História A Strange Love II - Development of Relationships - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Stanford "Ford" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags A Strange Love, Billdip, Mabcifica
Visualizações 182
Palavras 2.692
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoi gente :D
Achei esse capitulo legal de escrever, quase chorei um pouquinho, afinal sou sensível à brigas hsauhsau (ops)
Bom, espero q gostem :3 (peço desculpas desde já caso tiver erros)
Boa leitura~

Capítulo 11 - Chapter - Eleven


Fanfic / Fanfiction A Strange Love II - Development of Relationships - Capítulo 11 - Chapter - Eleven

POV – Autora - Dipper

Segunda-feira_15/01/2018

08h35 p.m. – Ohio, UOMB

Mabel deslizou a mensagem para baixou, havendo outra com as escritas: Ponto mais alto do sol – 216, Ao horizonte – 612. LMBEA: cobaia, EIPDR: segredo.  

- Eu detesto corujas. – comentou Dipper. 

- Nós vimos algo assim na outra vez. – a morena franziu o cenho.

Era evidente que alguém estava caçoando com eles. E de alguma forma a pessoa dona do blog de cores berrantes havia conseguido o número de sua irmã. Dipper não estava gostando daquilo. Era basicamente um perseguidor.

- Retorne a mensagem. – disse Pacifica, curvando-se sobre os cotovelos e encarando os irmãos com seriedade. – É uma lógica, não?

Mabel fitou o irmão e este apernas assentiu, logo depois trocando um olhar com Bill. Algo incomodava os dois garotos, era quase como se sentissem a mesma coisa, e aquilo era assustador. Se a Dra. Zoe estiver certa, se Dipper realmente tiver habilidades surpreendentes, então... A vida dele e de Bill não seria definitivamente como de adolescentes normais. Mas afinal, quais tipos de habilidades seriam essas? Levitação? Visão do futuro? Distorção da realidade? Ou raio laser pelos olhos? – Dipper escondeu uma risadinha por trás da mão apenas com a ideia. Bom, Bill tinha raios lasers na sua forma demoníaca anos atrás, não? Era apenas uma possibilidade, bem provavelmente.

Os demais observaram Mabel digitar a pergunta: Quem é você? e enviá-la. Eles respiraram fundo, entreolhando-se, e depois fitaram Bruce, que ainda cantarolava no fundo da cozinha, fazendo sabe se lá o que era. Segundos depois tiveram uma resposta um pouco superficial:

[Estranho – 08h36]: HK4D-G

- É o nome do blog. – disse rapidamente Mabel, ao ver a expressão confusa dos demais.

- Eu vi isso, eu acho. – Dipper franziu o cenho, deixando suas engrenagens rodarem furiosamente enquanto batucava os dedos na mesa. – Mas não me vem nada em mente.

- Me lembra aqueles códigos de jogo. – riu-se Bill e com o olhar que Dipper lhe jogou o loirinho desfez o sorriso e desviou o olhar para o celular. Ele sabia que, quando o moreno entrava nesses casos, diga-se misteriosos, ele se tornava um tanto chato, para não dizer aborrecedor.

Logo Mabel devolver a mensagem, dizendo: Como conseguiu meu número? Logo obteve uma resposta:

[Estranho – 08h38]: Um bom hacker/stalker nunca revela seus segredos rs.

Depois de lerem isso Mabel desferiu um chute na canela do irmão, o que o fez abafar um gemido de dor, enquanto revirava os olhos.

- Mabel! – exclamou ele, levando a mão até o local e o esfregando.

- Desculpe... Mas, a ideia de ter um stalker nos observando não... dá arrepios em vocês? – os olhos brilhantes da morena os fitaram, enquanto ela inflava as bochechas de costume de quando está nervosa, deixando-as coradas.

Dipper suspirou e apertou as têmporas. Aquilo estava-o irritando. Já tinha consciência sobre a universidade, estava perfeitamente bem com a ideia de ser levado para um laboratório e realizar uma missão maluca, mas haver uma pessoa, diga-se de passagem secreta, estava deixando-o realmente preocupado. Sem pensar muito ele pegou o celular e digitou: Você está de que lado? A resposta logo veio, um tanto vaga:

[Estranho – 08h41]: O da verdade, é claro.

- Mais uma resposta superficial. Argh! – ele cerrou a mandíbula e Bill sentou-se ao seu lado, colocando a mão sobre sua coxa esquerda.

- Calma, Dipper. Adianta nada você se estressar por um anônimo. – os olhos dourados nutriram de si a raiva e o moreno respirou fundo, acalmando os nervosos. De canto ele viu um sorriso satisfeito do loiro.

