História A síndrome Killer Vibe - Capítulo 11


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Categorias The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon (Vibro), Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Iris West
Tags Killervibe
Visualizações 10
Palavras 3.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um

Capítulo 11 - Nevasca... Eu vi o Cisco com você.


Eu e Ralph formos indo em direção ao sul de Central City, procurando por um suspeito que foi detectado pelo satélite do Starlabs, fui praticamente obrigado a ir, eu não confiei em deixar Cigana e Nevasca sozinhas sem eu estar lá, mas Barry achou melhor assim, elas não iam se entender comigo ali. 

E por pior que seja a Nevasca eu não creio que ela mereça isso quase morrer por causa da Cigana, meu Deus quando pensei que eu ia perde-la quase que me destruí de dentro pra fora, desde que nos conhecemos tudo está mudando em mim, eu confio nas visões de Cigana, mas tentar matar ela, só porque talvez ela vá causar minha morte é muito errado. Eu não sei se faria o mesmo e também nem sei se isso é verdade.

Andávamos até um galpão abandonado onde ocorreu o alerta mas, parecia vazio.

— Ei baixinho! Vem cá diz aqui pra mim, essa sua cara de tacho é paisagem né? Até parece que você não gostou de ter aquelas duas gatas brigando por você? — Eu olhei para o Ralph como se ele fosse o cara mais estúpido do mundo.

— Qual o seu problema? A Nevasca quase morreu. 

— É mais você salvou ela, e por Deus a Nevasca é muito durona e gostosa você viu o soco que ela deu na sua crush? Foi tipo... Show. — Aquilo me deu raiva, ele estava desrespeitando as duas.

— Escuta aqui Ralph se você não calar a boca eu juro que te envio pra uma terra onde as borrachas são fonte de alimento!! 

— Opa foi mal só tô tentando descontrair, você passou o tempo todo caladão, fiquei com medo sei lá. — Respirei fundo e decidi me acalmar.

— Desculpa aí cara... Ei, as duas não estavam brigando por mim, e sim entre si, de onde você tirou essa ideia? — Disse confuso.

— Aquele olhar da Cigana é igualzinho ao olhar da minha ex namorada brigando com a minha outra ex. — Eu fiquei cabisbaixo.

— Como um cara como você tem uma namorada? E como uma delas brigou com outra por você? — Ralph ficou chateado com meu comentário.

— A questão é, que não pode negar que ela tem um problema muito grande com a nossa Nevasca. Ah acho que já entendi. — Ralph começou a cutucar meu ombro com um olhar malicioso.

— Não cara eu não to com a Nevasca, se o que está pensando, e a Cigana saberia se eu a tivesse traindo, pode crer agora eu já estaria morto. Então isso jamais passou pela minha cabeça. — Se bem que... Não Cisco aquilo foi um acidente não era pra acontecer. Pensei.

— Bom então o que é que tá acontecendo com aquelas duas? 

— Cigana teve uma vibração e viu que a Nevasca iria causar minha morte, mas eu não estou acreditando muito nessa história.

— Espera! A Cigana é uma meta como nos? — Revirei os olhos como o Ralph era tão lesado?

— Ciscy! — Alguém me chamou, eu e Ralph ficamos de prontidão, eu conhecia muito bem aquela voz.

— Acho que já descobri de onde veio o alerta de brecha. — Viramos de costas e o vimos.

— Quem é esse aí? — Perguntou Ralph.

— É o meu sogrão o Senhor Josh pai da Cyntia. — Ralph deu uma risada baixinha.

— Eu tô amando esse dia Ciscy. — Riu Ralph dei um soco em seu ombro.

— O que faz aqui Breacher? — Ele ficou olhando em volta depois pra mim.

— Cadê a Cynthia? Tive um mal pressentimento e vim correndo pra cá, ela enlouqueceu esses dias por sua causa, investigando a vida de sei lá quem, acabou vibrando um não sei o que, dessa terra e quase teve um trosso. 

— Seu resumo explica muita coisa. — Ironizei.

— A questão é que, minha filha estava muito transtornada eu acho que ela vai fazer alguma besteira.

— Chegou tarde vôvô a sua filha já fez, mas de boas ela tá sedada, e contida. — Olhei para o Ralph com meus olhos arregalados.

— O que foi que ele disse? — Fui para cima de Breacher para-lo.

