História A Sogra (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Adultério, Amor, Bangtan Boys, Bts, Drama, Genro, Jimin, Romance, Sexo, Sogra, Sweetpandax
Visualizações 779
Palavras 2.580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Enfrentando a "fera"


Fanfic / Fanfiction A Sogra (Imagine Park Jimin - BTS) - Capítulo 6 - Enfrentando a "fera"

– Como ousa entrar dessa forma em minha sala?

 

Ignoro seu olhar mortal e me sento na poltrona em sua frente.

 

– Eu quero pedir gentilmente meu emprego de volta. – Peço baixinho.

 

Ele arqueia a sobrancelha, esperando por uma continuação.

 

SeokJinie, você sabe o quanto eu preciso deste emprego. – Suspiro – Eu peço perdão pelas coisas que disse sobre você. – Abaixo a cabeça esperando por uma resposta e me sentindo arrependida.

 

– Vai beijar minha mão?

 

– Não.

 

– Só um beijinho.

 

Reviro os olhos e nego com a cabeça.

 

– Esse lugar já estava ficando sem graça sem a sua presença.

 

O Kim levanta de sua cadeira e vem em minha direção.

 

– Bem-vinda de volta.

 

 

(...)

 

 

– Assim tão fácil?

 

– Pois é.

 

– Ainda acho estranho tudo isso. Você sabe que ele fará da sua vida um inferno, não sabe? – Namie semicerra os olhos.

 

– Sei sim.

 

Realmente foi muito estranho ele ter aceitado-me na empresa tão facilmente. O que importa é que agora estou de volta ao trabalho.

 

 

5 dias depois.

 

 

– Aqui estão os relatórios que o senhor pediu. – Coloco delicadamente - para não cair - o bloco de papéis em cima da mesa do homem.

 

– S/N, preciso que vá resolver alguns assuntos no meu advogado.

 

Arqueio a sobrancelha.

 

– É urgente, e, é sobre alguns funcionários da empresa que estão tentando me ferrar, mas isso não vai ficar assim. 

 

– Se é sobre o senhor por que não vai você mesmo? – Indago confusa.

 

– Porque é urgente e eu tenho uma reunião com alguns sócios agora. – Massageia as têmporas – Esse advogado lhe dará alguns papéis, e, pelo amor de Afrodite, guarde-os como se fosse sua própria vida, entendeu?

 

– Claro.

 

Depois de pegar o endereço do escritório do tal advogado, vou andando até o metrô em meus saltos 12 cm. SeokJin me deu o resto do dia de folga, claro, eu teria que voltar na empresa para entregar-lhe os preciosos papéis.

 

Encaro a entrada do lugar e suspiro antes de adentrar o mesmo.

 

– Boa tarde senhorita. Posso ajudar?

 

A secretária aparentemente simpática sorri docemente.

 

– Ah... sim, sim. Eu vim em nome de Kim SeokJin para pegar alguns papéis com o... Senhor Park. - Expliquei, um pouco incerta do sobrenome do moço que Kim me disse. Espero que seja esse mesmo.

 

– Ah sim. Senhor Park já está a sua espera. – Ela sorri novamente e me guia em um corredor onde haviam várias salas – Park, a senhorita que Kim SeokJin pediu para vir, está aqui.

 

Um murmúrio de um "peça para entrar" se fez presente. A moça sorriu novamente me dando passagem para entrar.

 

Até que a sala era bem bonita, sofisticada. As paredes em um tom cinza. O homem estava concentrado em seus papéis quando adentrei a sala.

 

– Boa tarde. – Digo baixinho.

 

– Boa tarde. – O homem levanta o olhar.

 

Quando nossos olhares se encontram, fico totalmente surpresa.

 

Jimin?

 

– Olá, S/N. – Sorri fechado, indicando com a cabeça a poltrona em sua frente para sentar-me – Aqui está o que Jin pediu. 

 

Encaro o envelope e suspiro cansada.

 

– Obrigada, Jimin. – Sorrio, me preparando para levantar e voltar para a empresa.

 

– Fica mais um pouco, S/A. – Park pede baixinho, parecia envergonhado ao pedir isso.

 

Seus olhos não estavam em mim e suas bochechas rosadas.

 

– Tudo bem. – Relaxo um pouco na poltrona, encarando o acastanhado.

 

– Como está Jihyo? – Suspira.

 

– Bem. Ela irá aproveitar o final de semana na casa de uma das amigas. – Dou de ombros.

 

– Ela me disse. – Mais um suspiro.

