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História A sorte de Kim Jungwoo! - Shortfic (Luwoo) - Capítulo 3


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Capítulo 3 - III- Balada entre beijos


Fanfic / Fanfiction A sorte de Kim Jungwoo! - Shortfic (Luwoo) - Capítulo 3 - III- Balada entre beijos

{ Dois dias depois}


— Estou lhe dizendo, Jungwoo! Um dia eu fico louca. — Comentou, minha tia nervosa.


A minutos atrás a mesma teve uma pequena discussão com minha avó, e o motivo? Eu mesmo não sei, estava no banho e sai agora a pouco, estou arrumando-me pois como foi dito pela mesma mais cedo: "Hoje iremos nos divertir, como jovens." - Mas é claro, que minha tia só deve estar planejando me arrastar para mais uma de suas sessões de compra e beleza como fez nos últimos dois dias.


— Sério, Jungwoo... Essa velha me irrita aos nervos! — Minha tia murmurou, rangendo os dentes.


— Mas, por que brigaram, tia? — Perguntei curioso, porque afinal, se sou obrigado a ouvir as lamúrias após a briga, tenho total direito de saber o motivo da mesma.


— Ah, foi por um motivo besta. Mas olha você, todo lindo para nossa noite divertida! — Falou ela, mudando de assunto.


— Noite? — Caminhei até a cama pegando meu celular, e liguei a tela para ver as horas. — Mas ainda são 5 horas, tia. Você não me disse nada sobre sairmos à noite.


— Ah, Jungwoo eu quis fazer uma surpresa e você vai gostar. — Minha tia me olhou sorrindo de uma forma que me fez suspeitar o que ela estaria tramando.


— Pois eu não vou. — Virei-me indo ao closet do quarto onde havia deixado a minha mala.


— Jungwoo! — Murmurou minha tia, continuei indo ao closet mas parei ao ouvir a porta do quarto ser aberta lentamente e logo Lucas adentrou o local.


— Com licença, só vim perguntar se já estão prontos. — Perguntou, tímido. Lucas olhou-me brevemente e logo desviou seu olhar, tentando disfarçar quando o percebi olhando-me.


— Sim, Lucas! Já vamos descer! — Falou minha tia.


— Okay, vamos esperar no carro. — Lucas saiu do quarto deixando-nos à sós novamente. Minha tia olhou-me com um olhar de cúmplice e sorriu, fiquei um pouco sem entender o que ela está tramando e outra, um termo na frase do Lucas me deixou intrigado ele disse "vamos" no plural? Oh, basta me dizer que…


— Sohyo vai? — Perguntei nervoso e curioso.


— Sim, você vem Jungwoo? Eu não estou tramando nada. — Revirou seus olhos.


— Tá, eu vou! — Bom, já que a jararaca, digo, a Sohyo vai, minha tia não tem muito o que fazer, não na frente dela.  


— Então, bora. — Minha tia se levantou e saiu do quarto na minha frente, peguei meu celular e desci logo atrás dela.


— Estamos saindo. — Gritou minha tia ao passarmos pela sala.


— Divirtam-se! — Ouvimos a voz da minha mãe da cozinha e logo saímos. Ao descer a pequena escada da frente, já vemos Sohyo e Lucas se pegando dentro do carro mas ao nos ver se separam.


— Desculpa, mãe!  — Falou Sohyo envergonhada ao entrarmos no veículo.


— Não tem problema querida, vocês são um casal e não há nada de errado em trocarem carícias. — Falou se sentando no banco de trás do passageiro, entrei e me sentei ao seu lado. Pude perceber a cara de indignação que Sohyo fez no banco da frente através do espelho pequeno do motorista.


Sinceramente não entendo minha tia, certas horas fica me empurrando para cima do seu genro gato e por outras, fica apoiando Sohyo. Está certo que por Sohyo ser sua filha ela mais que devia a apoiar mesmo, mas a mais velha devia saber que quando se gosta de alguém e ver esse alguém com outro alguém dói, e muito. Mas não que eu esteja a gostar do Lucas, é só que... Não por experiência própria, mas com inúmeros conhecidos meus.


XXX 


Ao chegarmos ao que parecia ser um parque, descemos eu, Sohyo e minha tia. Lucas foi procurar uma vaga para estacionar.