— Calma, calma!! — Disse o segurando.

— Eu disse alguma coisa? 

— Que tal a parte que você diz que a filha dele está sedada e presa! — Ralph fez um grande A com a boca iria demorar até eu acalmar o meu sogro. Ótimo.


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— E então como eu vou matar o Cisco? — Cigana não estava facilitando, mesmo sendo constantemente ferida, não abria a boca de jeito nenhum.

— Quando Cisco chegar ele vai ver o que fez comigo e vai te odiar por isso. — Fiz pouco do que ela dizia, até porque a cada ferimento que eu causava eu curava depois, essa era a tortura.

— E quem disse que me importo com o Cisco? Pelo o que você tá dizendo eu vou matar ele não é? Ou algo assim... Porque eu iria me importar com uma tortura com a Exterminadora do futuro?

— Você vai se importar... Um dia vai. — Comecei a queimar sua perna com minha onda criogenica.

— É exatamente isso que quero saber, como caralhos eu vou causar a morte do Cisco? Se eu vou me importar com ele? O que você não está querendo dizer?!

— Eu nunca vou contar! — Fechei minha cara.

— Então você não tem utilidade para mim. — Criei um punhal de gelo e segurei o pescoço da Cigana para acertar-lá, ela nem parecia querer se defender.

"Sinceramente não ligo que me acerte com seus poderes, ou me faça de saco de pancadas de vez em quando, eu te fiz rir, isso já fez o meu dia um pouco melhor"

Cisco? Era a voz dele na minha cabeça, aquilo era a minha ligação com ele? frases suas que ficaram grudadas na minha mente? Olhei para o punhal em minha mão e depois olhei para a Cigana. O que estava fazendo, Cisco acabou de me salvar e eu ia matar a namorada dele, o que tem de errado comigo? Larguei o punhal e a soltei da cadeira e tirei suas algemas.

— O que isso significa? — Ela perguntou enquanto ainda acariciava seus pulsos recém soltos.

— Nada, só que eu não estou muito bem, e eu ia fazer uma besteira grande.

— E porque não fez? — Ela me encarou.

— Porque por mais que eu te odeie, eu não odeio o seu namorado, nem a Caitlin, e nem seu pai, se eu te matasse muitos iriam sofrer e a Caitlin iria pra Ironhights o que não ia ser muito bom pra ela, ela não ia merecer isso apesar de não sermos tão próximas. — Cigana parecia triste em ouvir meu momento de compaixão.

— Você não pode ser assim... Não agora, não tão perto. 

— Como é? — Ela começou a andar de um lado para o outro, nervosa foi aí que percebi, ela precisava que eu terminasse o serviço agora entendi tudo, era tudo um plano bobo e eu quase caí na sua armadilha. Ela queria que o Cisco visse a sua iminente morte nas minhas mãos, mas porque? 

— Hoje não Gypsy, não dessa vez. — Ela percebeu que eu descobri seu plano. — Sabe eu te odeio por tentar me matar, mas acho que você tá marcando seu território ou seja lá o que, você me enganou então te respeito por isso, na próxima fala comigo primeiro. —  E no momento em que ela ia responder Cisco, Ralph e um coroa estranho entraram no córtex.

— Mi hija como estás? Resolveu o seu problema? — O coroa deu um abraço em Gypsy que olhou pra mim angustiada.

— É pai resolvi. — Ela mentiu eu acho.

— Kill você está bem? — Olhei para o lado e vi Cisco parado na minha frente ansioso por sua resposta, e Cigana olhava para mim com ódio por receber atenção dele, eu não queria ficar no meio disso.

— Claro que estou, baixinho, tá pensando o que? A sua namorada ridícula não é capaz de me matar tão fácil, agora sai da minha frente tenho coisa mais importantes pra fazer. — O empurrei para o lado ele obvio ficou bravo, não era forma de agradecer ele por ter me salvado. E como eu queria agradecer ele por isso, mas eu não queria mais problemas com a Cigana. Nossa o que tá acontecendo comigo? Desde quando sou tão boazinha? — Ri de mim mesma saindo do córtex deixando Cisco com Cigana e o velho.

