Em Janeiro, eu quero que vocês entreguem para mim um trabalho cujo tema é: Por que a lei de talião é prejudicial para a vida em sociedade?- sentenciou Minerva- O mínimo de páginas é trinta.

-Está bem e o que a senhora fez com os nossos colegas que acreditam na ideologia puro sangue? Vocês lavaram as mãos quanto à isso?- questionou Scorpius sério.

-Todos os alunos da Sonserina assistirão aulas extras de Estudo dos Trouxas e História da Magia, essas aulas terão como objetivo ajudá-los a refletir o quanto é danosa a ideologia puro sangue- respondeu Minerva calmamente- Agora, os senhores estão dispensados para arrumarem as suas malas. O professor Slughorn irá acompanhar os meninos, enquanto a professora Corner irá acompanhar as meninas dos seus dormitórios até a diretoria, assim garantimos a segurança de vocês.



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