História A Síndrome de Metamorphosis. Imagine Jeon JungKook (BTS). - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Crack!fic, Demônios!au, Jungkook, Jungkook!top
Visualizações 150
Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


YAAAA (•ᴗ•)❤

TUDO BAUM?

TIA AILEEN ESTÁ DE VOLTA, PARA O PRIMEIRO CAPITULO ❤

NÃO SEI SE ESTÁ BOA...

MAS ESTOU RESOLVENDO POSTAR MESMO ASSIM 👍❤

DÊEM AMOR ❤❤

PEGUEM SEUS BISCOITOS ;-;. - OU ALGO COMESTIVEL. - E TENHAM UMA BOA LEITURA ❤

•°•Yeni°•°

Capítulo 2 - Chapter l.


Fanfic / Fanfiction A Síndrome de Metamorphosis. Imagine Jeon JungKook (BTS). - Capítulo 2 - Chapter l.

                P.O.V Aria.


        Hongdae. - South Korea.


        March, 15Th. - 02:33AM.



Andava pela rua mais escura de Hongdae, indo em direção a minha casa, eu estava voltando de um lual com uns amigos, e resolvi vir a pé.


 Andava mais lenta possível, eu não estava com pressa, pelo contrário, adoro as ventanias da madrugada, minha casa era perto dali, eu já me via indo em direção a minha cama.


Até que vi um homem vindo em minha direção.


Assim que eu o vi, paralisei.


E ele? Bom, ele continuou a andar, oras, tudo está ao seu favor, se ele quiser me esquartejar, 'tá tudo ok pra ele, 'suavinho.


Já pra mim não, eu não sabia o que diabos era aquilo, se era um homem ou era uma espécie de bicho estranha, e com o clarear com um dos postes que prestava, eu fui o reconhecendo, e era o demônio do Death Note, ou se parecia demais.


Ele passou por mim, e eu estremeci e paralisei.


E eu resmunguei a primeira coisa que veio em minha mente.


— Meu cu.... - Resmunguei.


Ele parou e deu três passos para trás, e arqueeou as sombracelhas, e me encarou.


— Oi? - acenou para mim, amostrando suas garras.



—Meu deus... me ajuda nessa hora verdadeira... - Lacrimejei, logo fazendo reverencia. - ÓH VOSSO SATANÁS, NÃO ME MATE, E TENHA PIEDADE DA MINHA PODRE ALMA, EU NÃO SIRVO PRA NADA, NÃO PRECISA ME LEVAR AO INFERNO, EU JURO NÃO DAR MAIS ZOOM NA CALÇA DOS IDOLS, JURO! - Juntei as mãos, quase chorando.


— Você vai ter uma punição danada quando morrer... Dar zoom nas calças dos idols? - Falou me olhando pondo as mãos na cintura.


— MIL PERDÕES, OH SENHOR... - pensei em um tipo formal, de se falar. - ENDIABRADO! - Gritei deseperada.


— Assim você me ofende... - me olhou sorrindo.


Eu te olhei, e arregalei os olhos, vendo cada detalhe do seu rosto, vendo aquele sorriso diabólico, exageradamente grande, dando um ar de que foi alguma vez, cortada aos lados, por que pelo amor de deus, para ter uma lapa de boca deste tamanho, só lascada de Katana.


 Fechei meus olhos com força.


— ME DEIXE EM PAZ, EU JURO QUE NÃO ESTOU COM O DEATH NOTE! - Gritei.


— Death note? - Ele Indagou.   


—Sim! Eu não estou com ele! - gritei.


— Que tapada, eu não acredito que está misturando ficção com a realidade... - Ele pôs a mão na testa.

 

— E você não é o demônio do Death Note?! - eu o olhei.


— Não, não sou... - Ele me olhou.- Aliás, como consegue me ver? - Me olhou.


— E quem é você, então? - Eu te olhei ignorando sua pergunta.


— Me responda primeiro... - Me olhou.


 — Me responda primeiro.... - Repeti sua resposta.


— Está perdendo a noção do perigo? - Ele Indagou.


— Estou! Já estou conversando com um demônio mesmo! - Falei sem pensar.



O mesmo me arrastou pela minha blusa, me fazendo eu me arranhar todinha, por estar sendo ARRASTADA no asfalto, sem dó, nem piedade.


— É MENTIRA! NÃO ESTOU NÃO, ERA UMA MERA BRINCADEIRA, MEU DEUS, NÃO SABE NEM BRINCAR AI MEU BRAÇO PORRA! - gritei quando meu cotovelo arrastou no chão. 


O mesmo apenas parou e me olhou.


— De um jeito, ou de outro, eu teria que fazer isso mesmo... - Ele deu de ombros.


Me jogou em um buraco, que parecia não ter fim, e cada vez mais que eu caía, ficava mais quente, o "túnel" que eu descia.


Logo senti meus resquícios de bunda, se esvaindo no ar.


Ou seja, eu tomei uma bela de uma queda, de lá daquele "túnel" ao chão, fazendo com o que meus glúteos se chocasse contra o chão, o chão quente desse lugar.