— Deixa que eu falo com ela. — Ouvi alguém dizer de dentro do córtex, Ralph obvio, de uns tempos pra cá ele vem dando em cima de mim, é até engraçado brincar com os sentimentos dele, mas tenho que dar um basta. Enquanto caminhava ele me seguiu com sua cabeça, que se moveu até onde eu estava era nojento mas engraçado.

— Já mandei você parar com essa merda. — Ele ainda me seguia.

— Ué você não gosta? Vi você soltando um sorriso agora pouco. — Fui pega.

— Tá tá eu assumo é engraçado ver sua cabeça longe do corpo, e seu pescoço de girafa sem coluna percorrer esse corredor imenso... 

— AH MEU DEUS! — Esse era o pai de Cigana se assustando com o pescoço do Ralph.

— Mas, essa é velha então se me der licença eu já estou indo. 

— Indo pra onde? Fica mais um pouco comigo. — Ele pegou no meu braço e fez eu ficar perto dele nessa altura Ralph já estava com todo o corpo ali. — Eu finjo ficar envergonhada e abaixo a cabeça.

— Olha Ralph eu... — Eu ia dar um fora épico nele mas Cisco bom...

— Ei! O que pensam que estão fazendo? Não estão escutando? — Foi aí que percebi o alarme estava tocando.

— Gente alerta de meta!!! — Gritou Íris.

— Agora não! — Bufou Ralph dengoso, saímos correndo para córtex e Íris nos mostrou na tela uma mulher que conseguia controlar estátuas, e que estava ameaçando todo um complexo em um navio cheio de antiguidades, Cisco correu pro computador e foi procurar saber quem era a louca.

— O nome dela é Mina Chayton uma nativa de Lakota Sioux, sem histórico na polícia.

— Certo Cisco abra uma brecha para você o senhor Breacher e o Ralph vocês vão ajudar o Barry que provavelmente já está lá. — Cisco assentiu com razão.

— Ei! Enquanto a nós duas? Estamos dentro também! — Comentou Cigana curti muito ela ter nos mencionado.

— De jeito nenhum! — Disse Cisco.

— Qual o problema baixinho? — Perguntei.

— Hello meninas essa é óbvia. — Comentou Ralph.

— Caramba Nevasca vocês duas estão dopadas, acham que encaram essa barra desse jeito? — Perguntou Wells o pai da Cigana foi direto para a filha. ver se estava tudo bem.

— Eu estou em perfeitas condições! — Disse. — E eu também. — Mentiu Cigana ela ainda estava sobre o efeito do remédio, mas se eu me intrometesse ela iria me odiar para sempre.

— Chega! Meu marido precisa de ajuda, Cigana vai com o pai, Ralph e Nevasca Cisco fica aqui comigo e Wells. — Cisco reclamou sua posição mas era sensato, não tinha porque ter três metas vibes na missão e ele sabia. Ele apenas sentou na cadeira com a cara fechada.

— Certo. Estou bem pai, quanto mais gente melhor, vamos! — Cigana abriu uma brecha, Cisco revirou os olhos acho que se ele impedisse ela não iria ouvir, nem eu iria.

— É bom vocês voltarem inteiros! — Gritou Cisco. — Pode deixar Ramon. — Ralph foi o primeiro e depois todos passamos pela brecha e bem, Barry estava com problemas.

Bombeiros e Policiais tentavam contornar a situação, Joe estava lá tentando negociar um acordo ela tinha reféns em todo cargueiro. E Digamos que ela não era muito de conversar.

Uma grande estátua de mais ou menos o dobro de nossa altura atacava Barry, parecia um guerreiro romano com lança e tudo, e o desgraçado era de mármore só uma queda iria despedaça-lo e várias aves metálicas também o perseguiam elas o tinham o ferido na perna. Policiais em perigo, reféns em perigo, puta que pariu ia dar trabalho. 

Fui a primeira a tomar a iniciativa congelando as pernas do bichão que estava perseguido o vermelho. Não o segurou por muito tempo mas foi o suficiente para Ralph tirá-lo de lá.

Cigana jogou uma rajada em sua cabeça fazendo quebrar em pedaços a orelha da coisa. 

— Ei o que pensam que estão fazendo? — Ouvimos a voz de Cisco nos intercomunicadores.

— Matando aquela coisa! — Gritei.

