História A síndrome Killer Vibe - Capítulo 10


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Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon (Vibro), Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Iris West
Tags Killervibe
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Palavras 2.225
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pois é a história não está muito reconhecida, por isso o meu desanimo de continuar então eu vou postar os que eu já escrevi, só para não deixar tão abandonado.

Capítulo 10 - Você é Perigosa e tem que ser detida!


— Rápido rápido levem ela pra maca, ela está sangrando muito!!

 

— Se acalma ela pode se regenerar né?

 

— E porque ela ainda tá assim?! 

 

— Que porra foi essa? O que aconteceu aqui?! Cadê a dra Snow?

 

— Porque não deixam logo ela morrer, a Caitlin vai voltar ao que era, e vocês não terão que se preocupar com essa aí. — Esse era o tipo de coisa que eu ouvia enquanto estava semi inconsciente, gritaria, brigas e confusão.

 

Detesto admitir mas se a Caitlin estivesse aqui eu ficaria mais tranquila, ela é uma exímia médica, mas eu nunca vou dizer isso a ela. Porém com toda essa loucura não deixei de ficar assustada e brava pelo que ouvia, pessoas tentando ajudar mas sem saber o que fazer, e outros me julgando, outros não, outra, Cigana essa vadia me paga. 

 

Um ponto estava certo. Porque não consigo me regenerar? Eu não previ isso em meus planos, isso muda um pouco as coisas, qual a causa pra isso? Eu pensava que a doença não me afetava mas afeta sim, e isso é ruim significa que eu dependo desses idiotas pra viver, e se eu morrer hoje bom, se for meu último suspiro tenho que fazer valer a pena.

 

— Cis... — Falei com muita dificuldade já sem forças, tinha uma venturi no meu rosto fazendo eu respirar, mas meu pulmão parecia encharcado de sangue logo eu iria me afogar nele e seria meu fim.

 

— Frost! Frost! Ela tá acordada, a gente vai te ajudar ok? Você vai ficar bem. — Ele parecia desesperado, eu estava realmente grave. Fiz não com a cabeça pois sabia que não ia ficar bem, minha visão estava turva eu não conseguia ver ele direito, mas senti algo molhado cair no meu rosto, vi com mais nitidez, Cisco chorando, chorando muito, por mim? Eu era tão importante assim pra ele? Eu não merecia as lágrimas de ninguém muito menos dele ele me abraçou na maca enquanto soluçava em meu pescoço, senti aquela sensação de novo, algo bom e prazeroso a dor parou por um tempo, enquanto ele estava ali comigo como eu quis retribuir, meu Deus, Cisco é uma pessoa tão maravilhosa ele nunca foi rude comigo pelo contrário ele sempre pagou o mal que eu fiz a ele com o bem.

 

De repente vi o tirar de cima de mim Cigana, ela não gostou muito de ver ele ali comigo, ótimo! 

 

— Tá bom, tá certo eu não vou ser a causa da morte dessa aí, pensei que fosse teatro seu gelada, mas tô vendo que é verdade você está morrendo mesmo. — Jura?! — Pensei.

 

— Cigana sai daqui a culpa disso tudo é sua! — Praguejou Cisco mas ela não saiu.

 

— Eu sei como salvar ela, vem logo Cisco coloca sua mão sobre ela. — Cisco parece ter obedecido pois senti sua mão em minha barriga.

 

— O que eu faço?! — Ele perguntou eu senti tensão sobre todo o quarto.

 

— Preciso que a atinja com uma rajada de vibe nela... — Ele interrompeu.

 

— Mas foi isso que a deixou assim! — Acho que Doutor Wells o interrompeu.

 

— Pelo que entendi Ramon, a rajada foi da Cigana e não sua, e pelo que li sobre os seus estudos e o da Doutora Snow. Nevasca tem parte do seu DNA nos poderes dela, a vibe é a sua fraqueza, mas a sua no entanto a ajuda porque está conectado a ela, então se você concentrar uma rajada de vibe lenta sobre ela, ela vai sobreviver.

 

Eu queria muito gritar para eles se apressarem porque estava contando os segundos para sumir de vez.

 

— Tudo bem vamos lá. — Ouvir o som da voz do Cisco acalmou um pouco meu coração, acho que o Wells o deixou mais confiante pois senti sua vibração me atingir, foi como se milhões de desfibriladores estivem me dando repentinos choques, me faltava ar, me faltava fala, só não dor, muita dor. Mas senti meu sangue frio voltar a circular, minhas ondas criogenicas estavam concertando o estrago no meu pulmão eu estava melhorando!

 

— Olhem está funcionando o sinais vitais dela estão no padrão. — Ouvi Íris.

 

— Bom no padrão da Nevasca. Sempre abaixo de zero. — Essa era a voz do Ralph.

 

Cisco parou de jogar sua vibração ao notar minha melhora.