— Ah, aqui é sempre tão lindo! — Gritou Sohyo girando no meio da praça. Quem visse até pensaria que a mesma fosse a verdadeira amante do sol e das flores mas essa não suporta nem uma pequena folha em seus cabelos, imagina as árvores.


— Sim, muito lindo! Já viu algo igual, Jungwoo? — Perguntou minha tia, apenas neguei com a cabeça enquanto me mantive concentrado em toda aquela visão deslumbrante.


Era magnífico! As árvores altas e floridas davam ao parque uma sombra muito fresca e a visão do alto totalmente colorida, e os pequenos cortes entre as folhagens deixavam com que alguns feixes de luz solar adentra-se o caminho do parque. No canto interno do parque havia um lago, em volta de si um lindo gramado ótimo para um piquenique e pegar sol, decorado de flores dos mais variados tipos.


— Jungwoo gostou mesmo do parque! — Rapidamente me disperso de meu pensamento ao ouvir a voz de Lucas.


— Ah sim, é tudo muito lindo. Por que estamos aqui? — Perguntei curioso, ainda passando o olhar pelos detalhes nítidos do parque.


— É um festival, Jungwoo! Festival Internacional do vinho. — Falou minha tia.


— Ah sim, eu fui uma vez, lá na Coréia com alguns amigos.


— Ótimo! Então, vamos? — Sohyo pegou na mão de Lucas e o puxou caminhando a frente de nós.


[...]


Pelo caminho, em minuto algum Sohyo soltou a mão de Lucas e momentaneamente olhava-me de canto de olho, quando percebia que eu estava a olhando ela fingia trocar carícias com o mesmo.


— Ela está fazendo isso para provocar. — Ouvi o sussurro da minha tia ao meu lado que de início me deixou confuso.


— Como?


— Ela está te provocando, usando o Lucas. — Repetiu novamente.


— Ah, e isso eu não sei? Quero saber a causa disso. — Pois realmente era estranho, por que ela estaria tentando me provocar? Por acaso eu dei motivos? Confuso... Eu só espero que minha tia não tenha nada haver com isso.


— Não se preocupe. Darei você a chance do troco. — Sorriu cúmplice.  


Fiquei mais confuso ainda, bendita decisão de vir com eles, com certeza minha tia planeja algo... E esse algo será nada bom.


Continuamos caminhando até chegarmos ao centro do parque, onde havia bastante gente reunida, algumas pessoas que pareciam nem ao menos serem do país.


— Jungwoo, vamos dar uma volta e olhar as barracas, dê uma caminhada e logo nos encontre okay? — Minha tia falou e logo vejo os outros três sumirem pela multidão, sem ao menos deixar eu perguntar o lugar de encontro.  


— Okay, então. — Suspirei passando o olho pelo local, não achando um ponto atraente para visitar decidi dar a então caminhada sugerida.


Havia inúmeras barracas estendidas por todo o centro do parque, que aliás era enorme. Vários tipos de vinhos, de inúmeros aromas e sabores e de diversos países. Até me atrevi a experimentar um vinho seco na barraca típica alemã mas o gosto não agradou-me muito.


Continuei caminhando pela enorme feira e já estava me entediando, praticamente eu já tinha percorrido toda o local e agora só estava andando em círculos, já eram quase 19 horas e os outros literalmente haviam sumido a tempos.


Estava decidido a pegar um táxi e voltar para casa quando vejo algo que me surpreendeu e me deixou intrigado. Uma moça, parecia ser a Sohyo por conta do cabelo e das roupas, mas ela estava de costas então não tinha como eu ter certeza.


A moça conversava com um garoto alto e loiro, mas não parecia uma mera conversa. A garota se pendurava no pescoço do rapaz enquanto o mesmo apertava com força sua cintura. Trocavam sorrisos e até mesmo selinho. Intrigado, me aproximei devagar para ter certeza se era a víbora. Ao aproximar não tive dúvidas, era ela. Fiquei chocado mas ao mesmo tempo não surpreso, eu sempre soube o tipo de pessoa que Sohyo era mas desde o início desta semana, pensei ao menos que Sohyo amasse Lucas.


Continuei os observando por mais um tempo, mas acabei tendo que me retirar por conta do nojo que me tomou ao ver aquela cena.