— Sabe quanto tempo demorou para esculpir isso?! Não vão destruir uma obra de arte, além do mais se isso quebrar vai sair do bolso de vocês. — Eu e Cigana reviramos os olhos. Breacher e Ralph lutavam contra as aves metálicas ajudando o Barry, era tiro pra tudo quanto era lado, os policiais estavam na proa e nós pelos arredores.

— Você toma conta do gigante e eu vou atrás da Bisão Negro. — Disse Cigana e eu assenti receiosa, ela ainda parecia tonta e cambaleava pelos cantos. Ótimo! Se ela morrer vão por a culpa em mim, não vou deixar essa desmiolada se arriscar assim.

— Ei Gypsy você não vai conseguir sozinha... — Tentei gritar para ela e foi inútil, a tonta já estava longe, então tinha que ser rápida congelei toda a estátua.

— Isso vai te segurar por um tempo. — Sai correndo atrás da Ciranda.

— Íris cadê a Cigana? — Eu escutei um barulho de teclado e logo me respondeu.

— Está no subsolo do navio, o que ela fazendo lá? — Eu não respondi se eu dissesse provavelmente o Cisco teria um trosso, mas pelo que ouvi. " ÍRIS, ÍRIS MANDA ELA SAIR DE LÁ" " Calma Cisco! " Ele já estava tendo um.

Ela estava dentro do galpão do Navio no subterrâneo eu me escondi e ouvi ela com a meta.

— Escute isso pertence a minha tribo! Nada vai me impedir de pegar o que é nosso.

— Exceto que eu estou aqui exatamente para isso. — Cigana tentou atirar contra a Mina mas errou.

— Você tem péssima pontaria. Faça Viver, Faça Levantar!! — Fudeu. Dessa vez eram gorilas enormes que saiam das caixas do galpão eram oito e cercaram Cigana, ela parecia não está os enxergando, piscava os olhos repentinas vezes, parecia com sono. Isso era culpa minha por não ter dado o antídoto para o opioide.

Os gorilas batiam suas patas ao chão repetidas vezes ameaçando atacar, Cigana ameaçou fazer o mesmo e logo todos partiram para cima dela. Eu quase cuspi meu coração pela boca Puta que pariu!!! Eu corri até ela e fiquei costa a costa com ela.

— Sai daqui você vai morrer!!

— E você também sua estúpida!! — Concentrei toda a minha força, meus olhos e meus cabelos brilharam eu soquei o chão e congelei tudo naquele galpão, os gorilas as caixas, a Mina, e as engrenagens, menos eu e Cigana.

— Porra!! Você consegue congelar isso tudo? 

— Nem eu sabia que podia.  Disse olhando para as minhas mãos que estavam resfriando gelo ainda.

— Você me sa-salvou. — Tive que dar um sorriso, e ela retribuiu. Barry apareceu num piscar de olhos.

— Aí que frio do caramba. — Ele disse com arrepio. Depois Cisco apareceu através de uma brecha e foi direto abraçar Cigana.

— Nunca mais me assuste assim mulher! — Ela riu ainda abraçada com ele, eu senti uma coisa estranha no meu coração, estava triste? Olhei para Cigana e vi ela sussurrar um obrigada. Apenas dei uma piscada. Virei as costas não queria olhar para os dois.

— Bom vamos voltar já deu por hoje né? — Disse Flash, abriu se outra brecha no cargueiro de lá saiu Ralph e um Breacher zangado.

— Cisco nunca mais me deixe sozinho com esse lunático.

— Caralho olha só o navio tá parecendo um frigorífico gigante espera... — Ralph pegou seu celular e bateu uma selfie do lado de Breacher. 

— Hashtag missão concluída. — Não deixamos de rir.

Ao voltar para o Starlabs antes de Cigana e seu pai ir embora, ela resolveu ir até o laboratório da Caitlin onde eu estava bebendo escondida, sim eu bebo socialmente, mas hoje eu mandei o socialmente pra casa do caralho. Eu ainda não estava bêbada, estava no terceiro gole do meu whisky que roubei do Dr Wells.

— Achado não é roubado. — Disse preparada para tomar outro gole quando alguém roubou a garrafa da minha e deu uma grande golada. 

— Eita não sou a única que quer ficar doida de novo né?

— Fica na sua Killerfrost. — Cigana se sentou do meu lado eu estava atrás do balcão e nos ficamos dividindo o whisky.

— Então qual é a boa? — Perguntei dando um gole. Ela deu um sorriso triste pra mim parecia querer chorar.