 

Silêncio. É isso que se resume os minutos em que ficamos dentro daquela sala. Ele não me falava nada, mas estava incomodado. Suas pernas balançavam de um lado para outro. Seus olhos pairavam em tudo, menos em mim. Seus dedos batucavam na mesa de madeira de forma inquieta.

 

– Você aceita um café? – Sua voz falha.

 

– Eu preciso ir. SeokJin me matará se eu não aparecer com esses papéis hoje.

 

O homem assente e levanta para levar-me até a porta. Aproveito desse momento para repará-lo melhor. Trajava roupa social, nunca o vi dessa forma. Seus cabelos bagunçados e sua expressão cansada denunciavam o quanto ele queria ir embora descansar.

 

– Obrigada, Jimin.

 

Recebo um sorriso em troca e respiro fundo quando me viro para ir embora. Aceno para a secretária simpática e ando rapidamente para fora do lugar.

 

O tempo estava nublado, qualquer momento poderia chover. Aperto meus passos para chegar à estação de metrô o mais rápido possível. Um carro preto com os vidros escuros e fechados para ao meu lado. Ando mais rápido, praticamente correndo. Meu coração parecia pipoca na panela. O carro para novamente ao meu lado e o vidro do motorista é abaixado, me revelando um Jimin sorridente.

 

– Desculpa te assustar. Entra aí, eu te levo.

 

Respiro aliviada e me permito sorrir.

 

– Obrigada, mas eu vou andando. O metrô não está longe. – Olho para frente, já avistando a estação.

 

– Esse tempo não está nada favorável. – Park observa o céu nublado.

 

– Sério, eu estou bem.

 

E foi bem nesse instante que um pingo gelado bateu em meu nariz. Uma ventania um pouco forte se fez presente, junto de mais outros pingos de chuva.

 

– Uh, é melhor você entrar. – Jimin me lança um sorrisinho abusado, apontando para a porta do carro.

 

Respiro fundo e me rendo. Entrando no carro, sentando-me ao seu lado.

 

Park não disse nada. Novamente estávamos naquele silêncio incômodo. A chuva estava muito forte, o que gerava ele consequentemente dirigir com mais cuidado e devagar.

 

– Obrigada, Jimin. – Agradeço me preparando para saltar de seu carro e correr até a entrada do prédio.

 

– Eu te espero. – Exclama simplista, me surpreendendo.

 

Reluto contra sua vontade. Realmente não havia necessidade pra ele me esperar. Mas ele me convenceu de que sua casa não era distante. Arrumo minha bolsa em meus ombros e abro a porta, logo encarando a chuva forte e correndo até estar dentro do prédio. Maldita hora que esqueci o guarda-chuva em casa.

 

Entreguei o que deveria para o Kim e logo estava caminhando de volta para o carro preto que ainda me esperava em frente ao prédio. Eu estava um caos. Meu cabelo todo encharcado, claro, minhas roupas não estavam nenhum pouco diferente.

 

– Você pode acabar pegando um resfriado. Não devia ter saído que nem uma louca nessa chuva. – Park pronunciou, me olhando preocupado.

 

– Não se preocupe, eu sou forte contra essas coisas. – Dei um sorriso amarelo.

 

Ele apenas se esticou entre os bancos até alcançar uma camisa de tonalidade azul claro que estava no banco de trás do carro. O olhei confusa, não estendendo o porquê ele estava estendendo a mão com a peça pra eu pegar.

 

– Vista! – Ordenou – Não quero que fique doente.

 

Eu já havia espirrado duas vezes só no momento em que ele estava pedindo. Então prontamente peguei a peça de sua mão. Minha saia não estava tão molhada, mas minha camisa social branca estava encharcada, transparecendo meu sutiã rosa pink com lacinhos amarelos.

 

Jimin se virou para o lado, me dando a entender que era para eu me trocar logo. Abri rapidamente minha blusa e peguei sua camisa azul e coloquei-a. Seu perfume forte impregnou meu corpo, era bom, muito bom.

 

– Pronto. – Avisei.

 

Ele se virou para mim e sorriu abertamente.

 

– Ficou ótimo.

 

O aquecedor do carro foi ligado, diminuindo meu frio. Meu celular começou a tocar desesperadamente. Namjoon.

 

– S/N cadê você?

 

– Estou chegando em casa.

 

– Você me deixou preocupado. – Ouço seu suspiro de alívio.

 

– Onde você está? 

 

– Eu resolvi voltar pra casa. Jihyo está fazendo as malas para a viagem com as amigas.

 

– Vou conversar com ela quando eu chegar. Obrigada.

 

Desligo o aparelho e o guardo de volta na bolsa.

 

– Aconteceu alguma coisa? – Jimin tira os olhos da estrada para me olhar.