Me levantei rapidamente, olhando ao redor.


— Que lugar é esse??! - Indaguei vendo tudo vermelho por conta do fogo, que exalava de cada parte daquele lugar.


Pessoas sendo torturadas, choros, gritos, chicoteadas, e tudo de horrível acontecia ali. 


— Bem vinda a minha casa... - O demônio falou no meu ouvido, fazendo eu dar um mini-pulo.


— Aqui é o inferno?! - Indaguei e o mesmo assentiu.


— Vamos, não temos tempo, já deve ter começado a batalha e preciso ir logo, e dar um jeito em você.. - Ele falou me puxando pelo braço.


— DAR UM JEITO EM MIM?! - Gritei.


— Isso aí... - Me puxou para um lugar.


 Onde parecia que havia mudado de cenário, agora eu via um grande espaço com gramas secas, e um grande castelo.


— Onde estamos? - Olhei ao redor.


— No castelo do próprio Lúcifer... Que tal uma visita? -Sorriu me puxando pelo braço.


— Não, não, não! Não quero fazer uma visita a ninguém, estou bem aqui! - Insisti a não ir, enquanto ele me puxava.



— Quem é essa JungKook? - Um demônio, um tanto parecido com o tal do JungKook, se pronunciou, parecia que era guarda, da casa do tal Lúcifer.


— Bom, ela é uma garota, que consegue me ver, e então, trouxe-a para Lúcifer, ele precisa dar um jeito nela.. - Falou.


— Sabe que não devia trazer uma humana aqui.. - O demônio falou.


— Está vendo! - Falei. - Deixe-me ir para casa! - Pedi e ele me ignorou.


— Mas Namjoon! Ela me vê! Nos vê! Entende a gravidade da coisa? - Ele falou.


— Não devia a ter trago... - Falou o tal do Namjoon.


— Mas trouxe! E agora, deixe-me dá-la para Lucifer.. - Pediu.


— Para de insistência! Não está vendo que não pode! Deixe-me ir para casa! - Me debati.


— Jungkook, Lúcifer não está, apenas volta para terra, a deixe lá, e vá fazer suas obrigações... - Falou.


— Certo.. - JungKook bufou.


— Oh céus! Amém Senhor! - Respirei aliviada.


— Comece a medir suas palavras... - O tal do Jungkook falou, me arrastando para fora daquele lugar.


— Eu sinto muito, mas só estou feliz por estar sendo livre... - Falei debochada.


— Eu ainda posso te matar.. - Ele rodou os olhos, e eu me calei, obviamente.


O mesmo foi me arrastando até outro buraco.


— Ya! Ya! Eu posso andar, sabia disso?! - Indaguei sendo ignorada e jogada no buraco.


Novamente senti, os meus resquícios de ossos da bunda, se esvaindo, chegando a mesma rua de Hongdae de antes.


— Ah caralho.. - Resmunguei.


— Se levante daí, e vá embora... - JungKook falou.


— Vai você, estou afim de ficar sentada no chão... - Falei com raiva.


— Audaciosa... - O mesmo falou.


— Sou! - Me levantei, limpando a roupa.


— Venha aqui... - Me chamou se aproximando.


— Não.. - Neguei dando passos cegos.


— Venha! - Chamou.


— O que quer? - Indaguei o olhando.


— Vou lhe matar, mas vai ser coisa rápida, não dói... - Falou amostrando suas garras.


— Sai! Isso vai doer, porra.. - O olhei assustada.


— Não vai, juro! - Jurou.


— Sai! Não, não mesmo! - Falei me afastando.


— Quer ver que não dói... - Ele olhou para trás, observando um cachorro, que logo vinha.


— Puta merda! Cachorro, corre! Corre pelo amor de deus, oh menino 'tu vai morrer mano, não vem para cá! - Gritei pro cachorro, que vinha em nossa direção, todo feliz.


JungKook riu, e atacou o cachorro pelo pescoço, o suspendendo.


— Caralho, não faz isso! - Falei puxando meus cabelos.


Ele apenas, passou sua garra no pescoço no cachorro, o rasgando, fazendo espirrar sangue, e então ele pôs, o cachorro deitado, pôs a mão no cachorro, e o mesmo sumiu.


— Caralho, você matou o cachorro! Matou. O. Cachorro! - Falei pausadamente.


— Não doeu mano... - Ele falou.


— Caralho JungKook! Cadê o cachorro.. - Indaguei desesperada.


— Olha, desisto de te matar, xô! Vai embora.. - Falou.


— Eu vou mesmo! - Falei me virando. — Mas fique sabendo que é um monstro! - Gritei andando na rua escura.


Me virei e o mesmo tinha desparecido.


— Sinceramente! - Chutei o ar irritada.


Fui para casa, tomando um banho, fazendo um curativo, nos ralados, e me deitei olhando para o teto.


— Caralho! - arregalei meus olhos. - Eu me bati com um demônio! - Pus a mão na boca.


Não acredito nisso.














Notas Finais


Bexu ❤


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