 

— Ah graças a Deus que você está bem! — ele comemorava

 

— Deu certo cara! — Esse era Barry, pensei ter ouvido um high five entre os dois? Então senti alguém se aproximar de mim, a respiração quente entrou pelos meus ouvidos e me arrepiou, senti fios de cabelos sobre o meu rosto essa pessoa estava próxima ao meu ouvido.

 

— É bom que saiba garota pra não mecher comigo e deixar Cisco em paz! — Cigana sussurrou, era ela, como se atreve em se aproximar assim de mim? Que intimidade é essa? Cisco não ouviu isso? Provavelmente ele está distraído comemorando minha melhora, agora eu sabia pelo Doutor Wells que ela ou qualquer outro meta vibe com escessão do Cisco era minha fraqueza, e até parece que eu ia me intimidar com isso, eu ia tirar essa história a limpo pode ter certeza, que Cigana vai conhecer a Nevasca!

 

Acordei de repente num súbito levantado meu dorso da maca e vi todos chocados no entanto felizes com a minha volta.

 

— Mas... Como... Que... — Eu estava muito ofegante também, meu pulmão estava começando a voltar agora, tinha que me acostumar, era como se eu acabasse de sair do útero de minha mãe, respirando pela primeira vez, mesmo com a máscara de oxigénio ainda tinha dificuldade.

 

— Calma garota, você está assustada, tem que se acalmar sua saturação está no limite, se continuar a forçar sua respiração assim vai ser entubada. — Aconselhou Wells mas eu não estava nem aí porque ao lado dele estava a Cigana de braços cruzados com a cara de pau mais ridícula desse mundo, as palavras que ela me disse agora pouco ecoavam na minha cabeça. Tirei a máscara de oxigénio.

 

— O que pensa que está fazendo? — Cisco perguntou tentando me impedir. Me levantei da cama o tirei da minha frente e encarei Cigana.

 

— Parece que está tudo bem né? — Ela disse. Aquilo me deu mais raiva.

 

— Tudo bem? Eu quase morri, SUA PUTA DOS INFERNOS! — Dei um soco nela com o punho gelado de raiva ela caiu pro lado mas logo se levantou, ela era durona, ótimo não gosto de coisa fácil. Ralph me aplaudiu eufórico.

 

— Isso gelada! Briga de garotas!

 

— Ei! Ei! Ninguém vai brigar aqui. — Barry apartou a briga e deu um tapa na cabeça do Ralph.

 

— Sai da minha frente Allen eu vou acabar com essa rapariga! — Tentei partir pra cima dela e Barry me segurou e ela tentou fazer o mesmo mas Cisco a pegou também.

 

— Parem vocês duas, que tal conversar Antes?! — Gritou Cisco.

 

— Ramon deve deixar a Srta Josh e Srta Frost se entenderem do jeito delas. — Comentou Wells.

 

— Cala a boca Harry! — Falou Cisco e Íris ao mesmo tempo, ele deu de ombros.

 

— Vem pode vir sua anemica! Não tenho medo de você! — Ela gritou comigo tentando se soltar. Não demos muita bola para o que estavam dizendo.

 

— Eu vou acabar com você! Sua cretina! — Repudiei tentando sair do aperto de Barry. Ralph parecia entretido e Íris estava apreensiva.

 

— Mas que bela forma de agradecer! Eu que te salvei !!

 

— Certo... —Falei rindo. — Logo depois de tentar me ME MATAR!!! 

 

— CHEGA!! Se nenhuma das duas parar ficam um dia na cela de contenção! — Íris disse, e nos acalmamos um pouco.

 

— Me solta vermelho. — Falei largando dos braços do filho do Joe.

 

— Tudo bem Cisco pode me soltar. — Ela disse mas Cisco ficou com receio.

 

— Posso mesmo? Você não vai tentar matar mais ninguém aqui? Porque se for me avisa pra eu pedir para a Nevasca trazer a Caitlin de volta. — Cisco a soltou

 

— Eu não ia matar ninguém estava com raiva, com raiva dela! Queria só dá um chega pra lá, mas acho que me empolguei. — Ela sorriu pra mim, aquilo me soou uma ameaça.

 

— Não tem problema princesa de couro, cê me avisa que quer briga, não precisa me atacar pelas costas, eu aceito em qualquer hora e lugar! — Falei e ela quase voou em cima de mim.

 

— Ah é? Então vamos lá pra fora! — Barry correu e colocou no pulso de Cigana uma algema que suprime os poderes.

 

— Jura?! — Ela disse.

 

 

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Depois de tentar nos matar mais de uma vez a única forma que todos viram ali de nós deixar calmas, foi nos dar um medicamento anestésico, acho que era codeína por que eu estava meio grogue, mas ainda permanecia consciente e orientada assim como a Cigana, o remédio tinha potencia fraca em nós duas, mesmo assim não tínhamos força pra lutar, estávamos amarradas a cadeira enquanto Barry nos interrogava com Íris. Cisco e Ralph foram atender a um chamado, parecia ser um alerta de brecha.

 

— Tudo bem vamos recapitular. Porque você atacou a Nevasca? — Perguntou Íris

 

— Porque ela é louca! — Interrompi.