 

– Não, nada demais. – Dou um meio sorriso.

 

O restante do caminho foi calmo, apesar do temporal que estava lá fora. Jimin dirigia cuidadosamente pelo asfalto molhado. Às vezes tirava os olhos da estrada para me encarar, apesar de me sentir incomodada resolvi fingir não me importar.

 

Logo já estava em frente a minha casa, a chuva havia amenizado, mas ainda assim estava lá. Agradeci ao meu genro e corri para fora do carro.

 

 

(...)

 

 

Depois de ter tomado um bom banho quente, arrumei meu cabelo em um coque frouxo e coloquei uma calça moletom e uma blusa qualquer.

 

Dou leves batidas na porta a minha frente, ouvindo um pedido para adentrar o quarto.

 

– Olá. – Sorri docemente para Jihyo.

 

– Oi. – A mesma nem ao menos se virou para me olhar, o que me gerou um suspiro frustrado.

 

– Precisa de ajuda para arrumar suas coisas? – Ofereço.

 

– Sabe onde está aquela minha blusa com rendas nas mangas? – Finalmente me olha.

 

– Ah sim, eu havia colocado para lavar. Quer que eu busque?

 

– Não. – Solta um bufar.

 

– Por que não leva aquele seu vestido azul com detalhes nas costas? – Sugeri, pois ele é muito bonito e fica ótimo em seu corpo.

 

– Não sou você S/N, não gosto de chamar atenção.

 

Respiro fundo e me sento na beirada de sua cama.

 

– Isso terá que acabar. – Pronuncio séria.

 

– O quê? – Questiona confusa.

 

– Ou você passa a me respeitar, ou então pode dar adeus à essa sua vida plena. Porque eu faço questão de te colocar em um internato bem longe daqui.

 

Sua expressão assustada partiu meu coração. Não gosto de vê-la dessa forma, ainda mais quando fui eu quem causei. No entanto, isso já está fora de controle, ela tem que passar a me respeitar, nunca deixei faltar nada a ela. Sempre dei de tudo, faço seus gostos e vontades, e em troca recebo esse desprezo todo.

 

– Você não seria capaz. – Ela recupera sua postura e me encara duvidando de minha palavra.

 

– Não me subestime. Irei começar a tirar tudo de sua vida. Eu pensava que com esse seu relacionamento você mudaria, eu deixei você se relacionar com esse homem que tem a idade para ser seu pai, e você continua me tratando dessa forma. Estou cansada! Tirarei tudo de sua vida, inclusive esse relacionamento insano.

 

– Você não pode fazer isso. – Grita totalmente alterada.

 

– Posso, eu posso sim. Sou sua mãe e exijo respeito, coisa que você irá passar a ter na maneira mais difícil. Já te dei muitas oportunidades para me respeitar como sua mãe, você ignorou, agora irá aprender da pior forma. – Explodo – Começando por essa viagem que você não irá mais.

 

Pego sua mala quase pronta e aproveitando que já estava aberta em cima da cama, viro tudo na mesma, tirando o que havia dentro e deixando sua mala vazia.

 

– Sua louca, por que fez isso? – Seus olhos ficam marejados.

 

– Você não irá viajar, e nem ouse passar por cima de mim. – Declaro e em seguida saio de quarto, indo até o meu.

 

Respiro fundo, passo as mãos pelo rosto de forma nervosa.

 

Será que fui dura demais?

 

 

(...)

 

 

– Você está péssima. – Meu belo amigo diz.

 

– Não dormi muito bem. – Coço os olhos e solto um longo bocejo.

 

Não consegui fechar os olhos por mais de vinte minutos, aquela discussão com Jihyo acabou comigo. Não queria ter sido muito dura com ela, sei que foi preciso. Fico com medo do que ela poderá fazer, até porque a expressão dela não foi nada boa.

 

– Não se preocupe tanto, florzinha. Você fez o certo, já estava na hora de você ter tomado uma atitude. – Recebo um abraço do mais velho, como consolo.

 

– Obrigada Hobi. Agora eu preciso ir, quero pensar um pouco. – Dou-lhe um beijo na bochecha e outro em sua testa.

 

O tempo estava ótimo, apesar do frio que fazia. Eu amo tempos assim. E por isso, nada melhor que um café. O sino do lugar indicou que alguém havia entrado, recebi alguns olhares, mas nada demais. Sentei-me em uma mesa de frente para a enorme parede de vidro que dava pra ver perfeitamente a movimentação da rua. Fiz o meu pedido e enquanto esperava ficar pronto fiquei pensando em minha filha. Ela ficou trancada no quarto o dia inteiro, pelo menos ela não tentou fugir ou algo assim. Fiquei preocupada por ela não ter comido, mas aí lembrei que ouvi alguns barulhos indicando que ela havia saído do quarto para pelo menos se alimentar. O que me deixou mais tranquila.