— Obrigada por me salvar, talvez você não seja tão vilã quanto eu pensei.

— Opa, Opa, Pode parar com esse drama eu não sei consolar ninguém se vai chorar, procura seu namorado porque eu... — Ela pegou a garrafa da minha mão e deu um grande gole eu fiquei até impressionada depois ela respirou fundo.

— Escuta eu tive uma visão de você com o Cisco. 

— Sim, sim, que eu ia causar a morte dele, tô sabendo, pode deixar que eu não chego mais perto do seu namorado. — Disse pegando meu whisky de volta.

— Não, isso não é tudo, eu não contei exatamente como eu vi, pois tive medo.

— Medo de mim? — Ela fez sim com a cabeça, sorri de canto.

— Cê tá brincando né?

— Nevasca, eu vi o Cisco com você... — Ela pegou na minha mão e não sei não mas, aquele papo tava me assustando dei um gole da minha garrafa.

— Frost, Cisco vai te amar de um jeito tão intenso que vai acabar causando a morte dele.

— OQUE?! — Disse cuspindo tudo no chão.

— Cisco nunca vai me amar, como amará você, e você também com ele, o sentimento de vocês é o mais intenso que já vi. —Eu custei acreditar a namorada do Cisco estava dizendo que ele iria se apaixonar por mim, era brincadeira, só podia ser.

— Você está brincando não é? Eu e o Cisco não temos nada a ver.

—Está enganada, vocês vão ser tão próximos, como eu e ele jamais formos. — Será que aquilo era real? Ouvir isso era tão bom, quer dizer, era verdade, porque ela mentiria sobre algo assim? Sendo ela a namorada dele.

— Cisco vai me amar? — Pela primeira vez senti o sangue quente correr pelo meu rosto e preencher minhas bochechas, a deixando coradas, não me constragi pelo contrário, foi bom sentir isso.

— Você já está começando a criar sentimentos por ele. — Era verdade mas fiquei em silêncio ainda estava do lado da sua atual namorada.

— Não se preocupe, eu já vi meu futuro com o Cisco só quero aproveitar enquanto ainda posso eu também o amo mas, — Ela respirou fundo. — Quero lê pedir uma coisa, antes de tudo, eu vou contar a verdade sobre minha preocupação, vocês dois serão felizes no entanto acontecerá algo... — De repente aquela alegria de agora pouco se esvaiu eu esqueci que Cigana me odiava por algo que iria acontecer a Cisco e teria eu como causa, saber que eu seria a culpada de o que quer que fosse, seria inaceitável, eu não estava feliz naquele instante. 

— Cisco vai tentar salvar você de um lunático, que te sequestrou em dado momento ele olha para o lado e te vê desacordada em um cela, presumindo o pior, ele vai lutar com o homem e vai mata-lo com raiva de sua possível morte, ele acaba sendo preso e vive os piores anos de sua vida sem você em Ironhights, é nesse tempo que ele se torna um vilão, tão perigoso quanto o Devoe vai ser. E infelizmente o único jeito dele parar era o matando. — Eu fiquei em choque.

— Quem vai mata-lo? — Eu pergunto.

— Eu. — Eu custei a acreditar, meu coração gelado estava doendo, eu ia destruir tudo, e o coração do homem que eu mais importava. Cigana começou a chorar. Eu fechei meus olhos e engoli tudo o que eu sentia.

— Cynthia não se preocupe, eu juro que quando chegar a hora eu não vou deixar o Cisco matar ninguém eu mesmo vou matar esse cara.

— Mas se você fizer isso, você vai ser presa, ou pior.

— É por isso que eu quero que você esteja lá com ele, pois é um preço que vou pagar por ele, e por você, eu prometo, e se eu me tornar uma vilã e começar a machucar meus amigos. Por favor peça para a Caitlin me matar eu não vou suportar viver com essa culpa. Eu juro eu não quero ver Cisco se tornar uma pessoa ruím. — Disse chorando um pouco, Cigana então me abraçou.

— Vamos fazer uma luta justa. Promete?

— Prometo. — Disse.

— Então a partir de hoje seremos amigas. E vamos guardar esse segredo até o túmulo.

— Amigas? Rsrsrs eu acho que a gente bebeu demais.


Notas Finais


Continua...


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