Pobre Lucas, ao meu ver o rapaz não merecia isso. Sohyo havia acabado de me deixar claro que ela não tem uma mísera gota de caráter, mas agora algo me corroía, iria contar ao Lucas e a todos o tipo de pessoa que Sohyo é ou continuaria deixando que o tempo fizesse isso por mim?


Eu ao certo não sei o que fazer mas de uma coisa eu sei, agora tenho provas que finalmente iriam provar que sempre estive certo em questão a Sohyo.


Saindo dali, voltei rapidamente ao ponto onde nos separamos mais cedo. E fiquei por ali quase a meia hora esperando que algum deles aparecerem. Prestes às 21 horas e 30 minutos, me cansei de esperar então levantei e continuei a caminhar em direção a entrada do parque.


— Jungwoo! — Ouço alguém gritar por mim e logo me viro para o meu lado oposto, vendo minha tia caminhar até mim. Logo atrás vinha Sohyo e Lucas mais grudados do que quando chegamos.


Senti uma forte ansia de vômito ao ver aquela cena... Oh céus, eu não suportaria ficar com toda aquela cena entalada na minha garganta por muito tempo. Me virei voltando a caminhar, dessa vez o mais depressa que eu conseguia. Ouvi minha tia me gritando enquanto eu tentava ficar o mais distante possível deles, mas logo minha tia me alcança correndo.


— Ah, Jungwoo, eu lhe chamei por que não me esperou? — Minha tia suspirava, e sua voz saia falha por conta da falta de ar.


— P-por nada. — Murmurei nervoso ao ver Lucas e Sohyo pararem bem ao seu lado a minha frente.


— Tudo bem, priminho?  — Sohyo perguntou-me fazendo uma cara de moça que me deixou com os nervos a flor da pele. A vontade não era nem de abrir a boca ali mesmo e sim de voar naquele cara cheia de pó, mas me contive, não era momento de surtar e muito menos era o momento daquela víbora ser desmascarada.


— Sim. Estou bem, só quero ir embora. — Falei calmo a lançando um sorriso cúmplice o que a fez me olhar sem entender nada.


— Ah, Jungwoo, justo agora? Nós estávamos pensando em ir à uma festa em uma balada muito boa da cidade. — Falou minha tia.


— Vamos, Jungwoo? — Perguntou Lucas.


— Não sei não, está um pouco tarde e aliás não é hoje que a avó...


— Vamos?! — Minha tia literalmente gritou me interrompendo o que me deixou confuso.


— Ok, mas vamos voltar cedo.


— Ótimo!  — Minha tia respondeu animada. — Então, vamos? — Minha tia sorriu sapeca o que mais uma vez me fez duvidar do que realmente ela estaria aprontando.


Voltamos a caminhar, mas dessa vez em direção a tal boate, porém no meio do caminho o telefone da minha tia toca e ela se afasta um pouco de nós para poder atender. Logo a mesma volta agitada e com o telefone em mãos.


— Meninos, me desculpem mas parece que sua avó e sua mãe precisam de mim e Sohyo em casa.


Oh céus, muito obrigada. Viu? São meus anjos que nunca me abandonaram e sempre agem ao meu favor nas horas certas.


— Oh, que pena. — Falei fingindo estar desapontado.


— Uma pena mesmo. — Comentou Lucas. — Eu vou deixar vocês em casa.


— Não precisa, Lucas. Sohyo e eu voltamos de táxi, e você leva o Jungwoo para a festa e também assim você pode se divertir um pouco, com mais tranquilidade. — Comentou minha tia.


— Mas, Senhora Yang...


— Não, Lucas. Vão e divirtam-se. — Falou minha tia séria. Lucas me olhou e nessa hora gostaria que ele soubesse ler mentes, porque eu suplicava para que ele não aceitasse isso. Logo olhou para Sohyo que apenas sorriu sem graça.


— Então, tudo bem. — Lucas suspirou derrotado.


— Ok, então divirtam-se! — Minha tia deu um abraço em Lucas e logo veio me abraçar.


— Aproveita! — Minha tia sussurrou baixo ao meu ouvido e quando nos separamos a mesma piscou para mim.


— Divirta-se, meu amor! — Falou Sohyo abraçando Lucas e o deu um selinho. — Comporte-se, viu?