- Puxe corda, Dipper – disse Pacifica, agora ao lado de Mabel. – Entre no jogo dessa pessoa. - seus olhos purpuras quase lhe jogavam uma expressão de ordem, não que fosse surpresa, afinal, era Pacifica Northwest.

- Ah, sim. Parece ser uma boa ideia. – Mabel enrolou uma mecha no dedo indicador, e entortando os lábios e arqueando as sobrancelhas ela completou: - Se vamos ser agentes de uma mulher que quer parar com as investigações desses laboratórios, podemos então saber quem é essa outra pessoa que está atrás de nós. Talvez seja alguém nos usando para chegar até os laboratórios e descobrir os segredos deles. Alguém que não esteja do nossos lado e nem de Zoe.

Em um dilema Dipper fitou a telinha brilhante do celular rosa da irmã. Digitou então: Seja mais claro. Você está contra nós? E, após deixar visível para os demais, o celular vibrou com as respostas:

[Estranho – 08h45]: A favor de vocês. Sei que estão trabalhando para a Dra. Zoe, e não direi nada sobre isto, mas apenas quero deixar avisado que vocês não estão seguros...

[Estranho – 08h45]: Além de deixar uma dica à vocês. Considerem-me um aliado secreto, e não ousem dizer a ninguém, nem mesmo à Zoe, sobre mim.

[Estranho – 08h46]: Não posso dizer muito, pois também estou sob olhos. Mas guardem as anotações que mandei a vocês, irão precisar para sua missão.

[Estranho – 08h46]: E antes que eu encerre essas mensagens, pois falei muito mais do que devia, saibam que me encontrarão no final disso tudo... Se saírem vivos da missão. Boa noite.

Dois segundos depois, abaixo da última mensagem, apareceu um aviso dizendo que o número daquela conversa havia sido bloqueado. Dipper soltou a respiração, e percebeu somente aí que havia a prendido de tão tenso. Os quatro se entreolharam.  

- Wow... Isso me fez arrepiar. – disse Pacifica arqueando as sobrancelhas com um ar irônico. – Se pensarmos bem isso de entrarmos numa missão envolvendo laboratórios loucos e governo... foi um tanto insensato da nossa parte. Stan e Ford acreditam que tudo ocorrerá completamente bem. São dois malucos, me desculpe.

Mabel jogou ao irmão um olhar de ela está assustada, como se pedisse para que ele não começasse uma discussão. Ela disse que iria pedir copos d’água a Bruce e logo as duas deixaram a mesa. Bill, até então sentando sobre os pés, retirou-os debaixo de si e se sentou direito, chegando mais perto do namorado.

- Precisamos conversar. – os olhos do loiro o fitaram.

Dipper conhecia aquele olhar. Não era ansioso ou brilhante, era apenas grave e profundo; quase o mesmo de quando, outrora, ele ficara surpreso ou decepcionado com alguém achar todos os motivos para não fazer consigo um acordo. Diga-se um olhar nostálgico.

~~*~~

Às dez os quatro se dividiram e cada dupla foi para seu respectivo dormitório. Como só havia os dois no prédio inteiro, então Dipper decidira dormir junto à Bill até o início das aulas – Porém, antes que eles adentrassem o prédio, a vice-diretora apareceu de algum canto, sorrindo.

- Já estão indo dormir? – ela carregava uma caixa de papelão aparentemente leve, com uma prancheta em cima.

Enquanto falava, tanto Dipper quanto Bill tentavam ver o que estava escrito sobre as folhas brancas.

- Hm, sim, estamos. – Dipper cutucou o loiro disfarçadamente e Bill pigarreou.

- Ahn... Sabe, vice-diretora, queríamos saber se poderia trocar Dipper de quarto. Preferíamos ficar juntos, entende? Oh, se quiser que eu a ajude a carregar isto...

Sem receber uma permissão, Cipher já pegara a caixa e jogava à mulher o melhor sorriso encantador que tinha. Visivelmente Sam pareceu atônita de início. Pff, Bill sempre conseguia resultados com aquele maldito sorriso. A mulher passou as palmas estendidas ao longo da saia e sorriu, sem graça. Agradeceu e disse:

- Bom, meninos... Posso ver com o diretor, pois a lista de colegas de quarto já fora distribuída pelo site, com os horários encaixados das duplas para ficarem com o mesmo tempo livre, entendem?