 

Uma moça entregou-me meu cappuccino e agradeço. Experimento junto de um pedaço da torta de limão que também havia pedido.

 

– Anda me seguindo Senhorita S/N?

 

Levanto o olhar e sorrio surpresa.

 

– Eu que deveria perguntar isso.

 

Meu genro solta um risinho. Ele aponta para a cadeira ao meu lado pedindo permissão para se sentar. Afirmo e levo mais um pedaço de minha torta até a boca. Ele faz seu pedido e enquanto espera, seus olhos me observam, me deixando envergonhada. Até porque não gosto de receber olhares enquanto estou comendo.

 

Seu suspiro chama a minha atenção.

 

– Jihyo me contou o que aconteceu.

 

– Olha Jimin, não venha me-

 

– Eu não tiro sua razão, S/N. Nunca deixei de reparar a forma como ela te trata, e isso já até foi motivo de algumas brigas entre nós dois. – Suas mãos passeiam pelos seus fios lisos e castanhos, jogando-os para trás.

 

Respiro fundo sem saber o que devo dizer. Tudo isso me deixa aflita.

 

– Você é uma ótima mãe, S/N. – Seus olhos me estudam, analisando cada parte de meu rosto. Meu coração bate forte no peito, me deixando cada vez mais nervosa.

 

O que está acontecendo?

 

– Não é o que parece. – Resmungo, me lembrando da forma que Jihyo leva as coisas.

 

A garçonete deixa seu café na mesa, se retirando logo em seguida.

 

Ele pega a pequena colher e ingere primeiro o chantilly que havia em cima de seu café. Seus lábios se fecham em torno da colher e ele parece apreciar o gosto do chantilly. Me esqueço até do que estávamos conversando segundos atrás e me foco em seu rosto. Quando o chantilly acaba, percebo os resquícios que restaram em seus lábios, deixando-o fofo, parecendo uma criança.

 

– Jimin – Chamo sua atenção.

 

Pego um guardanapo e entrego-o enquanto aponto para onde estava sujo. Ele o pega e passa no lado contrário ao que estava sujo, me rendendo um riso. Pego outro guardanapo e passo suavemente pelos seus lábios grossos, deixando-o corado. Algo que é raro, pois só o vi dessa forma algumas vezes. Meu olhar continua fixo em seus belos lábios, me afasto minimamente depois de já ter limpado, percebendo ele umedecer seus lábios macios.

 

Como deve ser beijá-lo?

 

Nós estávamos próximos, muito próximos. E isso me gerava um friozinho bom no estômago.

 

– Você-

 

Tento falar algo mas sou interrompida por seu indicador que pousa em meus lábios, me deixando surpresa e mais nervosa do que já estava antes. Seu rosto vai se aproximando cada vez mais, perco o ar quando nossos lábios estão próximos, qualquer movimento e eles poderiam encostar um no outro. Fecho os olhos automaticamente, preparada para o que estivesse por vir.

 

Jimin roça nossos lábios levemente. Meu coração quase pula pra fora, minha respiração se torna pesada. Sinto uma deliciosa mordida em meu lábio inferior, me deixando cada vez mais ansiosa.

 

Até que parece que ele mesmo não aguentou esperar e tomou-me em um beijo que me tirou o fôlego. Suas mãos estavam em meus cabelos, acariciando-os. Sua boca estava com o gosto do chantilly, deixando o beijo melhor ainda. Sua língua pediu passagem.

 

E sim, eu permiti.

 

Permiti passagem para sua língua que dançou junto a minha. Permiti Jimin me causar essas sensações estranhas nunca sentidas antes, permiti que ele me causasse esses efeitos que me deixavam cada vez mais fraca por ele. Eu permiti Park Jimin entrar em minha vida e virar tudo do avesso.


Notas Finais


Primeiramente: ME DESCULPEEM!
Esses dias eu estava muito desanimada, tudo o que eu escrevia não ficava bom, até pensei em desistir da fic por esse e outros motivos que me deixaram cada vez mais desanimada. Peço desculpas por ter demorado tanto para postar. Espero que tenham gostado.

E sobre a surpresa que eu havia prometido: eu não esqueci, só aguardem mais um pouquinho. ♡

• Minha Two-shot com o Jimin:
https://spiritfanfics.com/historia/mais-que-um-olhar-imagine-park-jimin--bts-10482950


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