— Uhum. — Lucas afirmou e eu não pude evitar de revirar os olhos.


— Tchau, meninos! — Minha tia puxou Sohyo pelo braço e saíram caminhando juntas rumo a entrada do parque onde costumava ficar alguns táxi parados.


Assim que sumiram de nosso campo de visão, suspirei. Oh meu deus, em que situação eu estou amado Buda! Lucas se virou e me encarou alguns minutos antes de voltar a si.


— Então, vamos? — Perguntou.


— Aham...— Respondi sem ânimo.


XXX


Caminhamos mais um pouco até chegar a frente de uma enorme casa de show, já se passava das 22 horas e por isso não havia fila na entrada. Fomos direto aos mesários que estavam a frente do palco recebendo a entrada dos clientes.


— Boa noite! Duas entradas masculinas. — Falou Lucas ao se aproximar da moça na mesa.


— Só tem camarote. — A garota respondeu meio ignorante como se não nos suportasse.


— Ah, Jungwoo, pode ser? Se preferir a pista podemos ir à outra, talvez. — Perguntou Lucas.


— Por mim tudo bem.


— Ok, duas entradas, moça. — A garota pegou os tickets e preencheu um recibo entregando ao Lucas. De imediato mexi em meu bolso a busca da minha carteira mas antes mesmo que eu a tirasse do bolso o mesmo repreendeu minha ação.


— Eu pago, não se preocupe. — Sem ao menos deixar eu dizer alguma coisa, Lucas puxou a quantia do bolso e jogou sobre mesa.


— Obrigada, tenham uma boa festa! — Respondeu a moça.  


Entramos e a música alta e forte cheiro de algo já estava perceptíveis mesmo na portaria.


— Tickets, por favor! — O segurança na porta nos pediu ao nos aproximarmos. Lucas entregou os papéis em sua mão ao homem, o mesmo que os olhou e logo nos encaminhou até o andar acima da boate.


— Divirtam-se! — Falou o homem ao nos deixar sós.


Lucas foi direto se sentar na mesa que havia ali enquanto eu fui dar uma olhada em volta da boate, e realmente estava cheia, a pista de dança estava a fervo. No open bar diversas pessoas já se encontravam-se desmaiadas de tanto álcool ingerido. Éramos os únicos na área do camarote. Não me dúvida porque a falta de entradas para a pista. Voltei a mesa e me sentei a frente de Lucas enquanto ainda observava as pessoas dançando lá em baixo.


— Se quiser, pode descer por um tempo para dançar! — Lucas gritou por causa do som alto.


— Não estou afim! - Respondi também gritando. Depois dessa pequena conversa o silêncio voltou a se instalar entre nós, até um garçom aparece com algumas bebidas e deixar sobre a mesa.


— Você pediu? — Perguntou curioso. Já que ao entrarmos nenhum dos dois se levantou da mesa.


— É por conta da casa, porque pagamos pelo camarote. — Respondeu apenas um "Ah" e voltei a prestar atenção no movimento lá embaixo.


— Pode beber, Jungwoo! — Falou pegando um copo do que parecia ser cerveja sobre a mesa.


Não estava afim de beber, até porque não sou tão fã de cerveja como muitos. Algumas vezes dou o ar de beber, mas é raramente. Geralmente nas comemorações em família e mesmo assim apenas vinho e champanhe.  


Lucas continuou bebendo e eu pude perceber que naquele ritmo logo eu teria que carregá-lo para casa.


[...]


Ainda curtindo o som que tocava lá embaixo, algumas garotas subiram ao camarote e vieram até nós.


— Oi, lindo! — Uma delas falou, a loira, se sentando em meu colo.


— Oi... — Falei sem graça. Olhando a minha frente pude ver a outra garota, uma ruiva também sentada no colo de Lucas, ele também não parecia gostar da situação.


— Qual seu nome, gatinho? — A garota levantou sua mão até o botão único da minha camisa e começou a brincar com ele.


— Olha moça, você é até bonita. Mas sabe, não é o que eu gosto.


— Não faço seu tipo, lindinho? Ah, me leva 'pro seu quarto que eu te faço mudar de ideia. — A garota aproximou seus lábios até o lóbulo de minha orelha onde depositou uma mordida.


— Moça, você não entendeu. Sabe sobre o que você está sentada? — A garota assentiu e sorriu safada. — É a mesma coisa que eu gosto.