 

— Fiz isso porque ela é uma vilã e nunca vai deixar de ser uma! — Cigana falou e eu revirei os olhos.

 

— Mimimimi blá blá blá. — Falei a imitando. — Sorte sua que eu estou presa aqui. — Ela disse e dei língua pra ela.

 

— Ei! Ei! Então você viu alguma coisa? Algo que ela vai fazer? — Perguntou Barry. Cigana permaneceu em silêncio.

 

— Olha eu não me importo com os problemas dela, e se ela tem problemas comigo, dá pra me soltar? É óbvio que ela está inventando tudo — Barry fez não com a cabeça bufei.

 

— Você é perigosa e precisa ser detida! — Ela falou com ódio na voz.

 

— Calma Ciranda eu tô de boas, se não tá vendo? 

 

— Isso não quer dizer nada as circunstâncias fazem de você um vilão, até mesmo o amor. — Fiquei muito confusa, amor?

 

— Tudo bem isso não vai se resolver com a gente aqui. — Comentou Íris para Barry.

 

— Tudo bem eu acho que vocês não vão brigar mais não é? — Perguntou Barry. — Não! — Falamos ao mesmo tempo.

 

— Eu espero porque tem coisas mais importantes que requerem nossa atenção, do que uma briga de mulher! Cresçam! Conversem, vejam qual o problema, e se resolvam. Porque se alguém mais for para o MedBay eu juro que ficam presas por um mês inteiro!! Certo?! — Ordenou Íris.

 

— Tá bem chega, entendemos. — Falei de saco cheio.

 

— Caramba amor você bota medo em qualquer um. — Disse Barry levando Íris para fora do córtex em que estávamos, eles só esqueceram de nós soltar, obvio de propósito, só para nós deixar de castigo para conversarmos.

 

— Pode? Eles pensam mesmo que somos tão idiotas? — Falou Cigana.

 

— Eu não posso falar por você Ciranda. — Disse rindo.

 

— Você leva tudo na brincadeira? Por isso é tão difícil dialogar com você. — Virei minha cadeira para ela e deixei minha cabeça de lado a encarando.

 

— Você cometeu um erro garota, ninguém nunca ameaçou minha vida assim de graça, da próxima não vai ter nenhum deles pra te proteger e eu vou te mostrar porque me chamam de Killer. — Ela não esboçou nenhuma reação mas tenho certeza que pós um pouco de medo na morena.

 

— Se eu não tivesse com as mãos presas podia aplaudir sua performance, já fui ameaçada por gente muito pior, então por favor... — Gargalhei e ela se assustou.

 

— Eu não sou suas presas shakira da terra foda-se, você me atacou sem motivo, e quase me matou poucas pessoas tentaram isso, e você ainda tem sorte de estar aqui na minha frente. — Preguejei empurrando minha cadeira para o lado.

 

— O que está fazendo? — Ela falou ainda presa.

 

— O bom de ter uma médica fazendo parte de você, é que você sabe um pouco sobre medicamentos, codeína é um anestésico ópioide mas com a substância certa,  naloxona pra ser exato ele reverte o efeito. — Disse me soltando da cadeira com facilidade fazia tempo que eu cortava as cordas com um gilete sem ninguém perceber, peguei uma ampola de Naloxona e injetei em mim mesmo e já estava ótima, eu sorri para Cigana que ficou impressionada.

 

— Você é uma mulher engenhosa. Certo agora faz comigo. — Eu dei uma risada baixa e ironica.

 

— Há Há Há, não, não. — Disse fazendo não com os dedos, fiquei ajoelhada em frente a sua cadeira e liguei a algema que ainda estava em seus braços fazendo a ficar sem poderes. 

 

— Vamos conversar um pouco? — Disse criando uma adaga de gelo e apontando para o seu pescoço. 

 

— Isso é um interrogatório? — Ela perguntou, fingi estar pensativa.

 

— Hum... Não, eu acho que é mais um julgamento e eu sou a juíza. — Falei rindo.

 

— E qual seria a sentença? — Ela perguntou e não deixei de rir.

 

— Se você vai morrer ou não. — Você é louca. — Fiz um beicinho.

 

— O que eu posso fazer? As pessoas a todo momento ficam tentando testar minha sanidade.

 

— Você não é assim Nevasca, você é boa, isso aconteceu porque você quase morreu, não precisa me ameaçar pra ter suas respostas eu digo tudo o que quer saber. 

 

— Agora que deu mesmo, Cigana boazinha comigo? É de se estranhar né tudo bem.— Fisguei meu punhal em seu pescoço quase que a perfurando.

 

— Se você vai me dizer tudo eu não sei, mas que você vai pagar por tentar me matar a você vai! — Ela ficou em silêncio e eu comecei o interrogatório com uma pergunta que não saía da minha cabeça.

 

— Bom então eu ouvi você dizer que eu ia causar a morte do Cisco, o que isso significa?


Notas Finais


Continua...


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