Ela contraiu os lábios, como se lamentasse. Reafirmou a ideia de conversar com o diretor e pediu para que a seguissem até a biblioteca para deixar a caixa. Os meninos trocaram um olhar que passou de expectativa para curiosidade ao fitarem a prancheta. Dipper apenas teve tempo de ver a palavra Distrito 2, pois logo Sam pegou a prancheta e começou a dizer várias coisas sobre seu trabalho a qual os meninos não deram importância.

Entraram no Prédio 3, que era basicamente corredores com tapetes, quadros, vasos de plantas, colunas finas de mármore, assoalho castanho-claro, paredes com cor bege-claro e lâmpadas redondas. Dipper apenas processava a curvas que viravam e as escadas também com tapetes que subiam, até finalmente pararem em frente a uma porta, que parecia ser a única do corredor do lado direito.

Com ruídos de um molho de chave a vice-diretora abriu a porta e deixou que os garotos entrassem. Prateleiras, mesas, cadeiras, tapetes de leitura com almofadas, livros, ventiladores de teto, janelas quadradas com cortinas. É, nada demais para mais uma biblioteca. Ao fundo Dipper ainda constatou a existência de computadores. Ele arqueou o cenho numa última olhado e se virou para Bill, que descansava a caixa sobre o balcão ao lado da porta.

- Obrigada garotos. – disse a mulher, indo para trás do balcão e mexendo em algumas gavetas e folhas. – Fiquem a vontade para olharem, mas precisarei de que saem quando eu for trancar a biblioteca.

- De nada. – disse Bill e, com um olhar significativo à Dipper, eles foram até as mesas por trás das prateleiras, junto com os computadores.

O loiro fitou Sam, certificando-se de que ela não estava prestando atenção neles. Bom, na verdade ela falava sozinha e se enroscava toda com a fita adesiva.

- O que você queria conversar comigo? – perguntou o moreno, puxando um livro sobre animais aquáticos na prateleira ao lado. O lugar em si cheirava a livro novo.

- Sobre você. – Bill entrelaçou as mãos e Dipper ergueu o olhar para ele.

O maior puxou a franja para trás, deixando visível o desenho suave, quase transparente, da marca de seu terceiro olho que outrora estivera ativo. Todavia as os traços pareciam emitir um brilho quase imperceptível de um dourado com turquesa agora. Dipper sentiu um formigamento nos ombros, e, fechando a boca que estivera entreaberta, franziu o cenho para o namorado, mexendo nervosamente na aliança de compromisso em sua mão direita.

- O que você acha que isso significa? – pergunto, percebendo que sua voz saíra mais baixa e rouca do que pretendia. Estava nervoso. As lembranças sobre a natureza de Bill não eram nem um pouco confortáveis.

Bill Cipher, por sua vez, respirou fundo e suspirou, deixando a franja cobrir-lhe a testa novamente. E disse, negando com a cabeça, desiludido:

- Eu não sei, sinceramente. Você sabe que eu passei a minha vida toda indo de dimensão em dimensão tentando dominar uma, até que, quando eu estava prestes a conseguir, seus tios-avôs conseguiram me parar, quando você tinha doze anos, quase treze. Quando você fez quinze, voltei com intenção de me tornar um como você. Um humano. Mesmo assim, àquela época, minha natureza ainda me forçava a querer dominar esse mundo, pois minha essência de ser “superior” me fazia ser praticamente um deus nessa realidade. Eu resisti, e agora sou noventa por cento humano, ou seria noventa e oito...?

Dipper revirou os olhos com um sorriso de canto e deu um chute leve no pé alheio. Bill riu de si mesmo.

“Eu me tornei outra pessoa. Você me mudou e eu sou profundamente grato. Mas o que quero dizer com tudo isso é: por ser uma experiência unicamente nova, eu não sei o que pode realmente acontecer com a minha natureza. Até onde sei eu a reprimi para poder me tornar humano, mas parte dela ainda vive dentro de mim. Se essa parte pode ou não se rebelar, eu não sei. Isso são consequência que eu nunca vi.”

Finalizando isso, Bill deixou transpareceu uma expressão de perdão, entrelaçando os dedos com os do menor. Dipper o encarou por alguns segundos, até que fechou os olhos e baixou a cabeça, frustrado.

- Há quanto tempo sua marca está ardendo? – perguntou.

- Desde a nossa... formatura. – respondeu o outro, encarando Dipper com atenção, como se temesse que a resposta fizesse o garoto surtar. Infelizmente...

- Bill Cipher, você está a mais de um mês com a merda da sua marca ardendo e só vem me contar isso agora?! – o moreno se levantou desfazendo as mãos entrelaçadas; perplexo, pasmo e levemente decepcionado.