Ao ouvir minhas palavras garota rapidamente fechou a cara.


- Você é GAY?! — A garota gritou. E logo após pude ouvir a outra gritar também.


Ambas as garotas se levantaram bruscamente e saíram nervosas do camarote. Suspirei e olhei para o Lucas que me olhava perplexo.


Acabamos rindo e logo o mesmo voltou a beber enquanto eu continuei observando a dança lá embaixo.


[...]


Bruscamente Lucas se levantou e pegou em minha mão me puxando.


— Ei, calma. Aonde vamos? — Perguntei sem entender aonde ele queria me levar.


— Vamos dançar! — Lucas falou mole e pelo seu tom de voz percebi que o mesmo estava bêbado.


Caminhamos até o meio da pista, onde começamos a dançar normalmente. Mas logo a música terminou e o dj puxou GDFR do Flo Rida e foi quando todos à nossa volta começaram a dançar sensualmente.


De imediato me virei e tentei sair mas sinto ser puxado e meu corpo bruscamente se choca com o de Lucas, o mesmo segurava firme em minha cintura enquanto dançava. Passei alguns minutos ainda chocado com a ação repentina mas lembro-me que ele estava bêbado.  


— Relaxa, Jungwoo! — Lucas sussurrou rente ao meu ouvido fazendo todos os pelos de meu corpo se arrepiarem. Suspirei fundo e fechei meus olhos aproveitando para sentir aquela pressão em minha cintura. Por impulso fui lentamente me soltando até que finalmente comecei a dançar junto ao rapaz atrás de mim.


[...]


Músicas e mais músicas tocaram e eu e Lucas continuávamos naquele laço quente, tocava agora  River (Bishop briggs) e eu rebolava lentamente contra o garoto quando em certa rebolada pude sentir nitidamente o volume formado sobre a calça do maior atrás de mim. Não pude evitar de suspirar forte, alguns pensamentos impuros me tomaram mas logo me recompus.


 Me virei rapidamente para encarar o Lucas mas o mesmo me puxou para um ósculos intenso. Nossos lábios se encontraram tão bruscamente que não tive nem mesmo o pensamento de recusar.


Nossas línguas travavam uma disputa por espaços enquanto ambos buscavam explorar um ao outro. As mãos de Lucas apertavam com possessão minha cintura, o que me fazia estremecer inteiro. Enquanto a música continuava a tocar e as pessoas a nossa volta dançava loucamente nós nos mantinhamos em um beijo intenso e prazeroso. Podia sentir o forte gosto de álcool, por conta das bebidas que Lucas ingeriu o que também me causava uma leve embriaguez, mas eu não queria me separar daqueles lábios carnudos e aveludados, aquele toque suave ia além do que eu imaginava ser, a como Sohyo tinha sorte e ao mesmo tempo era tão burra.


Lucas puxou-me contra seu corpo aprofundado nossos ósculo. Mas logo nossa respiração ficou falha e tivermos que nos separarmos, mas Lucas não pode deixar de dar uma forte mordida em meu lábio inferior o que calçou uma leve ardência.


— Uh... — Resmunguei passando os dedos sobre meus lábios. O que o fez rir um pouco do meu gemido de dor.


— Ah vai não reclama, você gostou! Não gostou? — Lucas voltou a se aproximar dessa vez abraçando minha cintura com seus braços.


— O que houve com você? — Realmente Lucas estava um tanto que estranho, já que o mesmo costuma ser tímido e de repente está tão foguento.


— O que? Eu estou normal. — Lucas se aproximou passando a deixar leves selares no meu pescoço e clavícula me fazendo se arrepiar todo.


— Uh... — Gemi fraco fechando meus olhos apenas aproveitando aqueles doces lábios em minha pele sensível. Por mais que toda aquela situação fosse prazeroso e meu interior implorasse por mais, me lembrei que Lucas só estava sobre efeito de álcool, e tudo que fizemos foi errado.


— Lu-Lucas... — Forcei-me para o empurrar, mas Lucas se prendeu mas forte a mim passando agora a mordiscar minha pele até o lóbulo de minha orelha.


— Shiu... — Lucas sussurrou deixando uma leve mordida em minha orelha o que me fez me arrepiar.



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