- Eu ia te contar, eu juro, Dipper! – a expressão de Bill tomou-se de profunda culpa.

- Quando, hein? Quando você já tivesse fora de si prestes a botar fogo em mais uma cabana por aí? – o coração do menor se afundou dolorosamente no peito.  – Você sabe o quanto sofri na época da sua volta? Com a sua mudança brusca de personalidade continuamente? Eu estava a loucura, Bill Cipher, e no final quase achei que havia-o perdido. Agora você deixa de me contar algo importante assim... por qual motivo exatamente?!

Dipper Pines sentia seu rosto quente, provavelmente estava ruborizado de estresse. Suas mãos tremiam agarrado ao encosto da cadeira e ele sentia que iria vomitar o coração a qualquer momento.

- Sabe, Bill...

- Eu estava tentando te contar! – Cipher o interrompeu com a voz elevada e um estrondo de porta foi ouvido. Aparentemente a vice-diretora saíra. Ignorando o ocorrido e aproveitando a atordoamento do menor, ele voltou a ter a palavra: - Todas aquelas malditas mil mensagens que você ignorou ao longo das férias, sabe que mensagens eram aquelas? Sabe o que eu queria dizer com “eu preciso te falar”, “precisamos conversar”, não era somente por saudades, eu estava tentando marcar com você um maldito encontro o qual eu pudesse te contar sobre isso. Mass você...

Bill deu aquele sorriso idiota de ignorância, franzindo uma das sobrancelhas enquanto se afastava da mesa, sem tirar os olhos dourados do moreno. Dipper queria soca-lo.

- Dipper Pines, o exemplo de aluno, o gênio de exatas e biológicas, o Sherlock Holmes de todo mistério. O garoto fissurado em coisas fora do normal estava ocupado demais com seus estudos para dar atenção ao namorado cabeça-de-vento.

Agora Dipper queria socar a si mesmo. Como podia ter sido tão estupido, imbecil, idiota e filho de uma... com seu próprio namorado? Havia se importado apenas consigo mesmo e sabia que, naquele momento, de pé do outro lado da mesa, mantinha uma expressão de desalento. Bill esfregou a testa com os dedos e olhou ao redor.

- Bill... Me desculpe... Eu...

- Eu sei. Eu sei o que você vai dizer. Que não sabia. – o brilho que cintilava nos olhos do loiro era de pura indignação e impaciência. – Sabe por que eu sei disso? Não apenas por ser algo óbvio, mais por que aquela maldita parte predominante da minha natureza me mostra.

Um silêncio constrangedor pairou entre os garotos. Dipper queria gritar por perdão, pois sabia que havia errado em ignora-lo, por mais que já houvesse se reprendido outras vezes, Dipper ainda caía na mesma armadilha da sua ignorância.

- Bill... – o moreno deu um passo para o lado, dando menção de ir até o namorado, e foi o que fez. Bill não saiu do lugar, apenas o observou ir até si. – Por favor...

Segurando a mão de Dipper, o qual a levara até o rosto do loiro, este desviou o olhar.

- Há outra coisa que quero falar... Acho que Zoe está certa, acho que partículas dessa minha natureza fundiu-se ao seu organismo. Talvez não demore muito até aparecer os primeiros sintomas. Talvez você passe a sentir sentimentos alheios ao seu redor e ouvir vozes aleatórias.

Dipper deu um passo para trás, baixando as mãos.

- Eu não me importo, Bill. – disse ele procurando o olhar do maior. – Você sabe que eu não me importo. Até por que, se eu me tornar parte demônio de uma dimensão superior, eu estarei equivalente a você, então seremos iguais.

Pines deu um sorriso de canto e o outro lhe fitou, suspirando.

- Essa não é a única questão. Se você passar a ver o mundo como eu vejo... Se os cientistas malucos lhe pegarem, se a nossa missão falhar, eles terão o desejo de mil homens para ter suas partículas, e isso pode leva-los à lhe matar.

- Mas e você...?

- Não se importe comigo. – Bill girou o anel de prata em seu próprio dedo, pensativo. Deu um sorriso triste ao moreno e completou: - Eu posso camuflar minha essência da visão ignorante dos humanos. Afinal, minha prioridade aqui é você.

 

To be continued...


Notas Finais


Foi isso.
Gente, o feedback está caindo :/ se continuar assim terei q aumentar as pausas entre as atualizações, afinal, estou tirando tempo para conseguir escrever e publica-los...
De qualquer forma, espero q tenham gostado sz me digam o que acharam, se tem alguma parte solta ou confusa.

Bom, é isso, até o próx,
Xoxo.


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